Publicidade
PRÊMIO

Diretora da Abes-DF ganha DIRSA

A diretora da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES Seção Distrito Federal (Abes-DF), e membro do Conselho Consultivo de Saneamento Ambiental, Heliana Kátia Campos, membro da Câmara Temática de Resíduos Sólidos da entidade, venceu o Prêmio DIRSA 2019 – Divisão de Resíduos Sólidos da Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental – AIDIS. A entrega do prêmio ocorreu durante o 8° Congresso Interamericano de Resíduos Sólidos, em Assunção, Paraguai, entre os dias 22 e 24 de maio de 2019. Engenheira civil e sanitarista e Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Heliana disse: “Gostaria de agradecer a todos que apoiaram e colaboraram na indicação de meu nome para o Prêmio DIRSA 2019. Na verdade, abraçar a cada um pelo carinho, afeto e companheirismo. Estou muito, mas muito feliz mesmo por ter sido escolhida entre os dois candidatos em votação entre os 24 países das Américas que compõem a Divisão de Resíduos da AIDIS”, disse a engenheira. A diretora diz ainda que o prêmio representa o trabalho desenvolvido em equipe, além de dar mais energia em busca de uma melhoria nas condições sanitárias brasileiras. “Continuo firme e forte. “Que nem prego no angu” (risos). Eu, de minha parte, continuarei contando – como sempre – com todos vocês”, concluiu.

A diretora da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES Seção Distrito Federal (Abes-DF), e membro do Conselho Consultivo de Saneamento Ambiental, Heliana Kátia Campos, membro da Câmara Temática de Resíduos Sólidos da entidade, venceu o Prêmio DIRSA 2019 – Divisão de Resíduos Sólidos da Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental – AIDIS. A entrega do prêmio ocorreu durante o 8° Congresso Interamericano de Resíduos Sólidos, em Assunção, Paraguai, entre os dias 22 e 24 de maio de 2019. 
 
Engenheira civil e sanitarista e Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Heliana disse: “Gostaria de agradecer a todos que apoiaram e colaboraram na indicação de meu nome para o Prêmio DIRSA 2019. Na verdade, abraçar a cada um pelo carinho, afeto e companheirismo. Estou muito, mas muito feliz mesmo por ter sido escolhida entre os dois candidatos em votação entre os 24 países das Américas que compõem a Divisão de Resíduos da AIDIS”, disse a engenheira.
 
A diretora diz ainda que o prêmio representa o trabalho desenvolvido em equipe, além de dar mais energia em busca de uma melhoria nas condições sanitárias brasileiras. “Continuo firme e forte. “Que nem prego no angu” (risos). Eu, de minha parte, continuarei contando – como sempre – com todos vocês”, concluiu.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
ABES premia empresas da GS Inima

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a GS Inima SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, ambas as empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) por estarem entre as 40 cidades com mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A pesquisa reúne indicadores de 1.857 municípios, que representam aproximadamente 70% da população brasileira, segundo informações do SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. Na lista, apenas 98 cidades estão na categoria máxima, que indica “Rumo à Universalização”. As outras categorias são: Compromisso com a universalização, Primeiros Passos para a universalização (onde se enquadra a maioria dos municípios pesquisados, 1.520) e Empenho para a universalização. Ribeirão Preto (SP), com quase 713 milhões de habitantes, ficou em 20º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2020, com 496,8 pontos na avaliação. Desde que assumiu, em 2012, os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de Araçatuba, que tem hoje 193 mil habitantes, a GS Inima SAMAR investiu na melhoria dos serviços de saneamento, que levaram o município rumo à universalização. A cidade obteve o 30º lugar no Ranking ABES 2020, com 494,45 pontos. A nota máxima é 500. É a terceira vez que essas cidades figuram no ranking da ABES entre as melhor saneadas do Brasil. Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, afirma que a parceria com os municípios é um dos caminhos para o Brasil atingir a universalização no saneamento. “O reconhecimento da ABES, entidade de profissionais do setor, mostra que estamos no caminho certo,” diz Paulo Roberto. “É um grande estímulo para continuarmos trabalhando, assumindo compromissos e entregando resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba.” A novidade no Ranking ABES 2020 foi a inclusão do indicador Taxa de Internação Hospitalar, para correlacionar as variáveis saúde e saneamento, por meio das DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado, definidas em pesquisa financiada pela FUNASA nos anos de 2001 e 2002. Para este estudo são utilizadas as doenças de transmissão feco-oral (diarreias, febres entéricas, hepatite A). Sobre elas, calculou-se a taxa de internações média por 100.000.

