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REUSO

Fábrica da Coca-Cola ganha prêmio da Fiesp

A fábrica da Coca-Cola FEMSA de Jundiaí recebeu o Prêmio de Conservação e Reúso de Água da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A premiação aconteceu no dia 23 de março, em comemoração ao Dia Mundial da Água. Promovido anualmente, o prêmio reconhece os benefícios ambientais, sociais e econômicos de iniciativas do setor industrial. Maior produtora de Coca-Cola do mundo em volume de produção, a fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil de Jundiaí capta, em média, 1,4 litro de água para produzir um litro de bebida, e o que não vai para a garrafa volta ao meio ambiente limpo e tratado. A unidade de Jundiaí conseguiu economia suficiente para abastecer 20 mil residências durante um mês. A fábrica atualmente abastece o principal mercado consumidor da América Latina, composto por cidades das regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas, Baixada Santista, além de Jundiaí e adjacências, que somam cerca de 25 milhões de consumidores. A eficiência no uso dos recursos hídricos é uma preocupação de todo o Sistema Coca-Cola Brasil, que desde 2013 é considerado neutro em água, o que significa que 100% do que usa são repostos no meio ambiente. Em relação à conservação dos recursos hídricos, a Companhia tem uma parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC), coordenadora da Coalizão Cidades pela Água, que tem o objetivo de ampliar a segurança hídrica para 60 milhões de brasileiros em 12 regiões metropolitanas. A Coca-Cola e a Coca-Cola FEMSA fazem parte da Coalizão desde seu lançamento, em novembro de 2015, e em conjunto com outras empresas estão apoiando ações como a recuperação de florestas em áreas essenciais para a conservação de nascentes. “Um dos pilares globais do negócio da Coca-Cola FEMSA é a Sustentabilidade. O cuidado com o planeta e a preocupação com o uso consciente e eficiente dos recursos hídricos, principal matéria-prima dos nossos produtos, reflete o pensar global e o agir localmente da empresa”, diz José Ramón Martinez, Diretor Geral da Coca-Cola FEMSA Brasil. “As pessoas, ao final, que fazem a diferença em qualquer projeto. A iniciativa chamada 3.000 OLHOS foi fundamental para o êxito”, acrescenta José Ramón. Esta ação promove a seus colaboradores o consumo de recursos hídricos de forma racional, levar e multiplicar esses hábitos para suas residências e comunidades em que vivem.

A fábrica da Coca-Cola FEMSA de Jundiaí recebeu o Prêmio de Conservação e Reúso de Água da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A premiação aconteceu no dia 23 de março, em comemoração ao Dia Mundial da Água.

Promovido anualmente, o prêmio reconhece os benefícios ambientais, sociais e econômicos de iniciativas do setor industrial. Maior produtora de Coca-Cola do mundo em volume de produção, a fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil de Jundiaí capta, em média, 1,4 litro de água para produzir um litro de bebida, e o que não vai para a garrafa volta ao meio ambiente limpo e tratado.

A unidade de Jundiaí conseguiu economia suficiente para abastecer 20 mil residências durante um mês. A fábrica atualmente abastece o principal mercado consumidor da América Latina, composto por cidades das regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas, Baixada Santista, além de Jundiaí e adjacências, que somam cerca de 25 milhões de consumidores.

A eficiência no uso dos recursos hídricos é uma preocupação de todo o Sistema Coca-Cola Brasil, que desde 2013 é considerado neutro em água, o que significa que 100% do que usa são repostos no meio ambiente. Em relação à conservação dos recursos hídricos, a Companhia tem uma parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC), coordenadora da Coalizão Cidades pela Água, que tem o objetivo de ampliar a segurança hídrica para 60 milhões de brasileiros em 12 regiões metropolitanas. A Coca-Cola e a Coca-Cola FEMSA fazem parte da Coalizão desde seu lançamento, em novembro de 2015, e em conjunto com outras empresas estão apoiando ações como a recuperação de florestas em áreas essenciais para a conservação de nascentes. “Um dos pilares globais do negócio da Coca-Cola FEMSA é a Sustentabilidade. O cuidado com o planeta e a preocupação com o uso consciente e eficiente dos recursos hídricos, principal matéria-prima dos nossos produtos, reflete o pensar global e o agir localmente da empresa”, diz José Ramón Martinez, Diretor Geral da Coca-Cola FEMSA Brasil. “As pessoas, ao final, que fazem a diferença em qualquer projeto. A iniciativa chamada 3.000 OLHOS foi fundamental para o êxito”, acrescenta José Ramón. Esta ação promove a seus colaboradores o consumo de recursos hídricos de forma racional, levar e multiplicar esses hábitos para suas residências e comunidades em que vivem.

