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ASSEMAE

Eleito Conselho Diretor para 2017/2021

A Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae) elegeu, durante sua XVI Assembleia Regional Santa Catarina, realizada em 27 de abril, em Jaraguá do Sul (SC), o novo Conselho Diretor para o período de 2017 a 2021. A programação contou ainda com palestras de profissionais reconhecidos na área. A chapa única eleita é composta por Ademir Izidoro (Samae Jaraguá do Sul) – presidente, Alexandro Eduardo Fernandes (Samae Blumenau) – vice-presidente, Paulo César Lamin (Simae Joaçaba) 2º vice-presidente, Ana Carolina B. Silveira Figur (Samae Jaraguá do Sul) - 1ª Tesoureira, Edson Kingerski (Samae Rio Negrinho) – 2º Tesoureiro, Claudete Stawny (Samae São Bento do Sul) – 1ª Secretária, Judite Peters Schurohff (Samae São Ludgero) – 2ª Secretária, Hugo Rodolfo Binder (Samae Rio Negrinho) – 1º Diretor de Eventos e Logística, Alexandre Kunen (Samae Campos Novos) – 2º Diretor de Eventos e Logística, Fábio Echeli Bett (Samae Orleans) – 1º Diretor de Capacitação de RH ; José Hilário Melato (Samae Gaspar) – 2º Diretor de Capacitação e RH, Ricardo Stecanella (Samae Timbé do Sul) – 1º Diretor de Associativismo, Ivã Alessandro Franzoi (Samae Nova Trento) – 2º Diretor de Associativismo, Diogo Vitor Pinheiro (Samae Itajaí) – 1º Diretor de Assuntos Jurídicos, Alberto Causs (Samae Blumenau) – 2º Diretor de Assuntos Jurídicos, Enio João Zanelatto Bagio (Samae Grão Pará) – 1º Diretor de Comunicação e Rodrigo Catafesta Francisco (Samae Timbó) – 2º Diretor de Comunicação. O presidente reeleito da Assemae Santa Catarina, Ademir Izidoro, agradeceu o apoio e o trabalho realizado pela gestão anterior e disse para os novos integrantes que o fortalecimento do Saneamento Básico continuará sendo a principal bandeira. “Quero já anunciar para a nova diretoria que o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria de Saneamento vai disponibilizar mais de R$ 2 bilhões em recursos para investimentos na área. Quem tiver projeto bem construído terá a oportunidade de investir em seu município. Nós, da Assemae, estaremos à disposição para orientar e auxiliar no que for preciso”, enfatizou.

A Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae) elegeu, durante sua XVI Assembleia Regional Santa Catarina, realizada em 27 de abril, em Jaraguá do Sul (SC), o novo Conselho Diretor para o período de 2017 a 2021. A programação contou ainda com palestras de profissionais reconhecidos na área. 
 
A chapa única eleita é composta por Ademir Izidoro (Samae Jaraguá do Sul) – presidente, Alexandro Eduardo Fernandes (Samae Blumenau) – vice-presidente, Paulo César Lamin (Simae Joaçaba) 2º vice-presidente, Ana Carolina B. Silveira Figur (Samae Jaraguá do Sul) - 1ª Tesoureira, Edson Kingerski (Samae Rio Negrinho) – 2º Tesoureiro, Claudete Stawny (Samae São Bento do Sul) – 1ª Secretária, Judite Peters Schurohff (Samae São Ludgero) – 2ª Secretária, Hugo Rodolfo Binder (Samae Rio Negrinho) – 1º Diretor de Eventos e Logística, Alexandre Kunen (Samae Campos Novos) – 2º Diretor de Eventos e Logística, Fábio Echeli Bett (Samae Orleans) – 1º Diretor de Capacitação de RH ; José Hilário Melato (Samae Gaspar) – 2º Diretor de Capacitação e RH, Ricardo Stecanella (Samae Timbé do Sul) – 1º Diretor de Associativismo, Ivã Alessandro Franzoi (Samae Nova Trento) – 2º Diretor de Associativismo, Diogo Vitor Pinheiro (Samae Itajaí) – 1º Diretor de Assuntos Jurídicos, Alberto Causs (Samae Blumenau) – 2º Diretor de Assuntos Jurídicos, Enio João Zanelatto Bagio (Samae Grão Pará) – 1º Diretor de Comunicação e Rodrigo Catafesta Francisco (Samae Timbó) – 2º Diretor de Comunicação.
 
