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BIOGÁS

Emissões aumentam 235% em São Paulo em projetos de biometano
Licenciamento ambiental para projetos de biometano em São Paulo cresceu 235% entre 2024 e 2025, impulsionado por investimentos em combustíveis renováveis e regulamentação aprimorada.
19 de maio, 2026

Primeira usina de biometano de dejetos suínos da América Latina expõe potencial bilionário do setor
28 de abril, 2026
Mais notícias e artigos sobre BIOGÁS

Ceará investe R$ 8 milhões em usina inovadora que transforma biogás e lodo de estações de tratamento em energia limpa. A tecnologia, instalada em Fortaleza, começa a operar em 2026 e pode ser replicada em cidades pequenas e médias.

Biodigestores transformam dejetos suínos em biogás e biofertilizante no Agreste pernambucano, reduzindo custos operacionais entre 20% a 40% e diminuindo impactos ambientais da suinocultura.

O 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano reúne especialistas em abril para debater produção, distribuição e oportunidades do biometano na matriz energética brasileira, impulsionadas pela Lei do Combustível do Futuro.

Planta de biometano de R$ 258 milhões entra em operação em Jaboatão dos Guararapes. O empreendimento produz 108 mil m³ de biometano por dia a partir de resíduos sólidos, injetando o combustível renovável na rede de gasodutos da Copergás.

Bahia lança Atlas Bioenergia para mapear potencial energético de resíduos agrícolas, urbanos e industriais. Ferramenta interativa orienta investimentos em bioenergia, biogás e hidrogênio verde, complementando matriz renovável do estado.

A Onebio receberá todo o biogás gerado a partir de resíduos urbanos do aterro sanitário em Paulínia, maior planta de biometano do Brasil, com capacidade de produzir até 225 mil m³ diários de gás de origem renovável.

A parceria será focada na valorização de resíduos orgânicos como vinhaça, torta de filtro e bagaço, transformando-os em energia limpa por meio de um processo de digestão anaeróbia.

O valor captado também será utilizado pela São Martinho para investimento em renovação de canaviais e para a realização do tratamento das lavouras de cana-de-açúcar.

A planta de biometano será 100% de propriedade da BioE e amplia o posicionamento da OrizonVR no estado de São Paulo

O Plano Clima é um instrumento para reduzir as emissões de metano (CH₄), um dos principais gases de efeito estufa juntamente com o dióxido de carbono (CO₂) e o óxido nitroso (N₂O)

A nova solução sustentável abrange a Termoverde, uma tecnologia da Essencis MG, localizada em Betim

Os vencedores desta edição serão conhecidos em 10 de julho

A expectativa é que a fábrica entre em operação em 2025

Será a maior unidade de biometano do Sul do Brasil, com investimento total de aproximadamente R$ 120 mi.

A queima do biogás na caldeira gera energia suficiente para abastecer uma cidade de aproximadamente 30 mil habitantes por ano

A produção da unidade é estimada em 180 mil m³, mas podendo atingir 300 mil m³.

O biometano apresenta um custo 56% menor que o diesel

O biogás produzido na ETE responderá pela geração de 25% da energia elétrica e térmica (vapor e água quente) consumida na planta.

O início da operação comercial do projeto aconteceu a partir de 30 de junho de 2022 com fornecimento integral de 15,7 MW médios.

Ao todo, foram produzidos 37 mil m³ de biometano usados para abastecimento de 40 veículos da frota de Itaipu.

Nos biodigestores acontece a decomposição de matéria orgânica, que resulta na geração de biogás, e de um resíduo líquido natural (biofertilizante).

Artigo por Mateus Souza Por Mateus Souza * Apesar da previsão de PIB em queda no país, incluindo diversos setores industriais, percebo que alguns elementos ajudam a manter a competitividade e até mesmo crescer em momentos desafiadores como o que vivemos. Desde o início da pandemia, observei que o planejamento estratégico faz uma enorme diferença nos resultados finais corporativos. Isso significa pensar diferente e encontrar novos caminhos para a logística, entregar o produto certo num prazo aceitável, e, principalmente, ajudar o cliente a encontrar soluções que resolvam suas dores. Basicamente, crescer juntos. Não posso falar por todo o setor de máquinas e equipamentos, apesar de esse ser um segmento que cresce independentemente das estatísticas nacionais negativas, mas vejo que empresas que priorizaram a solução com prazos adequados estão colhendo frutos neste fim de 2021. Por falar nisso, você já se questionou sobre qual seu melhor cliente? Aquele que você já tem! Cuide dele. Outro segredo para o sucesso industrial na conjuntura em que vivemos é a pulverização da carteira, além da conquista de novos enclaves para a marca. Com isso, mesmo que o setor sofra retrações sazonais, ou ainda num cenário de recessão, é possível alcançar novos mercados. Biogás e saneamento permanecem como promessas para 2022 A demanda de alguns setores específicos no Brasil, alavancada por marcos regulatórios recentes, ajuda a indústria a respirar um pouco e manter esperanças em alta para o ano que vem. Estou falando do setor do biogás, estimulado pelas necessidades de investimento ambiental e que tem grande perspectiva de crescimento no Brasil. Também me refiro à cadeia de produção do cloro e hipoclorito, tão necessária neste momento de emergência sanitária e essencial para o tratamento de efluentes e da água. O saneamento nacional tende a receber grandes investimentos ao longo de toda a próxima década, e quem estiver preparado para fornecer equipamentos com tecnologia de ponta nessa área será beneficiado. Pelo Marco do Saneamento, esperamos que a distribuição de água potável e o tratamento de efluentes mantenham altos aportes e alcancem populações ainda desabastecidas. Com tudo isso, quero dizer que planejar e colocar em prática por meio de mecanismos de medição e controle do processo industrial é o melhor caminho. Mesmo que caiam os volumes de vendas em 2022, a estratégia de longo prazo dá fôlego para crescer. Criatividade rima com competitividade, e não podemos tirar o olho das necessidades do cliente num momento de incertezas como este. * Mateus Souza é Gerente geral de vendas da área industrial da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle para a área de Energia e Indústria.

