Publicidade
CÓRREGOS

Despejo de resíduos tóxicos em Atibaia

O SAAE Atibaia suspendeu emergencialmente o abastecimento de água nos bairros Jardim Imperial, Jardim Cerejeiras, Nova Atibaia, Caetetuba, Alvinópolis II e imediações devido ao despejo de resíduos tóxicos no córrego do Onofre. A companhia fechou a saída dos reservatórios da ETA-III, sem previsão de retorno até a normalização da qualidade da água do manancial. Na ocasião, uma empresa privada, que já havia sido notificada anteriormente pelo mesmo delito, o que gerou denúncia na Cetesb, Prefeitura Municipal e Vigilância Sanitária, além de abertura de inquérito no Ministério Público, despejou resíduos que comprometeram a qualidade da água, como causaram também a mortandade de peixes. Fabiane Santiago, Superintendente da SAAE, informou que a empresa foi lacrada pela Prefeitura Municipal e haverá fiscalização das demais indústrias da região para garantir a regularidade das demais. “Após este ocorrido, decidimos junto à Prefeitura e demais órgãos competentes intensificar a fiscalização para que este tipo de crime não volte a acontecer. Lembramos que, a população é a nossa grande aliada neste momento, em caso de anormalidade denuncie através do 195”, contou a superintendente.

O SAAE Atibaia suspendeu emergencialmente o abastecimento de água nos bairros Jardim Imperial, Jardim Cerejeiras, Nova Atibaia, Caetetuba, Alvinópolis II e imediações devido ao despejo de resíduos tóxicos no córrego do Onofre. A companhia fechou a saída dos reservatórios da ETA-III, sem previsão de retorno até a normalização da qualidade da água do manancial. 

Na ocasião, uma empresa privada, que já havia sido notificada anteriormente pelo mesmo delito, o que gerou denúncia na Cetesb, Prefeitura Municipal e Vigilância Sanitária, além de abertura de inquérito no Ministério Público, despejou resíduos que comprometeram a qualidade da água, como causaram também a mortandade de peixes. Fabiane Santiago, Superintendente da SAAE, informou que a empresa foi lacrada pela Prefeitura Municipal e haverá fiscalização das demais indústrias da região para garantir a regularidade das demais. “Após este ocorrido, decidimos junto à Prefeitura e demais órgãos competentes intensificar a fiscalização para que este tipo de crime não volte a acontecer. Lembramos que, a população é a nossa grande aliada neste momento, em caso de anormalidade denuncie através do 195”, contou a superintendente.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ESGOTAMENTO SANITÁRIO
Melhoram índices de cobertura em Atibaia

Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

24 de fevereiro, 2021
Saneamento Ambiental Logo
LODO
Compostagem ajuda Atibaia no reflorestamento

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento adotou um método mais sustentável para a realização do descarte do lodo que é gerado no processo de tratamento de esgoto, a fim de reduzir a sobrecarga nos aterros sanitários e beneficiar o ecossistema da região. Os resíduosgerados nos tanques de aeração são encaminhados para uma empresa em Jundiaí (SP), onde é realizado o reaproveitamento do composto, transformando-o em adubo orgânico. Até o momento, cerca de 116 toneladas de lodo já foram para a compostagem, sendo que 46 toneladas foram transformadas em fertilizantes que auxiliam diversos agricultores, além de servir de insumo em plantios de mudas de diversas espécies, em especial as nativas que são apropriadas para ações de reflorestamento. O adubo também auxilia na manutenção de áreas verdes e enriquece o solo da cidade e região. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, diz que a alternativa é uma das mais seguras, sustentáveis e que atende à legislação vigente. “Esse aproveitamento do lodo é totalmente benéfico ao meio ambiente. Afinal, o que iria para um aterro sanitário é transformado em fertilizantes ricos em nutrientes. São necessários cerca de 3 litros de adubo orgânico para o cultivo de mudas, sendo assim podemos dizer que a Atibaia Saneamento já contribuiu para o plantio de aproximadamente 15 mil árvores”, ressaltou a gerente. A Atibaia Saneamento já contribuiu com o plantio de mais de 2.800 mudas de 86 espécies distintas em áreas apropriadas para o reflorestamento no estado de São Paulo.