O presidente reeleito da Assemae Santa Catarina, Ademir Izidoro, agradeceu o apoio e o trabalho realizado pela gestão anterior e disse para os novos integrantes que o fortalecimento do Saneamento Básico continuará sendo a principal bandeira. “Quero já anunciar para a nova diretoria que o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria de Saneamento vai disponibilizar mais de R$ 2 bilhões em recursos para investimentos na área. Quem tiver projeto bem construído terá a oportunidade de investir em seu município. Nós, da Assemae, estaremos à disposição para orientar e auxiliar no que for preciso”, enfatizou.

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AESBE
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A nova diretoria também foi eleita O presidente da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), Neuri Freitas, foi reeleito para a presidência da Associação das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe). O novo mandato é para o período 2023/2025. Na ocasião, a nova diretoria da instituição também foi eleita durante uma Assembléia Geral Extraordinária (AGE), realizada em Brasília. A Aesbe é uma entidade civil sem fins lucrativos, que atua há 38 anos com o objetivo de fortalecer as empresas estaduais de saneamento brasileiras, além trabalhar a favor de políticas públicas favoráveis para o setor, principalmente com foco na universalização dos serviços de abastecimento e esgotamento sanitário. “Para esse novo ciclo de administração, a gente parte de um protagonismo de uma consolidação da Aesbe, de uma atuação que foi muito importante dentro do processo de normas e legislação para o setor. Agora, nós temos que focar em como alcançar a universalização, em como as empresas vão se aprimorar, ganhar eficiência e alavancar recursos”, disse Freitas. O presidente da Aesbe e da Cagece comentou também sobre a importância da da parceria entre empresas públicas e privadas para se alcançar a universalização dos serviços de água e esgoto no Brasil. “Vejo como uma grande oportunidade para buscar novas parcerias com o setor privado. Acredito que esse é um ponto importante que vai dar celeridade para que a gente consiga chegar a universalização dos serviços no País”.

24 de julho, 2023
Saneamento Ambiental Logo
ASSEMAE
Preocupação com tarifas e judicialização