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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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RECURSOS HÍDRICOS
White Martins reduz uso de água nas fábricas

A White Martins implementou em suas fábricas um plano de gerenciamento de recursos hídricos com o objetivo de reduzir o uso de água na produção e manutenção das plantas. Com a medida, nos últimos 12 meses, a empresa economizou 380,3 milhões de litros nas onze plantas inicialmente monitoradas, o que representa uma redução de 12,2% no consumo de água. A primeira etapa do projeto deu prioridade às unidades com maior demanda e as localizadas em regiões em que a escassez de água é maior. O plano prevê ações simples como a verificação e o reparo de vazamentos e a instalação de hidrômetros para medição correta. Além disso, as plantas reutilizam água da chuva e volumes provenientes de processos de condensação, que são direcionados para reaproveitamento na torre de refrigeração, por exemplo. Esses recursos hídricos passam por tratamentos e são aplicados, entre outras funções, para limpeza e refrigeração de equipamentos. A fábrica de Capuava (SP) lidera os indicadores com o maior índice de redução – 34,6% inferior ao ano passado, o que representa 25,6 milhões de litros de água economizados. Na sequência vem a unidade de João Monlevade (MG), com uma economia de 27,1%, o que corresponde a cerca de 74,5 milhões de litros. Já em relação à economia de água no processo de produção, Volta Redonda reduziu o consumo em 30,66% em relação ao ano anterior; Americana (SP), 26,73%; e João Monlevade (MG), 16,85%. Juntas, as três unidades representam a diminuição de 127,5 milhões de litros. A expectativa é que todas as plantas de alto consumo da América do Sul e que estejam localizadas em região com alto e médio estresse hídrico alcancem, até o fim de 2020, uma redução de 1% em relação ao ano-base de 2014. “Assim, preservamos os recursos hídricos e nos mantemos em linha com a missão da White Martins de construir um planeta mais sustentável”, confirma Marcos Gonzalez, diretor de Segurança, Saúde e Meio Ambiente da White Martins.

15 de junho, 2018
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RECICLAGEM
Coca-Cola quer recolher 100% das embalagens

A The Coca-Cola Company anunciou sua nova política de embalagens que tem como meta ajudar a recolher o equivalente a 100% das embalagens que coloca no mercado, até 2030, em todos os países onde atua. No Brasil, entre 2016 e 2021, a empresa terá investido R$ 1,6 bilhão para cumprir o objetivo, com ações em três frentes: design, coleta e parceria. Atualmente, a Coca-Cola dá destinação correta a 51% de suas embalagens produzidas e planeja atingir 66% até 2020. Em 2016, este índice era de 36%. O crescimento aconteceu graças ao aumento de embalagens retornáveis, uso de resina reciclada para a confecção de novas garrafas (Bottle to Bottle) e apoio a mais de 200 cooperativas de reciclagem em todo o país. “Os números mostram que temos trabalhado de forma consistente, o que nos dá confiança e estímulo para alcançarmos, aqui no Brasil, o objetivo de termos 100% das nossas embalagens destinadas corretamente em 2030. Temos que fazer isso porque é o certo e é o que as pessoas esperam de uma empresa líder como a nossa.” afirma o presidente da Coca-Cola Brasil, Henrique Braun. A Coca-Cola tem investido em infraestrutura, entre ampliação de linhas de retornáveis, equipamentos de fábrica, compra de vasilhames e engajamento do consumidor, e também em cooperativas de reciclagem. Do total de R$ 1,6 bilhão previsto entre 2016 e 2020, R$ 1,2 bilhão representa o investimento de hoje até 2020. Entre as iniciativas da companhia, as ações de reuso de embalagens estão voltadas para dobrar em cinco anos (2016-2020), a participação de retornáveis no portfólio, chegando a 30%. Atualmente, as garrafas de plástico tem cerca de 20% menos peso do que as produzidas há dez anos. E, desde 2008, a Coca-Cola Brasil investe continuamente na capacitação de cooperativas de reciclagem e em iniciativas de inclusão dos catadores. A Coca-Cola realiza parcerias com catadores de materiais recicláveis desde 2008, em linha com o que prevê o Acordo Setorial de Embalagens, assinado em 2015. No ano passado, a empresa anunciou sua nova plataforma em reciclagem, o Reciclar pelo Brasil. Em parceria com seu principal concorrente, passou a coinvestir de forma mais eficiente e gerando um aumento de até 25% nos aportes recebidos por elas. Coordenado pela Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT), o programa Reciclar pelo Brasil impacta, inicialmente, 110 cooperativas e cinco mil famílias. Ao todo, a empresa apoia 200 cooperativas.

