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SÃO PAULO

1.200 caixas d’água para Paraisópolis

O Governo de São Paulo anunciou a distribuição de 1.200 caixas d'água em Paraisópolis para garantir acesso à água 24 horas por dia para cerca de 100 mil moradores da segunda maior comunidade localizada na zona sul da capital paulista. Segundo o ONDAS - Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento, a medida, para ser eficaz, necessita do envolvimento da comunidade para definir os locais onde serão instaladas as caixas d'água, além de o governo arcar com os custos da instalação. O ONDAS alega isso, pois medida similar foi adotada durante a crise de abastecimento de água na Região Metropolitana de São Paulo em 2014/2015, sem que apresentasse resultado satisfatório. "Esse impacto não é sentido nas áreas mais urbanizadas, exatamente porque as pessoas contam com reservatórios que atendem suas necessidades até a normalização do abastecimento. Assim, o argumento de que a iniciativa pretende 'prevenir a falta de água em momentos em que sejam necessários reparos emergenciais ou manutenções preventivas na rede de abastecimento' não é o único", esclarece o secretário executivo do ONDAS, Edson Aparecido da Silva. Segundo Aparecido, o ideal seria, a partir de discussão com a comunidade, a instalação de reservatórios coletivos de água, de fácil acesso e distância adequada, que possam ser utilizados pelos moradores em casos de emergência, do contrário, a medida é inócua. "Além disso, o Estado precisa tomar providências urgentes visando àqueles que não têm acesso formal à água, como a população em situação de rua, por meio, por exemplo, da criação de um programa de instalação de pias e tanques para higienização das mãos e roupas", conclui Edson.

O Governo de São Paulo anunciou a distribuição de 1.200 caixas d'água em Paraisópolis para garantir acesso à água 24 horas por dia para cerca de 100 mil moradores da segunda maior comunidade localizada na zona sul da capital paulista. 

Segundo o ONDAS - Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento, a medida, para ser eficaz, necessita do envolvimento da comunidade para definir os locais onde serão instaladas as caixas d'água, além de o governo arcar com os custos da instalação. O ONDAS alega isso, pois medida similar foi adotada durante a crise de abastecimento de água na Região Metropolitana de São Paulo em 2014/2015, sem que apresentasse resultado satisfatório. 

"Esse impacto não é sentido nas áreas mais urbanizadas, exatamente porque as pessoas contam com reservatórios que atendem suas necessidades até a normalização do abastecimento. Assim, o argumento de que a iniciativa pretende 'prevenir a falta de água em momentos em que sejam necessários reparos emergenciais ou manutenções preventivas na rede de abastecimento' não é o único", esclarece o secretário executivo do ONDAS, Edson Aparecido da Silva. Segundo Aparecido, o ideal seria, a partir de discussão com a comunidade, a instalação de reservatórios coletivos de água, de fácil acesso e distância adequada, que possam ser utilizados pelos moradores em casos de emergência, do contrário, a medida é inócua. "Além disso, o Estado precisa tomar providências urgentes visando àqueles que não têm acesso formal à água, como a população em situação de rua, por meio, por exemplo, da criação de um programa de instalação de pias e tanques para higienização das mãos e roupas", conclui Edson.

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Caixas d’água para moradores de baixa renda

Uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), irá distribuir e instalar caixas d’água à população de baixa renda em Belém a partir de 18 de agosto. A ação faz parte do programa Caixa D’água para Todos, que beneficiará mais de 50 mil pessoas da periferia da capital paraense. “Já foi publicada no Diário Oficial do Estado a ordem de serviço para darmos início aos trabalhos do programa Caixa d’água para todos. O vencedor da licitação é um consórcio de seis empresas que serão responsáveis por sete lotes na Região Metropolitana de Belém”, explicou Diego Batista, engenheiro da Cosanpa. A primeira etapa do programa prevê o cadastramento dos moradores, que será realizado pelas empresas vencedoras da licitação. Os moradores precisarão preencher requisitos, como por exemplo, estarem inscritos em programas do Governo Federal. “As equipes sociais das empresas farão visitas às residências e cada pessoa beneficiada assinará um termo de adesão. E ao final da instalação eles vão assinar um termo de recebimento, pois o projeto contempla a entrega de uma caixa d’água e a instalação da mesma”, acrescenta o engenheiro. O presidente da Cosanpa, José Antonio de Angelis, afirmou que mais de 20 bairros da capital serão contemplados com o Caixa D’água para Todos. “Iremos atender mais de 11 mil residências, totalizando mais 55 mil pessoas beneficiadas”. Cada caixa d’água distribuída e instalada para essa população tem capacidade de 500 litros. No total, 11.060 reservatórios serão distribuídos pelo programa a moradores de 22 bairros de Belém. Os recursos de R$ 26 milhões para o investimento são do Governo do Pará. A caixa d’água é um item fundamental dentro de casa para armazenamento e segurança de abastecimento em momentos de interrupção por manutenções no sistema de água. A recomendação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é que todo imóvel tenha um reservatório para atender as necessidades mínimas dos moradores por um período de, no mínimo, 24 horas.

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Avançar Cidades beneficia seis paulistas

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10 de janeiro, 2017