O texto tem como objetivo fomentar os investimentos na produção de biogás e biometano.

As três unidades têm capacidade total de aproximadamente 12.400 kW de potência acumulada.

Artigo por Monique Zorzim Por Monique Zorzim * Em diversos países, inclusive no Brasil, o biogás e o biometano estão se firmando cada vez mais como uma das alternativas mais sustentáveis do mercado. Um novo relatório sobre o mercado e tendências em gases renováveis, publicado pela Gas Climate, grupo que reúne dez empresas líderes no transporte de gás e duas associações da indústria de gás renovável, mostra que o biometano, um combustível sustentável produzido pelo biogás (derivado de matéria orgânica), está em plena expansão e cada vez mais adotado pelas empresas europeias. Decisões como a total descarbonização da economia europeia até 2050, anunciada pela União Europeia, com redução de até 55% da emissão de gases do efeito estufa (Acordo Verde de 2019), impulsionam a cooperação dos setores de eletricidade e de gás para atingir essas metas. Para isso, são fatores essenciais o uso de fontes alternativas de energia - e entre elas se destacam o biogás e o biometano. No Brasil, a Biogasmap, ferramenta online e interativa alimentada por diversas instituições, também acompanha a evolução da demanda e produção dos biodigestores e as diferentes aplicações do biogás. E mostra que, em 2020, houve um aumento de 22% no número de plantas de produção, totalizando 675 no País e uma produção de 2.2 bilhões de m3 de biogás. O levantamento cobre o ano de 2020 e o primeiro trimestre de 2021, usando sites de notícias e bases de dados públicos das Agências Reguladoras dos setores de energia elétrica (ANEEL) e biocombustíveis (ANP). Desse total, 638 encontram-se em operação para fins energéticos no Brasil e 78% são de pequeno porte - produzem até 1 mi Nm3 por ano. Os sistemas de biodigestão para produção do biogás tem como alimento principal os resíduos da agropecuária (caso de 79% das plantas, que produzem 11% do volume total do País), indústria, aterro sanitário e ETCs - Estações de Tratamento de Esgoto. Já plantas que processam resíduos sólidos urbanos ou efluentes de estações de tratamento de esgoto representam 9% das que operam e são responsáveis por 73% do biogás. A exemplo de 2019, em 2020 a aplicação mais representativa dessas plantas foi a geração de energia elétrica. O volume de biogás purificado para produção de biometano no país avançou sua participação de 3% em 2019 para 19% em 2020. A forma mais comum de produzir biogás é pelo método de digestão anaeróbica. A atuação de bactérias em uma câmara fechada (biodigestor), sem ar, alimentada com resíduos orgânicos (como esterco, restos de alimentos, vinhaça, cama de frango, entre outros), misturadas com água, transforma esses detritos em biogás, que podem ser convertidos em energia elétrica. A purificação do biogás, por processos que incluem a separação por membrana, por sua vez, produz o biometano. Ambos os produtos são usados como combustível, e o biometano tem sido considerado uma tendência: 17% do transporte rodoviário na União Européia, por exemplo, já é movido a biometano e o comércio transfronteiriço de gás vem aumentando. No Brasil, especialistas consideram que o biometano tem potencial de substituir até 70% da demanda por diesel, com grandes ganhos para o meio ambiente. Ao tratar águas residuais mais difíceis, com uma alta carga de nutrientes, o resultado é um efluente mais limpo, que resolve problemas de descarte, reduzindo as contas das concessionárias de tratamento de águas residuais e até mesmo permitindo o descarte ambiental. O biossólido digerido orgânico que permanece após o processo é importante para a correção do solo na agricultura e o nitrogênio pode ser recuperado durante a digestão anaeróbica para fazer fertilizante concentrado. A digestão anaeróbia envolve processos metabólicos complexos que ocorrem em quatro etapas sequenciais - hidrólise, acidogênese, acetogênese e metanogênese - e dependem da atividade dos grupos fisiológicos de microrganismos. Para dar suporte à expansão das plantas e à capacidade de aumento da produção do biogás, já existem, inclusive no Brasil, produtos biotecnológicos que podem ser aplicados em quatro dos tipos mais frequentes de biodigestores - BLC, UASB, CSTR e o chamado Fase Sólida. Esses produtos agem na fase de hidrólise, aumentando a capacidade de degradação dos materiais orgânicos, melhorando a eficiência e segurança operacional de todo o sistema. É a revolução ambiental ganhando novos atores, tornando-se mais versátil e confirmando que as bandeiras de ESG e dos avanços de tecnologias verdes é uma maré, felizmente, incontrolável. * Monique Zorzim é Gerente Técnica da Área Ambiental da SuperBAC.

A usina está instalada no aterro sanitário do município de Caruaru e tem capacidade de gerar 18.834 MWh/ano.

Em 2020, o Grupo Gera iniciou as operações das usinas a partir de biogás de São Pedro da Aldeia (1,4MW).

BYD entregará um caminhão elétrico para realizar a coleta no município de Ponta Grossa (PR).

