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Estão previstos investimentos de R$ 15,4 bilhões (€2,38 bilhões) para ampliação e modernização da infraestrutura de saneamento, de forma a garantir água tratada e a coleta e tratamento de águas residuais para cerca de sete milhões de habitantes.

Apesar da baixa presença em cargos técnicos e de liderança, iniciativas de diversidade e incentivo à formação vêm abrindo caminho para maior participação feminina no setor.

O investimento total a ser contratado é de quase R$ 7 bilhões ao longo dos próximos 25 anos. O Lote A prevê R$ 1,08 bilhão em investimentos e R$ 3,85 bilhões em custos operacionais. Já o Lote B, com 8 municípios, envolve R$ 399,6 milhões em investimentos e R$ 1,39 bilhão em custos operacionais por 23 anos.

A contaminação de rios, oceanos, lagos e lençois subterrâneos por microplásticos, produtos químicos e efluentes industriais compromete ecossistemas, afeta a biodiversidade e representa riscos diretos à saúde humana.

Segundo número da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), 60% da água utilizada pela indústria brasileira é descartada sem passar por nenhum tipo de tratamento.

A capital alagoana enfrenta sérios desafios com apenas 28% da população atendida por rede de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil

O objetivo é eliminar o lançamento de resíduos, lodo, no curso d’água e as soluções propostas possibilitarão reduzir em 75% os custos do projeto.

Para CEOs, apesar dos avanços registrados nos últimos anos, é preciso expandir os investimentos para atingir a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033
