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FONTES ALTERNATIVAS

Leilão viabiliza 96,9 MW de eólica e biomassa

O Leilão de Fontes Alternativas – LFA 2015, realizado dia 27 de Abril, exclusivamente para as Fontes Eólica e Biomassa, viabilizou a contratação de 96,9 MW médios e deste montante a fonte eólica contribuiu com a contração de 31% do total. A potência eólica total comercializada foi de 90 MW, ao preço médio de R$ 177,47/MWh e deságio de 0,85%. Para a Presidente-Executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, o resultado é parte da maturidade da indústria eólica e as opções de contratação no momento presente. Com os A-3 e o 2º LER já agendados para este ano, é razoável supor que os investidores vão optar por um prazo de entrega mais extensos, destaca. Com a potência de 90 MW, a fonte eólica será responsável pela aplicação de R$ 405 milhões em investimentos e produção de, em média, 45 aerogeradores e 135 novas pás. Esse volume de energia será capaz de abastecer cerca de 180 mil residências mensalmente e evitar mais de 185 mil toneladas de CO2, por ano. Além disso, a capacidade viabilizada poderá criar mais de 1.300 postos de trabalho. O LFA 2015 objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica e biomassa. O início do suprimento de energia será a partir de 1º de janeiro de 2016 para empreendimentos termelétricos a biomassa, novos ou existentes, e 1º de julho de 2017 para novos empreendimentos a partir de fontes termelétrica a biomassa e eólica.

O Leilão de Fontes Alternativas – LFA 2015, realizado dia 27 de Abril, exclusivamente para as Fontes Eólica e Biomassa, viabilizou a contratação de 96,9 MW médios e deste montante a fonte eólica contribuiu com a contração de 31% do total. A potência eólica total comercializada foi de 90 MW, ao preço médio de R$ 177,47/MWh e deságio de 0,85%.

Para a Presidente-Executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, o resultado é parte da maturidade da indústria eólica e as opções de contratação no momento presente. Com os A-3 e o 2º LER já agendados para este ano, é razoável supor que os investidores vão optar por um prazo de entrega mais extensos, destaca.

Com a potência de 90 MW, a fonte eólica será responsável pela aplicação de R$ 405 milhões em investimentos e produção de, em média, 45 aerogeradores e 135 novas pás. Esse volume de energia será capaz de abastecer cerca de 180 mil residências mensalmente e evitar mais de 185 mil toneladas de CO2, por ano.

Além disso, a capacidade viabilizada poderá criar mais de 1.300 postos de trabalho. O LFA 2015 objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica e biomassa. O início do suprimento de energia será a partir de 1º de janeiro de 2016 para empreendimentos termelétricos a biomassa, novos ou existentes, e 1º de julho de 2017 para novos empreendimentos a partir de fontes termelétrica a biomassa e eólica.

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FONTES RENOVÁVEIS
Copel Mercado Livre compra 595 MW de energia solar e eólica

A Copel Mercado Livre realizou leilão de compra de energia incentivada eólica e solar no dia 14 de agosto. A subsidiária da Companhia Paranaense de Energia (Copel) contratou 162 MW médios pelo prazo de 13 anos, com o início do fornecimento previsto para janeiro de 2023. Os empreendimentos vencedores da Chamada Pública totalizam 595 MW de capacidade instalada, sendo 184 MW de energia eólica e 441 MW de energia solar. As usinas que irão gerar toda essa capacidade ainda serão construídas. A entrega de energia será feita para a Copel. De acordo com o diretor-geral da Copel Mercado Livre, Franklin Miguel, em 2020, em meio ao cenário econômico, somente o mercado livre de energia está sendo responsável pela expansão de geração do setor elétrico nacional. “Em 2020, apenas Copel e Jirau [Energia Sustentável do Brasil – ESBR] fizeram leilão para compra de energia oriunda de novos empreendimentos solares e eólicos. Isso é sinal de maturidade do mercado livre e da nossa solidez e preparo para este momento”, afirma. A Chamada Pública foi lançada no final de 2019, com previsão de compra de energia de novos projetos em três etapas. A primeira foi realizada em fevereiro de 2020 e a segunda terminou em 14 de agosto. A última etapa está prevista para o final de 2020. “Essa previsibilidade é importante para os empreendedores interessados em participar dos leilões da Copel Mercado Livre. Mesmo com o cenário econômico do ano de 2020, as etapas foram mantidas, pois estamos comprando energia para o longo prazo, além disso, o consumo do mercado livre tem reagido”, enfatiza Franklin Miguel. O período de suprimento dessa contratação vai de 2023 a 2035.

