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ENERGIA

Eólica tem crescimento recorde

A energia eólica vem tendo uma “trajetória virtuosa de crescimento sustentável no Brasil, compatível com o desenvolvimento de uma indústria que foi criada praticamente do zero, o que foi o grande desafio”, de acordo com a presidente da ABEEólica, Elbia Gannoum. De 2010 a 2017, o investimento no setor foi de US$ 32 bilhões e já existe mais de 15 GW de capacidade instalada em 601 parques eólicos e mais de 7.000 aerogeradores em 12 estados. A região Nordeste é a que apresenta um dos melhores potenciais de geração de energia eólica e segue com as maiores expectativas de crescimento, uma vez que o potencial é muito maior que a atual necessidade. No que se refere ao atual potencial brasileiro, ele é de cerca de 500 GW, bem maior que o consumo do País. Para maiores detalhes sobre o desenvolvimento e o potencial de crescimento da energia eólica no País, acesse www.sambiental.com.br/revista/191

A energia eólica vem tendo uma “trajetória virtuosa de crescimento sustentável no Brasil, compatível com o desenvolvimento de uma indústria que foi criada praticamente do zero, o que foi o grande desafio”, de acordo com a presidente da ABEEólica, Elbia Gannoum.  De 2010 a 2017, o investimento no setor foi de US$ 32 bilhões e já existe mais de 15 GW de capacidade instalada em 601 parques eólicos e mais de 7.000 aerogeradores em 12 estados. 
 
A região Nordeste é a que apresenta um dos melhores potenciais de geração de energia eólica e segue com as maiores expectativas de crescimento, uma vez que o potencial é muito maior que a atual necessidade. No que se refere ao atual potencial brasileiro, ele é de cerca de 500 GW, bem maior que o consumo do País. Para maiores detalhes sobre o desenvolvimento e o potencial de crescimento da energia eólica no País, acesse www.sambiental.com.br/revista/191
 

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ENERGIA EÓLICA
Estudo mostra impacto positivo

A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) publicou o estudo “Impactos Socioeconômicos e Ambientais da Geração de Energia Eólica no Brasil” , realizado pela consultoria GO Associados, que quantifica os conhecidos impactos positivos da energia eólica. O trabalho avalia os efeitos multiplicadores dos investimentos realizados pelas empresas, assim como o impacto dos valores pagos para arrendamentos de terras para colocação de aerogeradores. O estudo ainda realizou comparação entre um grupo de municípios que recebeu parques eólicos e outro que não possui a fonte alternativa de energia. O objetivo era mensurar o impacto da chegada dos parques no Índice de Desenvolvimento Humano – IDHM e no PIB municipal. “No que se refere ao IDHM e PIB Municipal, os municípios que têm parques eólicos tiveram um desempenho 20,19% e 21,15% melhor, respectivamente, para estes dois indicadores. Este é um resultado que mostra que não há dúvidas: a energia eólica chega e seus efeitos positivos multiplicadores impactam nos indicadores do município”, avalia Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica. Entre 2011 e 2019, o setor de máquinas e equipamentos, incluindo manutenção e reparos e aquisição de produtos e a contratação de serviços no mercado doméstico, investiu R$ 66,9 bilhões. “Partindo deste valor efetivamente investido pela indústria, pudemos então calcular os efeitos diretos, indiretos e efeito renda causados por estes investimentos, utilizando a MIP – metodologia da Matriz Insumo-Produto Regional, do IBGE. Chegamos à conclusão de que estes investimentos tiveram potencial para expandir a produção das Regiões Nordeste e Sul (valor agregado) na ordem de R$ 262 bilhões, com geração de mais de 498 mil empregos por ano, em média e R$ 45,2 bilhões em massa salarial. Reitero que isso é uma somatória dos chamados efeitos multiplicadores: diretos, indiretos e massa salarial. Além disso, foram arrecadados R$ 22,4 bilhões em tributos relacionados, sendo R$ 11,8 bilhões em ICMS e R$ 1,9 bilhão em IPI”, explica Gesner Oliveira, sócio da GO Associados. Em relação aos efeitos positivos do pagamento de arrendamento, Elbia explica que “este é um ponto importantíssimo do estudo, porque os arrendamentos são uma injeção de renda direta na região. Importante explicar que quando um pequeno proprietário arrenda um pedaço da sua terra para colocação de um aerogerador, ele pode continuar com suas plantações ou criação de gado. O pagamento de arrendamento se torna, então, um valor fixo para os proprietários que podem investir em sua própria terra e ampliar sua produção”, explica Elbia. Considerando os dados de 2018, os pagamentos de arrendamento de terras para expansão do setor eólico ficaram em torno de R$ 165,5 milhões ao ano e têm potencial de levar a uma expansão da produção das Regiões Nordeste e Sul (valor agregado) da ordem de R$ 524,6 milhões, gerando mais de oito mil empregos e R$ 43,2 milhões em massa salarial. Além disso, são arrecadados R$ 45,4 milhões em tributos relacionados, sendo quase R$ 25,5 milhões em ICMS e R$ 2,5 milhões em IPI. O estudo avaliou que a energia eólica contribui também para uma baixa taxa de ocupação do solo. Em um cenário com aerogeradores mais próximos, pelo menos 92% da área ficaria livre para outras atividades, podendo este valor ser maior ainda dependendo da distribuição dos aerogeradores. “Considero que este estudo está sendo publicado num momento muito importante, já que a pandemia parece abrir ainda mais os olhos da humanidade para o inadiável combate ao aquecimento global. E, nesse processo, as fontes que não emitem gases de efeito estufa e apresentam benefícios sociais, econômicos e ambientais, como é o caso da eólica, são nossa melhor aposta para quando chegar o momento da retomada econômica. No caso do Brasil, a boa notícia é que temos como uma das suas principais vantagens comparativas em relação a uma grande maioria dos países o fato de sermos uma potência energética com uma grande diversidade de energias limpas e, no caso das eólicas, tem ainda o fato de que o Brasil tem um dos melhores ventos do mundo, o que significa energia muito competitiva”, comenta Elbia.

