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TRABALHO REMOTO

Semana de capacitação online em Atibaia

A SAAE e a Atibaia Saneamento realizaram a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), exclusivamente, de forma virtual com conteúdos disponibilizados para os colaboradores das duas instituições. O evento visa conscientizar os colaboradores nos assuntos relacionados a prevenção de doenças ocupacionais e de acidentes do trabalho. Nesta semana foram abordados temas como dependência química, ansiedade e medo do coronavírus, segurança e postura na rotina de trabalho em casa, entre outros assuntos. “Neste ano, o principal foco dos encontros online da SIPAT 2020 foi conversar sobre os impactos que a pandemia está provocando na saúde física e mental dos trabalhadores”, afirma Fabiane Santiago, Superintendente da SAAE. “Foi muito importante aproveitar esta ‘onda’ de comunicação remota, usando as tecnologias. Gostei do modelo e acredito que as duas empresas promoveram conhecimento para seus colaboradores”, contou Roberto de Almeida Ramos, técnico de segurança do trabalho da Atibaia Saneamento. O diretor da Atibaia Saneamento, Eduardo Caldeira, disse que este modelo de capacitação online é um importante reforço na prevenção à COVID-19. “Por meio de treinamento e capacitação, além da mudança de comportamentos de riscos dos colaboradores, conseguimos avançar em rotinas de trabalho mais seguras. Para nós, esses pilares são inegociáveis, por isso, nosso interesse e empenho na SIPAT”, afirmou Caldeira.

A SAAE e a Atibaia Saneamento realizaram a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), exclusivamente, de forma virtual com conteúdos disponibilizados para os colaboradores das duas instituições. O evento visa conscientizar os colaboradores nos assuntos relacionados a prevenção de doenças ocupacionais e de acidentes do trabalho. 

Nesta semana foram abordados temas como dependência química, ansiedade e medo do coronavírus, segurança e postura na rotina de trabalho em casa, entre outros assuntos. “Neste ano, o principal foco dos encontros online da SIPAT 2020 foi conversar sobre os impactos que a pandemia está provocando na saúde física e mental dos trabalhadores”, afirma Fabiane Santiago, Superintendente da SAAE. “Foi muito importante aproveitar esta ‘onda’ de comunicação remota, usando as tecnologias. Gostei do modelo e acredito que as duas empresas promoveram conhecimento para seus colaboradores”, contou Roberto de Almeida Ramos, técnico de segurança do trabalho da Atibaia Saneamento.

O diretor da Atibaia Saneamento, Eduardo Caldeira, disse que este modelo de capacitação online é um importante reforço na prevenção à COVID-19. “Por meio de treinamento e capacitação, além da mudança de comportamentos de riscos dos colaboradores, conseguimos avançar em rotinas de trabalho mais seguras. Para nós, esses pilares são inegociáveis, por isso, nosso interesse e empenho na SIPAT”, afirmou Caldeira.

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ESGOTAMENTO SANITÁRIO
Melhoram índices de cobertura em Atibaia

Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

24 de fevereiro, 2021
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HIGIENE
Limpeza das mãos reduz metade das doenças

No dia 5 de maio foi comemorado o Dia Mundial da Higiene das Mãos para lembrar a importância dessa medida na prevenção de infecções. A data, criada em 2009 pela OMS, nunca fez tanto sentido como nos dias atuais, por conta na pandemia COVID-19. Segundo a Unicef, cerca de 3,5 milhões de crianças morrem a cada ano por complicações decorrentes de diarreia e infecções respiratórias agudas. Caso houvesse conhecimento sobre a importância da lavagem das mãos, esse número poderia ser reduzido entre 25% e 50%. Apesar de parecer bastante simples, afinal basta ter água limpa e sabão, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), a água potável é um recurso fora do alcance de quase 35 milhões de brasileiros. Outro fator para propagação de infecções é a falta de coleta e tratamento de esgoto. No Brasil, apenas 53% da população tem acesso à coleta de esgoto, segundo o SNIS-2018, o que mostra que quase metade da população não possui saneamento básico o que, infelizmente, gera uma maior dificuldade em conter o avanço de doenças infecciosas. Para tentar reduzir esses números negativos, o SAAE Atibaia apresenta uma cobertura de tratamento de água de 96% (SNIS). “Sem investimento no saneamento básico, com água tratada, esgoto destinado adequadamente e lixo coletado, entre outros pontos importantes, é impossível lutarmos efetivamente contra o COVID-19. Nosso esforço localmente é termos o máximo possível de pessoas com essa qualidade de vida que salva tantas vidas”, explica Fabiane Santiago, Superintende da SAAE. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, empresa responsável pela coleta e tratamento de esgoto no município, diz que a empresa mantém uma Parceria Público-Privada com a SAAE. “Estudos comprovam que a cada R$ 1 investido em saneamento básico, economiza-se R$ 4 em saúde pública, e é este o intuito do nosso trabalho: oferecer 100% da coleta e tratamento de esgoto para garantir a saúde e bem-estar da população”, diz a gestora.

