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ÁGUA

Coca-Cola devolve o dobro do que usa

O Sistema Coca-Cola anunciou que devolve à natureza o dobro de água que utiliza em seu processo produtivo, através de programas de reflorestamento e conservação de bacias hidrográficas e de eficiência e reúso nas fábricas. No Brasil, os programas já atingem mais de 103 mil hectares. A participação da Coca-Cola Brasil fez com que a Coca-Cola Company e seus engarrafadores atingissem a meta global de repor no meio ambiente toda a água que utilizam na produção de suas bebidas. É a primeira empresa da lista das 500 maiores da revista Fortune a alcançar esse resultado. A meta global de reposição - anunciada dia 29 de agosto em Estocolmo, durante a Semana Mundial da Água - estava prevista para 2020, ou seja, foi atingida em 2015, com cinco anos de antecedência. Segundo avaliação global feita pela LimnoTech, consultoria internacional especializada em temas ambientais, auditada pela consultoria Deloitte e conduzida em associação com a The Nature Conservancy (TNC), o Sistema Coca-Cola no mundo devolveu à natureza um volume estimado em 191,9 bilhões de litros de água em 2015. A reposição do equivalente a 115% da água utilizada nas bebidas da Coca-Cola no ano passado foi feita por meio de projetos com comunidades. “Essa conquista representa um momento de orgulho para a Coca-Cola e os nossos parceiros. Uma meta que começou com uma aspiração em 2007 é hoje uma realidade e um marco global em nosso plano para manter o crescimento do nosso negócio" , disse Muhtar Kent, CEO da The Coca- Cola Company. O Sistema Coca-Cola atingiu suas metas de reabastecimento de água por meio de 248 projetos de parceria em cerca de 2 mil comunidades de 71 países voltados ao acesso seguro à água, à proteção de bacias hidrográficas e da água para uso na produção. Os projetos também têm o objetivo de dar acesso a saneamento e educação, de ajudar a melhorar os meios de subsistência locais, auxiliar as comunidades na adaptação às alterações climáticas, elevar a qualidade da água, aumentar a biodiversidade e engajamento político e conscientização dos desafios relacionados à oferta de água. Mas estes projetos não são contabilizados - não entram no cálculo de reposição da Coca-Cola. Na Bacia Amazônica, a Coca-Cola Brasil apoia o Programa Bolsa Floresta, desenvolvido pela Fundação Amazonas Sustentável. Com 40 mil beneficiários em 15 comunidades ribeirinhas, o programa reduziu em 75% o desmatamento das áreas mapeadas, com a garantia de renda para os participantes. No Sudeste, a Coca-Cola Brasil participa da Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC para restaurar e conservar matas ciliares de rios e nascentes que abastecem mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas. O projeto prevê ações nos estados de São Paulo (Bacias do Alto Tietê e dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), Minas Gerais (bacia do Rio das Velhas) e Espírito Santo (do Rio Doce). A empresa reduziu ainda, em 28%, o volume de água necessário para produzir um litro de bebida, desde 2000. Nos últimos anos, a empresa investiu em linhas de produção para reaproveitamento da água do enxágue nas lavadoras de embalagens e reúso dos descartes nas estações de tratamento (ETA), entre outras medidas. No mundo, o Sistema Coca-Cola aumentou sua eficiência hídrica global em 2,5% entre 2014 e 2015, chegando a uma redução total de 27% no volume de água necessário para produzir um litro de bebida. “Trabalharemos permanentemente em boas práticas na gestão desse recurso, tão fundamental para sociedade e para o nosso negócio”, explica Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil.

