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SANEAMENTO

Consórcio assume serviço em Ouro Preto

Um consórcio formado pela GS Inima Brasil, MIP e EPC vai operar os serviços de água e esgoto da cidade histórica de Ouro Preto (MG). A homologação da licitação pelo prefeito Júlio Pimenta aconteceu dia 4 de julho, em cerimônia na Prefeitura de Ouro Preto. A operação deverá ser iniciada em meados de dezembro, quando estarão concluídos os trâmites legais. Ouro Preto tem aproximadamente 74 mil habitantes e 12 distritos, além da sede. Atualmente atende 88% da população com serviços de água potável e 64% com coleta de esgoto. Entretanto, o município não trata os efluentes domésticos e nem mede o consumo de água. A perda de água tratada fica em torno de 50%. O consórcio anunciou investimentos de R$ 160 milhões com o objetivo de universalizar os serviços de água em cinco anos, reduzir o volume de perdas de água a 30% em 180 meses, ampliar a coleta de esgoto para 90% em 15 anos e tratar todo o esgoto coletado em 60 meses. Um dos grandes desafios será a hidrometração de todas as residências que, de acordo com o edital, deverá atingir 90% a partir do 24º mês do contrato. A principal meta de curto prazo é a construção e operação da ETE Osso de Boio, Estação de Tratamento de Esgotos da sede do município. O consórcio vencedor tem a seguinte composição acionária: 60% da GS Inima Brasil, 30% da MIP Engenharia e 10% da EPC – Engenharia Projeto Consultoria, as duas empresas mineiras com grande atuação na área de construção e projetos.

Um consórcio formado pela GS Inima Brasil, MIP e EPC vai operar os serviços de água e esgoto da cidade histórica de Ouro Preto (MG). A homologação da licitação pelo prefeito Júlio Pimenta aconteceu dia 4 de julho, em cerimônia na Prefeitura de Ouro Preto. A operação deverá ser iniciada em meados de dezembro, quando estarão concluídos os trâmites legais. 
 
Ouro Preto tem aproximadamente 74 mil habitantes e 12 distritos, além da sede. Atualmente atende 88% da população com serviços de água potável e 64% com coleta de esgoto. Entretanto, o município não trata os efluentes domésticos e nem mede o consumo de água. A perda de água tratada fica em torno de 50%. 
 
O consórcio anunciou investimentos de R$ 160 milhões com o objetivo de universalizar os serviços de água em cinco anos, reduzir o volume de perdas de água a 30% em 180 meses, ampliar a coleta de esgoto para 90% em 15 anos e tratar todo o esgoto coletado em 60 meses. Um dos grandes desafios será a hidrometração de todas as residências que, de acordo com o edital, deverá atingir 90% a partir do 24º mês do contrato. A principal meta de curto prazo é a construção e operação da ETE Osso de Boio, Estação de Tratamento de Esgotos da sede do município.
 
O consórcio vencedor tem a seguinte composição acionária: 60% da GS Inima Brasil, 30% da MIP Engenharia e 10% da EPC – Engenharia Projeto Consultoria, as duas empresas mineiras com grande atuação na área de construção e projetos.

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ABES premia empresas da GS Inima

