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FOTOVOLTAICA

E-book da Blue Sol já está disponível

A Blue Sol Energia Solar, especializada no desenvolvimento de projetos, implantação de sistemas e capacitação de empreendedores e de mão de obra para o setor, que também atua no segmento de franchising e oferece consórcio para aquisição de equipamentos de geração de energia solar fotovoltaica, apresenta ao mercado o E-Book “Os Sistemas de Energia Fotovoltaica”. Totalmente gratuito, o material pode ser encontrado, baixado e lido por todos que têm interesse e curiosidade sobre o assunto. A proposta da obra é orientar os leitores sobre como funciona a célula fotovoltaica e esclarecer a organização do painel solar para produção de energia na quantidade necessária, discorrendo ainda sobre os tipos de sistemas fotovoltaicos e dimensionamento do sistema através de um exercício prático, entre outros temas. De acordo com Luis Otávio Colaferro, sócio e diretor de treinamentos e marketing digital da Blue Sol Energia Solar, a obra apresenta linguagem simples e didática. São 114 páginas com orientações e instruções para que os interessados conheçam ainda mais sobre o assunto.

A Blue Sol Energia Solar, especializada no desenvolvimento de projetos, implantação de sistemas e capacitação de empreendedores e de mão de obra para o setor, que também atua no segmento de franchising e oferece consórcio para aquisição de equipamentos de geração de energia solar fotovoltaica, apresenta ao mercado o E-Book “Os Sistemas de Energia Fotovoltaica”. Totalmente gratuito, o material pode ser encontrado, baixado e lido por todos que têm interesse e curiosidade sobre o assunto.
 
A proposta da obra é orientar os leitores sobre como funciona a célula fotovoltaica e esclarecer a organização do painel solar para produção de energia na quantidade necessária, discorrendo ainda sobre os tipos de sistemas fotovoltaicos e dimensionamento do sistema através de um exercício prático, entre outros temas.
 
De acordo com Luis Otávio Colaferro, sócio e diretor de treinamentos e marketing digital da Blue Sol Energia Solar, a obra apresenta linguagem simples e didática. São 114 páginas com orientações e instruções para que os interessados conheçam ainda mais sobre o assunto.
 

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ARTIGO
O futuro da inovação da tecnológica em energia solar

Por J osé Renato Colaferro * Nas duas últimas décadas, o mundo passou por uma revolução tecnológica sem precedentes. Nós, por estarmos vivendo essa revolução, talvez não tenhamos entendido quão significativa ela é. A partir do momento em que o mundo se digitalizou e se interconectou, muitas portas se abriram para infinitas possibilidades no consumo, nos negócios e no ambiente, portas essas que ainda irão se concretizar. Imagine só pensar em um mundo onde não pudéssemos nos conectar instantaneamente? Em um mundo em que a informação não estivesse ao alcance de um smartphone? Muito mais virá. Em poucos anos nossos carros farão grande parte do trabalho de dirigir por nós, os smartphones avaliarão como anda nossa saúde, os aparelhos eletrônicos de dentro da nossa casa estarão conectados entre si, observarão e aprenderão com nossos hábitos e serão todos controlados pelo nosso smartphone. E é claro que a energia solar fotovoltaica não pode faltar nesse pacote. Existe algo mais inovador e disruptivo do que gerar a sua própria energia? Colher a energia do sol de onde quer que você esteja? Mas, muita coisa vai avançar também na energia solar. As baterias para armazenamento da energia gerada vão se popularizar. Os sistemas fotovoltaicos estarão sob o nosso controle e poderão fazer muito mais. Haverá updates de hardware e software nos próprios sistemas ao passo em que a tecnologia avançar. Há gente séria que acredita que a transformação está apenas começando e que a mudança nos próximos anos será enorme e exponencial. No mundo de hoje já não existe uma separação clara entre quem usa ou não tecnologia. Todos nós somos impactados por tudo o que acontece no universo digital, invariavelmente. Saber utilizar essa onda de mudança para maximizar o nosso ganho com a inovação tecnológica é, portanto, uma decisão inteligente. Hoje podemos comprar produtos aos quais não tínhamos acesso há poucos anos e recebê-los em nossa casa alguns dias depois, aprender uma infinidade de coisas novas sem gastar quase nada, optar por gerar a energia que consumimos, entre outras infinitas possibilidades que estarão cada vez mais disponíveis. Vale a pena o esforço de aprender um pouco sobre como esse novo universo de possibilidades funciona para podermos nos utilizar dele de forma mais natural e, quem sabe, se for seu caso, ganhar dinheiro com isso! * José Renato Colaferro é Sócio-diretor da Blue Sol Energia Solar, empresa pioneira no setor fotovoltaico, que se destaca pelo desenvolvimento de projetos, instalação de sistemas, capacitação de empreendedores para o setor, franquia de energia solar e exposição de informações relevantes sobre o setor fotovoltaico.