O Sistema Coca-Cola anunciou que devolve à natureza o dobro de água que utiliza em seu processo produtivo, através de programas de reflorestamento e conservação de bacias hidrográficas e de eficiência e reúso nas fábricas. No Brasil, os programas já atingem mais de 103 mil hectares. A participação da Coca-Cola Brasil fez com que a Coca-Cola Company e seus engarrafadores atingissem a meta global de repor no meio ambiente toda a água que utilizam na produção de suas bebidas. É a primeira empresa da lista das 500 maiores da revista Fortune a alcançar esse resultado. A meta global de reposição - anunciada dia 29 de agosto em Estocolmo, durante a Semana Mundial da Água - estava prevista para 2020, ou seja, foi atingida em 2015, com cinco anos de antecedência.

Segundo avaliação global feita pela LimnoTech, consultoria internacional especializada em temas ambientais, auditada pela consultoria Deloitte e conduzida em associação com a The Nature Conservancy (TNC), o Sistema Coca-Cola no mundo devolveu à natureza um volume estimado em 191,9 bilhões de litros de água em 2015. A reposição do equivalente a 115% da água utilizada nas bebidas da Coca-Cola no ano passado foi feita por meio de projetos com comunidades. “Essa conquista representa um momento de orgulho para a Coca-Cola e os nossos parceiros. Uma meta que começou com uma aspiração em 2007 é hoje uma realidade e um marco global em nosso plano para manter o crescimento do nosso negócio" , disse Muhtar Kent, CEO da The Coca- Cola Company. O Sistema Coca-Cola atingiu suas metas de reabastecimento de água por meio de 248 projetos de parceria em cerca de 2 mil comunidades de 71 países voltados ao acesso seguro à água, à proteção de bacias hidrográficas e da água para uso na produção.

Os projetos também têm o objetivo de dar acesso a saneamento e educação, de ajudar a melhorar os meios de subsistência locais, auxiliar as comunidades na adaptação às alterações climáticas, elevar a qualidade da água, aumentar a biodiversidade e engajamento político e conscientização dos desafios relacionados à oferta de água. Mas estes projetos não são contabilizados - não entram no cálculo de reposição da Coca-Cola.

Na Bacia Amazônica, a Coca-Cola Brasil apoia o Programa Bolsa Floresta, desenvolvido pela Fundação Amazonas Sustentável. Com 40 mil beneficiários em 15 comunidades ribeirinhas, o programa reduziu em 75% o desmatamento das áreas mapeadas, com a garantia de renda para os participantes. No Sudeste, a Coca-Cola Brasil participa da Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC para restaurar e conservar matas ciliares de rios e nascentes que abastecem mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas. O projeto prevê ações nos estados de São Paulo (Bacias do Alto Tietê e dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), Minas Gerais (bacia do Rio das Velhas) e Espírito Santo (do Rio Doce).

A empresa reduziu ainda, em 28%, o volume de água necessário para produzir um litro de bebida, desde 2000. Nos últimos anos, a empresa investiu em linhas de produção para reaproveitamento da água do enxágue nas lavadoras de embalagens e reúso dos descartes nas estações de tratamento (ETA), entre outras medidas.

No mundo, o Sistema Coca-Cola aumentou sua eficiência hídrica global em 2,5% entre 2014 e 2015, chegando a uma redução total de 27% no volume de água necessário para produzir um litro de bebida. “Trabalharemos permanentemente em boas práticas na gestão desse recurso, tão fundamental para sociedade e para o nosso negócio”, explica Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil.

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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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PET
Ambev produz menos 2 milhões de garrafas

