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ENERGIA SOLAR

Copel desenvolve usina no Paraná

A Copel e a Sistechne Participações concluíram as etapas de roçacem e cravação de estacas da usina solar fotovoltaicas que irão implantar no município de Bandeirantes (PR). As frentes iniciais da obra abrangem ainda a aquisição de equipamentos da estação solarimétrica, cabos, religadores e materiais de aterramento, além dos primeiros passos da construção da rede de distribuição que irá conectar o projeto à rede da Copel. Ao todo serão seis unidades de geração solar, com potência instalada de 5,36 MWp (MW pico), o suficiente para atender ao consumo de energia de aproximadamente dez mil consumidores. A usina solar fotovoltaica da Copel deve entrar em operação ainda em 2020 e irá trabalhar em regime de minigeração distribuída, onde a energia gerada é utilizada para compensar o consumo de energia elétrica. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em abril, que a Copel adquirisse 49% em uma companhia que tivesse ativos de geração distribuída de energia solar. “A Copel tem como objetivo pesquisar e implantar negócios de geração que ampliem a matriz energética e sigam os preceitos de desenvolvimento sustentável que estão na missão da companhia”, afirma Cassio Silva, diretor geral de Desenvolvimento de Negócios da Copel. A companhia paranaense quer desenvolver projetos semelhantes, inicialmente para clientes comerciais e industriais. No modelo de negócio, a Copel implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente assina contrato de aluguel da usina, obtendo desconto na fatura de energia. Empresas interessadas em participar de um projeto de geração distribuída podem entrar em contato com a Copel pelo site www.copel.com/geracao

A Copel e a Sistechne Participações concluíram as etapas de roçacem e cravação de estacas da usina solar fotovoltaicas que irão implantar no município de Bandeirantes (PR). As frentes iniciais da obra abrangem ainda a aquisição de equipamentos da estação solarimétrica, cabos, religadores e materiais de aterramento, além dos primeiros passos da construção da rede de distribuição que irá conectar o projeto à rede da Copel. 

Ao todo serão seis unidades de geração solar, com potência instalada de 5,36 MWp (MW pico), o suficiente para atender ao consumo de energia de aproximadamente dez mil consumidores. A usina solar fotovoltaica da Copel deve entrar em operação ainda em 2020 e irá trabalhar em regime de minigeração distribuída, onde a energia gerada é utilizada para compensar o consumo de energia elétrica. 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em abril, que a Copel adquirisse 49% em uma companhia que tivesse ativos de geração distribuída de energia solar. “A Copel tem como objetivo pesquisar e implantar negócios de geração que ampliem a matriz energética e sigam os preceitos de desenvolvimento sustentável que estão na missão da companhia”, afirma Cassio Silva, diretor geral de Desenvolvimento de Negócios da Copel. 

A companhia paranaense quer desenvolver projetos semelhantes, inicialmente para clientes comerciais e industriais. No modelo de negócio, a Copel implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente assina contrato de aluguel da usina, obtendo desconto na fatura de energia. Empresas interessadas em participar de um projeto de geração distribuída podem entrar em contato com a Copel pelo site www.copel.com/geracao

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ENERGIA SOLAR
Usina da Copel gera 3MWp inicialmente

