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ENERGIA SOLAR

Blue Sol quer expandir franquias

Os empresários Giuliano Favareto e Vitor César Scola decidiram abrir uma franquia da rede Blue Sol Energia Solar, empresa especializada no desenvolvimento de projetos, instalação de sistemas fotovoltaicos e capacitação de empreendedores e mão-de-obra para o setor. Eles investiram cerca de R$ 99 mil na abertura da unidade da Blue Sol em Nova Mutum (MT) e a expectativa de retorno da aplicação é de 24 meses. “Estamos confiantes no prazo de retorno do investimento. Assim, no futuro, partiremos para a abertura de mais uma franquia”, projetam os empresários. Os investidores escolheram a Blue Sol devido à expertise da companhia na área de energia solar, pelo fato da mesma ter equipe bem preparada e que trabalha para o fornecimento de uma solução segura e rentável ao cliente final. A unidade de Nova Mutum iniciará as operações no próximo dia 25 de março. “Queremos trazer energia solar para o norte do Mato Grosso e trabalhar especialmente com o mercado de maior potencial da região, que é o agronegócio”, avalia Favareto. “Nosso público-alvo será formado por clientes residenciais, comerciais e os produtores rurais, que hoje contribuem de uma forma bem expressiva no desenvolvimento econômico da região”, finaliza Scola. A nova franquia Blue Sol Energia Solar em Nova Mutum (MT) é a 26ª unidade da marca em operação. A meta da rede é fechar 2020 com pelo menos 64 franquias entre abertas e contratadas em todo o Brasil. Rafael Cafolla, gestor de franquias da Blue Sol Energia Solar, diz que esta é a 4ª operação da marca no Centro Oeste, região onde a marca quer chegar a pelo menos 18 franquias até 2025. Ainda este ano, a Blue Sol pretende alcançar a marca de 150 franquias em todo o País, com pelo menos uma unidade em cada estado da federação, e mais 50 unidades na América Latina.

Os empresários Giuliano Favareto e Vitor César Scola decidiram abrir uma franquia da rede Blue Sol Energia Solar, empresa especializada no desenvolvimento de projetos, instalação de sistemas fotovoltaicos e capacitação de empreendedores e mão-de-obra para o setor. Eles investiram cerca de R$ 99 mil na abertura da unidade da Blue Sol em Nova Mutum (MT) e a expectativa de retorno da aplicação é de 24 meses. “Estamos confiantes no prazo de retorno do investimento. Assim, no futuro, partiremos para a abertura de mais uma franquia”, projetam os empresários. 
 
Os investidores escolheram a Blue Sol devido à expertise da companhia na área de energia solar, pelo fato da mesma ter equipe bem preparada e que trabalha para o fornecimento de uma solução segura e rentável ao cliente final. 
 
A unidade de Nova Mutum iniciará as operações no próximo dia 25 de março. “Queremos trazer energia solar para o norte do Mato Grosso e trabalhar especialmente com o mercado de maior potencial da região, que é o agronegócio”, avalia Favareto. “Nosso público-alvo será formado por clientes residenciais, comerciais e os produtores rurais, que hoje contribuem de uma forma bem expressiva no desenvolvimento econômico da região”, finaliza Scola. A nova franquia Blue Sol Energia Solar em Nova Mutum (MT) é a 26ª unidade da marca em operação. A meta da rede é fechar 2020 com pelo menos 64 franquias entre abertas e contratadas em todo o Brasil. 
 
Rafael Cafolla, gestor de franquias da Blue Sol Energia Solar, diz que esta é a 4ª operação da marca no Centro Oeste, região onde a marca quer chegar a pelo menos 18 franquias até 2025. Ainda este ano, a Blue Sol pretende alcançar a marca de 150 franquias em todo o País, com pelo menos uma unidade em cada estado da federação, e mais 50 unidades na América Latina. 