A Cervejaria Ambev deixou de produzir 1,9 milhão de garrafas PET nos últimos seis anos. No período, 94 mil toneladas de material virgem - que seria gerado apenas para produção das embalagens PET – deu lugar a novas garrafas produzidas a partir de material reciclado (o equivalente ao lixo gerado por mais de 245 mil pessoas em um ano). Uma das ações que colaborou para o resultado foi a adoção da PET 100% reciclada, lançada em 2012, e que atualmente é utilizada em 56% das garrafas PET de Guaraná Antarctica produzidas pela companhia. A produção da PET totalmente reciclada gera benefícios, como a liberação de 30m³ em aterro sanitário para cada cinco toneladas de PET que deixam de ser descartadas no lixo. Além disso, a fabricação dessa garrafa consome 70% menos energia e 20% menos água em relação à resina virgem. “Nós buscamos sempre ser parte da solução. A destinação correta das embalagens que levam nossos produtos é uma das nossas principais preocupações, e o seu reaproveitamento na produção é fundamental para contribuir com um meio ambiente cada vez mais limpo”, afirma Filipe Barolo, gerente de Sustentabilidade da Cervejaria Ambev. Nos últimos cinco anos a Ambev investiu R$ 1 bilhão em projetos sustentáveis que colaboraram para que a empresa alcançasse seis das sete metas anunciadas em 2013. Agora, a cervejaria anunciou mais um passo importante nesse trabalho, com novos compromissos, que tem previsão de atingimento até 2025. As metas, definidas pela AB InBev globalmente, são divididas em quatro pilares, sendo que um deles se refere especificamente às embalagens retornáveis: Embalagem Circular: 100% dos produtos devem estar em embalagens retornáveis ou que sejam majoritariamente feitas de conteúdo reciclado; Ações Climáticas: 100% da eletricidade comprada pela Ambev deve ser advinda de fontes renováveis. A cervejaria vai reduzir também em 25% as emissões de carbono ao longo da nossa cadeia de valor; Gestão de Água: melhorar de forma mensurável a disponibilidade e a qualidade da água para 100% das comunidades em áreas de alto estresse hídrico com as quais a cervejaria se relaciona e Agricultura Inteligente: 100% dos agricultores parceiros da cervejaria devem estar treinados, conectados e com estrutura financeira para desenvolver um plantio cada vez mais sustentável.

28 de julho, 2018
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RECICLAGEM
Coca-Cola quer recolher 100% das embalagens

A The Coca-Cola Company anunciou sua nova política de embalagens que tem como meta ajudar a recolher o equivalente a 100% das embalagens que coloca no mercado, até 2030, em todos os países onde atua. No Brasil, entre 2016 e 2021, a empresa terá investido R$ 1,6 bilhão para cumprir o objetivo, com ações em três frentes: design, coleta e parceria. Atualmente, a Coca-Cola dá destinação correta a 51% de suas embalagens produzidas e planeja atingir 66% até 2020. Em 2016, este índice era de 36%. O crescimento aconteceu graças ao aumento de embalagens retornáveis, uso de resina reciclada para a confecção de novas garrafas (Bottle to Bottle) e apoio a mais de 200 cooperativas de reciclagem em todo o país. “Os números mostram que temos trabalhado de forma consistente, o que nos dá confiança e estímulo para alcançarmos, aqui no Brasil, o objetivo de termos 100% das nossas embalagens destinadas corretamente em 2030. Temos que fazer isso porque é o certo e é o que as pessoas esperam de uma empresa líder como a nossa.” afirma o presidente da Coca-Cola Brasil, Henrique Braun. A Coca-Cola tem investido em infraestrutura, entre ampliação de linhas de retornáveis, equipamentos de fábrica, compra de vasilhames e engajamento do consumidor, e também em cooperativas de reciclagem. Do total de R$ 1,6 bilhão previsto entre 2016 e 2020, R$ 1,2 bilhão representa o investimento de hoje até 2020. Entre as iniciativas da companhia, as ações de reuso de embalagens estão voltadas para dobrar em cinco anos (2016-2020), a participação de retornáveis no portfólio, chegando a 30%. Atualmente, as garrafas de plástico tem cerca de 20% menos peso do que as produzidas há dez anos. E, desde 2008, a Coca-Cola Brasil investe continuamente na capacitação de cooperativas de reciclagem e em iniciativas de inclusão dos catadores. A Coca-Cola realiza parcerias com catadores de materiais recicláveis desde 2008, em linha com o que prevê o Acordo Setorial de Embalagens, assinado em 2015. No ano passado, a empresa anunciou sua nova plataforma em reciclagem, o Reciclar pelo Brasil. Em parceria com seu principal concorrente, passou a coinvestir de forma mais eficiente e gerando um aumento de até 25% nos aportes recebidos por elas. Coordenado pela Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT), o programa Reciclar pelo Brasil impacta, inicialmente, 110 cooperativas e cinco mil famílias. Ao todo, a empresa apoia 200 cooperativas.

