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ENERGIA

Auren e AES Brasil criam empresa com potência de 8,8 GW

Auren e AES Brasil criam empresa com potência de 8,8 GW

O acordo prevê a combinação das operações e das participações acionárias das companhias

A Votorantim S.A. comunica ao mercado que a sua empresa do portfólio Auren Energia S.A. firmou um acordo de combinação de negócios com a AES Brasil Energia S.A. e seus acionistas controladores. O acordo prevê a combinação das operações e das participações acionárias das companhias, por meio de uma reorganização societária que resultará na conversão da AES Brasil em subsidiária integral da Auren e na unificação das bases acionárias da Auren e da AES Brasil. A operação resultará em uma única companhia aberta listada no Novo Mercado da B3, com sólido portfólio de 39 ativos operacionais e em construção e potencial de se beneficiar de significativas sinergias corporativas, operacionais e financeiras.

A união cria uma plataforma de geração de energia com potência instalada de 8,8 GW, composta por um portfólio totalmente renovável e EBITDA combinado, relativo ao ano de 2023, de R$ 3,5 bilhões. A Auren, como empresa combinada resultante, se tornará a 3ª maior empresa geradora de energia do Brasil. O negócio está condicionado à verificação de condições usuais para operações desta natureza, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL.

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AES Brasil vai fornecer à Ferbasa

A AES Brasil assinou um memorando de entendimento com a Ferbasa para fornecimento de 80 MW médios de energia, por meio de um contrato de 20 anos, com início em 2024. A Ferbasa irá adquirir energia de fonte 100% renovável, com entrega no submercado Nordeste e perfil flat, ou seja, todo mês será entregue a mesma quantidade de energia. O parque que atenderá às necessidades da companhia será construído dentro do Complexo Eólico Cajuína (RN). O projeto está previsto para começar ainda em 2021 e tem capacidade eólica instalada de 165MW, o que equivale a 92MW médios de energia assegurada. “Este tipo de acordo firmado com a Ferbasa contribui para o aumento da previsibilidade dos nossos resultados e, também, colabora para que diversifiquemos cada vez mais o portfólio da empresa com fontes complementares à hídrica”, afirma Clarissa Sadock, da AES Brasil, que assumirá a presidência em 15 de janeiro. Segundo o CEO da Ferbasa, Marcio Barros, “essa é uma das iniciativas adotadas em linha com o Planejamento Estratégico da Companhia, no intuito de garantir o suprimento de energia a médio e longo prazo”. Paralelamente, a Ferbasa reduz o custo do insumo e abre perspectivas para a possibilidade de otimizar a produção, ainda que o volume a ser negociado não represente um aumento da capacidade produtiva. “É importante também destacar que esse passo, em conjunto com diversas outras ações, ratifica o nosso esforço em assegurar a competitividade e sustentabilidade da Ferbasa”, afirma.

22 de janeiro, 2021
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ENERGIA EÓLICA
Unipar e AES Tietê criam JV para Bahia

A Unipar e a AES Tietê acabaram de formar joint venture para a geração de energia eólica. Anunciada em novembro de 2019, a negociação inclui a construção de um complexo de geração de energia eólica, com capacidade instalada de 155 MW médios, equivalentes a 78 MW médios de energia assegurada a P50, nos municípios de Tucano, Biritinga e Araci, todos no estado da Bahia. "Consideramos este investimento estratégico, na medida em que ampliará nossa condição futura de competitividade, em um mercado marcado por competição local e global que demanda a busca contínua por eficiência. Queremos fortalecer nossas práticas produtivas aliadas à visão de sustentabilidade ponta a ponta", explica o CEO da Unipar, Maurício Russomanno. Atualmente, energia elétrica é um dos insumos de maior peso dentro do processo produtivo de soda e cloro, utilizados em inúmeros segmentos da atividade econômica no país. As obras do complexo eólico devem começar no primeiro semestre de 2021 e o projeto será concluído no final de 2022. A Unipar firmou contrato de consumo de 60 MW médios com a JV, por um período de 20 anos, com o início da sua vigência previsto para 2023. A parcela de energia remanescente produzida será comercializada pela JV no mercado livre. A AES Tietê foi selecionada como parceira estratégica por seu histórico de atuação com fontes de energia limpa, além da capacidade técnica reconhecida internacionalmente. Para Ítalo Freitas, CEO da empresa, a parceria corrobora a estratégia da companhia em continuar seu crescimento no país, com portfólio 100% renovável, oferecendo cada vez mais soluções que agreguem valor aos clientes. A AES coordenará toda a construção do complexo, que conta com a plataforma Siemens Gamesa 5.X, com aerogeradores de 115 metros de altura, com potência de até 6,2 MW, e rotor de 170 metros de diâmetro, a maior máquina "on shore" do Brasil, e adequadas às condições de vento local. Os fornecedores de toda a estrutura dos aerogeradores, por exemplo, já foram contratados.

8 de setembro, 2020
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ENERGIA EÓLICA
Fundo canadense e Votorantim criam joint venture

O Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), uma organização de gestão de investimentos canadense, e a Votorantim Energia, empresa investida da Votorantim S.A, firmaram acordo para a formação de joint venture voltada para projetos de geração de energia no Brasil. Inicialmente, a joint venture fechou contratos para aquisição de dois parques eólicos em operação no Nordeste do Brasil: Ventos do Araripe III (Ventos III), da desenvolvedora de projetos brasileira Casa dos Ventos, e Ventos do Piauí I (Piauí I), uma contribuição da Votorantim Energia para a joint venture. Como parte da transação, o CPPIB investirá aproximadamente R$ 690 milhões em capital. No futuro, a joint venture espera investir mais de R$ 3 bilhões em ativos operacionais e em desenvolvimento neste setor no Brasil. O parque Ventos do Piauí I está localizado no estado do Piauí e tem capacidade de geração de aproximadamente 206 MW, com investimento de cerca de R$ 1,2 bilhão. Ventos III, localizado nos estados do Piauí e Pernambuco, tem capacidade instalada de aproximadamente 359 MW, com investimento de cerca de R$ 1,8 bilhão. Juntos, os parques eólicos têm 565 MW de capacidade instalada, com quase toda a produção contratada no mercado regulado de energia. As aquisições estão sujeitas às condições habituais de fechamento e às aprovações regulatórias. "Esta transação permite que o CPPIB estabeleça uma presença no atraente mercado brasileiro de geração de energia, que se enquadra bem com a nossa estratégia global de energia e renováveis, e diversifica ainda mais o CPP Fund", disse o Managing Director e responsável pelo grupo de Energia e Renováveis do CPPIB, Bruce Hogg. “Esperamos criar uma parceria de longo prazo com o Grupo Votorantim para expandir nossa joint venture. À medida que a demanda de energia cresce em todo o mundo e com foco na aceleração da transição para energias renováveis, o CPPIB continuará buscando oportunidades para expandir o portfólio de energia e renováveis globalmente", aponta Hogg. A joint venture buscará ativamente investimentos em geração de energia e aquisições em todo o Brasil. "Estamos muito entusiasmados nesta parceria com o CPPIB, um investidor de renome que compartilha da nossa visão de longo prazo para o setor e perspectivas da joint venture. Isso reforça o nosso compromisso com o setor de energia no Brasil, no qual temos investido por quase 100 anos", disse o CEO da Votorantim, João Miranda.

8 de janeiro, 2018