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou, em março, a operação das três unidades geradoras da Usina Solar Fotovoltaica Bandeirantes, construída no Norte do Paraná. Inicialmente a usina vai funcionar com 3 MWp (megawatt-pico). Mais três unidades serão energizadas ainda em 2021, totalizando 5,36 MWp de potência instalada, o suficiente para atender o consumo de energia de aproximadamente dez mil pessoas. O projeto é um novo modelo de negócios da Copel, que implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente, em contrapartida, assina um contrato de aluguel da usina. A energia gerada é usada para compensar o consumo, resultando em desconto na conta de luz. “Com este projeto, a Copel dá mais um passo firme rumo à energia do futuro: com fonte renovável, no modelo da geração distribuída, facilitando a vida do consumidor”, diz o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero. “A usina representa mais um importante investimento no interior do Paraná, contribuindo cominfraestrutura para o desenvolvimento do Estado”. O Complexo Solar de Bandeirantres é formado por 6.900 placas fotovoltaicas que ocupam uma área de 10,35 hectares. Cada placa é formada por células fotovoltaicas de silício policristalino. Essas células são interligadas em série e reagem com a incidência dos raios de sol, liberando elétrons que são transferidos para um circuito dentro da placa ou painel solar. A usina vai funcionar em regime de minigeração distribuída no modelo de autoconsumo remoto, oque significa que as unidades consumidoras devem ser de titularidade de uma mesma pessoa física ou jurídica, e estar dentro da mesma área de concessão da distribuidora. Os projetos foram implantados em parceria com a Sistechne Participações. "A entrada em operação da usina contribui para colocar nosso plano estratégico em prática. Estamos expandindo os negócios e pretendemos ampliar nossa atuação no mercado de geração distribuída de matriz fotovoltaica, especialmente nos modelos de minigeração”, afirma o diretor de desenvolvimento de negócios da Copel, Cassio Santana da Silva.

15 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Brasil atinge 8 GW de potência operacional

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou que o Brasil atingiu a marca histórica de 8 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 240 mil empregos acumulados. O Brasil possui 3,1 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 16 bilhões. Ao somar as capacidades instaladas dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. No segmento de geração distribuída, são 4,9 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 24 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Os consumidores residenciais estão no topo da lista entre os que instalam sistemas de energia solar fotovoltaica, representando 73,6% do total, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (16,6%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,4%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,9% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores dos setores de comércio e serviços (37,8%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Segundo a ABSOLAR, o Brasil possui mais de 411 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade a mais de 514 mil unidades consumidoras. “Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil continua com um mercado solar ainda muito pequeno, sobretudo na geração distribuída. Há mais de 86 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém atualmente apenas 0,6% faz uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. O CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, diz que a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o Brasil atingir as metas de desenvolvimento econômico, sobretudo agora, para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, aponta Sauaia.

8 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Campus da UFPR recebe usina

Financiada pelo Programa de Eficiência Energética (PEE/Aneel) da Copel, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) inaugurou recentemente uma usina solar fotovoltaica do campus Centro Politécnico em Curitiba (PR). A instalação é a maior do Brasil na modalidade estacionamento solar carport. Para o coordenador do Projeto de Eficiência Energética da UFPR, e superintendente da Funpar, professor João da Silva Dias, “ao todo são R$ 21 milhões investidos em PEE e P&D, nessa ação que abrange praticamente todos os prédios da universidade federal”. O superintendente disse ainda que a usina solar fotovoltaica passa a ser um laboratório a céu aberto, com alunos de graduação e pós-graduação e empresas produzindo pesquisa sobre eficiência energética. O projeto de eficiência energética da UFPR vai gerar 1,2 MW de energia, que junto a 56 mil lâmpadas LED que serão instaladas nos prédios da UFPR, irá contribuir para uma economia superior a R$ 2 milhões de reais por ano. “A Copel participou dessa chamada especial em 2016 e abraçou esse projeto de trazer a eficiência energética e os recursos distribuídos para o ensino superior público. A empresa participou dessa chamada prioritária de PEE e estratégica de P&D da Aneel com o maior número de projetos entre todas as concessionárias, uma iniciativa única”, afirmou o superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Shigeaki Omori.

21 de dezembro, 2020
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FONTES RENOVÁVEIS
Copel Mercado Livre compra 595 MW de energia solar e eólica