15 de junho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Prêmio a iniciativas inovadoras

A iniciativa que visa fomentar a cultura de sustentabilidade nas empresas privadas de saneamento – o Prêmio Sustentabilidade, realizado pelo Sindcon (Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), com o apoio da Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), reuniu, em sua terceira edição, 63 pro- jetos inscritos nas três categorias – Institucional, Gestão e Técnica, vindos de todas as regiões do País. O Prêmio foi lançado em 2015 para incentivar as ações das con- cessionárias para melhorar o acesso da população aos serviços de água e esgotamento sanitário, seja através da tecnologia, de inovações de gestão, atendimento e qualidade da água fornecida. Durante a cerimônia de premiação, os presentes puderam acompanhar, também, um debate sobre as mudanças que estão sendo aguardadas para o sanea- mento a partir de um novo marco legal para o setor, mediado pelo diretor Executivo das entidades, Percy Soares Neto, o qual destacou que “o setor passa por um momento de transformação profunda, com viés de alta”. Para Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, “o saneamento dessa vez entrou na pauta nacional, o que nos leva a acreditar que novas oportunidades surgirão e que de fato este mercado vai crescer”. E lembrou que o setor privado tem suas expectativas represadas há 12 anos “por entraves e ideologias que impediram seu crescimento”. Hamilton Amadeo, CEO da Aegea Saneamento, disse que o atual modelo precisa ser corrigido – “exis- tem empresas só para pagar salários e as que cum- prem contratos – as concessionárias privadas pagam bons salários e prestam serviços de qualidade. Ainda assim, atendem apenas 6% do mercado brasileiro. Ou seja, há espaço para as empresas que hoje estão ope- rando e para outras tantas novas. E toda essa atenção que se volta para o saneamento no Brasil vai resultar em novas oportunidades profissionais, além de atra- ção de dinheiro para o País”. Veja mais detalhes da premiação em www.sambiental.com.br/revista/193

10 de setembro, 2019
Saneamento Ambiental Logo
PNQS
Divulgadas as empresas vencedoras

O Comitê Nacional da Qualidade (CNQA) da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) divulgou os nomes das empresas reconhecidas na Categoria As Melhores em Gestão no Saneamento Ambiental – AMEGSA do Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento – PNQS Ciclo 2018. Também foram mencionados os reconhecidos do Selo da Qualidade do Fornecedor de Serviços de Saneamento Ambiental (SQFSA). O Ciclo 2018 teve participação recorde de 55 unidades candidatas na categoria AMEGSA. Deste total, 30 reconhecidas (que envolvem 11 empresas no total, sendo cinco privadas e seis públicas). A categoria Selo do Fornecedor teve 11 candidatas, com 8 reconhecidas. O PNQS está em sua 22ª edição e é uma das ferramentas que têm mostrado grande eficácia para a melhoria e aperfeiçoamento dos processos de gestão nas empresas de saneamento brasileiras. “Trabalhar com gestão realmente traz ganho porque ajuda a ter visão sistêmica, pensar no futuro, acompanhar seus indicadores, olhar para as partes interessadas, promover a participação e a integração entre as pessoas e buscar resultado, que nem sempre é financeiro, às vezes é socioambiental, de imagem, de ambiente de trabalho bom para as pessoas. Isso tudo é o conjunto do PNQS”, frisa a coordenadora do CNQA, Rosana Dias. O Seminário de Bechmarking do Ciclo PNQS 2018 será realizado de 26 a 28 de novembro, no Riocentro, Rio de Janeiro, e a Cerimônia de Premiação acontecerá dia 28 (maiores informações no site do PNQS http://pnqs.com.br/ ). Este ano, o PNQS ocorre simultaneamente à Rio Water Week – a Semana da Água do Rio, evento internacional que será promovido pela primeira vez no Brasil, com a participação de mais de 100 palestrantes convidados, sendo cerca de 60 internacionais (programação completa e inscrições no site http://riowaterweek.com.br/ ).

6 de novembro, 2018
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Prêmio Sustentabilidade anuncia vencedores

O Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) realizou, no último dia 10 de agosto, a entrega do 2º Prêmio Sustentabilidade no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. A premiação é voltada às concessionárias privadas de saneamento e é dividida em três categorias: Institucional, Gestão e Técnica. Na categoria Institucional o projeto vencedor foi o programa ‘Olhar Ambiental’, da Águas do Brasil, que reúne várias ferramentas para a sistematização e gerenciamento das ações de educação ambiental desenvolvidas pela companhia, detentora de concessões em diversos estados do País. Em segundo lugar ficou a iniciativa ‘Água Solidária’, da Águas Guariroba, de Campo Grande (MS), que também levou o prêmio de terceiro lugar, por seu projeto ‘Integração Empresa Universidade para Inovação no Saneamento.’ Na modalidade Gestão o vencedor foi o programa ‘Reúso de Efluente Sanitário Tratado na Manutenção de Rede Coletora de Esgoto’, da Serra Ambiental, de Serra (ES). O projeto tornou viável a prática do reúso na manutenção da rede coletora de esgoto, atividades de irrigação de grama, processo de tratamento de esgoto e lavagem de pisos, com grande economia de recursos naturais e financeiros. Na segunda colocação ficou o projeto ‘OS Eletrônica’, da Águas de Matão (SP), seguida pela iniciativa ‘Adesão e Recuperação de Receita de Esgoto’, da ‘ Águas de Andradina (SP). Por fim, na categoria Técnica, o primeiro lugar ficou com o programa ‘Reúso Tratado na ETE Mogi Mirim’, da concessionária Sesamm, que opera na cidade do interior paulista. O projeto consiste no reúso do efluente tratado para fins de irrigação e para utilização no processo operacional. No segundo e terceiro lugar, respectivamente, ficaram os projetos ‘Eficiência Energética e Operacional em Sistema de Tratamento de Água’, da Comasa, de Santa Rita do Passa Quatro (SP), e ‘Saneamento Sustentável – A utilização de biossistemas e educação ambiental em comunidades de baixa renda’, da Águas do Imperador, de Petrópolis (RJ). Os três primeiros colocados de cada categoria receberam prêmios de R$ 15 mil, R$ 6 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Ao todo foram inscritos 61 trabalhos no Prêmio Sustentabilidade deste ano, nas três diferentes categorias. O prêmio tem apoio da ABCON (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) e visa reconhecer os melhores projetos e iniciativas promovidas pelas concessionárias privadas de saneamento, que privilegiam ou buscam promover práticas de sustentabilidade.

