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LIXO

Projeto de aterro e incinerador pode derrubar quase 63 mil árvores
Moradores querem impedir a ampliação de um aterro e a implantação de incinerador de lixo na zona Leste da cidade de São Paulo.
1 de outubro, 2025
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Empresa conseguiu direcionar 1,470 milhão de kg de resíduos e reafirma o compromisso da empresa com a economia circular e a redução de impactos ambientais.

Desabamento do aterro em Padre Bernardo, no Entorno do Distrito Federal, contaminou o córrego Santa Bárbara e em seguida o rio do Sal.

A aquisição faz parte de um investimento de R$ 25 milhões realizado pela Marquise Ambiental para a compra de 18 caminhões movidos a biometano, que estão sendo entregues pela montadora em etapas.

Relatório da Agência Espacial Europeia aponta que detritos orbitais caem diariamente no planeta, impactando o meio ambiente e representando riscos à segurança.

Segundo números do Brasil Composta Cultiva, iniciativa do Instituto Pólis, aproximadamente 45,6% dos resíduos coletados no Brasil são orgânicos compostáveis, como restos de alimentos e resíduos de jardim.

Conhecer os materiais inadequados para a reciclagem é essencial para preservar o meio ambiente e a eficiência dos processos de reutilização.

A unidade é uma espécie de escritório móvel que apoia gratuitamente catadores e catadoras que trabalham nas ruas da capital mineira.

Um dos problemas para o agravamento dessas ocorrências é o descarte irregular de resíduos sólidos.

Organização fortalece cooperativas e amplia logística reversa inclusiva, destacando a importância de políticas públicas e responsabilidade compartilhada.

O sistema consiste em um braço robótico programado para pegar os materiais descartados no lixo e os apresenta para uma câmera, que fará o reconhecimento de cada item.

Projeto do Ministério Público da Paraíba promoveu a colaboração entre órgãos e municípios para erradicar lixões no estado

Com a inauguração, o aterro Minas do Leão, que recebe resíduos de 123 municípios, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre, deixará de emitir o equivalente a 50 mil toneladas anuais de CO2 equivalentes

De acordo com a proposta, a punição deverá ser proporcional ao volume do lixo irregularmente descartado e ao potencial poluidor

Com 3.800 m², a nova unidade tem potencial para valorizar 10 toneladas de resíduos por hora, o que equivale a 40 mil toneladas anuais, que deixarão de ser aterrados

A entidade busca promover alternativas positivas ao aterro e à incineração

A proposta é evitar ao máximo o desperdício

A participação da empresa no evento teve como objetivo promover a coleta seletiva e expansão desse serviço na Região Noroeste de São Paulo

Aproximadamente 30% dos alimentos produzidos no País são perdidos

Na segunda etapa do projeto está prevista a inclusão do lixo gerado nos eventos de terceiros e equipamentos fora da concessão

Dos 5.565 municípios brasileiros, apenas 1.684 localidades enviaram informações sobre a cobrança da taxa

Desenvolvida pela empresa Deink, a tecnologia soluciona as restrições econômicas e operacionais que existiam para a recuperação destes conhecidos pelas dificuldades e limitações na reciclagem.

O montante equivale a uma economia de 54.929.212 milhões de litros de água e 2.398.566 milhões de KWh de energia poupada,

O mundo vai gerar 3,4 bilhões de toneladas de resíduos por ano até 2050, aumento de 70% quando comparado a 2016

O Instituto Pólis protocolou requerimentos junto aos Ministérios Públicos Federal e Estadual de São Paulo para questionar o licenciamento ambiental da Unidade de Recuperação Energética (URE Barueri), de 20 MW, da Orizon Valorização de Resíduos. Com o apoio do escritório Lopes e Ormay Junior Advogados Associados, a entidade demonstra que as obras do projeto foram iniciadas com base numa licença de instalação vencida e pede providências. “O Instituto defende que a instauração de inquérito civil para investigação do problema e interposição das medidas cabíveis, incluindo a suspensão da obra e da contratação da energia da usina”, defende o coordenador de Energia do Pólis, Clauber Leite. A usina foi contratada em leilão realizado pelo governo em setembro de 2021, para fornecimento de energia a partir de 2026. A licença de instalação do projeto de recuperação de energia a partir da incineração de resíduos foi concedida pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) em dezembro de 2015, com validade inicial de três anos. Posteriormente, o prazo foi prorrogado duas vezes, sendo a primeira por um ano e, em seguida, por outros dois, com vencimento final em 3 de dezembro de 2021. O início das obras, no entanto, se deu apenas entre junho e agosto de 2022. A Pólis questiona também o tempo decorrido entre a concessão da licença e o início das obras propriamente dito, já que os estudos ambientais relativos ao projeto, em especial em relação aos impactos gerados pela usina, estão desatualizados e não consideram fatores relevantes como a quantificação das emissões de gases de efeito estufa, exigida pela Cetesb desde 2021. Além disso, não foi realizado estudo estratégico sobre a utilização de recursos hídricos pela usina. O instituto monitora o assunto em razão dos riscos da incineração de resíduos para a sociedade brasileira. “Além das emissões de poluentes e do custo elevado, queimar lixo para produzir energia tende a iludir a sociedade quanto ao equacionamento do problema dos resíduos”, destaca Leite. O processo estimula a não-circularidade e o aumento da produção de lixo que se pretende diminuir, além de desconsiderar o papel dos catadores na gestão desses materiais.