29 de janeiro, 2018
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SEGURANÇA HÍDRICA
Firjan e TNC na Coalização Cidades pela Água

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) assinou convênio de colaboração com a The Nature Conservancy (TNC), coordenadora da Coalização Cidades pela Água, que tem como objetivo contribuir para a segurança hídrica de 12 das maiores regiões metropolitanas do Brasil. A Firjan irá mobilizar empresas afiliadas para apoiarem a conservação de rios e nascentes que abastecem o Grande Rio de Janeiro e contribuirá com a divulgação da iniciativa. O vice-presidente do Sistema Firjan, Sérgio Duarte, comentou que o acordo é mais um passo para o fortalecimento da economia do Rio. “O Mapa do Desenvolvimento do Rio de Janeiro 2016-2025, elaborado pela Firjan com o apoio de empresários do estado, aponta a necessidade de se buscar maior segurança hídrica para garantir a sustentabilidade dos negócios, e essa parceria vai justamente nesse sentido. Além de contribuir para a preservação do meio ambiente, investir na infraestrutura verde pode ser um grande diferencial competitivo não só para o estado, mas para todo o país”. A Coalizão Cidades pela Água, lançada em novembro de 2015, reúne empresas líderes em seus setores, inclusive concorrentes, para apoiarem o trabalho de fortalecimento da infraestrutura verde, como são chamadas as soluções ambientais baseadas na própria natureza – por exemplo, restauração de solos degradados e reflorestamento em áreas de mananciais. Desde 2009, a TNC trabalha com governos municipais, comunidades e organizações não-governamentais locais para identificar áreas prioritárias para a conservação de nascentes que alimentam o sistema Guandu, de onde vem a água de mais de 60% da população da capital e da região metropolitana do Rio, e para conservar essas fontes de água. A TNC já contribuiu na restauração de 550 hectares de florestas na bacia do rio Guandu e a viabilizar o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) a mais de 70 produtores rurais que preservam áreas de nascentes em suas propriedades na região. O trabalho da Coalizão no Rio de Janeiro segue um modelo desenvolvido pela TNC em diversos países da América Latina, os Fundos de Água. A ideia é unir setores público e privado para investir nas fontes de água e, com isso, contribuir para a segurança hídrica de algumas das principais metrópoles da região. Por meio da Aliança Latino-americana de Fundos de Água, a TNC já contribui com a preservação de mananciais nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Vitória, além de Camboriú (SC) e do Distrito Federal, no Brasil, e de cidades como Monterrey (México), Medellín (Colômbia), Quito (Equador) e Santiago (Chile).

14 de dezembro, 2017
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SUSTENTABILIDADE
Coca-Cola lança Minha Galera faz Eco