19 de fevereiro, 2021
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ARTIGO
Energia solar: aliada da retomada dos negócios e da sustentabilidade

Por José Renato Colaferro * Você sabia que o Brasil detém um dos melhores recursos solares do planeta? Esse recurso abundante vem fazendo crescer vertiginosamente a fonte de energia fotovoltaica no Brasil, tecnologia que transforma luz em energia elétrica (independente se estiver frio ou quente). De acordo com o banco de dados da Agência Nacional de Energia (ANEEL), o número de instalações de unidades geradoras fotovoltaicas triplicou em 2019 e, em 2020. Apesar dos impactos causados pela pandemia, o mercado solar brasileiro segue em crescimento e com excelentes perspectivas. Segundo a agência, foram registradas mais de 74 mil novas instalações no primeiro semestre de 2020, somando uma potência de 898 Megawatts. Isso representa um aumento de 70% da capacidade instalada na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o número de sistemas cresceu mais de 75%. Recentemente, o governo brasileiro decidiu incluir uma série de equipamentos de energia solar em uma lista de bens de capital cujos impostos de importação estão zerados até o final de 2021. A medida deve ajudar a impulsionar os negócios, uma vez que entre os itens que tiveram o valor de importação zerada estão alguns tipos de módulos fotovoltaicos, inversores e outros componentes especiais. Segundo o último levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgado no mês de julho, temos 3 GW de capacidade instalada em geração centralizada. Embora ainda represente uma parcela pequena na matriz elétrica brasileira, essa marca colocou o Brasil na 16ª posição do ranking mundial de energia solar, da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). Com um cenário favorável no Brasil, estima-se que a tecnologia fotovoltaica mantenha a curva de crescimento em 2020 e seja um dos pilares da retomada econômica do país, assim como aconteceu nas crises econômicas de 2015 e 2016. Inclusive, de acordo com um novo relatório da IRENA, o investimento em fontes de energias renováveis poderia levar à expansão do PIB mundial em cerca de US$ 100 trilhões até 2050 e auxiliar na retomada da economia. Além de poder ser um propulsor da economia, o estudo também aponta outros benefícios da transição para um setor elétrico mundial movido a energias renováveis, como o cumprimento das metas climáticas, redução de até 70% das emissões de CO2 no setor elétrico mundial, melhor rentabilidade das tecnologias que utilizam fontes de energia gratuitas, geração de empregos (estima-se cerca de 42 milhões de trabalhadores no setor até 2050 em todo o mundo), entre diversos outros benefícios. Essa transição sustentável para o uso de fontes limpas também marca o início do empoderamento dos consumidores de energia. O setor elétrico não possui portabilidade, como a telefonia, e, por isso, os consumidores de energia têm pouquíssimo poder de escolher a energia que consomem e de quem adquirem a mesma. Isso muda com a energia solar, que dá o poder de se gerar no próprio ponto onde se consome a energia. Esse conceito é disruptivo de diversas formas, pois quebra o velho e ultrapassado princípio da necessidade de o poder público construir projetos bilionários e dá ao consumidor a capacidade de gerar de forma granular a energia necessária para o crescimento do país. Além disso, há o "drive" financeiro, dado que os geradores podem reduzir a conta de luz de milhares de reais para um valor mensal menor que R$ 50, além de se manterem imunes à inflação energética. É gratificante saber que o solar já proporcionou a centenas de milhares de famílias brasileiras a vantagem de não pagar conta de luz alta neste momento de pandemia, período em que a maioria das pessoas viu suas rendas diminuírem. Apesar dos números favoráveis, a fonte solar ainda se encontra em sua infância no Brasil. A Austrália, por exemplo, com uma população de 25 milhões de habitantes (quase 10 vezes menor que a brasileira) já possui 2 milhões de sistemas solares conectados, enquanto o Brasil nem chegou aos 300 mil sistemas (até agosto de 2020). Em paralelo, o que se chamou no setor elétrico de "Conta COVID", irá aumentar as tarifas de energia nos próximos anos no Brasil, fato que ampliará ainda mais a economia de quem possui um sistema fotovoltaico já instalado. Reduzir esses custos, que aumentarão ainda mais no caso de quem ficou em casa, é um desejo da maior parte dos cidadãos e o maior interesse de qualquer empresário. A lista de vantagens é imensa e os ganhos farão a diferença não só no bolso, mas para toda a sociedade. * José Renato Colaferro é formado em Administração de Empresas pelo Insper São Paulo. Trabalha no setor elétrico há 11 anos. É cofundador e Diretor de Operações da Blue Sol Energia Solar, empresa fundada em 2009 com ampla atuação em treinamentos e soluções para energia solar no segmento de Geração Distribuída.