29 de janeiro, 2018
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RECURSOS HÍDRICOS
Coalização Cidades pela Água em BH

A The Nature Conservancy (TNC) lançou, dia 05 de outubro, a Coalização Cidades pela Água na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A iniciativa tem como objetivo ajudar os municípios da região a recuperar seus mananciais e a ampliar a segurança hídrica para os seus mais de três milhões de habitantes. O projeto já atende a regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Camboriú (SC) e áreas do Espírito Santo. Na Grande Belo Horizonte, a iniciativa terá o apoio da Coca-Cola e da Femsa e beneficiará, inicialmente, as bacias dos rios das Velhas e Paraopeba, fundamentais para o abastecimento da água da capital e das cidades vizinhas.“As metrópoles brasileiras precisam mudar urgentemente a forma como cuidam da sua água. Não dá mais para seguir o modelo da Roma Antiga, de ir captar água cada vez mais longe, sem se preocupar com o consumo e também com a preservação das fontes. Uma das medidas mais eficientes que Belo Horizonte e outras cidades podem tomar é ajudar a proteger as nascentes e florestas que permitem que a água chegue às represas. Investir nessa infraestrutura verde é mais eficiente, mais barato e ambientalmente melhor do que se concentrar somente em grandes obras de engenharia”, afirma Samuel Barrêto, Gerente de Água da TNC. As medidas da Coalizão incluem a restauração de florestas e solos em áreas de mananciais, o apoio a políticas públicas para a recuperação florestal e o engajamento do produtor rural na preservação das fontes de água. Para viabilizar esse trabalho, a Coalizão reúne 12 empresas líderes em seus setores, inclusive concorrentes de mercado, que apoiam as ações previstas e ainda se comprometem a aperfeiçoar suas práticas de uso racional da água na cadeia produtiva. No Brasil, já fazem parte da Coalizão empresas globalmente reconhecidas, como Ambev, Coca-Cola FEMSA, Fundación Femsa e Klabin. Também apoiam a iniciativa Kimberly-Clark, Faber-Castell, Arcos Dourados/McDonald’s, Unilever, Procter&Gamble e Bank of America Merrill Lynch.

13 de outubro, 2016
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PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Ambev lança projeto para recuperar Bacia do Rio Guandu

A Ambev lançou, dia 05 de julho, a fase Guandu do Projeto Bacias na APA Guandu, em Queimados (RJ). A empresa plantou duas mil mudas em uma área de preservação ambiental, em colaboração com a The Nature Conservancy (TNC), o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e apoio da Secretaria do Meio Ambiente de Queimados. As mudas são de espécies da Mata Atlântica e foram cedidas pelo Programa Replantando Vida, da Cedae, em uma área de preservação ambiental às margens do Rio Guandu, totalizando uma área de 10 mil m2. O Projeto Bacias – Guandu visa fortalecer e dar escala a projetos de conservação e recuperação florestal e pagamentos por serviços ambientais em áreas críticas da bacia do Rio Guandu. A meta é diminuir a exposição dos usuários da bacia aos riscos hídricos. Importante parceiro no Projeto, o CEBDS buscará envolver outras empresas associadas nesta grande ação coletiva para contribuir para a gestão sustentável e duradoura da Região Hidrográfica do Guandu, no Rio de Janeiro. O lançamento faz parte das oito metas ambientais que a Ambev pretende cumprir até 2017, sendo uma delas a de criar iniciativas para proteção de bacias hidrográficas. Esta edição do Projeto Bacias no Guandu se junta a outras já em curso nas cidades de Jaguariúna (SP), Jundiaí (SP) e Sete Lagoas (MG). A Ambev apoia também a Coalizão Cidades pela Água, iniciativa coordenada pela TNC, e que tem como objetivo ampliar a segurança hídrica para mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas, incluindo o Rio de Janeiro. “Acreditamos que o trabalho em rede é a melhor maneira de transformar o mundo em um lugar melhor. Como sabemos, a preservação da água é um grande desafio e, por isso, demanda uma solução colaborativa. Somente trabalhando juntos, unindo parceiros comprometidos com esta causa como nós, conseguiremos ter resultados cada vez maiores e na urgência que o tema exige. O Guandu é só mais um dos inúmeros passos que a companhia tem dado nessa questão”, afirma Simone Veltri, gerente de relações socioambientais da Ambev.