O Projeto de Lei 4162/2019 foi aprovado pelo Plenário virtual do Senado Federal, na quarta-feira, 24 de junho. Como já havia alertado anteriormente, a Assemae vê com preocupação a aprovação de uma proposta que não dialoga com os impactos decorrentes da pandemia COVID-19, e que beneficia, principalmente, as corporações interessadas em privatizar os serviços de saneamento básico no Brasil. A aprovação da matéria é resultado da ampla mobilização midiática que apresenta a iniciativa privada como a única alternativa viável para a universalização dos serviços. O próprio Governo Federal chegou a argumentar que a aprovação da proposta resultaria no investimento de 700 bilhões de reais até 2033, com o aumento médio das tarifas menor que 5% e geração de milhares de empregos. Trata-se de um cenário mostrado como bastante otimista e estratégico do ponto de vista midiático, mas que infelizmente não reflete a realidade do dia a dia do saneamento. Deve-se destacar que a votação da proposta ocorreu sem o devido debate público, aproveitando a ausência das entidades e trabalhadores do setor, que não puderam se manifestar presencialmente por conta das medidas de isolamento social, decorrentes da pandemia COVID-19. Com isso, o Senado Federal optou por se furtar do amplo debate nacional junto à sociedade civil para atender à reivindicação do setor privado, ignorando que os serviços e companhias públicas representam 95% da operação do saneamento no Brasil. No papel de representante dos serviços municipais do setor, a Assemae acompanhará de perto o cumprimento de todas as promessas anunciadas pelos defensores da proposta, verificando se, de fato, o tão aguardado investimento privado será implementado em regiões pobres e desassistidas, como áreas rurais, ocupações urbanas e favelas. A expectativa da entidade é que a chegada de novos recursos realmente garanta a universalização do saneamento básico no Brasil, afinal, este é o objetivo de todos que reconhecem o setor como direito humano fundamental. É lamentável que a mudança de um marco regulatório nacional (Lei 11.445/2007), construído a tantas mãos, seja conduzida sem considerar a histórica contribuição dos serviços públicos de saneamento básico. Isso porque o texto aprovado não contempla soluções para desburocratizar o acesso dos municípios a recursos federais, nem tampouco prevê a estruturação de processos de governança. Pelo contrário, as alterações representam o desmonte dos sistemas públicos, dificultando, inclusive, a viabilidade e autonomia de estatais consideradas como referências no setor. A experiência recente de outros países comprova a decepção por ter apostado todas as fichas na iniciativa privada. Nos últimos 15 anos, quase 900 reestatizações nas áreas de saneamento básico, transporte e energia foram realizadas em países desenvolvidos como Estados Unidos, França e Alemanha. Por priorizar o lucro como produto final, o capital privado entra em conflito com as reais necessidades da população, o que se reflete em corte de custos trabalhistas, aumento das tarifas e falta de interesse por regiões pobres. Enquanto isso, os serviços públicos de saneamento priorizam o atendimento de toda a população, são submetidos à fiscalização dos órgãos de controle e estão mais próximos da realidade local. Há de se destacar, ainda, o fracasso da privatização do saneamento básico em experiências brasileiras. O emblemático exemplo de Manaus (AM) demonstra a falácia sobre a eficiência da iniciativa privada, já que, mesmo após duas décadas de concessão, o município ainda aparece hoje entre as 10 piores capitais brasileiras no quesito saneamento básico. Também vale lembrar a retomada do saneamento no município de Itu, interior de São Paulo, que decidiu criar uma autarquia municipal de saneamento após sofrer com os graves problemas provocados pela privatização. Com o novo serviço público, as reclamações por falta de água diminuíram 43% e o índice de perdas passou de 50% para 35% em pouco mais de um ano. Diante da aprovação do projeto no Senado Federal, a Assemae permanecerá atenta para os desdobramentos e possíveis alterações do texto com a sanção presidencial. O compromisso da entidade é continuar a sua histórica atuação a favor da titularidade municipal no setor de saneamento básico, promovendo o fortalecimento da gestão pública de qualidade. A Assemae reconhece o valor dos milhares de trabalhadores que estão diariamente na linha de frente dos serviços de saneamento, assim como os gestores, doando-se para que todos os brasileiros tenham acesso à saúde e qualidade de vida. Sob a lucidez de sua missão estatutária, a Assemae não se furtará a tomar todas as medidas cabíveis para defender o saneamento público municipal. A entidade reafirma seu compromisso com o protagonismo e fortalecimento dos 1.532 serviços locais de saneamento básico, reconhecidos pela população como patrimônio irretocável dos municípios. A autonomia municipal não é negociável, e a Assemae soma a sua voz a todos os municipalistas neste momento de ataque à gestão pública e à garantia da água como direito fundamental humano.

29 de junho, 2020
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ABETRE
Carlos Fernandes é reeleito presidente

Com a missão de estabelecer medidas para equacionar o sistema de limpeza pública e intensificar ações para a erradicação dos lixões no Brasil, além de implantar um sistema de controle de resíduos industriais em todo o país, Carlos Fernandes se reelegeu como presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) para o período 2017-2020. Entre as propostas da Abetre estão a criação de receita vinculada e a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos, com a participação da União e dos Estados. “Somente quando as prefeituras equacionarem a questão financeira, com a inclusão de receitas vinculadas e sistemas de regionalização da gestão de resíduos, é que os lixões de fato começarão a ser extintos no Brasil”, comenta Fernandes. Outra meta da entidade é levar o sistema de controle de resíduos industriais implantado em meio digital em Santa Catarina aos demais estados brasileiros. A ferramenta permite o acompanhamento em tempo real de todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no estado, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte e o tratamento e disposição final. “O Estado do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA-RJ), acaba de dar inicio à fase piloto da plataforma e já estamos em negociação com as autoridades de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo”, informa Fernandes.