30 de setembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ATIBAIA
Rodízio de funcionários para manter serviço

A Atibaia Saneamento mantém uma PPP com a SAAE no município para os serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto. Como um serviço essencial à sociedade mesmo em tempos de pandemia do coronavírus, a companhia mantém um rodízio diário de funcionários para execução de atividades, como desobstruções de rede e limpezas de ramais, além de outros que se encontram operando as ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) e realizando as análises para garantir o tratamento e a destinação adequada dos efluentes. Habitualmente, os funcionários já adotavam uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), porém a prática foi intensificada e foi adicionado o álcool gel como item indispensável para a higiene das mãos e equipamentos. “Quando mantemos ativos os serviços de saneamento básico como coleta e tratamento de esgoto, garantimos um risco a menos para a saúde da população. É um privilégio para mim e meus amigos de trabalho sabermos que estamos contribuindo ativamente para que o coronavírus seja contido na cidade”, contou Cleberson Felix dos Santos, que há três anos trabalha como encarregado operacional na Atibaia Saneamento. “Utilizamos todos os EPIs adequados para desempenhar as atividades com segurança e responsabilidade. Sabemos que o saneamento básico traz dignidade para o ser humano e melhora a qualidade de vida do cidadão”, disse Santos. A gerente operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, afirma que o momento é de cautela e a recomendação da OMS é de que as pessoas reforcem a higiene pessoal e lavem frequentemente as mãos com água e sabão. “Na linha de frente da Atibaia Saneamento, temos verdadeiros heróis nas ruas e nas ETEs. Agradecemos o esforço de toda a nossa equipe que segue comprometida em manter a continuidade da prestação dos nossos serviços”. De acordo com o diretor operacional da Atibaia Saneamento, Eduardo Caldeira, a população pode contar com os serviços da empresa. “Estamos com nossas equipes nas ruas desempenhando todos os serviços essenciais para o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário do município, considerando que, para combater esse vírus, é imprescindível manter não só a higiene pessoal, mas também a coletiva”, alertou o diretor. A companhia adotou algumas medidas para resguardar e garantir a segurança dos colaboradores que estarão nessa linha de frente. “Elaboramos um Plano de Contingência com base nas orientações da OMS e do MS e treinamos nossos colaboradores sobre a importância de cada ação abordada no Plano como a constante higienização das mãos e das ferramentas, o distanciamento social e o uso dos EPIs, como máscaras de proteção e luvas, durante a execução de serviços que exijam maior exposição, como as desobstruções de rede e coleta de efluentes”, explicou Eduardo.

13 de abril, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ATIBAIA
SAAE investiga qualidade da água

O SAAE - Saneamento Ambiental de Atibaia recebeu queixas recentemente de moradores sobre a qualidade da água distribuída no município. Algumas pessoas relataram a água ter gosto e odor alterados. A autarquia decidiu criar um comitê de gestão de crise para identificar os casos apresentados. Há algum tempo o SAAE investiga lançamentos indevidos e criminosos de substâncias no manancial de captação do córrego do Onofre e no sistema produtor Cerejeiras que abastecem os bairros Imperial, Cerejeiras e Caetetuba, principais redutos de indisposição da população. “Fizemos comunicados para todos os órgãos competentes e temos em andamento um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público para apurar os possíveis responsáveis”, informa a Superintendente do SAAE, Fabiane Santiago. O laboratório Ecosystem Análises Ambientais, de Campinas, coletou amostra do reservatório central do Cerejeiras para uma análise completa de acordo com portaria de consolidação nº 05 do Ministério da Saúde. Os resultados ainda não foram apresentados pela empresa campineira. Segundo o SAAE, em períodos de chuva há maior contribuição da poluição difusa da rodovia e no entorno do córrego. Além disso, as altas temperaturas do verão brasileiro fazem aumentar o consumo de água e, consequentemente, a utilização de produtos químicos, principalmente cloro, para garantir uma água segura. O SAAE informa que a água, às vezes, pode sair turva ou branca da torneira, fruto do ar dissolvido na água, devido às oscilações de pressão nas tubulações e nos reservatórios. É um fenômeno pontual que não afeta a qualidade da água. O insumo pode também aparecer de cor castanha ou avermelhada, devido à formação e arrastamento de depósitos de ferro nas tubagens. Para voltar a ficar clara, basta deixar correr a água durante algum tempo e consumir só depois deste procedimento.

9 de março, 2020