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ABASTECIMENTO

Sabesp inaugura reservatório metálico no Grajaú

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) inaugurou, dia 15 de abril, reservatório metálico no bairro Grajaú, zona Sul da capital paulista. A obra amplia a capacidade de armazenamento de água em 15 milhões de litros, além de melhorias nas condições operacionais e maior segurança no abastecimento de 500 mil habitantes. Com a inauguração do reservatório do Grajaú já são 22 equipamentos em funcionamento desde quando foi deflagrada a crise hídrica no início de 2014. Todos estes equipamentos têm capacidade de armazenamento de 147 milhões de litros de água tratada. Até o final de 2016, a expectativa da Sabesp é entregar mais três reservatórios: São Bernardo do Campo (15 milhões de litros); Itapecerica da Serra (2,5 milhões de litros) e Ribeirão Pires (5 milhões de litros de água tratada). A implantação de reservatórios metálicos setoriais é uma ação complementar de segurança hídrica, já que garante reserva maior de água tratada e atendimento constante a bairros mais afastados dos principais sistemas adutores, propiciando uma melhora de pressão. No ano passado a Sabesp entregou 12 reservatórios em nove municípios da Grande São Paulo: Franco da Rocha, Francisco Morato (três unidades), Barueri, Osasco, Embu das Artes, Embu Guaçu, Itapecerica (duas unidades), São Bernardo do Campo e São Paulo.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) inaugurou, dia 15 de abril, reservatório metálico no bairro Grajaú, zona Sul da capital paulista. A obra amplia a capacidade de armazenamento de água em 15 milhões de litros, além de melhorias nas condições operacionais e maior segurança no abastecimento de 500 mil habitantes.

Com a inauguração do reservatório do Grajaú já são 22 equipamentos em funcionamento desde quando foi deflagrada a crise hídrica no início de 2014. Todos estes equipamentos têm capacidade de armazenamento de 147 milhões de litros de água tratada. Até o final de 2016, a expectativa da Sabesp é entregar mais três reservatórios: São Bernardo do Campo (15 milhões de litros); Itapecerica da Serra (2,5 milhões de litros) e Ribeirão Pires (5 milhões de litros de água tratada).

A implantação de reservatórios metálicos setoriais é uma ação complementar de segurança hídrica, já que garante reserva maior de água tratada e atendimento constante a bairros mais afastados dos principais sistemas adutores, propiciando uma melhora de pressão. No ano passado a Sabesp entregou 12 reservatórios em nove municípios da Grande São Paulo: Franco da Rocha, Francisco Morato (três unidades), Barueri, Osasco, Embu das Artes, Embu Guaçu, Itapecerica (duas unidades), São Bernardo do Campo e São Paulo.

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SÃO PAULO
Sabesp inaugura ETA no Jundiaí

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) inaugurou na última sexta-feira, 24 de março, uma nova estação de captação de água do rio Jundiaí que irá atender 117 mil pessoas em Várzea Paulista. Com autorização para retirar 100 litros de água por segundo do rio, a captação já está enviando a água para a Estação de Tratamento Palmeiras, onde passa por todo o processo de adequação e análise para depois ser distribuída. No evento, mais de 3.000 peixes das espécies jundiá, curimbatá, piau e lambari, nativos da bacia do Jundiaí, foram soltos no rio por crianças da rede municipal de ensino. A Sabesp também inaugurou o reservatório de água do bairro Promeca, em Várzea Paulista. Com investimento de R$ 3,8 milhões, o reservatório tem capacidade para 4,5 milhões de litros de água tratada. O principal benefício é o aumento da segurança do abastecimento para todo o município. Desde 2012, a Sabesp inaugurou duas ETEs na região, com investimentos de R$ 132 milhões. Os projetos contribuíram para a eliminação de 257 toneladas mensais de carga orgânica do rio. Em Itupeva, a implantação do sistema de esgotamento sanitário começou em 2009 com a construção da ETE e da Estação Elevatória de Esgotos (EEE). O sistema entrou em plena operação em julho de 2012, elevando o tratamento dos esgotos coletados de 13% para 96%. Com a despoluição do rio Jundiaí cerca de 220 mil pessoas são beneficiadas. A recuperação do rio também ajuda na despoluição do Tietê. A melhoria das águas foi reconhecida, inclusive, com a ampliação do reenquadramento do rio de classe 4 para classe 3, que agora abrange o trecho entre o córrego Pinheirinho, em Várzea Paulista, e a foz no Tietê, em Salto, com mais de 60 km de extensão.