22 de setembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Cinco mil municípios têm sistemas instalados

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil atinge em setembro a marca histórica de cinco mil municípios com energia solar fotovoltaica instalada em telhados e pequenos terrenos de residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos. Atualmente, o Brasil possui 3,5 GW instalados e 294 mil sistemas fotovoltaicos conectados à rede, que representam mais de R$ 17 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Os empregos gerados pelo setor nos cinco mil municípios, que representam 89,8% do total no Brasil, ultrapassam 120 mil trabalhadores que atuam com projetos de geração distribuída. A fonte solar fotovoltaica é baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável e lidera o segmento de geração distribuída, com mais de 99,9% das instalações do País. “A Absolar comemora a expansão do acesso à energia solar nos municípios brasileiros, mas o Brasil ainda está no começo desse processo de transição energética para uma matriz mais limpa e sustentável, já que a tecnologia fotovoltaica distribuída representa apenas 0,4% das unidades consumidores existentes no território nacional, hoje em torno de 84,4 milhões”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da associação. O CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, afirma que a energia solar fotovoltaica é uma geradora de emprego e renda e de atração de investimentos privados ao País. “Para ter uma ideia, apenas no primeiro semestre deste ano o setor gerou mais de 47 mil novos postos de trabalho, mesmo com a crise de saúde e econômica decorrentes da pandemia de COVID-19”, ressalta.

22 de setembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor atinge 300 mil unidades consumidoras

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil acaba de atingir a marca de 300 mil unidades consumidoras de energia solar na geração distribuída. São 2,8 GW de potência instalada da fonte solar na microgeração e minigeração distribuída. A energia fotovoltaica representa 99,8% de todas as conexões distribuídas, com mais de R$ 14,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. Apesar dos bons números e o avanço nos últimos anos, o setor ainda tem pouca participação no mercado, com 84,4 milhões de consumidores de energia elétrica e apenas 0,4% faz uso do sol para produzir eletricidade. De acordo com a Absolar, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. Como a atividade econômica tende a ser retomada de forma lenta, um aporte bem programado agora poderá ajudar famílias e empresas a se organizarem a médio e longo prazo, quando o consumo deve voltar a crescer e a demanda por energia também. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

2 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Blue Sol quer expandir franquias