12 de julho, 2016
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SEGURANÇA HÍDRICA
TNC e parceiros destinam US$ 500 milhões

Na última semana, representantes dos setores público e privado e da sociedade civil assinaram documento para gerar impactos positivos em 4 milhões de hectares de bacias hídricas na América Latina. O documento foi ratificado durante a 3ª Bienal de Fundos de Água, em Bogotá, na Colômbia. Para atender ao compromisso as empresas, governos e organizações ambientais devem alavancar US$ 500 milhões até 2020 na recuperação dos mananciais que abastecem algumas das principais metrópoles da América Latina. Nessas cidades, funcionam ou serão instalados, ao todo, 40 Fundos de Água, como é chamado o conjunto de iniciativas para regular o fluxo, ampliar a qualidade e a quantidade da água disponível para a população, por meio do fortalecimento da infraestrutura natural. Entre as principais ações destes fundos estão a identificação, por meio de pesquisa científica, das áreas-chave para a preservação dos rios e nascentes que alimentam as represas, adoção de boas práticas de proteção do solo nessas áreas e a restauração de florestas que ajudem a evitar a erosão. A 3ª Bienal de Fundos de Água ocorreu entre 15 e 17 de junho e teve a organização da Aliança Latino-Americana de Fundos de Água, composta pela The Nature Conservancy (TNC), Fundação FEMSA, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo para o Meio Ambiente Mundial (FMAM). No Brasil, o modelo dos Fundos de Água é aplicado pela Coalizão Cidades pela Água, uma iniciativa coordenada pela TNC com o objetivo de ampliar a segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas do país. “A atuação integrada e intensa das empresas nas soluções para esse desafio, em conjunto com o setor público, é um elemento essencial da solução para o desafio da disponibilidade de água nas nossas metrópoles”, explica o Diretor executivo da TNC no Brasil, Antonio Werneck.

21 de junho, 2016
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REUSO
Fábrica da Coca-Cola ganha prêmio da Fiesp

