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RIO DE JANEIRO

Cedae afirma que água é boa

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) divulgou nota afirmando que a água distribuída aos cariocas está dentro dos padrões de potabilidade e consumo. Os resultados da análise das amostras por laboratório externo apresentaram traços de geosmina/Mib em níveis muito baixos. Segundo a Cedae, isto explica as alterações de gosto e odor na água, mas o insumo permanece apto para o consumo, além de atender aos parâmetros do Ministério da Saúde. O aumento da dosagem de carvão ativado utilizado de forma contínua na entrada da estação Guandu atua na remoção da geosmina/Mib. A Cedae também monitora a quantidade e espécies de algas na lagoa e aplica a argila ionicamente modificada com o objetivo de diminuir a proliferação das algas no local. Além disso, a Cedae solicitou aos laboratórios a redução do prazo no envio dos resultados de concentração de geosmina/Mib e gosto e odor, o que confere mais agilidade na operação de controle de qualidade. A Cedae publica no site www.cedae.com.br os resultados das análises de concentração de geosmina/Mib no ponto de captação e na saída da ETA Guandu, além dos parâmetros exigidos pelo Ministério da Saúde. O link para os relatórios https://www.cedae.com.br/relatoriosguandu .

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) divulgou nota afirmando que a água distribuída aos cariocas está dentro dos padrões de potabilidade e consumo. Os resultados da análise das amostras por laboratório externo apresentaram traços de geosmina/Mib em níveis muito baixos. Segundo a Cedae, isto explica as alterações de gosto e odor na água, mas o insumo permanece apto para o consumo, além de atender aos parâmetros do Ministério da Saúde. 

O aumento da dosagem de carvão ativado utilizado de forma contínua na entrada da estação Guandu atua na remoção da geosmina/Mib. A Cedae também monitora a quantidade e espécies de algas na lagoa e aplica a argila ionicamente modificada com o objetivo de diminuir a proliferação das algas no local. Além disso, a Cedae solicitou aos laboratórios a redução do prazo no envio dos resultados de concentração de geosmina/Mib e gosto e odor, o que confere mais agilidade na operação de controle de qualidade.

A Cedae publica no site www.cedae.com.br os resultados das análises de concentração de geosmina/Mib no ponto de captação e na saída da ETA Guandu, além dos parâmetros exigidos pelo Ministério da Saúde. O link para os relatórios https://www.cedae.com.br/relatoriosguandu.

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SANTA CATARINA
Águas de Bombinhas reduz perdas de água

Empresa do Grupo Aegea Saneamento, a Águas de Bombinhas conseguiu, com economia e otimização do trabalho, reduzir para 15% as perdas de água, índice muito inferior à média nacional, que é de 38% de acordo com os números divulgados pelo instituto Trata Brasil. A média de perdas de água no estado catarinense no momento da distribuição chega aos 35%. O coordenador de operações da Águas de Bombinhas, Gabriel Balparda Fasola, disse que o objetivo da empresa é continuar diminuindo constantemente os números. "A redução no índice de perda de água tratada é um objetivo da concessionária, tanto pela economia como pelo enfoque sustentável", explica. "A redução de perdas representa a melhor distribuição de água para os bairros e, consequentemente, maior oferta de água tratada", completa. Nos últimos meses, a concessionária concluiu a instalação de três novos macromedidores em pontos estratégicos de Bombinhas. A cidade é dividida em diferentes setores e estes equipamentos têm a função de medir o volume de água que é distribuído em cada setor. Desta forma, as equipes conseguem avaliar o quanto de água saiu da Estação de Tratamento de Água e fazer uma comparação com o volume que chega às residências. "Cada gota de água é importante. Vale reforçar que também temos instaladas em nosso sistema três válvulas redutoras de pressão (VRP). O objetivo destes dispositivos é de controlar a pressão da água na cidade, evitando possíveis rompimentos", comenta Maraísa Mendoça Oliveira, responsável pelo Centro de Controle Operacional (CCO). Além destas medidas, a Águas de Bombinhas realiza cerca de 150 reparos mensais em diferentes pontos do sistema de abastecimento. “São cavaletes, ramais de ligação e redes, que buscamos reparos que buscamos reduzir o prazo de 12h para justamente evitar maiores perdas”.

12 de outubro, 2020
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ATIBAIA
SAAE investiga qualidade da água

O SAAE - Saneamento Ambiental de Atibaia recebeu queixas recentemente de moradores sobre a qualidade da água distribuída no município. Algumas pessoas relataram a água ter gosto e odor alterados. A autarquia decidiu criar um comitê de gestão de crise para identificar os casos apresentados. Há algum tempo o SAAE investiga lançamentos indevidos e criminosos de substâncias no manancial de captação do córrego do Onofre e no sistema produtor Cerejeiras que abastecem os bairros Imperial, Cerejeiras e Caetetuba, principais redutos de indisposição da população. “Fizemos comunicados para todos os órgãos competentes e temos em andamento um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público para apurar os possíveis responsáveis”, informa a Superintendente do SAAE, Fabiane Santiago. O laboratório Ecosystem Análises Ambientais, de Campinas, coletou amostra do reservatório central do Cerejeiras para uma análise completa de acordo com portaria de consolidação nº 05 do Ministério da Saúde. Os resultados ainda não foram apresentados pela empresa campineira. Segundo o SAAE, em períodos de chuva há maior contribuição da poluição difusa da rodovia e no entorno do córrego. Além disso, as altas temperaturas do verão brasileiro fazem aumentar o consumo de água e, consequentemente, a utilização de produtos químicos, principalmente cloro, para garantir uma água segura. O SAAE informa que a água, às vezes, pode sair turva ou branca da torneira, fruto do ar dissolvido na água, devido às oscilações de pressão nas tubulações e nos reservatórios. É um fenômeno pontual que não afeta a qualidade da água. O insumo pode também aparecer de cor castanha ou avermelhada, devido à formação e arrastamento de depósitos de ferro nas tubagens. Para voltar a ficar clara, basta deixar correr a água durante algum tempo e consumir só depois deste procedimento.