17 de agosto, 2020
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BIOELETRICIDADE
Mercado Livre beneficia consumidor

Com a implementação do programa RenovaBio, o Governo Federal pretende fomentar a produção de biocombustíveis e promover a bioeletricidade, uma fonte de energia limpa, de origem da biomassa da cana-de-açúcar, restos de madeira, carvão vegetal, casca de arroz e outras. No último ano, a bioeletricidade fornecida ao Sistema Interligado Nacional (SIN) teve origem em 82% do setor sucroenergético. Em capacidade instalada, a bioeletricidade sucroenergética é a 4ª fonte de geração mais importante da matriz brasileira, atrás da fonte hídrica, das termelétricas a gás natural e das eólicas. A comercialização da bioeletricidade é feita com a celebração de contratos de compra e venda no ambiente de contratação regulada (ACR) e no ambiente de contratação livre (ACL). De toda a energia consumida no Brasil, 30% do montante foram no Mercado Livre, sendo que em fevereiro deste ano, 80% do consumo industrial foram atendidos pelo Mercado Livre. Com a modernização do setor, a abertura de mercado beneficiará o consumidor que poderá optar pelo melhor fornecedor de energia e àquele que atenda suas necessidades, além de expandir as formas de produção de energia, priorizando eficiência energética, fontes renováveis e melhor aproveitamento, estimulando novos projetos de bioeletricidade. Por enquanto, o potencial de bioeletricidade aproveitado é de apenas 15%. Se houvesse melhor aproveitamento da biomassa dos canaviais, a bioeletricidade teria potencial técnico para chegar a 146 mil GWh, o que representa quase sete vezes o volume a ser ofertado neste ano, ou seja, atendimento de mais 30% do consumo de energia do mercado brasileiro.

23 de agosto, 2019
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ENERGIA EÓLICA
Subsistema Nordeste atinge novo recorde de geração

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), no dia 12 de outubro a geração eólica verificada no Subsistema Nordeste atingiu 3.689 MW, o que representou 46% da demanda desse Subsistema, com fator de capacidade de 84%, além de ser um novo recorde. Durante o ano de 2015 a fonte já havia superado seus índices de geração. Para o Nordeste, a marca anterior era de 3.495 MW em setembro, representando 35% do abastecimento e 83% em fator de capacidade. A região Sul também atingiu números relevantes em agosto, quando foram constatados 1.238 MWde geração, correspondendo a 80% da capacidade total instalada na região e 16,5% da carga do Submercado Sul. Em 2014, as usinas eólicas geraram em todo o ano 12 TWh de energia, com fator de capacidade médio de 38%. No primeiro semestre de 2015 já foram gerados por fonte eólica 8 TWh, mais da metade gerada ao logo de todo o ano anterior. “A geração verificada indica números que comprovam a relevância da fonte eólica para a segurança do sistema. No período de seca a contribuição proveniente dos ventos mostra-se ainda maior, podendo alcançar novos recordes ainda este ano”, destaca Elbia Gannoum, Presidente executiva da ABEEólica. A energia eólica mostra sua relevância principalmente nesta época de escassez hídrica, desde o final de 2013. Em agosto do ano corrente, verificou-se recorde de geração eólica do Sistema Interligado Nacional – SIN, 4.432 MW, representando 8% da carga deste sistema, com um fator de capacidade de 78%. “Sobre esse aspecto, reforçamos a importância em considerarmos a complementariedade entre as diversas fontes renováveis para a concepção diversificada da matriz elétrica brasileira contemporânea”, diz Elbia. Atualmente, o Brasil conta com 7.657,9 MW instalados. O montante é responsável por abastecer 13 milhões de residências, em média, e ajuda a evitar a emissão de 13,5 milhões de toneladas de CO 2 na atmosfera, além de representar um benefício líquido para o Sistema de quantias financeiras elevadas, evitando o alto custo do despacho térmico.

