Publicidade
ENERGIA EÓLICA

Ferbasa vai explorar parques eólicos no Nordeste

Ferbasa vai explorar parques eólicos no Nordeste

A sociedade tem por objetivo explorar os parques eólicos Ventos de São Ciro (PI) e Ventos de São Bernardo (PE)

Após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Ferbasa assinou termo de fechamento de contrato de compra e venda de ações no valor de R$ 37,8 milhões para aquisição de 45% de participação na sociedade NK 232 Empreendimentos e Participações – empresa do Grupo Auren Energia S.A.

A sociedade tem por objetivo explorar os parques eólicos Ventos de São Ciro (localizado no Piauí) e Ventos de São Bernardo (localizado em Pernambuco), e possibilitará à Ferbasa consumir, sob o regime de autoprodução por equiparação (APE), a energia elétrica gerada nos parques. Os contratos dos dois parques eólicos proporcionarão à Ferbasa um suprimento de 35MW médios de energia elétrica, durante 20 anos, com início de fornecimento a partir de 2025.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA
AES Brasil vai fornecer à Ferbasa

A AES Brasil assinou um memorando de entendimento com a Ferbasa para fornecimento de 80 MW médios de energia, por meio de um contrato de 20 anos, com início em 2024. A Ferbasa irá adquirir energia de fonte 100% renovável, com entrega no submercado Nordeste e perfil flat, ou seja, todo mês será entregue a mesma quantidade de energia. O parque que atenderá às necessidades da companhia será construído dentro do Complexo Eólico Cajuína (RN). O projeto está previsto para começar ainda em 2021 e tem capacidade eólica instalada de 165MW, o que equivale a 92MW médios de energia assegurada. “Este tipo de acordo firmado com a Ferbasa contribui para o aumento da previsibilidade dos nossos resultados e, também, colabora para que diversifiquemos cada vez mais o portfólio da empresa com fontes complementares à hídrica”, afirma Clarissa Sadock, da AES Brasil, que assumirá a presidência em 15 de janeiro. Segundo o CEO da Ferbasa, Marcio Barros, “essa é uma das iniciativas adotadas em linha com o Planejamento Estratégico da Companhia, no intuito de garantir o suprimento de energia a médio e longo prazo”. Paralelamente, a Ferbasa reduz o custo do insumo e abre perspectivas para a possibilidade de otimizar a produção, ainda que o volume a ser negociado não represente um aumento da capacidade produtiva. “É importante também destacar que esse passo, em conjunto com diversas outras ações, ratifica o nosso esforço em assegurar a competitividade e sustentabilidade da Ferbasa”, afirma.

22 de janeiro, 2021
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
Unipar e AES Tietê criam JV para Bahia

A Unipar e a AES Tietê acabaram de formar joint venture para a geração de energia eólica. Anunciada em novembro de 2019, a negociação inclui a construção de um complexo de geração de energia eólica, com capacidade instalada de 155 MW médios, equivalentes a 78 MW médios de energia assegurada a P50, nos municípios de Tucano, Biritinga e Araci, todos no estado da Bahia. "Consideramos este investimento estratégico, na medida em que ampliará nossa condição futura de competitividade, em um mercado marcado por competição local e global que demanda a busca contínua por eficiência. Queremos fortalecer nossas práticas produtivas aliadas à visão de sustentabilidade ponta a ponta", explica o CEO da Unipar, Maurício Russomanno. Atualmente, energia elétrica é um dos insumos de maior peso dentro do processo produtivo de soda e cloro, utilizados em inúmeros segmentos da atividade econômica no país. As obras do complexo eólico devem começar no primeiro semestre de 2021 e o projeto será concluído no final de 2022. A Unipar firmou contrato de consumo de 60 MW médios com a JV, por um período de 20 anos, com o início da sua vigência previsto para 2023. A parcela de energia remanescente produzida será comercializada pela JV no mercado livre. A AES Tietê foi selecionada como parceira estratégica por seu histórico de atuação com fontes de energia limpa, além da capacidade técnica reconhecida internacionalmente. Para Ítalo Freitas, CEO da empresa, a parceria corrobora a estratégia da companhia em continuar seu crescimento no país, com portfólio 100% renovável, oferecendo cada vez mais soluções que agreguem valor aos clientes. A AES coordenará toda a construção do complexo, que conta com a plataforma Siemens Gamesa 5.X, com aerogeradores de 115 metros de altura, com potência de até 6,2 MW, e rotor de 170 metros de diâmetro, a maior máquina "on shore" do Brasil, e adequadas às condições de vento local. Os fornecedores de toda a estrutura dos aerogeradores, por exemplo, já foram contratados.

8 de setembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
Investimentos em dois parques no Piauí

A joint venture formada pela Votorantim Energia e o Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments) vai investir R$ 2 bilhões na implantação de dois novos complexos eólicos – Ventos do Piauí II e III. O investimento será feito com recursos próprios da joint venture. As obras têm início previsto para janeiro de 2021 e as unidades entram em operação em meados de 2022, cm conclusão no ano seguinte. Os Complexos Ventos do Piauí II e III terão cinco parques eólicos cada um e estarão localizados na região da Serra do Inácio, entre os Estados do Piauí e Pernambuco. Juntos, os novos complexos terão potência instalada de 411,6 MW, elevando a capacidade instalada da joint venture em aproximadamente 1 GW naquela região. “Juntamente com os parques Ventos do Piauí I e Ventos do Araripe III, estes projetos irão compor o maior cluster de geração eólica do Brasil. A Joint Venture será responsável por 5% da base de geração eólica do País e 36% da base de geração eólica no Piauí. Serão 976,2 MW de capacidade instalada de geração, sendo 745,2 MW naquele estado e 231,0 MW em Pernambuco”, afirma Fabio Zanfelice, CEO da Votorantim Energia e presidente do conselho da joint venture. A energia produzida nos complexos será comercializada no mercado livre, sendo que 60% do seu volume já está contratado pelas empresas Votorantim Cimentos e Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). A Votorantim Energia anunciou a sua entrada no mercado de energia eólica em 2015, com o projeto Ventos do Piauí I. O complexo de 7 parques eólicos entrou em operação em julho de 2017, com potência instalada de 205,9 MW. Após a conclusão dos projetos Ventos do Piauí II e III, a Joint Venture terá investido aproximadamente R$ 5 bilhões na região, criando um cluster com 4 complexos eólicos equipados com 352 aerogeradores.

9 de março, 2020