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FONTES RENOVÁVEIS

Copel Mercado Livre compra 595 MW de energia solar e eólica

A Copel Mercado Livre realizou leilão de compra de energia incentivada eólica e solar no dia 14 de agosto. A subsidiária da Companhia Paranaense de Energia (Copel) contratou 162 MW médios pelo prazo de 13 anos, com o início do fornecimento previsto para janeiro de 2023. Os empreendimentos vencedores da Chamada Pública totalizam 595 MW de capacidade instalada, sendo 184 MW de energia eólica e 441 MW de energia solar. As usinas que irão gerar toda essa capacidade ainda serão construídas. A entrega de energia será feita para a Copel. De acordo com o diretor-geral da Copel Mercado Livre, Franklin Miguel, em 2020, em meio ao cenário econômico, somente o mercado livre de energia está sendo responsável pela expansão de geração do setor elétrico nacional. “Em 2020, apenas Copel e Jirau [Energia Sustentável do Brasil – ESBR] fizeram leilão para compra de energia oriunda de novos empreendimentos solares e eólicos. Isso é sinal de maturidade do mercado livre e da nossa solidez e preparo para este momento”, afirma. A Chamada Pública foi lançada no final de 2019, com previsão de compra de energia de novos projetos em três etapas. A primeira foi realizada em fevereiro de 2020 e a segunda terminou em 14 de agosto. A última etapa está prevista para o final de 2020. “Essa previsibilidade é importante para os empreendedores interessados em participar dos leilões da Copel Mercado Livre. Mesmo com o cenário econômico do ano de 2020, as etapas foram mantidas, pois estamos comprando energia para o longo prazo, além disso, o consumo do mercado livre tem reagido”, enfatiza Franklin Miguel. O período de suprimento dessa contratação vai de 2023 a 2035.

A Copel Mercado Livre realizou leilão de compra de energia incentivada eólica e solar no dia 14 de agosto. A subsidiária da Companhia Paranaense de Energia (Copel) contratou 162 MW médios pelo prazo de 13 anos, com o início do fornecimento previsto para janeiro de 2023. 

Os empreendimentos vencedores da Chamada Pública totalizam 595 MW de capacidade instalada, sendo 184 MW de energia eólica e 441 MW de energia solar. As usinas que irão gerar toda essa capacidade ainda serão construídas. A entrega de energia será feita para a Copel. De acordo com o diretor-geral da Copel Mercado Livre, Franklin Miguel, em 2020, em meio ao cenário econômico, somente o mercado livre de energia está sendo responsável pela expansão de geração do setor elétrico nacional. “Em 2020, apenas Copel e Jirau [Energia Sustentável do Brasil – ESBR] fizeram leilão para compra de energia oriunda de novos empreendimentos solares e eólicos. Isso é sinal de maturidade do mercado livre e da nossa solidez e preparo para este momento”, afirma.

A Chamada Pública foi lançada no final de 2019, com previsão de compra de energia de novos projetos em três etapas. A primeira foi realizada em fevereiro de 2020 e a segunda terminou em 14 de agosto. A última etapa está prevista para o final de 2020. “Essa previsibilidade é importante para os empreendedores interessados em participar dos leilões da Copel Mercado Livre. Mesmo com o cenário econômico do ano de 2020, as etapas foram mantidas, pois estamos comprando energia para o longo prazo, além disso, o consumo do mercado livre tem reagido”, enfatiza Franklin Miguel. O período de suprimento dessa contratação vai de 2023 a 2035.

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ENERGIA SOLAR
Usina da Copel gera 3MWp inicialmente

