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Obras da Atibaia saneamento beneficiam bacias PCJ

Obras da Atibaia saneamento beneficiam bacias PCJ

Obras contribuíram para toda a região das bacias Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ

Operação do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento realizou obras de infraestrutura no município paulista que contribuíram para toda a região das bacias Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). No entorno contemplado por uma área de aproximadamente 15.377 km2 , com 92,45% no estado de São Paulo e 7,55% em Minas Gerais, estão as cabeceiras das águas do Jaguari, Camanducaia e Atibaia – rio de lançamento do,efluente tratado pela empresa.

Além de Atibaia, outros 75 municípios integram as Bacias PCJ, sendo 70 deles do estado de São Paulo, como Águas de São Pedro, Americana, Artur Nogueira, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Campinas, Campo Limpo Paulista, Capivari, Charqueada, Cosmópolis, Holambra, Hortolândia, Ipeúna, Iracemápolis, Itatiba e Jarinu, por exemplo. “Atualmente em Atibaia temos um índice de esgotamento sanitário para a coleta e tratamento de esgoto bem satisfatório. Essas taxas são bastante positivas e influem na qualidade dos rios da região e na preservação ambiental ao entorno da cidade, já que quanto maior o volume de efluente doméstico destinado às ETEs locais, menor será a quantidade de substâncias prejudiciais despejadas nos mananciais”, explica o gerente operacional da Atibaia Saneamento, Carlos Santana Junior.

Desde 2013, a concessionária atende o município por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) com a SAAE, elevando os índices de saneamento locais e trabalhando para a entrega de ETEs cada vez mais eficientes e modernas.

A última grande obra da Atibaia Saneamento foi inaugurada em setembro de 2022, a 2ª fase da Estação de Tratamento de Esgoto no bairro Estoril, com a ampliação na capacidade de tratamento do efluente e expansão da área de atendimento para aproximadamente 85 mil moradores.


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Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

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