A Coca-Cola Femsa apresentou ontem, 30 de março, a segunda edição do programa ambiental “Minha Galera Faz Eco”, criado para disseminar, entre os jovens, a importância da preservação ambiental. O workshop de lançamento, realizado na fábrica da empresa em Itabirito (MG), foi voltado a diretores, coordenadores pedagógicos e professores das escolas públicas e particulares de Brumadinho, Itabirito, Moeda e Nova Lima. Na edição 2017 o programa irá abordar a importância da política dos ‘5Rs’ - Repensar, Reduzir, Reaproveitar, Reciclar e Recusar produtos que gerem impactos socioambientais significativos. As escolas que queiram participar do projeto podem fazer inscrição até 5 de maio pelo telefone 0800 0052843. Os alunos participantes deverão elaborar um ‘case’com o objetivo de gerar benefícios diretos ao meio ambiente com impactos positivos na comunidade, município ou Estado. Os alunos terão suporte online para tirar dúvidas sobre o desenvolvimento do projeto, que oferecerá base pedagógica voltada à conservação ambiental e ao tema (artigos, reportagens, vídeos, fotos e links). De acordo com o gerente de Assuntos Corporativos da Coca-Cola Femsa Brasil, Rodrigo Simonato, a meta do “Minha Galera Faz Eco” é ir além do ambiente escolar, divulgando o conteúdo para a população das quatro cidades mineiras. “Nosso objetivo é o de fomentar nas comunidades e nos jovens a importância de atitudes sustentáveis, o que reforça nosso compromisso com a questão socioambiental”, diz Simonato. O “Minha Galera faz Eco” terá também o “Ecoquiz”, um quiz sobre sustentabilidade em que as equipes respondem diversas perguntas e podem conquistar medalhas virtuais, de acordo com a pontuação atingida. Ao final do concurso, as medalhas darão direito a prêmios. Haverá também o desafio “Sustentaselfie”, em que os estudantes deverão postar fotos realizando alguma atividade sustentável. Semanalmente, será escolhida a melhor postagem, que receberá pontuação extra. A cerimônia de premiação está prevista para novembro deste ano, com o anúncio da equipe campeã e premiação das finalistas. A avaliação das propostas será feita com base na criatividade, impacto e potencial de alcance do projeto, engajamento dos alunos e replicabilidade. Os estudantes da Escola Municipal Maria Solano Menezes Diniz, de Brumadinho (MG) venceram a primeira edição do projeto, realizada em 2016, que tinha como tema “Água”. O projeto vencedor, denominado “Sustenta Já”, elaborado por alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental da escola Maria Solano Menezes Diniz, consistiu na elaboração de um sistema de captação de água da chuva para reaproveitamento na comunidade do Tejuco, que sofre com a crise hídrica e também com a poluição dos rios da região. Os estudantes conseguiram conscientizar a comunidade local do Tejuco sobre a gravidade do problema de falta de água e a necessidade do uso responsável. Posteriormente, os jovens apresentaram à comunidade o projeto de recolhimento de água da chuva com materiais de baixo custo instalados nas calhas dos telhados das casas.

4 de abril, 2017
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RECURSOS HÍDRICOS
Coalização Cidades pela Água em BH

A The Nature Conservancy (TNC) lançou, dia 05 de outubro, a Coalização Cidades pela Água na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A iniciativa tem como objetivo ajudar os municípios da região a recuperar seus mananciais e a ampliar a segurança hídrica para os seus mais de três milhões de habitantes. O projeto já atende a regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Camboriú (SC) e áreas do Espírito Santo. Na Grande Belo Horizonte, a iniciativa terá o apoio da Coca-Cola e da Femsa e beneficiará, inicialmente, as bacias dos rios das Velhas e Paraopeba, fundamentais para o abastecimento da água da capital e das cidades vizinhas.“As metrópoles brasileiras precisam mudar urgentemente a forma como cuidam da sua água. Não dá mais para seguir o modelo da Roma Antiga, de ir captar água cada vez mais longe, sem se preocupar com o consumo e também com a preservação das fontes. Uma das medidas mais eficientes que Belo Horizonte e outras cidades podem tomar é ajudar a proteger as nascentes e florestas que permitem que a água chegue às represas. Investir nessa infraestrutura verde é mais eficiente, mais barato e ambientalmente melhor do que se concentrar somente em grandes obras de engenharia”, afirma Samuel Barrêto, Gerente de Água da TNC. As medidas da Coalizão incluem a restauração de florestas e solos em áreas de mananciais, o apoio a políticas públicas para a recuperação florestal e o engajamento do produtor rural na preservação das fontes de água. Para viabilizar esse trabalho, a Coalizão reúne 12 empresas líderes em seus setores, inclusive concorrentes de mercado, que apoiam as ações previstas e ainda se comprometem a aperfeiçoar suas práticas de uso racional da água na cadeia produtiva. No Brasil, já fazem parte da Coalizão empresas globalmente reconhecidas, como Ambev, Coca-Cola FEMSA, Fundación Femsa e Klabin. Também apoiam a iniciativa Kimberly-Clark, Faber-Castell, Arcos Dourados/McDonald’s, Unilever, Procter&Gamble e Bank of America Merrill Lynch.