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou, em março, a operação das três unidades geradoras da Usina Solar Fotovoltaica Bandeirantes, construída no Norte do Paraná. Inicialmente a usina vai funcionar com 3 MWp (megawatt-pico). Mais três unidades serão energizadas ainda em 2021, totalizando 5,36 MWp de potência instalada, o suficiente para atender o consumo de energia de aproximadamente dez mil pessoas. O projeto é um novo modelo de negócios da Copel, que implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente, em contrapartida, assina um contrato de aluguel da usina. A energia gerada é usada para compensar o consumo, resultando em desconto na conta de luz. “Com este projeto, a Copel dá mais um passo firme rumo à energia do futuro: com fonte renovável, no modelo da geração distribuída, facilitando a vida do consumidor”, diz o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero. “A usina representa mais um importante investimento no interior do Paraná, contribuindo cominfraestrutura para o desenvolvimento do Estado”. O Complexo Solar de Bandeirantres é formado por 6.900 placas fotovoltaicas que ocupam uma área de 10,35 hectares. Cada placa é formada por células fotovoltaicas de silício policristalino. Essas células são interligadas em série e reagem com a incidência dos raios de sol, liberando elétrons que são transferidos para um circuito dentro da placa ou painel solar. A usina vai funcionar em regime de minigeração distribuída no modelo de autoconsumo remoto, oque significa que as unidades consumidoras devem ser de titularidade de uma mesma pessoa física ou jurídica, e estar dentro da mesma área de concessão da distribuidora. Os projetos foram implantados em parceria com a Sistechne Participações. "A entrada em operação da usina contribui para colocar nosso plano estratégico em prática. Estamos expandindo os negócios e pretendemos ampliar nossa atuação no mercado de geração distribuída de matriz fotovoltaica, especialmente nos modelos de minigeração”, afirma o diretor de desenvolvimento de negócios da Copel, Cassio Santana da Silva.

15 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Investimentos somam mais de R$ 13 bilhões

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou que o setor registrou mais de R$ 13 bilhões em investimentos em 2020, o que representa um crescimento de 52% em relação aos investimentos acumulados no País desde 2012. Os aportes foram feitos em grandes usinas e os sistemas de geração em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Apenas em 2020, o setor solar fotovoltaico brasileiro criou mais de 86 mil novos empregos, espalhados por todas as regiões do território nacional. Desde 2012, a fonte solar fotovoltaica já movimentou mais de R$ 38 bilhões em negócios e gerou mais de 224 mil postos de trabalho. Em 2020, as contratações cresceram 62% em relação aos empregos acumulados no País desde 2012. No que se refere à capacidade de geração de energia elétrica limpa e renovável, o Brasil possui atualmente 7,5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte (geração centralizada) com os pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos (geração distribuída). Segundo a ABSOLAR, o País saltou de 4,6 GW ao final de 2019 para 7,5 GW ao final de 2020, crescimento de 64%, mesmo em meio a um ano desafiador de pandemia global. No último ano, o mercado de energia solar arrecadou mais de R$ 3,9 bilhões aos cofres públicos, acréscimo de 52% em relação ao total arrecadado no período entre 2012 e 2019. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 3,1 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,6% da matriz elétrica do País. Em 2019, a solar foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Em 2020, o Governo Federal não realizou novos leilões de energia renovável, devido à pandemia. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte. Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 15 bilhões. A soma dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada coloca a fonte solar fotovoltaica em sexta posição na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. A fonte solar já representa uma potência instalada 32% maior do que a somatória de todas as termelétricas a carvão e usinas nucleares, que totaliza 5,6 GW. No segmento de geração distribuída, são 4,4 GW da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 20 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. O Brasil possui mais de 350 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, que geram economia e sustentabilidade para cerca de 450 mil unidades consumidoras. “Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil – detentor de um dos melhores recursos solares do planeta – continua com um mercado solar ainda pequeno e muito aquém de seu potencial. Há mais de 85 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém apenas 0,5% fazem uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. Já o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, diz que a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil, inclusive ajudando na retomada sustentável da economia, por ser a fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País. O setor solar fotovoltaico trabalha para acelerar a expansão renovável da matriz elétrica brasileira, a preços competitivos. Somos a fonte renovável mais barata do Brasil e ajudaremos o País a crescer com cada vez mais competitividade e sustentabilidade”, aponta Sauaia.