Os empresários Giuliano Favareto e Vitor César Scola decidiram abrir uma franquia da rede Blue Sol Energia Solar, empresa especializada no desenvolvimento de projetos, instalação de sistemas fotovoltaicos e capacitação de empreendedores e mão-de-obra para o setor. Eles investiram cerca de R$ 99 mil na abertura da unidade da Blue Sol em Nova Mutum (MT) e a expectativa de retorno da aplicação é de 24 meses. “Estamos confiantes no prazo de retorno do investimento. Assim, no futuro, partiremos para a abertura de mais uma franquia”, projetam os empresários. Os investidores escolheram a Blue Sol devido à expertise da companhia na área de energia solar, pelo fato da mesma ter equipe bem preparada e que trabalha para o fornecimento de uma solução segura e rentável ao cliente final. A unidade de Nova Mutum iniciará as operações no próximo dia 25 de março. “Queremos trazer energia solar para o norte do Mato Grosso e trabalhar especialmente com o mercado de maior potencial da região, que é o agronegócio”, avalia Favareto. “Nosso público-alvo será formado por clientes residenciais, comerciais e os produtores rurais, que hoje contribuem de uma forma bem expressiva no desenvolvimento econômico da região”, finaliza Scola. A nova franquia Blue Sol Energia Solar em Nova Mutum (MT) é a 26ª unidade da marca em operação. A meta da rede é fechar 2020 com pelo menos 64 franquias entre abertas e contratadas em todo o Brasil. Rafael Cafolla, gestor de franquias da Blue Sol Energia Solar, diz que esta é a 4ª operação da marca no Centro Oeste, região onde a marca quer chegar a pelo menos 18 franquias até 2025. Ainda este ano, a Blue Sol pretende alcançar a marca de 150 franquias em todo o País, com pelo menos uma unidade em cada estado da federação, e mais 50 unidades na América Latina.

16 de março, 2020
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ENERGIA SOLAR
Absolar apresenta proposta para desenvolvimento do setor

Os dirigentes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) tem encontro marcado com o Ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho no dia 17 de outubro para apresentar proposta de programa nacional para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro. “A fonte solar fotovoltaica atravessa forte expansão no mundo, porém enfrentou obstáculos no Brasil nos últimos dez anos, que prejudicaram seu crescimento, deixando o país com 15 anos de atraso no desenvolvimento do setor”, destacou o presidente executivo da instituição, Dr. Rodrigo Sauaia. Na última década, países em desenvolvimento, como China, Índia e África do Sul, bem como nações desenvolvidas, como Alemanha, Japão, EUA, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Canadá e Austrália, lançaram programas nacionais para o aproveitamento da energia solar fotovoltaica. “Com a proposta preparada em conjunto com o setor, buscamos posicionar o país como um protagonista na geopolítica do setor solar fotovoltaico internacional, tornando a energia solar fotovoltaica um vetor de progresso econômico, social, ambiental e estratégico ao Brasil, efeito já observado nos principais países em desenvolvimento e desenvolvidos do mundo”, esclarece Sauaia. As recomendações da Absolar foram organizadas em ações para o desenvolvimento do mercado (segmentos de geração centralizada e geração distribuída) e da cadeia produtiva do setor, incluindo temas como a contratação anual de 2 gigawatts (GW) de usinas solares fotovoltaicas por meio de leilões de energia elétrica, uma meta nacional de 1 milhão de telhados solares fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, a abertura de linhas de financiamento competitivas para pessoas físicas e uma política industrial para reduzir preços de equipamentos nacionais aos consumidores.

21 de outubro, 2017
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Brasil atinge marca recorde de 100 MW

Segundo números da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil atingiu recentemente a marca histórica de 100 MW de potência acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. A fonte solar fotovoltaica é baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável e lidera o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País. O Brasil possui no momento 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. As residências respondem por 42% do uso de energia solar fotovoltaica, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (38%), indústrias (11%), poder público (5%) e sistemas localizados na zona rural (3%). Quando se avalia o número de sistemas instalados, as residências confirmam a liderança, com 80% de utilização, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (15%), indústrias (2%), consumidores rurais (2%) e outros tipos, como consumidores do poder público (1%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,1%). O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos dez anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente. “O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”, comemora Sauaia.

9 de agosto, 2017