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ARTIGO
O futuro da inovação da tecnológica em energia solar

Por J osé Renato Colaferro * Nas duas últimas décadas, o mundo passou por uma revolução tecnológica sem precedentes. Nós, por estarmos vivendo essa revolução, talvez não tenhamos entendido quão significativa ela é. A partir do momento em que o mundo se digitalizou e se interconectou, muitas portas se abriram para infinitas possibilidades no consumo, nos negócios e no ambiente, portas essas que ainda irão se concretizar. Imagine só pensar em um mundo onde não pudéssemos nos conectar instantaneamente? Em um mundo em que a informação não estivesse ao alcance de um smartphone? Muito mais virá. Em poucos anos nossos carros farão grande parte do trabalho de dirigir por nós, os smartphones avaliarão como anda nossa saúde, os aparelhos eletrônicos de dentro da nossa casa estarão conectados entre si, observarão e aprenderão com nossos hábitos e serão todos controlados pelo nosso smartphone. E é claro que a energia solar fotovoltaica não pode faltar nesse pacote. Existe algo mais inovador e disruptivo do que gerar a sua própria energia? Colher a energia do sol de onde quer que você esteja? Mas, muita coisa vai avançar também na energia solar. As baterias para armazenamento da energia gerada vão se popularizar. Os sistemas fotovoltaicos estarão sob o nosso controle e poderão fazer muito mais. Haverá updates de hardware e software nos próprios sistemas ao passo em que a tecnologia avançar. Há gente séria que acredita que a transformação está apenas começando e que a mudança nos próximos anos será enorme e exponencial. No mundo de hoje já não existe uma separação clara entre quem usa ou não tecnologia. Todos nós somos impactados por tudo o que acontece no universo digital, invariavelmente. Saber utilizar essa onda de mudança para maximizar o nosso ganho com a inovação tecnológica é, portanto, uma decisão inteligente. Hoje podemos comprar produtos aos quais não tínhamos acesso há poucos anos e recebê-los em nossa casa alguns dias depois, aprender uma infinidade de coisas novas sem gastar quase nada, optar por gerar a energia que consumimos, entre outras infinitas possibilidades que estarão cada vez mais disponíveis. Vale a pena o esforço de aprender um pouco sobre como esse novo universo de possibilidades funciona para podermos nos utilizar dele de forma mais natural e, quem sabe, se for seu caso, ganhar dinheiro com isso! * José Renato Colaferro é Sócio-diretor da Blue Sol Energia Solar, empresa pioneira no setor fotovoltaico, que se destaca pelo desenvolvimento de projetos, instalação de sistemas, capacitação de empreendedores para o setor, franquia de energia solar e exposição de informações relevantes sobre o setor fotovoltaico.

19 de fevereiro, 2021
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Energia solar: aliada da retomada dos negócios e da sustentabilidade