18 de maio, 2020
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ATIBAIA
Rodízio de funcionários para manter serviço

A Atibaia Saneamento mantém uma PPP com a SAAE no município para os serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto. Como um serviço essencial à sociedade mesmo em tempos de pandemia do coronavírus, a companhia mantém um rodízio diário de funcionários para execução de atividades, como desobstruções de rede e limpezas de ramais, além de outros que se encontram operando as ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) e realizando as análises para garantir o tratamento e a destinação adequada dos efluentes. Habitualmente, os funcionários já adotavam uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), porém a prática foi intensificada e foi adicionado o álcool gel como item indispensável para a higiene das mãos e equipamentos. “Quando mantemos ativos os serviços de saneamento básico como coleta e tratamento de esgoto, garantimos um risco a menos para a saúde da população. É um privilégio para mim e meus amigos de trabalho sabermos que estamos contribuindo ativamente para que o coronavírus seja contido na cidade”, contou Cleberson Felix dos Santos, que há três anos trabalha como encarregado operacional na Atibaia Saneamento. “Utilizamos todos os EPIs adequados para desempenhar as atividades com segurança e responsabilidade. Sabemos que o saneamento básico traz dignidade para o ser humano e melhora a qualidade de vida do cidadão”, disse Santos. A gerente operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, afirma que o momento é de cautela e a recomendação da OMS é de que as pessoas reforcem a higiene pessoal e lavem frequentemente as mãos com água e sabão. “Na linha de frente da Atibaia Saneamento, temos verdadeiros heróis nas ruas e nas ETEs. Agradecemos o esforço de toda a nossa equipe que segue comprometida em manter a continuidade da prestação dos nossos serviços”. De acordo com o diretor operacional da Atibaia Saneamento, Eduardo Caldeira, a população pode contar com os serviços da empresa. “Estamos com nossas equipes nas ruas desempenhando todos os serviços essenciais para o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário do município, considerando que, para combater esse vírus, é imprescindível manter não só a higiene pessoal, mas também a coletiva”, alertou o diretor. A companhia adotou algumas medidas para resguardar e garantir a segurança dos colaboradores que estarão nessa linha de frente. “Elaboramos um Plano de Contingência com base nas orientações da OMS e do MS e treinamos nossos colaboradores sobre a importância de cada ação abordada no Plano como a constante higienização das mãos e das ferramentas, o distanciamento social e o uso dos EPIs, como máscaras de proteção e luvas, durante a execução de serviços que exijam maior exposição, como as desobstruções de rede e coleta de efluentes”, explicou Eduardo.

13 de abril, 2020
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ESGOTO
Atibaia inaugura sistema de reciclagem

A Atibaia Saneamento inaugurou, em março, um sistema de reciclagem interna de efluente tratado, o que representa o reaproveitamento do recurso que seria devolvido ao Rio Atibaia após o devido tratamento. O processo de tratamento de esgoto gera lodo, resíduo que passa por um processo de remoção de umidade para ser transportado e destinado a aterro sanitário. O lodo é submetido a tratamento químico para ser desidratado e depois direcionado a um equipamento rotativo capaz de fazer separação entre líquidos e sólidos. Seguindo a linha da sustentabilidade, a Atibaia Saneamento implantou um projeto que visa reduzir o consumo de água potável na Estação de Tratamento de Esgoto Estoril, aplicando o reuso do efluente tratado na etapa de desidratação do lodo excedente. De acordo com a Gerente Operacional da Atibaia Saneamento, Indiara Jogas, com a aplicação desse projeto a Atibaia Saneamento reduzirá em cerca de 78% o consumo de água potável na operação da ETE Estoril. “A gestão racional da água é um desafio-chave para o planeta neste século XXI e nós não queremos apenas observar esse momento, mas participarmos ativamente contribuindo para um melhor uso dos recursos ambientais. O lodo da ETE Estoril já é destinado a uma empresa especializada em soluções ambientais, que transforma o lodo em fertilizante agrícola e agora reutilizando o efluente tratado no processo de desidratação, tornamos nossa operação ainda mais sustentável”, concluiu a gerente. A Atibaia saneamento inscreveu o projeto na 15ª edição do Prêmio FIESP de Conservação e Reuso da Água que homenageia as empresas que adotam medidas efetivas na redução do consumo e do desperdício de água, gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

23 de março, 2020
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ATIBAIA
SAAE investiga qualidade da água

O SAAE - Saneamento Ambiental de Atibaia recebeu queixas recentemente de moradores sobre a qualidade da água distribuída no município. Algumas pessoas relataram a água ter gosto e odor alterados. A autarquia decidiu criar um comitê de gestão de crise para identificar os casos apresentados. Há algum tempo o SAAE investiga lançamentos indevidos e criminosos de substâncias no manancial de captação do córrego do Onofre e no sistema produtor Cerejeiras que abastecem os bairros Imperial, Cerejeiras e Caetetuba, principais redutos de indisposição da população. “Fizemos comunicados para todos os órgãos competentes e temos em andamento um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público para apurar os possíveis responsáveis”, informa a Superintendente do SAAE, Fabiane Santiago. O laboratório Ecosystem Análises Ambientais, de Campinas, coletou amostra do reservatório central do Cerejeiras para uma análise completa de acordo com portaria de consolidação nº 05 do Ministério da Saúde. Os resultados ainda não foram apresentados pela empresa campineira. Segundo o SAAE, em períodos de chuva há maior contribuição da poluição difusa da rodovia e no entorno do córrego. Além disso, as altas temperaturas do verão brasileiro fazem aumentar o consumo de água e, consequentemente, a utilização de produtos químicos, principalmente cloro, para garantir uma água segura. O SAAE informa que a água, às vezes, pode sair turva ou branca da torneira, fruto do ar dissolvido na água, devido às oscilações de pressão nas tubulações e nos reservatórios. É um fenômeno pontual que não afeta a qualidade da água. O insumo pode também aparecer de cor castanha ou avermelhada, devido à formação e arrastamento de depósitos de ferro nas tubagens. Para voltar a ficar clara, basta deixar correr a água durante algum tempo e consumir só depois deste procedimento.

9 de março, 2020