9 de março, 2020
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ÁGUA
Equipamentos monitoram qualidade no Rio

Quatro estações de monitoramento da qualidade da água acabam de ser instaladas nos municípios de Nova Friburgo (Rio Grande), São Fidélis (Rio Dois Rios) e Campos dos Goytacazes (Rio Muriaé e Rio Paraíba do Sul). Os equipamentos fazem parte de projeto-piloto do Intecral (Integração de Ecotecnologias e Serviços para o Desenvolvimento Rural Sustentável), parceria do Programa Rio Rural, da Secretaria de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, com o governo da Alemanha. Os equipamentos, de alta precisão, são os primeiros no estado a funcionar totalmente de forma automatizada, além de fornecer dados mais complexos e em tempo real sobre a qualidade da água e pontos críticos de poluição. Há três anos, pesquisadores estrangeiros resolveram identificar gargalos produtivos no interior do Rio e propor soluções que respeitem o meio ambiente. No caso da água, a opção foi pela instalação das estações. Os equipamentos, que representam investimento de quase R$ 500 mil, foram desenvolvidos por empresas alemãs e doados ao governo do estado. As sondas instaladas nas regiões Serrana e Norte fluminense trabalham de forma avançada. Além dos dados básicos da água, elas obtêm outros doze tipos de indicadores, como nível de turbidez (água barrenta), carga de amônia (indicador de bactérias) e clorofila (sinalizador de poluição). “Quanto melhor a qualidade da água, menos se gasta para tratá-la. Esses dados poderão ser utilizados pelos órgãos gestores dos recursos hídricos, como os comitês de bacias hidrográficas, as concessionárias de água e poder público”, explica Juan Ramírez, pesquisador de Gestão de Recursos Hídricos da Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia, na Alemanha. As estações funcionam através de sensores que realizam a medição dos indicadores e são encaixados em uma sonda, mergulhada na água. A sonda se liga a uma caixa receptora, em terra. Os fios da sonda são protegidos por uma tubulação de aço para evitar que sejam danificados. Os dados são atualizados de hora em hora e enviados, via Internet, até um software na Alemanha, que interpreta as informações e as transforma em relatórios que poderão ser acessados por qualquer interessado no assunto. “Isso é importante para o meio ambiente, porque teremos informações sempre em tempo real. Se houver poluição, temos que corrigí-la”, explica Peter Eichinger, engenheiro da empresa alemã responsável pela instalação dos equipamentos. Para o secretário estadual de Agricultura do Rio de Janeiro, Christino Áureo, as estações de monitoramento representam um marco na gestão racional do uso da água. “Elas permitem que estejamos na vanguarda do monitoramento hídrico, fortalecendo as ações de sustentabilidade”, afirma. O monitoramento inicialmente será realizado na Europa e, futuramente, no Brasil. A fabricante alemã Seba Hydrometrie também mantém estações de monitoramento da qualidade da água em países como China, Zâmbia e Arábia Saudita.

27 de julho, 2016
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INSTITUTOS
Inea contesta dados de Universidade gaúcha

O Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea) divulgou nota em que contesta os dados da Universidade de Novo Hamburgo reportados no final de julho em uma matéria. Para o Inea, a Universidade está em busca de notoriedade. O Inea afirma que monitora há 37 anos a qualidade da água em todos os pontos das Raias Olímpicas, com exceção da marina da Glória. Pelos parâmetros europeu e americano, a qualidade da água está apta para realização das provas. Fala-se, na reportagem, em concentrações de bactérias e vírus, quando a contagem (Unidade) é de número mais provável (NMP/100ml) ou contagem de colônias. Informa-se que não existem padrões de balneabilidade para vírus. "O Inea esclarece que monitora as condições das águas das raias olímpicas de acordo com os critérios nacionais e internacionais recomendados pelo comitê olímpico.” Atualmente, no Brasil e no mundo, para a avaliação das condições de banho, em águas para fins recreativos, são usados indicadores bacteriológicos, verificando-se a quantidade presente de coliformes fecais, enterococos e escherichia coli. Quando essas quantidades são encontradas acima dos padrões determinados, as águas são consideradas impróprias para banho. A Diretriz Européia de 2006 (Official Journal of the European Union (EU) - DIRECTIVE 2006/7/EC), que qualifica a situação das praias, remete ao monitoramento somente de escherichia coli e enterococos, assim como a própria revisão da EPA (United States Environmental Protection Agency) publicada no ano de 2012. A norma nacional a ser seguida é a resolução CONAMA 274/2000, que também ratifica o uso de indicadores bacteriológicos para a verificação de balneabilidade das praias. O Inea reconhece o problema da poluição por esgoto na maioria dos corpos d´água do Estado, mas para essa questão mais uma vez o indicador bacteriológico, coliforme fecal, é o mais indicado para aferir a questão, e isto está sendo monitorado regularmente pelo instituto. O Inea tem a parceria da Rio 2016 e do Comitê Olímpico Internacional no monitoramento dos indicadores oficiais nas áreas de provas. O instituto afirma que divulga regularmente, em seu portal, todos os resultados das análises.

4 de agosto, 2015