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ESGOTO

Atibaia Saneamento amplia coleta e tratamento

Atibaia Saneamento amplia coleta e tratamento

ETE opera com capacidade de remoção de nutrientes de nitrogênio e passa a funcionar por meio do sistema de fluxo contínuo, o que aumenta a vazão e qualidade do efluente.

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento acaba de inaugurar a 2ª etapa de modernização e ampliação da ETE Estoril no município. A conclusão das obras aproxima a cidade das metas de universalização da coleta e tratamento esgoto. Entre as atualizações, a transformação da unidade em uma estação terciária é a principal delas.

Com a entrega, a ETE opera com capacidade de remoção de nutrientes de nitrogênio e passa a funcionar por meio do sistema de fluxo contínuo, o que aumenta a vazão e qualidade do efluente final. A modernização possibilitará a ampliação de tratamento em 100 litros de esgoto por segundo, um benefício não apenas para a saúde e bem-estar dos munícipes, mas também para o meio ambiente. “Antes, a capacidade de tratamento da ETE Estoril era de 200 litros de esgoto por segundo e, agora, esse número aumentou para 300. Por isso, essa entrega é uma das mais importantes para a região contemplada pelo Rio Atibaia, pois quanto mais efluente purificado, mais eficiência e qualidade no saneamento”, explica a diretora operacional da Atibaia Saneamento, Mirian Güillen.

A primeira etapa de ampliação da ETE ocorreu em 2019 e, neste ano, a entrega da 2ª etapa permite a expansão dos serviços de saneamento no município para alcançar a universalização do esgoto em Atibaia. Além do Estoril, a Atibaia Saneamento opera também com a ETE no bairro Caetetuba, realizando a cobertura de esgoto para mais de 70% da população (SNIS 2020).

A Atibaia Saneamento é uma das empresas da Iguá e atua segundo a Estratégia SERR – Segurança Hídrica, Eficiência na Gestão do Ciclo da Água, Responsabilidade na Coleta e Tratamento de Esgoto e Respeito às Pessoas, visando mudanças socioeconômicas efetivas no futuro. “Acreditamos que o saneamento é uma ferramenta capaz de transformar vidas e impacta diretamente na redução das desigualdades sociais, geração de empregos e renda nas cidades. Assim, investir em tratamento de esgoto de qualidade é permitir o avanço de todos esses setores”, comenta o diretor-geral da Atibaia Saneamento, Mateus Banaco.

O CEO da Iguá Saneamento, Carlos Brandão, na inauguração, reforçou a ambição da companhia para a mudança no atual cenário nacional, no qual 45% da população vive sem esgotamento sanitário. Em cinco anos de atuação a Iguá realizou uma série de investimentos que somam mais de R$ 2 bilhões

em obras e melhorias para o benefício da população dos municípios onde está presente e planeja contribuir ainda mais até o final deste ano.

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Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

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A Atibaia Saneamento já recebeu de sua controladora, o grupo Iguá, mais de R$ 60 milhões em ampliação e modernização do Sistema Estoril e ainda prevê a construção de novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s) e a entrega à população de 100% do esgoto tratado até 2021. Em Guaratinguetá, as tratativas seguem positivamente para a assinatura do termo aditivo que contemplará todos os investimentos necessários para evolução do tratamento do esgoto para o município do Vale do Paraíba. “Trabalhamos sempre em busca dos resultados positivos e, com a aprovação do novo marco legal, teremos condições de ampliar os serviços. O avanço das ações em saneamento possibilita o desenvolvimento econômico do País, proporcionando mais saúde e qualidade de vida à população, além de geração de emprego e renda”, destaca Eduardo Caldeira, diretor da Atibaia Saneamento, empresa do Grupo Iguá Saneamento. O presidente da Iguá, Gustavo Guimarães, diz que as mudanças na Lei do Saneamento terão como impacto positivo o aumento dos investimentos no setor. “A maior abertura à participação das empresas privadas cria um modelo capaz de dar mais eficiência e velocidade ao esforço de universalizar esse serviço fundamental. Mais que isso, a modernização do marco legal traz, obrigatoriamente, um desafio significativo para as empresas do setor, sejam elas públicas ou privadas. É preciso que a população passe a ser a prioridade de qualquer operação de saneamento. Isso significa deixar de ver as pessoas como usuárias do serviço e, enfim, alçá-las à condição de clientes”, ressalta.

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