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Atibaia Saneamento zera óbitos por doenças gastrointestinais

Atibaia Saneamento zera óbitos por doenças gastrointestinais

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento zerou a taxa de óbitos por doenças gastrointestinais infecciosas na população total nos últimos três anos, segundo números do DataSUS. A empresa conseguiu o bom resultado graças aos investimentos na melhoria dos sistemas de coleta e tratamento de esgoto no município, com a expansão das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) existentes e trabalhando na construção de novas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs). Com mais de uma década na cidade, a Atibaia Saneamento mantém ativas atualmente três ETEs e 18 EEEs e já atende mais de 92 mil moradores. “Estamos comprometidos com a universalização dos serviços de esgotamento sanitário em Atibaia, pois sabemos do impacto positivo que essa infraestrutura tem para a saúde pública e para os diversos setores da sociedade, entre eles educação, meio ambiente e economia. Por isso, vamos continuar trabalhando para levar mais bem-estar para a população e colaborar para o desenvolvimento social local”, finaliza o diretor-geral da Atibaia Saneamento, Mateus Banaco.

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento zerou a taxa de óbitos por doenças gastrointestinais infecciosas na população total nos últimos três anos, segundo números do DataSUS. A empresa conseguiu o bom resultado graças aos investimentos na melhoria dos sistemas de coleta e tratamento de esgoto no município, com a expansão das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) existentes e trabalhando na construção de novas Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs).

Com mais de uma década na cidade, a Atibaia Saneamento mantém ativas atualmente três ETEs e 18 EEEs e já atende mais de 92 mil moradores. “Estamos comprometidos com a universalização dos serviços de esgotamento sanitário em Atibaia, pois sabemos do impacto positivo que essa infraestrutura tem para a saúde pública e para os diversos setores da sociedade, entre eles educação, meio ambiente e economia. Por isso, vamos continuar trabalhando para levar mais bem-estar para a população e colaborar para o desenvolvimento social local”, finaliza o diretor-geral da Atibaia Saneamento, Mateus Banaco.

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Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

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A Atibaia Saneamento já recebeu de sua controladora, o grupo Iguá, mais de R$ 60 milhões em ampliação e modernização do Sistema Estoril e ainda prevê a construção de novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s) e a entrega à população de 100% do esgoto tratado até 2021. Em Guaratinguetá, as tratativas seguem positivamente para a assinatura do termo aditivo que contemplará todos os investimentos necessários para evolução do tratamento do esgoto para o município do Vale do Paraíba. “Trabalhamos sempre em busca dos resultados positivos e, com a aprovação do novo marco legal, teremos condições de ampliar os serviços. O avanço das ações em saneamento possibilita o desenvolvimento econômico do País, proporcionando mais saúde e qualidade de vida à população, além de geração de emprego e renda”, destaca Eduardo Caldeira, diretor da Atibaia Saneamento, empresa do Grupo Iguá Saneamento. O presidente da Iguá, Gustavo Guimarães, diz que as mudanças na Lei do Saneamento terão como impacto positivo o aumento dos investimentos no setor. “A maior abertura à participação das empresas privadas cria um modelo capaz de dar mais eficiência e velocidade ao esforço de universalizar esse serviço fundamental. Mais que isso, a modernização do marco legal traz, obrigatoriamente, um desafio significativo para as empresas do setor, sejam elas públicas ou privadas. É preciso que a população passe a ser a prioridade de qualquer operação de saneamento. Isso significa deixar de ver as pessoas como usuárias do serviço e, enfim, alçá-las à condição de clientes”, ressalta.

16 de dezembro, 2019