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ENERGIAS ALTERNATIVAS

Escolhido novo presidente do Dasol

O Dasol – Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento) informa que Amaurício Gomes Lúcio é o novo presidente da entidade para a gestão 2016. O executivo, que já esteve à frente da Dasol entre os anos 2000 a 2002 e em 2012, ressalta que este é o momento de superar desafios: “a energia considerada alternativa, a cada dia se torna mais competitiva. Se não fosse a crise, 2015 teria sido um ano de crescimento, mas ainda aguardamos a tabulação final dos dados de nossa pesquisa anual. Estamos sempre dispostos a encarar os desafios e vamos trabalhar pelos interesses do setor, para conseguirmos alcançar nossos objetivos”, diz. Amaurício é engenheiro mecânico, graduado pela UFMG com ênfase em Engenharia Térmica. Trabalha na área de aquecimento solar desde 1976 nas Empresas Tuma, onde, além de acionista, exerce o cargo de diretor comercial.

O Dasol – Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento) informa que Amaurício Gomes Lúcio é o novo presidente da entidade para a gestão 2016. O executivo, que já esteve à frente da Dasol entre os anos 2000 a 2002 e em 2012, ressalta que este é o momento de superar desafios: “a energia considerada alternativa, a cada dia se torna mais competitiva. Se não fosse a crise, 2015 teria sido um ano de crescimento, mas ainda aguardamos a tabulação final dos dados de nossa pesquisa anual. Estamos sempre dispostos a encarar os desafios e vamos trabalhar pelos interesses do setor, para conseguirmos alcançar nossos objetivos”, diz.

Amaurício é engenheiro mecânico, graduado pela UFMG com ênfase em Engenharia Térmica. Trabalha na área de aquecimento solar desde 1976 nas Empresas Tuma, onde, além de acionista, exerce o cargo de diretor comercial.

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ENERGIAS RENOVÁVEIS
6ª edição da EnerSolar + Brasil em SP

A 6ª edição da EnerSolar + Brasil acontece entre os dias 23 e 25 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo, e reunirá empresas e profissionais do setor de energia renovável para debater os novos rumos do setor. O evento é uma plataforma para toda a cadeia da indústria produtiva dos segmentos de energia solar, eólica, biomassa e GTDC. Mais de 80 expositores irão mostrar as novas tecnologias e produtos nos segmentos de aquecedores solares, placas termo solares, painéis fotovoltaicos, aerogeradores, inversores, máquinas para transporte e manuseio de biomassa, caldeiras e queimadores. Entre os destaques do evento estão os produtos voltados para residências e pequenos consumidores, com monitoramento online e painéis solares flexíveis, para food tracks, trailers. A energia solar ainda ocupa faixa irrisória da geração elétrica brasileira, com 0,1%, mas tende a crescer a partir da microgeração distribuída. O custo de uma instalação de 15 m², suficiente para fornecer energia para uma residência onde vivem quatro pessoas, é de cerca de R$ 12 mil. Essa despesa se paga em cerca de seis anos, apenas com os ganhos obtidos na redução da conta de luz. Em paralelo à feira, o Ecoenergy traz 40 palestrantes, abrangendo mais de 20 temas sobre financiamento de projetos, questões regulatórias, avanço tecnológico, complementaridade com outras fontes de energia renováveis, superação de gargalos e capacitação. Maiores informações no site www.enersolarbrasil.com.br.&nbsp ;

22 de maio, 2017
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve atingir 25 GW até 2030

Segundo projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), lançadas recentemente em nota técnica, a expectativa de atingir potência instalada de 25 GW de fonte solar fotovoltaica até 2030 está cada vez mais alinhada com o que espera o setor fotovoltaico brasileiro. São calculados mais de R$ 125 bilhões em investimentos na construção dos projetos no Brasil. A previsão é do presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia. Para ele, as novas projeções divulgadas pelo governo federal são positivas, na medida em que sinalizam um esforço concreto de diversificar a matriz elétrica nacional por meio do aumento da participação de fontes renováveis com baixa emissão de gases de efeito estufa (GEE). O presidente da ABSOLAR destaca a fonte solar fotovoltaica, cuja participação na matriz elétrica brasileira será fortemente ampliada de 0,01% em 2015 para mais de 10% em 2030, um crescimento de mil vezes em um horizonte de 15 anos, maior crescimento relativo do período. Intitulada de “O Compromisso do Brasil no Combate às Mudanças Climáticas: Produção e Uso de Energia”, a nota técnica serviu de base para definir metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa, conforme os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris, que entrou em vigor em novembro de 2016. Os 25 GW de energia solar fotovoltaica que farão parte da matriz elétrica brasileira de 2030 estarão divididos em 17 GW de geração centralizada solar fotovoltaica (usinas de grande porte) e 8,2 GW de geração distribuída solar fotovoltaica (sistemas em edifícios residenciais, comerciais, industriais, públicos e na zona rural). “Apesar de representar um avanço considerável frente às projeções anteriores, a ABSOLAR recomenda uma meta nacional de 30 GW em energia solar fotovoltaica até 2030, levando em consideração o envolvimento tanto do governo federal, quanto de governos estaduais e municipais”, diz Sauaia. O segmento de micro e minigeração distribuída solar fotovoltaica registrou crescimento de 320% em 2015 e conta atualmente com mais de 6.000 sistemas em todo o País, representando mais de 42 MW em potência instalada, o equivalente a mais de R$ 375 milhões em investimentos privados. Já o segmento de geração centralizada tem atualmente 3,3 GW em projetos da fonte solar fotovoltaica contratados via leilões de energia, o que deverá movimentar mais de R$ 13,5 bilhões até 2018. “A estimativa preliminar da ABSOLAR para 2017 aponta para um volume de novas contratações para a fonte solar fotovoltaica de 2 GW por meio de leilões de geração centralizada”, comenta Sauaia. “Simultaneamente, estimamos que o mercado de geração distribuída solar fotovoltaica continuará em forte trajetória ascendente, com destaque para clientes residenciais e comerciais, motivados a reduzir os seus gastos com energia elétrica”, acrescenta. Os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris incluem metas para reduzir em 37% as emissões nacionais de GEE até 2025 e em 43% até 2030, ambas em relação ao ano-referência de 2005. Adicionalmente, o país se comprometeu a ampliar a participação das fontes renováveis não-hídricas (solar, eólica e biomassa) na matriz elétrica brasileira para pelo menos 23% até 2030.

