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ABRAVA

Arnaldo Basile assume presidência

A Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento) elegeu Arnaldo Basile novo Presidente da entidade para o próximo triênio (2016/2019). Na ocasião, a Abrava elegeu também nova Diretoria executiva. A Abrava representa estes quatro setores que, juntos, faturam cerca de R$ 32 bilhões e empregam mais de 300 mil profissionais. Atualmente, a entidade conta com 420 associados. De acordo com Basile, a sua gestão tem como missão "agregar valor à Abrava de maneira que seja reconhecida dentro do cenário empresarial-econômico-governamental como a ´legítima entidade de classe´ que representa as empresas do setor HVAC-R oferecendo-lhes benefícios percebidos compatíveis com suas necessidades e expectativas". Basile destacou que dará ênfase a atividades relacionadas à eficiência energética, qualidade do ar interior dos ambientes, gases refrigerantes alternativos, boas práticas de engenharia, processos de normatizações, procedimentos legais e jurídicos, apoio à exportação, treinamento e capacitação profissional. "Gerar valor não para si própria, mas para os seus associados", é o principal mote defendido pelo novo presidente.

A Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento) elegeu Arnaldo Basile novo Presidente da entidade para o próximo triênio (2016/2019). Na ocasião, a Abrava elegeu também nova Diretoria executiva.

A Abrava representa estes quatro setores que, juntos, faturam cerca de R$ 32 bilhões e empregam mais de 300 mil profissionais. Atualmente, a entidade conta com 420 associados. De acordo com Basile, a sua gestão tem como missão "agregar valor à Abrava de maneira que seja reconhecida dentro do cenário empresarial-econômico-governamental como a ´legítima entidade de classe´ que representa as empresas do setor HVAC-R oferecendo-lhes benefícios percebidos compatíveis com suas necessidades e expectativas".

Basile destacou que dará ênfase a atividades relacionadas à eficiência energética, qualidade do ar interior dos ambientes, gases refrigerantes alternativos, boas práticas de engenharia, processos de normatizações, procedimentos legais e jurídicos, apoio à exportação, treinamento e capacitação profissional. "Gerar valor não para si própria, mas para os seus associados", é o principal mote defendido pelo novo presidente.

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RESÍDUOS SÓLIDOS
Abetre vai presidir Câmara Ambiental da Cetesb

A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) foi eleita para presidir a Câmara Ambiental do Setor de Resíduos Sólidos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O mandato é de dois anos e neste período a associação trabalhará em conjunto com outras entidades do setor em busca de soluções para os problemas de coleta, destinação e tratamento dos resíduos sólidos. “É com muito orgulho que a Abetre assume a missão de presidir a Câmara da Cetesb”, salienta Luiz Gonzaga, presidente da associação. No primeiro encontro a Câmara Ambiental definiu quatro temas como prioritários: a regulamentação da disposição final de rejeitos; o termo de referência para os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos; o licenciamento de ETEs prestadoras de serviços; e o tratamento de combustível derivado de resíduos (CDR). A Câmara também irá propor medidas de prevenção, protocolos e manuais, estabelecer metas de proteção à natureza, além de alternativas para que haja possibilidade de aprimoramento da gestão dos resíduos gerados. A Câmara Ambiental do Setor de Resíduos Sólidos da Cetesb é composta pela Abetre, Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe); Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Resíduos (Abrager); Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes); Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon); Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

17 de outubro, 2019
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Novo presidente-executivo na Abetre

Luiz Gonzaga é o novo presidente-executivo da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre). Ele terá como principais missões consolidar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e ampliar o mercado de gestão e tratamento de resíduos industriais e efluentes no País. “O principal desafio é a adoção de medidas de equilíbrio financeiro para a gestão correta dos resíduos domiciliares e a consequente erradicação dos lixões”, comenta Gonzaga, que atuou por mais de 20 anos em empresas como a Essencis, a LOGA e a Vega, referências na área de proteção ambiental em resíduos sólidos. Gonzaga afirma ainda eu o Brasil carece de investimentos, fiscalização e regulação adequada para o seu efetivo cumprimento. “Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que o poder público adote medidas que contemplem a sustentabilidade financeira da prestação contínua desses serviços essenciais, como, por exemplo, criação de receita vinculada e de sistemas próprios de arrecadação”, acrescenta. Atualmente, no Brasil, cerce de 3,3 mil prefeituras ainda utilizam lixões para destinar os resíduos domésticos. De acordo com o PNRS, a erradicação dos lixões deveria ter acabado há quatro anos. A Abetre defende uma flexibilização dos prazos para que os municípios eliminem seus lixões, condicionada à elaboração dos respectivos planos municipais de resíduos e à instituição de uma fonte específica de recursos, para investimento e custeio dos serviços de limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos. A Abetre defende a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos.