11 de janeiro, 2021
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ENERGIA SOLAR
Copel desenvolve usina no Paraná

A Copel e a Sistechne Participações concluíram as etapas de roçacem e cravação de estacas da usina solar fotovoltaicas que irão implantar no município de Bandeirantes (PR). As frentes iniciais da obra abrangem ainda a aquisição de equipamentos da estação solarimétrica, cabos, religadores e materiais de aterramento, além dos primeiros passos da construção da rede de distribuição que irá conectar o projeto à rede da Copel. Ao todo serão seis unidades de geração solar, com potência instalada de 5,36 MWp (MW pico), o suficiente para atender ao consumo de energia de aproximadamente dez mil consumidores. A usina solar fotovoltaica da Copel deve entrar em operação ainda em 2020 e irá trabalhar em regime de minigeração distribuída, onde a energia gerada é utilizada para compensar o consumo de energia elétrica. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em abril, que a Copel adquirisse 49% em uma companhia que tivesse ativos de geração distribuída de energia solar. “A Copel tem como objetivo pesquisar e implantar negócios de geração que ampliem a matriz energética e sigam os preceitos de desenvolvimento sustentável que estão na missão da companhia”, afirma Cassio Silva, diretor geral de Desenvolvimento de Negócios da Copel. A companhia paranaense quer desenvolver projetos semelhantes, inicialmente para clientes comerciais e industriais. No modelo de negócio, a Copel implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente assina contrato de aluguel da usina, obtendo desconto na fatura de energia. Empresas interessadas em participar de um projeto de geração distribuída podem entrar em contato com a Copel pelo site www.copel.com/geracao

27 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Braskem e Voltalia fecham acordo de 20 anos

A Braskem fechou contrato de 20 anos com a multinacional francesa Voltalia para compra de energia solar a ser utilizada pelas unidades industriais brasileiras. Com o negócio, a companhia investe em uma matriz limpa e sustentável e conseguirá reduzir a quantidade de emissões de CO2 em 130 mil toneladas ao longo do período do contrato. O acordo prevê também a expansão do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte. Os projetos Serra do Mel 1 & 2 da Voltalia venceram o 30º Leilão de Energia Nova (A-6) realizado em outubro de 2019 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Além dos 32 MW vencedores no leilão, a Voltalia negociou contratos adicionais no Mercado Livre de Energia com uma série de compradores, incluindo a Braskem. Com isso, a capacidade do Complexo Solar Serra do Mel chegará a 270 MW, o equivalente a abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes. “A parceria com a Voltalia reafirma nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, ampliando a utilização de energia renovável em nossa operação. Vale ressaltar também a relevância de contratos de longo prazo como este, que oferecem grande potencial competitivo ao negócio, maximizando seus benefícios para todos os envolvidos”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. O CEO da Voltalia Brasil, Robert Klein, disse estar feliz com o primeiro contrato com a Braskem para venda de energia renovável. “Muitos projetos de energias renováveis estão sendo, assim, viabilizados graças aos PPAs (Power Purchase Agreement, na sigla em inglês) corporativos, o que é uma excelente notícia. Deste modo, a Voltalia está viabilizando seu primeiro parque solar, com dimensões de grande porte, no cluster Serra Branca, Rio Grande do Norte, onde estamos combinando energia eólica e solar no mesmo local”.

9 de março, 2020
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FONTES ALTERNATIVAS
Leilão viabiliza 96,9 MW de eólica e biomassa

O Leilão de Fontes Alternativas – LFA 2015, realizado dia 27 de Abril, exclusivamente para as Fontes Eólica e Biomassa, viabilizou a contratação de 96,9 MW médios e deste montante a fonte eólica contribuiu com a contração de 31% do total. A potência eólica total comercializada foi de 90 MW, ao preço médio de R$ 177,47/MWh e deságio de 0,85%. Para a Presidente-Executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, o resultado é parte da maturidade da indústria eólica e as opções de contratação no momento presente. Com os A-3 e o 2º LER já agendados para este ano, é razoável supor que os investidores vão optar por um prazo de entrega mais extensos, destaca. Com a potência de 90 MW, a fonte eólica será responsável pela aplicação de R$ 405 milhões em investimentos e produção de, em média, 45 aerogeradores e 135 novas pás. Esse volume de energia será capaz de abastecer cerca de 180 mil residências mensalmente e evitar mais de 185 mil toneladas de CO2, por ano. Além disso, a capacidade viabilizada poderá criar mais de 1.300 postos de trabalho. O LFA 2015 objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica e biomassa. O início do suprimento de energia será a partir de 1º de janeiro de 2016 para empreendimentos termelétricos a biomassa, novos ou existentes, e 1º de julho de 2017 para novos empreendimentos a partir de fontes termelétrica a biomassa e eólica.

29 de abril, 2015