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SANEAMENTO

Atibaia comemorar 12 anos de operação no município com resultados positivos

Atibaia comemorar 12 anos de operação no município com resultados positivos

Empresa destaca evolução estrutural e social, superando médias nacionais e reforçando meta de universalização do esgotamento sanitário no município

No próximo dia 1º de julho de 2025, a Atibaia Saneamento comemora 12 anos de atuação no município por meio de uma atuação conjunta com a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE). A operação tem promovido melhorias significativas no sistema de coleta e tratamento de esgoto, beneficiando diretamente a saúde pública, o meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico local. Ao longo desse período, a empresa ampliou a capacidade operacional e atende atualmente boa parte da população local de cerca de 158 mil moradores com três Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), Estoril, Caetetuba e Palmeiras, e 19 Estações Elevatórias de Esgoto (EEE). A modernização da ETE Estoril, por exemplo, aumentou sua capacidade de tratamento de 200 para 300 litros por segundo, enquanto a ETE Caetetuba, com tecnologia compacta, trata 70 litros por segundo, levando saneamento a regiões antes desassistidas.

Além das melhorias estruturais, a Atibaia Saneamento iniciativas sociais e ambientais, como o projeto Cozinha Sustentável, que está em sua terceira edição, e promove oficinas culinárias com foco em empreendedorismo e reaproveitamento de alimentos, beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade. Outra ação é o Aqua Nave, que utiliza realidade virtual para educar mais de 800 pessoas sobre saneamento e sustentabilidade. Com capacidade para atender até 500 visitantes por dia, o projeto foi pensado para ser acessível a todos, conta com elevador para cadeirantes, audiodescrição e tradução em Libras. No âmbito ESG, a empresa conseguiu destinar mais de 800 toneladas de lodo de esgoto para compostagem em 2024, transformando resíduos em fertilizantes orgânicos e reforçando seu compromisso com a economia circular.

Com esses avanços, a Atibaia possui índices superiores à média nacional em coleta e tratamento de esgoto, com 96,17% de coleta e 80,49% de tratamento, conforme dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA). "Como empresa responsável pelo sistema de esgoto da cidade, compreendemos que nossa missão é maior do que prestar serviços de saneamento básico para a população de Atibaia. Os avanços sustentáveis que conquistamos para atingir uma entrega competente deste serviço nos aproximam de premissas indispensáveis em nossa cultura organizacional: a universalização do acesso, a geração de empregos, saúde, educação e a preservação do meio ambiente", afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento. Com foco na universalização do esgotamento sanitário, a Atibaia Saneamento reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos serviços, visando proporcionar mais qualidade de vida à população e contribuir para o desenvolvimento sustentável do município.

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Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

24 de fevereiro, 2021