28 de março, 2017
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Sabesp inaugura reservatório em Praia Grande

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) inaugurou um novo reservatório no município de Praia Grande, na Baixada Santista. O local tem capacidade de 25 milhões litros, e, segundo a Sabesp, a caixa-d'água regional beneficiará os habitantes de Praia Grande e da área continental de São Vicente, além dos turistas que anualmente quadruplicam a população durante o verão. Ao todo foram investidos R$ 17,8 milhões para a construção do reservatório. Feito em concreto armado, o reservatório possui quase nove metros de altura, 92 metros de comprimento, 63,4 metros de largura no maior lado e 29,5 no menor lado. A caixa-d'água regional é alimentada por duas entradas independentes e recebe, por meio de adutoras, a água tratada nos sistemas produtores Mambu/Branco e Melvi, que chega pronta para distribuição e com qualidade para consumo. O novo reservatório faz parte do programa de ampliação da capacidade de reservação de água tratada na Baixada Santista. O reservatório Melvi é vizinho a outros dois, inaugurados em 2014, cada um com capacidade para 10 milhões de litros. “Estamos ampliando a capacidade de reservação de 20 milhões para 45 milhões de litros. Uma obra que vai ajudar a distribuir água para toda a Baixada”, afirmou o governador Geraldo Alckmin. Desde 2010 os nove municípios da Baixada Santista passaram a ter mais 18% no volume de água armazenada para distribuição aos imóveis. A capacidade total do sistema passou de 293,6 milhões de litros para os atuais 346,4 milhões de litros de água tratada disponíveis em 50 reservatórios na Baixada. O novo reservatório integra ainda o sistema produtor Mambu/Branco, orçado em R$ 420 milhões e que inclui os três reservatórios Melvi, barragem, captação e estação elevatória de água bruta, 2 km de adutora de água bruta, Estação de Tratamento de Água, duas estações elevatórias de água tratada, tanque de amortecimento unidirecional e 64 km de adutora de água tratada. O sistema Mambu/Branco atende diretamente aos municípios de Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande e São Vicente (área continental). Indiretamente, o sistema contribui com o abastecimento dos municípios do Guarujá, Santos e Cubatão, por meio do sistema integrado.

10 de fevereiro, 2017
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ABASTECIMENTO
São Paulo ganha mais água em 2017

Os sistemas de abastecimento de água da Grande São Paulo continuam em processo de recuperação com o começo da temporada de chuvas. O nível somado de todas as represas - sem contar com as reservas técnicas - já ultrapassa o da mesma data de 2013, período imediatamente anterior à crise hídrica. O índice global dos reservatórios atingiu 47,23% (62,6% se somadas as duas reservas técnicas) ante os 47,19% em 11 de novembro de 2013. A quantidade de água disponível atualmente chega a 882 bilhões de litros (1,17 trilhão de litros se contadas as reservas técnicas) e a perspectiva é de que a elevação se mantenha com o período das chuvas. No inicio de setembro, o Sistema Cantareira já havia ultrapassado a marca do mesmo período em 2013. Entre as ações contra a crise, foram realizadas cerca de 500 obras de pequeno, médio e grande porte para aumentar o volume de água reservada, ampliar a capacidade de tratamento e interligar áreas de abastecimento. Esta interligação permitiu que bairros que eram atendidos pelo Cantareira antes da crise passassem a ser abastecidos por outros sistemas. No que se refere ao volume de água disponível, as obras mais importantes e já concluídas são a ligação Rio Grande – Alto Tietê, as unidades de membranas nas estações de tratamento de água do Guarapiranga e do Rio Grande e a captação do Guaió. As chuvas em outubro último superaram as médias históricas em todos os sistemas e a afluência média no mês foi de 64,5 m3/s. Em novembro, os índices de precipitação também começaram bem o mês e seguem com perspectiva de superar a média histórica. Além da elevação gradual dos reservatórios com as chuvas de verão e as medidas de recuperação implantadas pela Sabesp, para 2017 duas grandes obras devem trazer um nível ainda maior de segurança hídrica para a RMSP. A primeira é a Interligação Atibainha-Jaguari, que terá capacidade média de bombeamento de 5.100 litros por segundo de água da represa Jaguari, no Vale do Paraíba, para a Atibainha, no Cantareira. A outra é o novo Sistema Produtor São Lourenço, que contribuirá com 6.400 litros por segundo de água tratada para a região e tem início de operação previsto para outubro do próximo ano.

18 de novembro, 2016
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ABASTECIMENTO
Reservatórios já têm mais de 50,5% de capacidade

A Sabesp registrou, em 22 de fevereiro, índice de 50,5% de capacidade total do volume operacional de água armazenada nos reservatórios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Isto representa mais de 943 bilhões de litros de água com as reservas técnicas (volume morto). Há exatamente um ano, em 22 de fevereiro de 2015, o volume de água registrado era de 409 bilhões de litros ou cerca de 22% da capacidade do sistema. Esta melhora significa que as represas contam atualmente com 534 bilhões de litros a mais, ou seja, mais de duas vezes a quantidade armazenada há um ano. Este volume de água pode crescer ainda mais até o final da temporada de chuvas até março, o que pode garantir reforço para o longo período de estiagem que acontece no restante do ano. No início do período seco de 2015, no começo do mês de abril, o volume operacional era de aproximadamente 590 bilhões de litros, cerca de 32% do total. A recuperação dos mananciais fez com que a Sabesp pudesse aumentar gradualmente a oferta de água na Grande São Paulo, próxima de 60 m3/segundo. Para se ter uma ideia, antes da seca recorde de 2014/15, essa produção era de cerca de 70 m3/segundo e no auge da crise caiu para pouco mais de 50 m3/segundo. Desde dezembro do último ano, a Sabesp vem reduzindo os horários de diminuição de pressão – concentrados nos períodos da noite e madrugada – o que permite mais acesso à água principalmente para moradores de áreas mais altas e distantes dos reservatórios, que enfrentavam maior dificuldade no período mais agudo da crise.

1 de março, 2016