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ATIBAIA

SAAE investiga qualidade da água

O SAAE - Saneamento Ambiental de Atibaia recebeu queixas recentemente de moradores sobre a qualidade da água distribuída no município. Algumas pessoas relataram a água ter gosto e odor alterados. A autarquia decidiu criar um comitê de gestão de crise para identificar os casos apresentados. Há algum tempo o SAAE investiga lançamentos indevidos e criminosos de substâncias no manancial de captação do córrego do Onofre e no sistema produtor Cerejeiras que abastecem os bairros Imperial, Cerejeiras e Caetetuba, principais redutos de indisposição da população. “Fizemos comunicados para todos os órgãos competentes e temos em andamento um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público para apurar os possíveis responsáveis”, informa a Superintendente do SAAE, Fabiane Santiago. O laboratório Ecosystem Análises Ambientais, de Campinas, coletou amostra do reservatório central do Cerejeiras para uma análise completa de acordo com portaria de consolidação nº 05 do Ministério da Saúde. Os resultados ainda não foram apresentados pela empresa campineira. Segundo o SAAE, em períodos de chuva há maior contribuição da poluição difusa da rodovia e no entorno do córrego. Além disso, as altas temperaturas do verão brasileiro fazem aumentar o consumo de água e, consequentemente, a utilização de produtos químicos, principalmente cloro, para garantir uma água segura. O SAAE informa que a água, às vezes, pode sair turva ou branca da torneira, fruto do ar dissolvido na água, devido às oscilações de pressão nas tubulações e nos reservatórios. É um fenômeno pontual que não afeta a qualidade da água. O insumo pode também aparecer de cor castanha ou avermelhada, devido à formação e arrastamento de depósitos de ferro nas tubagens. Para voltar a ficar clara, basta deixar correr a água durante algum tempo e consumir só depois deste procedimento.

O SAAE - Saneamento Ambiental de Atibaia recebeu queixas recentemente de moradores sobre a qualidade da água distribuída no município. Algumas pessoas relataram a água ter gosto e odor alterados. A autarquia decidiu criar um comitê de gestão de crise para identificar os casos apresentados. 

Há algum tempo o SAAE investiga lançamentos indevidos e criminosos de substâncias no manancial de captação do córrego do Onofre e no sistema produtor Cerejeiras que abastecem os bairros Imperial, Cerejeiras e Caetetuba, principais redutos de indisposição da população. “Fizemos comunicados para todos os órgãos competentes e temos em andamento um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público para apurar os possíveis responsáveis”, informa a Superintendente do SAAE, Fabiane Santiago. 

O laboratório Ecosystem Análises Ambientais, de Campinas, coletou amostra do reservatório central do Cerejeiras para uma análise completa de acordo com portaria de consolidação nº 05 do Ministério da Saúde. Os resultados ainda não foram apresentados pela empresa campineira. Segundo o SAAE, em períodos de chuva há maior contribuição da poluição difusa da rodovia e no entorno do córrego. Além disso, as altas temperaturas do verão brasileiro fazem aumentar o consumo de água e, consequentemente, a utilização de produtos químicos, principalmente cloro, para garantir uma água segura. 

O SAAE informa que a água, às vezes, pode sair turva ou branca da torneira, fruto do ar dissolvido na água, devido às oscilações de pressão nas tubulações e nos reservatórios. É um fenômeno pontual que não afeta a qualidade da água. O insumo pode também aparecer de cor castanha ou avermelhada, devido à formação e arrastamento de depósitos de ferro nas tubagens. Para voltar a ficar clara, basta deixar correr a água durante algum tempo e consumir só depois deste procedimento.

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Melhoram índices de cobertura em Atibaia

Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

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23 de março, 2020