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a GS Inima SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, ambas as empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) por estarem entre as 40 cidades com mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A pesquisa reúne indicadores de 1.857 municípios, que representam aproximadamente 70% da população brasileira, segundo informações do SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. Na lista, apenas 98 cidades estão na categoria máxima, que indica “Rumo à Universalização”. As outras categorias são: Compromisso com a universalização, Primeiros Passos para a universalização (onde se enquadra a maioria dos municípios pesquisados, 1.520) e Empenho para a universalização. Ribeirão Preto (SP), com quase 713 milhões de habitantes, ficou em 20º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2020, com 496,8 pontos na avaliação. Desde que assumiu, em 2012, os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de Araçatuba, que tem hoje 193 mil habitantes, a GS Inima SAMAR investiu na melhoria dos serviços de saneamento, que levaram o município rumo à universalização. A cidade obteve o 30º lugar no Ranking ABES 2020, com 494,45 pontos. A nota máxima é 500. É a terceira vez que essas cidades figuram no ranking da ABES entre as melhor saneadas do Brasil. Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, afirma que a parceria com os municípios é um dos caminhos para o Brasil atingir a universalização no saneamento. “O reconhecimento da ABES, entidade de profissionais do setor, mostra que estamos no caminho certo,” diz Paulo Roberto. “É um grande estímulo para continuarmos trabalhando, assumindo compromissos e entregando resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba.” A novidade no Ranking ABES 2020 foi a inclusão do indicador Taxa de Internação Hospitalar, para correlacionar as variáveis saúde e saneamento, por meio das DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado, definidas em pesquisa financiada pela FUNASA nos anos de 2001 e 2002. Para este estudo são utilizadas as doenças de transmissão feco-oral (diarreias, febres entéricas, hepatite A). Sobre elas, calculou-se a taxa de internações média por 100.000.

15 de junho, 2020
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SANEAMENTO
Odebrecht Ambiental vendida por R$ 2,8 bilhões

A Odebrecht S.A. assinou contrato de alienação da totalidade de suas ações, equivalente a 70% do capital da Odebrecht Ambiental, para a Brookfield Brazil Capital Partners LLC e o Fundo de Investimentos BR Ambiental, ambos administrados pela Brookfield Asset Management. O fundo de investimento FI-FGTS, sócio da Odebrecht Ambiental desde 2009, deverá manter sua participação de 30% no capital da empresa. O valor da operação foi de US$ 878 milhões (cerca de R$ 2,8 bilhões) e acontecerá com pagamento antecipado de US$ 768 milhões e um adicional de US$ 110 milhões durante os próximos três anos. O negócio deve ter seu fechamento concluído no primeiro trimestre de 2017 e está sujeito a uma série de condições habituais em transações que envolvem prestadoras de serviço público, como a obtenção de anuências do poder público, dos financiadores e aprovações regulatórias. Atualmente, a Odebrecht Ambiental atende mais de 17 milhões de pessoas em doze estados brasileiros através de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). A operação inclui também parte dos serviços de tratamento de resíduos e de água industrial. A estrutura técnica da empresa permanece inalterada, assim como o quadro de funcionários. O município paulista de Limeira concedeu os serviços de saneamento em 1995 e hoje em dia é uma das poucas cidades no País a oferecer 100% de atendimento nos serviços de água e esgoto para a população. O primeiro ciclo de investimentos em Limeira possibilitou a universalização do sistema. A concessionária trabalha hoje para ampliar e modernizar da Estação de Tratamento de Água e a ampliação e melhoria da eficiência da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Limeira é destaque também pela eficiência no controle às perdas de água (ocasionados, por exemplo, por vazamentos na rede). Enquanto que, em média, as cidades brasileiras perdem 40% da água produzida, em Limeira esse número é de apenas 16%.

7 de novembro, 2016
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SANEAMENTO
Águas do Brasil obtém duas novas concessões

