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TRATAMENTO DE ÁGUA

Tecnologia da UFSCar remove antibióticos e pesticidas da água
Cientistas da UFSCar desenvolveram uma tecnologia inovadora que utiliza luz ultravioleta e agentes oxidantes para remover antibióticos e pesticidas da água.
10 de julho, 2026

Ecolab e IPEL reforçam ganhos operacionais com tecnologia para tratamento
2 de junho, 2026
Mais notícias e artigos sobre TRATAMENTO DE ÁGUA

Previsão de conclusão é 2028, com potencial para beneficiar aproximadamente 450 mil moradores de Nova Iguaçu, além de municípios vizinhos como Japeri, Queimados e Belford Roxo.

A Wier desenvolveu uma tecnologia inovadora que utiliza ozônio para reduzir em até 95% o uso de produtos químicos no tratamento de água, oferecendo uma alternativa mais eficiente e sustentável.

A Engeper aprimora a tecnologia de Eletrodiálise Reversa (EDR), alcançando 280% de aumento na eficiência e simplificando o tratamento de águas subterrâneas salinas em uma única etapa.

Piracicaba investe R$ 9,65 milhões na modernização da ETA Luiz de Queiroz, ampliando capacidade de 64,8 para 86,4 milhões de litros diários e beneficiando 120 mil habitantes em 170 bairros.

Tecnologia inédita da Flinders University utiliza nanogaiolas para capturar substâncias químicas eternas de cadeia curta, consideradas as mais difíceis de eliminar pelos tratamentos convencionais

Ultrafiltração emerge como solução viável para recuperar água de lavagem de filtros em ETAs, contribuindo para maior eficiência hídrica e sustentabilidade no tratamento de água no Brasil.

Unidade vai suprir a crescente demanda por ácido clorídrico, hipoclorito de sódio e soda cáustica — produtos para o saneamento básico e para os setores de higiene e limpeza — no Nordeste.

O projeto é uma realização da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil - FAMBRAS e a Fundação Mohammed Bin Rashid Al Maktoum Humanitarian & Charity

A ETA móvel tem capacidade de uma vazão de 20 litros por segundo de água ou 1.7 milhão litros por dia

Atualmente, o sistema de esgotamento sanitário da Sanasa atende 96,3% da população urbana de Campinas e opera 22 Estações de Tratamento de Esgoto

produção brasileira de cloro atingiu 684,7 mil toneladas nos oito primeiros meses de 2023, o que corresponde a uma queda de 1,7%

Após três anos, a empresa dá um novo passo para desenvolver na ETL um processo de reaproveitamento da água resultante do desaguamento do elemento.

O projeto marca a entrada da companhia na Região Norte. A ETE Lontra tem capacidade de tratar 395L/s de esgoto

É um aumento de 63% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nas mesmas bases, o EBITDA atingiu R$ 4,3 bilhões

. O trabalho é desenvolvido com os programas Trato pelo Saneamento em diversas cidades de SC

Produto substitui a areia e o antracito usados tradicionalmente para este tipo de processo

Empresa almeja universalização do serviço de esgoto em 2024

São iniciativas e projetos que permitam levar tratamento de água e esgoto para toda população brasileira.

Os serviços da nova concessão irão beneficiar mais de 350 mil pessoas

A empresa já atingiu a universalização do serviço de água e está com obras para expansão da cobertura de esgotamento sanitário, com previsão de término ao final de 2024

A norma, que altera a Lei do Saneamento Básico, tem origem no Projeto de Lei n º 4109/12, do ex-deputado Laercio Oliveira (SE), aprovado pela Câmara em 2019

A expectativa é que a fábrica de São Sebastião do Passé esteja operando em plena capacidade nos próximos 30 dias

O produto pode ser caracterizado como pequenos pedaços duros de esponja aberta, cheio de poros internos de diferentes tamanhos.

O produto pode ser aplicado em uma série de processos como oxidante em ETAs e ETEs.