1 de dezembro, 2020
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ENERGIA EÓLICA
Subsistema Nordeste atinge novo recorde de geração

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), no dia 12 de outubro a geração eólica verificada no Subsistema Nordeste atingiu 3.689 MW, o que representou 46% da demanda desse Subsistema, com fator de capacidade de 84%, além de ser um novo recorde. Durante o ano de 2015 a fonte já havia superado seus índices de geração. Para o Nordeste, a marca anterior era de 3.495 MW em setembro, representando 35% do abastecimento e 83% em fator de capacidade. A região Sul também atingiu números relevantes em agosto, quando foram constatados 1.238 MWde geração, correspondendo a 80% da capacidade total instalada na região e 16,5% da carga do Submercado Sul. Em 2014, as usinas eólicas geraram em todo o ano 12 TWh de energia, com fator de capacidade médio de 38%. No primeiro semestre de 2015 já foram gerados por fonte eólica 8 TWh, mais da metade gerada ao logo de todo o ano anterior. “A geração verificada indica números que comprovam a relevância da fonte eólica para a segurança do sistema. No período de seca a contribuição proveniente dos ventos mostra-se ainda maior, podendo alcançar novos recordes ainda este ano”, destaca Elbia Gannoum, Presidente executiva da ABEEólica. A energia eólica mostra sua relevância principalmente nesta época de escassez hídrica, desde o final de 2013. Em agosto do ano corrente, verificou-se recorde de geração eólica do Sistema Interligado Nacional – SIN, 4.432 MW, representando 8% da carga deste sistema, com um fator de capacidade de 78%. “Sobre esse aspecto, reforçamos a importância em considerarmos a complementariedade entre as diversas fontes renováveis para a concepção diversificada da matriz elétrica brasileira contemporânea”, diz Elbia. Atualmente, o Brasil conta com 7.657,9 MW instalados. O montante é responsável por abastecer 13 milhões de residências, em média, e ajuda a evitar a emissão de 13,5 milhões de toneladas de CO 2 na atmosfera, além de representar um benefício líquido para o Sistema de quantias financeiras elevadas, evitando o alto custo do despacho térmico.