5 de junho, 2017
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ABIMAQ
Novo Conselho de Saneamento Ambiental

“Será um grande desafio para mim e vou certamente contar com o apoio de todos para que possamos conseguir gerar oportunidades de negócios a partir dessa integração”, disse o recém-eleito Presidente do Conselho de Saneamento Ambiental da Abimaq, Ruddi Pereira de Souza. O executivo ficará no cargo durante o período de 2015 a 2017. “Sabemos dos desafios e saltos gigantescos que o país precisa na área de saneamento. O que nós vemos muitas vezes é o copo meio vazio, mas é sempre muito importante ver o copo meio cheio, enxergando as oportunidades de negócios para as empresas e as possibilidades de melhorar a saúde pública e a qualidade de vida do Brasil”, o Presidente do Conselho de Administração da Abimaq, Carlos Pastoriza, iniciou a cerimônia de posse da nova diretoria do Conselho de Saneamento Ambiental, em outubro, na sede da entidade. Valdir Folgosi, Vice-presidente do SINDESAM (Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental) disse que apesar de sua gestão não ter conseguido superar todos os desafios, algumas conquistas foram alcançadas, como a valorização do conselho junto às entidades; luta para a reforma da lei 8.666; luta e universalização do saneamento em parceria com outras entidades; valorização do reúso da água como ferramenta de combate à crise hídrica; e engajamento e defesa do Conteúdo Local valorizando a indústria nacional. “Além disso, tive o privilégio de criar vínculos de amizade com vocês, que lutam pelo mesmo setor e pelos mesmos ideais. Tenho certeza que o novo presidente fará uma boa gestão, criando um mercado forte e importante para as indústrias do setor”, ressaltou Folgosi.

4 de dezembro, 2015
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ENTIDADES
Gilson Cassini assume Sindesam até 2017

Gilson Cassini é o novo Presidente do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (Sindesam) para o biênio 2015/17. Em sua posse, o executivo ressaltou a necessidade de todos terem a consciência da redução do consumo e do reúso da água. “Hoje, infelizmente, não temos essa água. Muito pelo contrário, a cultura brasileira é de sujar. Isso está enraizado na população e é muito difícil de reverter, mas nós vamos conseguir, nem que demorem 20 anos”. Além de Cassini, foram empossados como Vice-Presidentes Valdir Folgosi, Sylvio Andraus, Fernando Cerboncini, Ruddi Pereira, Orlando Queiroz, Mario Ramacciotti, Ubiraci Moreno, Estela Testa, Fernando Pio e Ricardo Brandão. Carlos Pastoriza, Presidente da Abimaq, disse que, apesar da crise atual da indústria nacional, ela ainda é forte. “O Brasil faz parte do seletíssimo grupo de menos de 20 países que têm o setor de bens de capital relevante. A avassaladora maioria das nações do planeta é importadora de bens de capital. E não ter indústria de bens de capital significa perder soberania tecnológica”.Para Pastoriza, o momento de adversidade é oportunidade para crescer. Apesar do momento de adversidade, Pastoriza disse que “é necessário sanear todos os nossos rios, lagoas, mares, que, hoje, às vezes, ficam sujos por falta de equipamentos para saneamento. Para isso, é necessário cuidar desses afluentes para poder gerar água para nossa população. Tudo isso acaba sendo uma enorme chance para o desenvolvimento do setor”, completou. Cassini substitui Valdir Folgosi, que fez um balanço de seu mandato como Presidente do Sindesam. Entre os pontos mencionados por Folgosi estão a valorização do Sidesam junto às entidades de classe; a luta pela reforma da Lei 8666 para defender a compra por solução e desempenho e não por menor preço; a batalha por índices financeiros nos editais de licitações compatíveis com a média das empresas associadas do setor; a luta pela disponibilização e universalização do saneamento e a criação do Encontro Técnico e do Prêmio de Tecnologia para profissionais que sobressaíram no setor de saneamento.

16 de junho, 2015