ETE opera com capacidade de remoção de nutrientes de nitrogênio e passa a funcionar por meio do sistema de fluxo contínuo, o que aumenta a vazão e qualidade do efluente.

Com o retorno da produção de plantas que foram paralisadas, a taxa de uso da capacidade instalada voltou a ficar acima de 80%.

O carboneto de titânio carboxilado MXene foi capaz de remover 95% dos íons de mercúrio de água contaminada em um minuto.

Foram investidos R$ 40 milhões na nova filial, com capacidade produtiva de nove mil toneladas mensais de Policloreto de Alumínio.

As soluções adotadas pela Cedae vão representar um custo anual de R$ 28,2 milhões.

Empresa de serviços ambientais especializada em tratamento de efluentes e lodos industriais, a Okena recebeu aporte de R$ 7 milhões da gestora Rise Ventures em uma rodada de follow on para investir em P&D, infraestrutura e reforço em sua área comercial. A partir do investimento recebeido, a Okena prevê um crescimento entre 30% e 45% anual para os próximos cinco anos. Segundo Francisco Teixeira de Goeye, CEO da Okena, 50% do resultado no quinto ano será dos novos serviços que serão lançados com o aporte. A Okena faz parte do portfólio de empresas investidas da Rise desde 2019, uma parceria baseada no compartilhamento de valores e na convicção de que negócios devem promover impacto socioambiental positivo. “Desde o início, nossa busca por um investidor externo precisava estar alinhada com nossas crenças. Buscamos um fundo ou investidor que acreditasse em três elementos que, para nós, são inegociáveis: o potencial das empresas de transformação e geração de impacto positivo; a interdependência entre humanos e meio ambiente; e a capacidade de evolução das pessoas”, diz o CEO. Os R$ 7 milhões investidos pela Rise na Okena serão diversificados tanto para uma maior penetração no mercado de tratamento de efluentes industriais quanto para permitir a expansão da atuação para novas áreas. O montante será destinado P&D com o objetivo de encontrar novas formas de transformar resíduos em produtos que possam ser usados para diferentes finalidades. Um dos projetos que deve ganhar recursos é a pesquisa que visa à fabricação de um novo produto a partir de fraldas usadas descartadas, em parceria com a Boomera. A área, chamada Okena Labs, também trabalha no projeto de fabricação de produtos químicos e industriais a partir de resíduos da indústria Metalúrgica e Papel & Celulose e da indústria de Tintas e Resinas. Outra parcela do aporte será destinada à infraestrutura, para modernizar o processo de tratamento e aumentar a capacidade de recebimento, armazenamento e tratamento dos efluentes industriais. O terceiro pilar irá fortalecer a estrutura comercial, com a modernização dos processos e fluxos da área. “Planejamos também lançar novos serviços para atender as indústrias do estado de São Paulo, auxiliando-as com passivos ambientais e limpezas técnicas”, conta Goeye. O principal impacto positivo direto da Okena está relacionado à água limpa e à preservação do ecossistema: o Brasil tem 12% de toda a água doce da superfície do mundo, e efluentes industriais têm potencial de poluir até 1000 vezes mais do que o esgoto doméstico. A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (ABETRE) informa que são gerados cerca de cinco mil metros cúbicos diários de efluentes industriais, dos quais 60% são despejados de modo irregular em rede de esgotos e corpos d'água – o que equivale a 500 caminhões-tanque por dia, dos quais 300 iriam parar na natureza. A Okena trata cerca de 6.000 caminhões-tanque de efluentes industriais de diversos clientes por ano — garantindo que a água retorne para natureza de maneira segura e limpa.

De acordo com os dados da construtora responsável pela obra, a nova ETA suporta um crescimento de até 30 anos da vila.