Por José Renato Colaferro * Você sabia que o Brasil detém um dos melhores recursos solares do planeta? Esse recurso abundante vem fazendo crescer vertiginosamente a fonte de energia fotovoltaica no Brasil, tecnologia que transforma luz em energia elétrica (independente se estiver frio ou quente). De acordo com o banco de dados da Agência Nacional de Energia (ANEEL), o número de instalações de unidades geradoras fotovoltaicas triplicou em 2019 e, em 2020. Apesar dos impactos causados pela pandemia, o mercado solar brasileiro segue em crescimento e com excelentes perspectivas. Segundo a agência, foram registradas mais de 74 mil novas instalações no primeiro semestre de 2020, somando uma potência de 898 Megawatts. Isso representa um aumento de 70% da capacidade instalada na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o número de sistemas cresceu mais de 75%. Recentemente, o governo brasileiro decidiu incluir uma série de equipamentos de energia solar em uma lista de bens de capital cujos impostos de importação estão zerados até o final de 2021. A medida deve ajudar a impulsionar os negócios, uma vez que entre os itens que tiveram o valor de importação zerada estão alguns tipos de módulos fotovoltaicos, inversores e outros componentes especiais. Segundo o último levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgado no mês de julho, temos 3 GW de capacidade instalada em geração centralizada. Embora ainda represente uma parcela pequena na matriz elétrica brasileira, essa marca colocou o Brasil na 16ª posição do ranking mundial de energia solar, da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). Com um cenário favorável no Brasil, estima-se que a tecnologia fotovoltaica mantenha a curva de crescimento em 2020 e seja um dos pilares da retomada econômica do país, assim como aconteceu nas crises econômicas de 2015 e 2016. Inclusive, de acordo com um novo relatório da IRENA, o investimento em fontes de energias renováveis poderia levar à expansão do PIB mundial em cerca de US$ 100 trilhões até 2050 e auxiliar na retomada da economia. Além de poder ser um propulsor da economia, o estudo também aponta outros benefícios da transição para um setor elétrico mundial movido a energias renováveis, como o cumprimento das metas climáticas, redução de até 70% das emissões de CO2 no setor elétrico mundial, melhor rentabilidade das tecnologias que utilizam fontes de energia gratuitas, geração de empregos (estima-se cerca de 42 milhões de trabalhadores no setor até 2050 em todo o mundo), entre diversos outros benefícios. Essa transição sustentável para o uso de fontes limpas também marca o início do empoderamento dos consumidores de energia. O setor elétrico não possui portabilidade, como a telefonia, e, por isso, os consumidores de energia têm pouquíssimo poder de escolher a energia que consomem e de quem adquirem a mesma. Isso muda com a energia solar, que dá o poder de se gerar no próprio ponto onde se consome a energia. Esse conceito é disruptivo de diversas formas, pois quebra o velho e ultrapassado princípio da necessidade de o poder público construir projetos bilionários e dá ao consumidor a capacidade de gerar de forma granular a energia necessária para o crescimento do país. Além disso, há o "drive" financeiro, dado que os geradores podem reduzir a conta de luz de milhares de reais para um valor mensal menor que R$ 50, além de se manterem imunes à inflação energética. É gratificante saber que o solar já proporcionou a centenas de milhares de famílias brasileiras a vantagem de não pagar conta de luz alta neste momento de pandemia, período em que a maioria das pessoas viu suas rendas diminuírem. Apesar dos números favoráveis, a fonte solar ainda se encontra em sua infância no Brasil. A Austrália, por exemplo, com uma população de 25 milhões de habitantes (quase 10 vezes menor que a brasileira) já possui 2 milhões de sistemas solares conectados, enquanto o Brasil nem chegou aos 300 mil sistemas (até agosto de 2020). Em paralelo, o que se chamou no setor elétrico de "Conta COVID", irá aumentar as tarifas de energia nos próximos anos no Brasil, fato que ampliará ainda mais a economia de quem possui um sistema fotovoltaico já instalado. Reduzir esses custos, que aumentarão ainda mais no caso de quem ficou em casa, é um desejo da maior parte dos cidadãos e o maior interesse de qualquer empresário. A lista de vantagens é imensa e os ganhos farão a diferença não só no bolso, mas para toda a sociedade. * José Renato Colaferro é formado em Administração de Empresas pelo Insper São Paulo. Trabalha no setor elétrico há 11 anos. É cofundador e Diretor de Operações da Blue Sol Energia Solar, empresa fundada em 2009 com ampla atuação em treinamentos e soluções para energia solar no segmento de Geração Distribuída.

22 de setembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve ultrapassar 3 mil MW

Segundo estimativas da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor solar fotovoltaico deve ultrapassar a marca de 3 mil MW de potência em 2019, superando os 2 mil MW históricos obtidos no último ano. Isto deve atrair para o mercado brasileiro mais de R$ 5,2 bilhões em novos investimentos privados, com a instalação de mais de 1 mil MW adicionais em sistemas de pequeno, médio e grande porte. Com isso, o crescimento anual do mercado será de 88,3% frente ao crescimento de 2018, ajudando a acelerar a economia nacional. “O mito de que a energia solar fotovoltaica era cara já caiu por terra. Já é uma das fontes renováveis mais competitivas do Brasil, com retornos sobre investimento entre 3 e 7 anos na geração distribuída. Com isso, a energia solar fotovoltaica crescerá mais de 80% em 2019 e será uma grande locomotiva de prosperidade, contribuindo para o progresso e desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil”, afirma o presidente do conselho de administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk. No segmento de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica, composto por sistemas de pequeno e médio porte instalados em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos, a projeção da associação é de um crescimento superior a 97% frente ao total adicionado em 2018, com a entrada em operação de 628,5 MW em 2019, totalizando 1.130,4 MW até o final do período. A participação do segmento de geração distribuída no mercado solar fotovoltaico brasileiro subirá de 21,9% até 2018 para 34,2% até o final de 2019. Já no segmento de geração centralizada solar fotovoltaica, composto por usinas de grande porte, a Absolar calcula adição de mais de 380 MW, número muito inferior às expectativas do mercado, por conta do cancelamento de dois leilões de energia solar fotovoltaica que seriam realizados em 2016. A situação diminuirá a participação do segmento de geração centralizada no mercado solar fotovoltaico brasileiro de 78,1% até 2018 para 65,8% até o final de 2019. O setor solar fotovoltaico possui mais de 20.021 MW em estoque de projetos não-contratados de usinas solares fotovoltaicas, disponíveis e preparados para participar de novos leilões de energia do Governo Federal.