A Copel Mercado Livre realizou leilão de compra de energia incentivada eólica e solar no dia 14 de agosto. A subsidiária da Companhia Paranaense de Energia (Copel) contratou 162 MW médios pelo prazo de 13 anos, com o início do fornecimento previsto para janeiro de 2023. Os empreendimentos vencedores da Chamada Pública totalizam 595 MW de capacidade instalada, sendo 184 MW de energia eólica e 441 MW de energia solar. As usinas que irão gerar toda essa capacidade ainda serão construídas. A entrega de energia será feita para a Copel. De acordo com o diretor-geral da Copel Mercado Livre, Franklin Miguel, em 2020, em meio ao cenário econômico, somente o mercado livre de energia está sendo responsável pela expansão de geração do setor elétrico nacional. “Em 2020, apenas Copel e Jirau [Energia Sustentável do Brasil – ESBR] fizeram leilão para compra de energia oriunda de novos empreendimentos solares e eólicos. Isso é sinal de maturidade do mercado livre e da nossa solidez e preparo para este momento”, afirma. A Chamada Pública foi lançada no final de 2019, com previsão de compra de energia de novos projetos em três etapas. A primeira foi realizada em fevereiro de 2020 e a segunda terminou em 14 de agosto. A última etapa está prevista para o final de 2020. “Essa previsibilidade é importante para os empreendedores interessados em participar dos leilões da Copel Mercado Livre. Mesmo com o cenário econômico do ano de 2020, as etapas foram mantidas, pois estamos comprando energia para o longo prazo, além disso, o consumo do mercado livre tem reagido”, enfatiza Franklin Miguel. O período de suprimento dessa contratação vai de 2023 a 2035.

17 de agosto, 2020
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ENERGIA SOLAR
Braskem constrói usina solar em Minas

A Braskem anunciou contrato de longo prazo com a Canadian Solar Inc., empresa do setor de energia solar, para viabilizar a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais. A unidade terá capacidade instalada de 152 MWp e irá garantir o fornecimento por 20 anos, para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. O início das obras está previsto para 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas. “A estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividade ao negócio" disse Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. "A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares ao desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes", comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

29 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor atinge 300 mil unidades consumidoras

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil acaba de atingir a marca de 300 mil unidades consumidoras de energia solar na geração distribuída. São 2,8 GW de potência instalada da fonte solar na microgeração e minigeração distribuída. A energia fotovoltaica representa 99,8% de todas as conexões distribuídas, com mais de R$ 14,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. Apesar dos bons números e o avanço nos últimos anos, o setor ainda tem pouca participação no mercado, com 84,4 milhões de consumidores de energia elétrica e apenas 0,4% faz uso do sol para produzir eletricidade. De acordo com a Absolar, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. Como a atividade econômica tende a ser retomada de forma lenta, um aporte bem programado agora poderá ajudar famílias e empresas a se organizarem a médio e longo prazo, quando o consumo deve voltar a crescer e a demanda por energia também. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

2 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA FOTOVOLTAICA
Coopercitrus inaugura Usina Agro

A Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais inaugura a Usina Fotovoltaica Agro dentro de seu complexo de grãos, no município de Bebedouro (SP). O complexo energético conta com 3.600 placas instaladas, em uma área equivalente a 10 mil m², ou seja, um hectare, com produção anual de 1.987MWh/ano. Inicialmente a energia produzida pelo complexo compensará as despesas de energia de 27 unidades consumidoras da Coopercitrus. Para a construção da Usina, a cooperativa investiu R$ 5 milhões e contou com a parceria da empresa Solbras e com o apoio do Banco Safra. Segundo o presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, José Vicente da Silva, um dos principais objetivos da Coopercitrus é oferecer e desenvolver soluções integradas inovadoras, que resultem em sustentabilidade, beneficiando aos cooperados, a comunidade onde está inserida e o meio ambiente. “A inauguração do complexo fotovoltaico pode ser descrito como um marco para a cooperativa. É o início de uma operação que pode crescer muito mais, inclusive com a coparticipação de nossos cooperados e parceiros do setor de geração de energia. É um dos primeiros e um dos maiores projetos de energia fotovoltaica de cooperativa agrícola do País, porém, mais importante que o pioneirismo é que, com a nova unidade, a Coopercitrus será ainda mais competitiva e com muitos benefícios na sustentabilidade, com geração de energia de fontes renováveis. Na parte econômica, com a redução do valor pago na conta de energia, na segurança energética e previsibilidade, como forma de eliminação de riscos com interrupção e preços preestabelecidos”, afirma o presidente do conselho, José Vicente.