16 de agosto, 2017
Saneamento Ambiental Logo
PNRS
Senado prorroga prazo para adaptação de municípios

O Senado Federal aprovou no início de julho Projeto de Lei (PL) que prorroga, de forma escalonada, o prazo para os municípios se adaptarem à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). As capitais e municípios de regiões metropolitanas terão até 31 de julho de 2018 para encerrar com os lixões; cidades de fronteira e com mais de 100 mil habitantes terão que acabar com os lixões até 31 de julho de 2019, enquanto localidades com população entre 50 mil e 100 habitantes terão prazo até 31 de julho de 2020. Municípios com menos de 50 mil pessoas terão até 31 de julho de 2021 para implantar aterros sanitários. O PL prevê ainda edital de normas complementares sobre o acesso a recursos federais relacionados ao tema a ser elaborado pela União. No ano passado a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) posicionou-se contrariamente ao adiamento, como uma medida para forçar municípios e estados, juntamente com o Governo Federal, a encontrar saídas para a questão. “O fato é que os municípios, principalmente os menores, não tiveram e não têm capacidade técnica e financeira para lidar com as questões dos resíduos sólidos. Acredito que, se o governo resolve dar novos prazos, pelo menos tem que estabelecer metas intermediárias, para que o município não seja totalmente prejudicado, sem acesso a recursos. Por outro lado, o município precisa apresentar avanços na elaboração dos seus documentos oficiais. A experiência em nosso país tem mostra que somente estabelecer um prazo não resolve o problema”, afirma o Presidente nacional da Abes, Dante Ragazzi Pauli. A implementação de consórcios pode ser uma das alternativas de acordo com Pauli. “A Lei de Consórcio é uma lei muito inteligente, muito interessante para o Brasil. Temos que levar em conta que o Brasil é um país muito grande, com 5.700 municípios, com realidades sociais e econômicas muito díspares, com regiões ainda muito pobres. E às vezes há uma mistura de falta de interesse político com falta de conhecimento da legislação. É uma pena que pouquíssimos consórcios tenham sido formados no Brasil até agora”. Sobre os consórcios, Pauli cita o exemplo do Rio de Janeiro. “No Rio foram feitos alguns consórcios com a participação das Prefeituras, do governo estadual e da iniciativa privada. O Rio deu um encaminhamento muito interessante para a questão dos resíduos sólidos. Então é possível encontrar soluções”. Jussara Kalil Pires, membro da Câmara Temática de Resíduos Sólidos da Abes, pontua que o Art. 54 da Lei 12.305/2010 não fala do fim dos lixões, mas sim do envio dos rejeitos para aterros sanitários. “A CTRS, porém, ressalta a importância de revisão e aprovação no menor tempo possível do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, explicitando metas de redução de envio de recicláveis secos e de orgânicos aos aterros sanitários, buscando assim atender ao que diz ao Art. 54, de dispor de forma ambientalmente adequada os rejeitos”. A Câmara cita ainda a importância urgente de capacitação técnica e institucional dos Municípios e Distrito Federal e a participação da sociedade civil no acompanhamento do cumprimento das metas de redução de geração, reaproveitamento e reciclagem de resíduos sólidos. A Política Nacional de Resíduos Sólidos será um dos temas do Fórum de Resíduos Sólidos que a Câmara Temática promoverá durante o 28º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, de 04 a 08 de outubro, no Riocentro, no Rio de Janeiro. A Abes espera receber mais de cinco mil participantes, entre estudantes, profissionais do setor, acadêmicos, convidados internacionais, fornecedores e autoridades governamentais. O Congresso reunirá especialistas e entidades de todo o Brasil para um encontro propositivo, conduta que tem pautado a atuação da ABES em 49 anos de existência. Maiores informações no site http://abes-dn.org.br/28cbesa/ index.php

21 de julho, 2015