5 de setembro, 2018
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ABETRE
Carlos Fernandes é reeleito presidente

Com a missão de estabelecer medidas para equacionar o sistema de limpeza pública e intensificar ações para a erradicação dos lixões no Brasil, além de implantar um sistema de controle de resíduos industriais em todo o país, Carlos Fernandes se reelegeu como presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) para o período 2017-2020. Entre as propostas da Abetre estão a criação de receita vinculada e a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos, com a participação da União e dos Estados. “Somente quando as prefeituras equacionarem a questão financeira, com a inclusão de receitas vinculadas e sistemas de regionalização da gestão de resíduos, é que os lixões de fato começarão a ser extintos no Brasil”, comenta Fernandes. Outra meta da entidade é levar o sistema de controle de resíduos industriais implantado em meio digital em Santa Catarina aos demais estados brasileiros. A ferramenta permite o acompanhamento em tempo real de todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no estado, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte e o tratamento e disposição final. “O Estado do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA-RJ), acaba de dar inicio à fase piloto da plataforma e já estamos em negociação com as autoridades de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo”, informa Fernandes.

5 de junho, 2017
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ENTIDADES
Gilson Cassini assume Sindesam até 2017

Gilson Cassini é o novo Presidente do Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (Sindesam) para o biênio 2015/17. Em sua posse, o executivo ressaltou a necessidade de todos terem a consciência da redução do consumo e do reúso da água. “Hoje, infelizmente, não temos essa água. Muito pelo contrário, a cultura brasileira é de sujar. Isso está enraizado na população e é muito difícil de reverter, mas nós vamos conseguir, nem que demorem 20 anos”. Além de Cassini, foram empossados como Vice-Presidentes Valdir Folgosi, Sylvio Andraus, Fernando Cerboncini, Ruddi Pereira, Orlando Queiroz, Mario Ramacciotti, Ubiraci Moreno, Estela Testa, Fernando Pio e Ricardo Brandão. Carlos Pastoriza, Presidente da Abimaq, disse que, apesar da crise atual da indústria nacional, ela ainda é forte. “O Brasil faz parte do seletíssimo grupo de menos de 20 países que têm o setor de bens de capital relevante. A avassaladora maioria das nações do planeta é importadora de bens de capital. E não ter indústria de bens de capital significa perder soberania tecnológica”.Para Pastoriza, o momento de adversidade é oportunidade para crescer. Apesar do momento de adversidade, Pastoriza disse que “é necessário sanear todos os nossos rios, lagoas, mares, que, hoje, às vezes, ficam sujos por falta de equipamentos para saneamento. Para isso, é necessário cuidar desses afluentes para poder gerar água para nossa população. Tudo isso acaba sendo uma enorme chance para o desenvolvimento do setor”, completou. Cassini substitui Valdir Folgosi, que fez um balanço de seu mandato como Presidente do Sindesam. Entre os pontos mencionados por Folgosi estão a valorização do Sidesam junto às entidades de classe; a luta pela reforma da Lei 8666 para defender a compra por solução e desempenho e não por menor preço; a batalha por índices financeiros nos editais de licitações compatíveis com a média das empresas associadas do setor; a luta pela disponibilização e universalização do saneamento e a criação do Encontro Técnico e do Prêmio de Tecnologia para profissionais que sobressaíram no setor de saneamento.

16 de junho, 2015
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HAVC-R
Cetesb e Abrava reativam Câmara Ambiental

Com a iniciativa dos Departamentos Nacionais da Associação Brasileira da Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), os DNs do Meio Ambiente (DNMA) e Comércio (DNC) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) foi reativada, dia 31 de março, a Câmara Ambiental do setor HAVC-R (sigla em inglês dos quatro setores representados), que têm como objetivo desenvolver boas práticas técnicas e ambientais para o setor e ao meio ambiente. Segundo o Presidente da Câmara, Paulo Neulaender, que também é Vice-Presidente de Meio Ambiente da Abrava, "com a reativação desta Câmara a Abrava dá mais um passo importante junto ao governo de São Paulo, através deste trabalho com a Cetesb, que com certeza é mais uma ação positiva para o setor e trará bons resultados para todos os envolvidos". A parceria dos DN’s com a Cetesb visa apresentar e discutir soluções para importantes demandas dos segmentos representados que possuem relação direta com a preservação do meio ambiente. Na pauta desta primeira reunião diversos assuntos foram discutidos, mas ganhou destaque a regulamentação do CADRI, que é uma licença ambiental obrigatória para todas as empresas do Estado de São Paulo que desejam encaminhar os seus resíduos de interesse ambiental para locais de tratamento, reprocessamento, armazenamento ou disposição final. O assunto foi definido como o primeiro trabalho a ser desenvolvido pela Câmara neste momento de reativação.

20 de abril, 2015