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RIO DE JANEIRO

Cedae terá que garantir água potável

A Defensoria Pública do Rio, o Ministério Público Estadual e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir informação sobre a crise de abastecimento e, principalmente, acesso à água potável para todos os consumidores prejudicados pela redução de 25% de capacidade da Elevatória do Lameirão. O compromisso vigorará até o restabelecimento total do serviço do Lameirão. O acordo assinado em ação civil pública que tramita na 8ª Vara de Fazenda Pública desde o início da pandemia prevê que a Cedae comprometa-se a manter os dados atualizados sobre as localidades atingidas diariamente em seu site, além de informações sobre o rodízio de abastecimento, bem como a contemplar, igualmente, todos os bairros e cidades servidos pelo Lameirão, e dispor de carros-pipa para fornecer água a esses moradores. Imóveis sem cisterna deverão ter prioridade no atendimento. “O limite diário das manobras para cada bairro, de forma não prejudicial somente aos bairros carentes, com um rodízio igualitário e não discriminatório, foi uma importante demanda atendida neste acordo homologado judicialmente” explica o coordenador do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria, defensor público Eduardo Chow De Martino Tostes.

A Defensoria Pública do Rio, o Ministério Público Estadual e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir informação sobre a crise de abastecimento e, principalmente, acesso à água potável para todos os consumidores prejudicados pela redução de 25% de capacidade da Elevatória do Lameirão. O compromisso vigorará até o restabelecimento total do serviço do Lameirão. 

O acordo assinado em ação civil pública que tramita na 8ª Vara de Fazenda Pública desde o início da pandemia prevê que a Cedae comprometa-se a manter os dados atualizados sobre as localidades atingidas diariamente em seu site, além de informações sobre o rodízio de abastecimento, bem como a contemplar, igualmente, todos os bairros e cidades servidos pelo Lameirão, e dispor de carros-pipa para fornecer água a esses moradores. Imóveis sem cisterna deverão ter prioridade no atendimento. “O limite diário das manobras para cada bairro, de forma não prejudicial somente aos bairros carentes, com um rodízio igualitário e não discriminatório, foi uma importante demanda atendida neste acordo homologado judicialmente” explica o coordenador do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria, defensor público Eduardo Chow De Martino Tostes.

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ABASTECIMENTO
Caesb investe em quatro reservatórios

Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) está reformando os reservatórios de água potável de Brazlândia, do Parque da Cidade, do Gama e de Santa Maria. Os quatro reservatórios garantem o abastecimento de água para 350 mil habitantes do Distrito Federal (DF). As reformas demandaram investimentos de R$ 16,5 milhões e os equipamentos terão uma vida útil de mais 30 anos, além de reduzir custos com limpeza e manutenção. Nas obras de reparo, estão sendo sanados problemas encontrados nas estruturas dos reservatórios, como corrosões, obstruções das juntas de dilatação, irregularidades nas placas das estruturas e fissuras. A Caesb também está fazendo toda a impermeabilização dos reservatórios. O reservatório mais antigo, com 61 anos, é o do Parque da Cidade, com capacidade de armazenamento de 60 mil m³, divididos em quatro câmaras. Ele é responsável por abastecer 100 mil pessoas, entre elas os moradores da região central de Brasília (Asa Sul, Asa Norte, Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro) e parte do Lago Sul. Já o de Brazlândia, com 36 anos, possui três câmaras, cada uma com capacidade de 1 mil m³ de água, atendendo toda a população de Brazlândia, um total de 45 mil habitantes. O do Gama, com 39 anos, armazena 10 mil m³ e garante o abastecimento de 50 mil moradores da região. Outro reservatório que está passando por manutenção é o de Santa Maria, o mais novo deles, com 25 anos, e responsável por atender 110 mil pessoas com 14 mil m³ de água. As obras dos quatro reservatórios começaram em março de 2020 e devem ser concluídas neste mês de abril. Segundo o coordenador regional da Superintendência de Obras da Caesb, Felipe Paiva, ao longo desse período nenhum cliente ficou desabastecido. “Todos os reservatórios possuem mais de uma câmara. Então, elas eram isoladas, revitalizadas e colocadas em operação após a conclusão de cada trabalho. Para tudo funcionar perfeitamente, temos três grandes áreas da Companhia envolvidas nesse trabalho. Vamos entregar quatro reservatórios completamente revitalizados à população”, afirma Paiva.

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O SAAE - Saneamento Ambiental de Atibaia recebeu queixas recentemente de moradores sobre a qualidade da água distribuída no município. Algumas pessoas relataram a água ter gosto e odor alterados. A autarquia decidiu criar um comitê de gestão de crise para identificar os casos apresentados. Há algum tempo o SAAE investiga lançamentos indevidos e criminosos de substâncias no manancial de captação do córrego do Onofre e no sistema produtor Cerejeiras que abastecem os bairros Imperial, Cerejeiras e Caetetuba, principais redutos de indisposição da população. “Fizemos comunicados para todos os órgãos competentes e temos em andamento um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público para apurar os possíveis responsáveis”, informa a Superintendente do SAAE, Fabiane Santiago. O laboratório Ecosystem Análises Ambientais, de Campinas, coletou amostra do reservatório central do Cerejeiras para uma análise completa de acordo com portaria de consolidação nº 05 do Ministério da Saúde. Os resultados ainda não foram apresentados pela empresa campineira. Segundo o SAAE, em períodos de chuva há maior contribuição da poluição difusa da rodovia e no entorno do córrego. Além disso, as altas temperaturas do verão brasileiro fazem aumentar o consumo de água e, consequentemente, a utilização de produtos químicos, principalmente cloro, para garantir uma água segura. O SAAE informa que a água, às vezes, pode sair turva ou branca da torneira, fruto do ar dissolvido na água, devido às oscilações de pressão nas tubulações e nos reservatórios. É um fenômeno pontual que não afeta a qualidade da água. O insumo pode também aparecer de cor castanha ou avermelhada, devido à formação e arrastamento de depósitos de ferro nas tubagens. Para voltar a ficar clara, basta deixar correr a água durante algum tempo e consumir só depois deste procedimento.

9 de março, 2020