21 de janeiro, 2019
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ENERGIA SOLAR
Mais instalações em casas e empresas

O Ministério da Integração Nacional anunciou, em meados de junho, mais de R$ 3 bilhões para projetos de geração de energia solar com o objetivo de impulsionar o setor. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 1,2 milhão de geradores de energia solar serão instalados em casas e empresas até 2024. Isto significará 15% da matriz energética nacional. Até 2030, o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A diretora executiva da Fronius, Monalisa Gomes, afirma que atualmente existem diversas linhas de financiamento para que pessoas físicas e jurídicas possam instalar o sistema fotovoltaico em suas casas ou empresas “O mercado continua em expansão com um ritmo de crescimento exponencial; novos perfis de clientes residenciais almejam os benefícios da própria instalação solar; grandes grupos de consumidores comerciais estão analisando seriamente a adesão; a indústria e o agronegócio aumentaram seu interesse em energia limpa e sustentável”, comenta. Com o prazo de pagamento para até oito anos e possibilidade de financiar 100% do valor do projeto, as taxas anuais estão estimadas em 5,43% para as regiões Norte e Nordeste e 6,40% para o Centro-Oeste. No entanto, essa medida não chega aos estados do Sul e do Sudeste, visto que os recursos do financiamento vêm dos fundos constitucionais destinados ao desenvolvimento socioeconômico destas regiões.

14 de setembro, 2018
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve atingir 25 GW até 2030

Segundo projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), lançadas recentemente em nota técnica, a expectativa de atingir potência instalada de 25 GW de fonte solar fotovoltaica até 2030 está cada vez mais alinhada com o que espera o setor fotovoltaico brasileiro. São calculados mais de R$ 125 bilhões em investimentos na construção dos projetos no Brasil. A previsão é do presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia. Para ele, as novas projeções divulgadas pelo governo federal são positivas, na medida em que sinalizam um esforço concreto de diversificar a matriz elétrica nacional por meio do aumento da participação de fontes renováveis com baixa emissão de gases de efeito estufa (GEE). O presidente da ABSOLAR destaca a fonte solar fotovoltaica, cuja participação na matriz elétrica brasileira será fortemente ampliada de 0,01% em 2015 para mais de 10% em 2030, um crescimento de mil vezes em um horizonte de 15 anos, maior crescimento relativo do período. Intitulada de “O Compromisso do Brasil no Combate às Mudanças Climáticas: Produção e Uso de Energia”, a nota técnica serviu de base para definir metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa, conforme os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris, que entrou em vigor em novembro de 2016. Os 25 GW de energia solar fotovoltaica que farão parte da matriz elétrica brasileira de 2030 estarão divididos em 17 GW de geração centralizada solar fotovoltaica (usinas de grande porte) e 8,2 GW de geração distribuída solar fotovoltaica (sistemas em edifícios residenciais, comerciais, industriais, públicos e na zona rural). “Apesar de representar um avanço considerável frente às projeções anteriores, a ABSOLAR recomenda uma meta nacional de 30 GW em energia solar fotovoltaica até 2030, levando em consideração o envolvimento tanto do governo federal, quanto de governos estaduais e municipais”, diz Sauaia. O segmento de micro e minigeração distribuída solar fotovoltaica registrou crescimento de 320% em 2015 e conta atualmente com mais de 6.000 sistemas em todo o País, representando mais de 42 MW em potência instalada, o equivalente a mais de R$ 375 milhões em investimentos privados. Já o segmento de geração centralizada tem atualmente 3,3 GW em projetos da fonte solar fotovoltaica contratados via leilões de energia, o que deverá movimentar mais de R$ 13,5 bilhões até 2018. “A estimativa preliminar da ABSOLAR para 2017 aponta para um volume de novas contratações para a fonte solar fotovoltaica de 2 GW por meio de leilões de geração centralizada”, comenta Sauaia. “Simultaneamente, estimamos que o mercado de geração distribuída solar fotovoltaica continuará em forte trajetória ascendente, com destaque para clientes residenciais e comerciais, motivados a reduzir os seus gastos com energia elétrica”, acrescenta. Os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris incluem metas para reduzir em 37% as emissões nacionais de GEE até 2025 e em 43% até 2030, ambas em relação ao ano-referência de 2005. Adicionalmente, o país se comprometeu a ampliar a participação das fontes renováveis não-hídricas (solar, eólica e biomassa) na matriz elétrica brasileira para pelo menos 23% até 2030.

16 de dezembro, 2016