22 de abril, 2019
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FONTES RENOVÁVEIS
Micro-usina é inaugura em cooperativa no Pará

A micro-usina de energia solar fotovoltaica da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) entrou em operação no município de Paragominas (PA). A capacidade inicial é de 75 KWp, potência que deve ser ampliada em breve. Ao todo foram investidos R$ 600 mil na micro-usina solar, recurso proveniente dos 23 cooperados. Criada em fevereiro deste ano, a Coober tem como objetivo estimular a geração de energia pelos próprios consumidores. O espaço físico da micro-usina reúne 288 placas fotovoltaicas, que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês. Toda energia será injetada no sistema da rede Celpa. O resultado será rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual. Para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),Renato Nobile, em poucos anos o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de Norte a Sul, produzindo energia de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados. "É um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível”, afirma Nobile. Para a Coober, as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada são várias. Entre elas: menor valor investido, já que os custos são divididos por 23; mobilidade na produção -- os cooperados podem mudar de endereço sem se preocupar com os equipamentos; desenvolvimento de uma cultura de colaboração; melhor escolha/avaliação das opções, mais pessoas pensando com o mesmo objetivo; melhor relação com a concessionária; e tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

18 de agosto, 2016
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ENERGIA SOLAR
CPFL instala 200 paineis solares em Campinas

A CPFL Energia, grupo privado do setor elétrico brasileiro, iniciou a instalação de 200 paineis solares para clientes residenciais e comerciais no bairro de Barão Geraldo em Campinas, interior de São Paulo. A iniciativa simboliza o pontapé inicial do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Telhados Solares, cujos objetivos principais são avaliar o impacto da microgeração nas redes elétricas de baixa tensão e preparar o Grupo para o avanço da geração distribuída solar no Brasil. O projeto Telhados Solares recebeu investimentos de R$ 14,7 milhões e está previsto para ser concluído em novembro de 2017. Para execução do projeto de P&D, a Companhia selecionou um trecho da rede elétrica da CPFL Paulista em Barão Geraldo que atende a cinco mil clientes, o qual reúne as características técnicas para os testes da inserção de um grande número de usinas de geração e distribuição na rede das concessionárias. “A intenção do projeto é estudar o impacto da inserção massiva de geração solar distribuída na qualidade do fornecimento de energia para os demais clientes que não possuem os painéis solares”, explica o Diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. As placas solares terão capacidade de 800 kWp, volume suficiente para gerar 20% do consumo de energia dos cinco mil clientes do ramal. Os primeiros clientes a receber o projeto serão a Fundação Síndrome de Down e Centro Cultural Brasil – Estados Unidos de Campinas. A Fundação ganhou duas instalações, sendo cada uma com capacidade de geração solar de 10 kW. Segundo a CPFL, isto irá gerar em torno de 66,5% do consumo médio total de energia dos dois locais. Já o Centro Cultural recebeu usina solar de 4 kW que produzirá cerca de 36% do consumo mensal médio de energia do cliente. Além do fator técnico, Barão Geraldo também foi selecionado por estar próximo da sede da CPFL Energia e por abrigar duas importantes instituições de pesquisas, a Unicamp e o CPqD, parceiros do Grupo no projeto. Enquanto a Unicamp responderá pelas simulações computacionais, pela avaliação dos impactos técnicos e pela capacitação técnica e formação de mão-de-obra para geração solar, caberá ao CPqD analisar, entre outros pontos, a proposição de modelos de negócio e mudanças no arcabouço regulatório do ponto de vista das questões técnicas. Além de estudar os impactos da inserção massiva da microgeração na rede elétrica, o projeto Telhados Solares também permitirá que a CPFL desenvolva conhecimento técnico para atuar como prestadora do serviço de instalação e operação dos painéis solares para os seus clientes. Tanto que a colocação das placas fotovoltaicas para os dois primeiros clientes do projeto ficará a cargo a CPFL Eficiência, companhia do Grupo voltada para área de eficiência energética que já atua com geração solar. “Com este projeto, preparamos nossas distribuidoras para o futuro, capacitando-as para realizar a operação e a manutenção da rede com inserção massiva de geração distribuída, e também avançamos nos estudos de modelos de negócio na área para atuação do Grupo CPFL Energia”, avalia Lazzaretti. A companhia disponibilizou uma página na internet ( www.cpfl.com.br/telhados-solares ) sobre o projeto de P&D, no qual os clientes selecionados e demais interessados podem conhecer a iniciativa.

29 de março, 2016