A fábrica da Coca-Cola FEMSA de Jundiaí recebeu o Prêmio de Conservação e Reúso de Água da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A premiação aconteceu no dia 23 de março, em comemoração ao Dia Mundial da Água. Promovido anualmente, o prêmio reconhece os benefícios ambientais, sociais e econômicos de iniciativas do setor industrial. Maior produtora de Coca-Cola do mundo em volume de produção, a fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil de Jundiaí capta, em média, 1,4 litro de água para produzir um litro de bebida, e o que não vai para a garrafa volta ao meio ambiente limpo e tratado. A unidade de Jundiaí conseguiu economia suficiente para abastecer 20 mil residências durante um mês. A fábrica atualmente abastece o principal mercado consumidor da América Latina, composto por cidades das regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas, Baixada Santista, além de Jundiaí e adjacências, que somam cerca de 25 milhões de consumidores. A eficiência no uso dos recursos hídricos é uma preocupação de todo o Sistema Coca-Cola Brasil, que desde 2013 é considerado neutro em água, o que significa que 100% do que usa são repostos no meio ambiente. Em relação à conservação dos recursos hídricos, a Companhia tem uma parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC), coordenadora da Coalizão Cidades pela Água, que tem o objetivo de ampliar a segurança hídrica para 60 milhões de brasileiros em 12 regiões metropolitanas. A Coca-Cola e a Coca-Cola FEMSA fazem parte da Coalizão desde seu lançamento, em novembro de 2015, e em conjunto com outras empresas estão apoiando ações como a recuperação de florestas em áreas essenciais para a conservação de nascentes. “Um dos pilares globais do negócio da Coca-Cola FEMSA é a Sustentabilidade. O cuidado com o planeta e a preocupação com o uso consciente e eficiente dos recursos hídricos, principal matéria-prima dos nossos produtos, reflete o pensar global e o agir localmente da empresa”, diz José Ramón Martinez, Diretor Geral da Coca-Cola FEMSA Brasil. “As pessoas, ao final, que fazem a diferença em qualquer projeto. A iniciativa chamada 3.000 OLHOS foi fundamental para o êxito”, acrescenta José Ramón. Esta ação promove a seus colaboradores o consumo de recursos hídricos de forma racional, levar e multiplicar esses hábitos para suas residências e comunidades em que vivem.

29 de março, 2016
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ATUAÇÃO SUSTENTÁVEL
Unilever adere à iniciativas por um mundo melhor

Para a Unilever, a sustentabilidade não é opção e sim uma forma de fazer negócios e garantir um futuro melhor para todos. Pautada por esta atuação cada vez mais sustentável, focada em reduzir o impacto ambiental e aumentar o impacto positivo na sociedade, a Unilever Brasil se une a diferentes iniciativas em prol do meio ambiente. Dentre as adesões, a companhia acaba de anunciar apoio à Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC (The NatureConservancy). Também este ano, a Unilever Brasil aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, promovida pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); ao Protocolo Climático do Estado de São Paulo, ação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente; e fechou parceria com o Trata Brasil para ampliar a promoção ao saneamento básico. A Coalizão Cidades pela Água, da TNC (The NatureConservancy), tem como objetivo elevar o nível de segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas incluindo municípios nas quais a Unilever Brasil tem fábricas, por meio de uma atuação mais integrada e intensa das empresas em encontrar soluções para o desafio. Para a Unilever, a gestão responsável da água é um tema de extrema importância e a companhia vem avançando no tema – registrou redução de 36% no consumo de água em suas fábricas entre 2008 a 2014. Uma das pioneiras a integrar o Protocolo Climático do Estado de São Paulo, a companhia já reduziu em 35% suas emissões de GEE, entre 2008 e 2014, e tem como meta reduzir pela metade o impacto esses gases ao longo do ciclo de vida de seus produtos, até 2020. Em linha com os objetivos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), a Unilever tem, dentre as suas metas, o propósito de atingir 100% das matérias-primas agrícolas fornecidas de maneira sustentável – em 2014, 100% dos fornecedores de soja em grãos foram certificados. Por fim, a companhia se associou ao Instituto Trata Brasil para promover ações que resultem na expansão dos serviços de saneamento básico e, consequentemente, na melhoria dos recursos hídricos no País. A ideia é criar outras iniciativas além do projeto “VIM para UNICEF - Todos Juntos na Luta Pelo Saneamento”, lançado em 2013 e que já impactou mais de 1.100 municípios brasileiros.