13 de outubro, 2016
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ÁGUA
Coca-Cola devolve o dobro do que usa

O Sistema Coca-Cola anunciou que devolve à natureza o dobro de água que utiliza em seu processo produtivo, através de programas de reflorestamento e conservação de bacias hidrográficas e de eficiência e reúso nas fábricas. No Brasil, os programas já atingem mais de 103 mil hectares. A participação da Coca-Cola Brasil fez com que a Coca-Cola Company e seus engarrafadores atingissem a meta global de repor no meio ambiente toda a água que utilizam na produção de suas bebidas. É a primeira empresa da lista das 500 maiores da revista Fortune a alcançar esse resultado. A meta global de reposição - anunciada dia 29 de agosto em Estocolmo, durante a Semana Mundial da Água - estava prevista para 2020, ou seja, foi atingida em 2015, com cinco anos de antecedência. Segundo avaliação global feita pela LimnoTech, consultoria internacional especializada em temas ambientais, auditada pela consultoria Deloitte e conduzida em associação com a The Nature Conservancy (TNC), o Sistema Coca-Cola no mundo devolveu à natureza um volume estimado em 191,9 bilhões de litros de água em 2015. A reposição do equivalente a 115% da água utilizada nas bebidas da Coca-Cola no ano passado foi feita por meio de projetos com comunidades. “Essa conquista representa um momento de orgulho para a Coca-Cola e os nossos parceiros. Uma meta que começou com uma aspiração em 2007 é hoje uma realidade e um marco global em nosso plano para manter o crescimento do nosso negócio" , disse Muhtar Kent, CEO da The Coca- Cola Company. O Sistema Coca-Cola atingiu suas metas de reabastecimento de água por meio de 248 projetos de parceria em cerca de 2 mil comunidades de 71 países voltados ao acesso seguro à água, à proteção de bacias hidrográficas e da água para uso na produção. Os projetos também têm o objetivo de dar acesso a saneamento e educação, de ajudar a melhorar os meios de subsistência locais, auxiliar as comunidades na adaptação às alterações climáticas, elevar a qualidade da água, aumentar a biodiversidade e engajamento político e conscientização dos desafios relacionados à oferta de água. Mas estes projetos não são contabilizados - não entram no cálculo de reposição da Coca-Cola. Na Bacia Amazônica, a Coca-Cola Brasil apoia o Programa Bolsa Floresta, desenvolvido pela Fundação Amazonas Sustentável. Com 40 mil beneficiários em 15 comunidades ribeirinhas, o programa reduziu em 75% o desmatamento das áreas mapeadas, com a garantia de renda para os participantes. No Sudeste, a Coca-Cola Brasil participa da Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC para restaurar e conservar matas ciliares de rios e nascentes que abastecem mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas. O projeto prevê ações nos estados de São Paulo (Bacias do Alto Tietê e dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), Minas Gerais (bacia do Rio das Velhas) e Espírito Santo (do Rio Doce). A empresa reduziu ainda, em 28%, o volume de água necessário para produzir um litro de bebida, desde 2000. Nos últimos anos, a empresa investiu em linhas de produção para reaproveitamento da água do enxágue nas lavadoras de embalagens e reúso dos descartes nas estações de tratamento (ETA), entre outras medidas. No mundo, o Sistema Coca-Cola aumentou sua eficiência hídrica global em 2,5% entre 2014 e 2015, chegando a uma redução total de 27% no volume de água necessário para produzir um litro de bebida. “Trabalharemos permanentemente em boas práticas na gestão desse recurso, tão fundamental para sociedade e para o nosso negócio”, explica Pedro Massa, Diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil.

5 de setembro, 2016