Artigo por Andreas Göhringer Por Andreas Göhringer * Muito se fala nos critérios ESG atualmente, mas como ir além do discurso e passar à prática numa perspectiva de longo prazo? Atender às necessidades e expectativas dos stakeholders nas três áreas – ambiental, social e governança – exige coragem para realizar um diagnóstico aprofundado de todas as operações e, na sequência, passar para um plano de ação que sane os possíveis gargalos da empresa. Claramente, é preciso investir para obter um raio-x realista de sua própria atividade. Gostaria de abordar uma área em que se faz necessária a aplicação de tais critérios com urgência no Brasil: o saneamento. Sabemos que o tratamento da água no Brasil e a adequação de efluentes industriais é uma emergência, e a crise hídrica apenas intensifica isso. Se pensarmos que a média de água potável perdida no Brasil em 2018 foi de 38,45% do total (de acordo com o Trata Brasil e Water.org), fica clara a necessidade de investimentos na infraestrutura do serviço de fornecimento de água. Destaco ainda a importância da manutenção de todo o sistema, pois medidores mais modernos e precisos podem estancar vazamentos e alertar para deficiência do processo. Os dados obtidos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico revelam que o ganho financeiro que o país teria com a redução de perda desse volume de água poderia chegar a R$ 30 bilhões até 2033. Como a sua empresa se encontra nesse quesito? Seja na atuação com o tratamento de água potável ou na recuperação de seus efluentes, necessário em indústrias de todo ramo, podemos dizer que a perda desse precioso recurso hoje é inadmissível, e equipamentos atualizados e modernos podem ser uma ótima ferramenta evitar o desperdício. O quesito ambiental, quando se fala em saneamento, é óbvio, mas o social também se faz presente. Afinal, 16% da população brasileira ainda vive sem água tratada, e 47%, ou seja, quase a metade, sem acesso à rede de esgoto. Como sua empresa se relaciona com o entorno de suas unidades fabris? Esse é um ponto que já foi abordado por muito tempo dentro de um viés assistencialista, mas que hoje exige medidas realistas e estruturais. A gestão das indústrias, ou sua governança interna e externa, também pode trazer insights de melhoria no tratamento da água e efluentes. Se pensarmos no transporte de fluidos, por exemplo, é crucial que ele seja realizado sem vazamentos, sem a corrosão dos equipamentos condutores e riscos de explosão. É preciso ter domínio de técnicas, é claro, mas também equipamentos próprios e calibrados, com manutenção em dia. As empresas que tiverem coragem de investir e mudar suas práticas em prol do planeta terão como recompensa a consciência limpa e a manutenção de sua competitividade. * Andreas Göhringer é Conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK-PR) e CEO da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle no Brasil.

Por Ailton César Teles de Barros, Paulo Ricardo Amador Mendes, Rafael Medeiros Ribeiro, Tatiane do Nascimento Lopes e João Vitor Pena de Souza RESUMO Nas estações de tratamento de água (ETAs), durante o processo de purificação de água, é necessária a paralisação das unidades operacionais de decantação e filtração após certo tempo de funcionamento para a realização da descarga e lavagem para a remoção das impurezas retidas. Trabalho este necessário para a maximização da eficiência de operação. Para tanto, durante as lavagens destas unidades, ocorre o descarte de grande volume de água. Mediante o descarte de quantidade considerável de água durante a lavagem destas unidades operacionais, viu-se a oportunidade de avaliar o potencial qualitativo e quantitativo deste volume de água para o reaproveitamento no processo de tratamento, objetivando reduzir as perdas inerentes ao tratamento. O volume médio mensal descartado corresponde a 32.304 m³, equivalendo a aproximadamente 13 piscinas olímpicas. Através da análise dos parâmetros físicos inicialmente realizados, a qualidade do efluente clarificado apresentou-se equivale a água decantada para os parâmetros cor, turbidez e pH após o ensaio de sedimentação durante o tempo de 3,0 horas. A princípio, seria possível o reaproveitamento no sistema de tratamento. Para tanto, serão necessários estudos complementares, através da avaliação dos parâmetros químicos e bacteriológicos, para melhor certificação do potencial qualitativo, de forma a aumentar a oferta de água tratada. Leia o artigo completo na edição 199 de Saneamento Ambiental