15 de dezembro, 2015
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MATA CILIAR
Coca-Cola e “Dá Pé” querem restaurar margens do rio Una

O projeto Dá Pé e a Coca-Cola Brasil fecharam parceria para acelerar os resultados das colaborações feitas pelas pessoas na campanha de financiamento coletivo no site Kickante ( www.kickante.com.br ). A cada árvore doada pelas pessoas entre 18 de novembro e 19 de dezembro, a Coca-Cola Brasil doará outra ao programa. O Projeto Dá Pé é uma iniciativa do Um Pé de Quê? (programa criado e produzido pela Pindorama Filmes e Canal Futura), e da Fundação SOS Mata Atlântica, e tem como primeira meta plantar 20 mil árvores para restaurar 1,33 km da mata ciliar nas duas margens do Rio Una, um afluente do Rio Paraíba do Sul, que abastece os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.“Nosso objetivo com a parceria é mobilizar a sociedade em torno dessa causa tão importante. Acreditamos que ações como essa são instrumentos de gestão sustentável da água e impactam positivamente na quantidade e na qualidade da água nos rios, ao promover a recuperação das bacias”, afirma Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil. Com uma contribuição inicial de R$ 20, já é possível garantir o plantio de 1 árvore e sua manutenção por 5 anos. Até agora, a campanha já arrecadou 65% de sua meta de R$ 400 mil. “Ao criar e colaborar com ideias assim, as empresas e instituições estão estimulando na população a criação de uma consciência maior sobre a questão ambiental no Brasil”, finaliza a CEO da Kickante, Tahiana D’Egmont.

8 de dezembro, 2015
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ÁGUA
Braskem utiliza seis vezes menos desde sua criação

Segundo dados do International Council of Chemical Associations (ICCA), a Braskem consome seis vezes menos água do que a média da indústria química internacional. Em 2014, a petroquímica consumiu 2,16 m 3 /t, enquanto a média internacional do setor foi de 25,9 m 3 /t. O aporte de R$ 250 milhões, realizado desde a criação da Companhia, em 2002, resultou em uma economia acumulada da ordem de R$ 154 milhões na redução de custos com tratamento de efluentes líquidos e na demanda pelo recurso hídrico. “O crescimento populacional e econômico ocorrido nos últimos 50 anos triplicou o consumo de água no planeta - apenas 2,5% do total de água existente na Terra é aproveitável para o uso. Precisamos ainda levar em consideração que questões de inviabilidade técnica e econômica podem fazer com que essa pequena parcela do insumo natural seja desperdiçada”, diz Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Por isso, a empresa tem na eficiência hídrica um de seus objetivos prioritários de atuação”, explica. O índice de geração de efluentes líquidos diminuiu 34% nos últimos 12 anos, representando uma redução acumulada de R$ 154 milhões principalmente com tratamento de efluentes Atualmente, a Braskem colhe resultados de dois projetos de reuso : o Aquapolo, criado em 2010 e que abastece o Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo e o Água Viva (dezembro de 2012), fruto de uma parceria entre a Braskem e a Cetrel. O primeiro é responsável pelo tratamento de água proveniente de esgoto para utilização em fins industriais, enquanto o segundo, com investimento de R$ 20 milhões, possibilita reduzir também o uso de energia elétrica com a substituição de métodos antigos de tratamento de água fluvial e efluentes por um processo único de reaproveitamento. Entre 2011 e 2014, o percentual de reuso total de água (proveniente de chuva, efluente industrial e esgoto doméstico tratados) aumentou em 55%. No biênio 2013/2014, foram reutilizados 38,7 milhões de m 3 de água, liberando para as cidades o consumo de um volume equivalente a 15 mil piscinas olímpicas, suficientes para suprir o consumo anual de uma cidade de cerca de 500 mil pessoas. Em Duque de Caxias (RJ), um projeto de reuso e redução de água desenvolvido por um colaborador proporcionará, a partir de 2015, uma redução no consumo de 22,6 mil m 3 de água e promover o reuso anual de um volume de 40,1 mil m 3 de água. Idealizada em 2013, a iniciativa consiste no reaproveitamento de água utilizada em processos produtivos, que antes eram descartadas como efluente, para uso nas torres de resfriamento das plantas. A implementação do projeto resultou em uma economia de R$ 291 mil por ano.

9 de junho, 2015