16 de dezembro, 2016
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ENERGIA SOLAR
3º CB-Sol acontece nos dias 02 e 03 no Center Norte

O DASOL – Departamento Nacional de Aquecimento Solar da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento realiza nos dias 02 e 03 de setembro o 3º Congresso Brasileiro de Aquecimento Solar (CB-Sol), em parceria com a Intersolar South America, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo. O evento conta com a presença de representantes de governo e de empresas do setor energético e da construção civil, e reúne temas voltados para profissionais dos setores de aquecimento solar, energias renováveis, construções sustentáveis e arquitetura. Entre os destaques da programação está o lançamento do Programa Um Solar em Cada Casa, recém apresentado ao Governo Federal e que prevê ampliação do uso de recursos energéticos sustentáveis por meio da energia solar térmica para aquecimento de água em residências de todo o país. A proposta contempla a inclusão de cinco ações de grande impacto : Aquisições de Aquecedores Solares com recursos do FGTS; inserção no Programa de Eficiência Energética – ANEEL; ampliação do uso aquecedores no Programa Minha Casa Minha Vida; obrigatoriedade de uso nas novas construções residenciais que se beneficiem de recursos públicos; campanha de incentivo ao uso da tecnologia solar térmica. As ações totalizam a instalação de 8 milhões de aquecedores solares em todo o Brasil, o que beneficiará 32 milhões de pessoas com economia de 124.320 GWh, além de evitar emissões de cerca de 129.500.000 toneladas de CO2.

1 de setembro, 2015
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ENTIDADES
Gilson Cassini assume Sindesam até 2017

Gilson Cassini é o novo Presidente do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (Sindesam) para o biênio 2015/17. Em sua posse, o executivo ressaltou a necessidade de todos terem a consciência da redução do consumo e do reúso da água. “Hoje, infelizmente, não temos essa água. Muito pelo contrário, a cultura brasileira é de sujar. Isso está enraizado na população e é muito difícil de reverter, mas nós vamos conseguir, nem que demorem 20 anos”. Além de Cassini, foram empossados como Vice-Presidentes Valdir Folgosi, Sylvio Andraus, Fernando Cerboncini, Ruddi Pereira, Orlando Queiroz, Mario Ramacciotti, Ubiraci Moreno, Estela Testa, Fernando Pio e Ricardo Brandão. Carlos Pastoriza, Presidente da Abimaq, disse que, apesar da crise atual da indústria nacional, ela ainda é forte. “O Brasil faz parte do seletíssimo grupo de menos de 20 países que têm o setor de bens de capital relevante. A avassaladora maioria das nações do planeta é importadora de bens de capital. E não ter indústria de bens de capital significa perder soberania tecnológica”.Para Pastoriza, o momento de adversidade é oportunidade para crescer. Apesar do momento de adversidade, Pastoriza disse que “é necessário sanear todos os nossos rios, lagoas, mares, que, hoje, às vezes, ficam sujos por falta de equipamentos para saneamento. Para isso, é necessário cuidar desses afluentes para poder gerar água para nossa população. Tudo isso acaba sendo uma enorme chance para o desenvolvimento do setor”, completou. Cassini substitui Valdir Folgosi, que fez um balanço de seu mandato como Presidente do Sindesam. Entre os pontos mencionados por Folgosi estão a valorização do Sidesam junto às entidades de classe; a luta pela reforma da Lei 8666 para defender a compra por solução e desempenho e não por menor preço; a batalha por índices financeiros nos editais de licitações compatíveis com a média das empresas associadas do setor; a luta pela disponibilização e universalização do saneamento e a criação do Encontro Técnico e do Prêmio de Tecnologia para profissionais que sobressaíram no setor de saneamento.

16 de junho, 2015