19 de outubro, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Brasil atinge 7GW de capacidade instalada

Com a instalação de três parques eólicos no Rio Grande do Norte, o Brasil atingiu a marca de 7GW e a fonte eólica passa a ter participação de 5% na matriz energética nacional. Atualmente, o Brasil possui 281 parques eólicos, distribuídos por 11 estados. Em índices sustentáveis, essa capacidade representa mais de 100 mil empregos gerados, 12 milhões de residências abastecidas mensalmente e 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. Para a Presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum, a marca alcançada traduz o crescimento virtuoso e a consolidação da indústria eólica brasileira. “Trata-se de mais energia para o País, uma geração limpa, competitiva e sustentável compondo a matriz elétrica brasileira com uma fonte renovável complementar. Os benefícios proporcionados pela fonte eólica têm sido mais expressivos a cada dia, tendo promovido ganhos para todo o sistema elétrico brasileiro, desde a otimização da operação até a sua redução de custos”. Elbia diz ainda que “as eólicas têm papel representativo na expansão do parque gerador. Somente em 2014 a energia dos ventos teve geração total de 12 TWh e representou um beneficio liquido para o sistema de mais de R$ 5 bilhões, evitando o alto custo do despacho térmico”. Os níveis de geração de energia continuam quebrando novos recordes em 2015. No dia 30 de julho, por exemplo, o Brasil atingiu a marca de 3.269 MW de geração eólica no Subsistema Nordeste, representando 33% da carga deste subsistema com fator de capacidade de 76%. Segundo as perspectivas do Governo, o setor eólico deve atingir cerca de 23 GW de potência instalada em 2023, e as previsões do setor indicam um crescimento ainda maior, que alcança 27 GW. “Os desafios envolvendo a logística de transportes, a transmissão e as condições de financiamento não devem impedir a continuidade da trajetória excepcional da indústria de energia” avalia a executiva.

12 de agosto, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Comemorado Dia Mundial do Vento

Hoje, dia 15 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Vento ou Global Wind Day. Criada em 2010, a data tem como objetivo informar à população sobre a importância de desenvolver uma matriz elétrica com participação das energias renováveis complementares, em especial a fonte eólica. O Global Wind Energy Council - GWEC em parceria com a European Wind Energy Association - EWEA organizam ações ao redor do mundo para comemorar esta data. Para comemorar a data no Brasil a ABEEólica realizou uma campanha a fim de divulgar o dia. Milhares de pessoas em todo mundo estão envolvidas com a produção de energia a partir dos ventos, mas para muitos essa fonte de energia ainda é um mistério. A ABEEólica decidiu expor, em pontos estratégicos da cidade de São Paulo, um anúncio comemorando a data e informando a população sobre os benefícios da fonte eólica. Nesta campanha foram disponibilizados dados socioambientais, como a geração de 100 mil postos de trabalho, o abastecimento de 12 milhões de residências, e a emissão de 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “A campanha da ABEEólica para o Dia Mundial do Vento tem como objetivo divulgar os benefícios e princípios da energia eólica, que tem a força dos ventos como fator fundamental para a geração de energia limpa, renovável e competitiva” afirma Elbia Gannoum, Presidente-Executiva da ABEEólica. O setor eólico brasileiro comemora o ano de 2014. Foi gerado recorde de 2.155 MW médios em outubro, o que respondeu por 20% da demanda no Nordeste. No dia 11 de junho deste ano foi registrado mais um recorde de geração eólica no Subsistema Nordeste, atingindo 2.779 MW, o que representa 27% da carga deste Subsistema com um fator de capacidade de 71%. Os parques eólicps brasileiros estão com capacidades 10% acima dos melhores indicadores que se conhece na Europa e que se situam entre 28% e 31%. “Terminamos o ano de 2014 com 238 parques e 5,9 GW em capacidade instalada. O Brasil mostra que é definitivamente um País atrativo para investimentos em energia eólica. No ano passado essa capacidade nos colocou entre os 10 maiores países em termos de usinas, o 4º maior em termos de investimentos e o 2º em atratividade, perdendo apenas para a China”, informou Elbia. Reforçando o efeito da complementariedade entre as fontes, a executiva afirma, “A fonte eólica mostra que é altamente complementar às hidrelétricas”, e lembrou ainda que a geração pela força dos ventos devolveu R$ 3,5 bilhões aos consumidores por meio da Coner, a conta de energia de reserva. O planejamento para este ano é que o setor encerre com 9,6 GW de capacidade instalada. Caso seja confirmada essa previsão, o Brasil avançará para um patamar entre 4º e 5º maior entre os países do mundo que possuem geração eólica. Esse volume vem associado à ampliação da cadeia de produção nacional que foi exigida e atendida pelas regras do BNDES, que é a principal fonte de recursos para a continuidade desses investimentos no longo prazo, e cujas regras de conteúdo nacional estarão totalmente implementadas em junho de 2016. Em 2014, o Brasil recebeu R$ 18 bilhões em investimentos em energia eólica, e grande parte desses aportes foi financiado pelo BNDES.

15 de junho, 2015