19 de outubro, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Brasil atinge 7GW de capacidade instalada

Com a instalação de três parques eólicos no Rio Grande do Norte, o Brasil atingiu a marca de 7GW e a fonte eólica passa a ter participação de 5% na matriz energética nacional. Atualmente, o Brasil possui 281 parques eólicos, distribuídos por 11 estados. Em índices sustentáveis, essa capacidade representa mais de 100 mil empregos gerados, 12 milhões de residências abastecidas mensalmente e 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. Para a Presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum, a marca alcançada traduz o crescimento virtuoso e a consolidação da indústria eólica brasileira. “Trata-se de mais energia para o País, uma geração limpa, competitiva e sustentável compondo a matriz elétrica brasileira com uma fonte renovável complementar. Os benefícios proporcionados pela fonte eólica têm sido mais expressivos a cada dia, tendo promovido ganhos para todo o sistema elétrico brasileiro, desde a otimização da operação até a sua redução de custos”. Elbia diz ainda que “as eólicas têm papel representativo na expansão do parque gerador. Somente em 2014 a energia dos ventos teve geração total de 12 TWh e representou um beneficio liquido para o sistema de mais de R$ 5 bilhões, evitando o alto custo do despacho térmico”. Os níveis de geração de energia continuam quebrando novos recordes em 2015. No dia 30 de julho, por exemplo, o Brasil atingiu a marca de 3.269 MW de geração eólica no Subsistema Nordeste, representando 33% da carga deste subsistema com fator de capacidade de 76%. Segundo as perspectivas do Governo, o setor eólico deve atingir cerca de 23 GW de potência instalada em 2023, e as previsões do setor indicam um crescimento ainda maior, que alcança 27 GW. “Os desafios envolvendo a logística de transportes, a transmissão e as condições de financiamento não devem impedir a continuidade da trajetória excepcional da indústria de energia” avalia a executiva.

12 de agosto, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Comemorado Dia Mundial do Vento

Hoje, dia 15 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Vento ou Global Wind Day. Criada em 2010, a data tem como objetivo informar à população sobre a importância de desenvolver uma matriz elétrica com participação das energias renováveis complementares, em especial a fonte eólica. O Global Wind Energy Council - GWEC em parceria com a European Wind Energy Association - EWEA organizam ações ao redor do mundo para comemorar esta data. Para comemorar a data no Brasil a ABEEólica realizou uma campanha a fim de divulgar o dia. Milhares de pessoas em todo mundo estão envolvidas com a produção de energia a partir dos ventos, mas para muitos essa fonte de energia ainda é um mistério. A ABEEólica decidiu expor, em pontos estratégicos da cidade de São Paulo, um anúncio comemorando a data e informando a população sobre os benefícios da fonte eólica. Nesta campanha foram disponibilizados dados socioambientais, como a geração de 100 mil postos de trabalho, o abastecimento de 12 milhões de residências, e a emissão de 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “A campanha da ABEEólica para o Dia Mundial do Vento tem como objetivo divulgar os benefícios e princípios da energia eólica, que tem a força dos ventos como fator fundamental para a geração de energia limpa, renovável e competitiva” afirma Elbia Gannoum, Presidente-Executiva da ABEEólica. O setor eólico brasileiro comemora o ano de 2014. Foi gerado recorde de 2.155 MW médios em outubro, o que respondeu por 20% da demanda no Nordeste. No dia 11 de junho deste ano foi registrado mais um recorde de geração eólica no Subsistema Nordeste, atingindo 2.779 MW, o que representa 27% da carga deste Subsistema com um fator de capacidade de 71%. Os parques eólicps brasileiros estão com capacidades 10% acima dos melhores indicadores que se conhece na Europa e que se situam entre 28% e 31%. “Terminamos o ano de 2014 com 238 parques e 5,9 GW em capacidade instalada. O Brasil mostra que é definitivamente um País atrativo para investimentos em energia eólica. No ano passado essa capacidade nos colocou entre os 10 maiores países em termos de usinas, o 4º maior em termos de investimentos e o 2º em atratividade, perdendo apenas para a China”, informou Elbia. Reforçando o efeito da complementariedade entre as fontes, a executiva afirma, “A fonte eólica mostra que é altamente complementar às hidrelétricas”, e lembrou ainda que a geração pela força dos ventos devolveu R$ 3,5 bilhões aos consumidores por meio da Coner, a conta de energia de reserva. O planejamento para este ano é que o setor encerre com 9,6 GW de capacidade instalada. Caso seja confirmada essa previsão, o Brasil avançará para um patamar entre 4º e 5º maior entre os países do mundo que possuem geração eólica. Esse volume vem associado à ampliação da cadeia de produção nacional que foi exigida e atendida pelas regras do BNDES, que é a principal fonte de recursos para a continuidade desses investimentos no longo prazo, e cujas regras de conteúdo nacional estarão totalmente implementadas em junho de 2016. Em 2014, o Brasil recebeu R$ 18 bilhões em investimentos em energia eólica, e grande parte desses aportes foi financiado pelo BNDES.

15 de junho, 2015