A Águas do Brasil assumiu duas novas concessões, sendo uma no Estado de São Paulo e outra em Minas Gerais. No município paulista de Jaú, a empresa investirá R$ 165 milhões para os 35 anos de concessão, sendo R$ 12 milhões já para o primeiro ano. O Grupo irá reduzir em 3% a tarifa e realizar melhorias no abastecimento de água e no sistema de esgoto para os dois primeiros anos de atuação. Além disso, com o contrato, o Grupo destinou um valor para a Prefeitura como outorga, que possibilitará a realização de um amplo programa de recapeamento de vias públicas de grande parte da cidade. “Nossa meta é prestar os melhores serviços para a população jauense. Mesmo antes de começarmos nossas atividades, a concessão traz benefícios para os cidadãos, como a redução de 3% na tarifa já na conta emitida em abril”, declarou o Superintendente da concessionária, Ivan Mininel. Entre os investimentos a serem feitos estão instalação de sede operacional, implantação de loja de atendimento ao cliente, adequação da Estação de Tratamento de Água (ETA) 1, substituição de equipamentos danificados no sistema, aquisição de equipamentos reservas, instalação de novas ligações e extensão das redes de água e esgoto. Segundo Mininel, uma prioridade da Águas de Jahu será o combate às perdas de água com ações como macromedidores, substituição de rede, implantação de novo sistema de automação e controle, e agilidade no conserto de vazamentos. Na área de abastecimento de água, serão realizadas, ainda no primeiro ano, melhorias nas seguintes localidades: Nova Jaú, Orlando Ometto, Pedro Ometto, Potunduva, Residencial Frei Galvão e Jardim Juliana. No setor de coleta e tratamento de esgoto, o distrito de Potunduva será beneficiado com melhorias. Já em Pará de Minas, a Águas do Brasil assumiu no dia 17 de abril os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário da cidade. A empresa vai investir na cidade cerca de R$ 230 milhões, em 35 anos, sendo R$ 90 milhões nos dois primeiros anos, e cobrará uma tarifa pelos serviços mais baixa do que a atual. A primeira obra da concessionária será a construção de uma adutora para captar água no Rio Paraopeba e resolver o problema de abastecimento da cidade. A Prefeitura de Pará de Minas já conseguiu outorga do manancial (condição para o início das obras) e a previsão é de que a obra esteja pronta em até um ano. Serão 28 km de tubulação para a construção da adutora, que vai passar por estradas municipais e chegará até a Estação de Tratamento de Água (ETA), já existente na cidade. A concessionária também construirá um grande reservatório com capacidade para 5 milhões de l de água. O contrato prevê ainda que a empresa pratique uma tarifa 3% mais baixa do que a cobrada atualmente pela Copasa. A Prefeitura de Pará de Minas também terá direito a 2,5% de outorga sobre a arrecadação mensal da empresa e 1% para a manutenção da Agência Reguladora, que será criada pelo Município.

29 de abril, 2015
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ESTADOS
Governo mineiro quer investir na Copasa

O Governo de Minas Gerais planeja fazer uma injeção de recursos na Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Os recursos são necessários para cobrir os gastos extras de um projeto de captação de água que está a cargo da Odebrecht por meio de Parceria Público-Privada (PPP). A obra visa melhorar a oferta de água na Região Metropolitana de BH, que segundo a Copasa pode sofrer risco de desabastecimento em alguns meses. O Governo ainda precisa debater o aporte com os acionistas minoritários. O Governo detém 51% de participação na Copasa. Os minoritários mais relevantes são a gestora britânica Veritas Asset Management, a unidade londrina do banco suíço UBS e o banco norte-americano Bank of New York Mellon Corporation. O secretário da Fazenda de Minas, José Afonso Bicalho, diz que o aumento de capital tem que ser debatido com os minoritários. “O aporte teria de ser de todos, porque se não o Estado diluiria a participação deles”. A PPP assinada visa a construção de uma Estação de Tratamento de Água no Rio Manso. A Odebrecht será remunerada pela obra e pelo serviço de fornecimento de água à Copasa. Com a estiagem, o Governo terá de aumentar o volume de água do Rio Manso. Será feito um aditivo ao contrato para uma obra de captação de água no rio Paraopeba a ser lançada no Rio Manso. A obra tem custo estimado entre R$ 100 e R$ 120 milhões. Outra possibilidade é um aporte menor na Copanor, subsidiária da Copasa, que atua nas regiões norte e nordeste de Minas. Com isto, a Copanor pagaria parte do que deve à Copasa, que teria uma folga para cobrir a conta extra da PPP.

23 de abril, 2015