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ENERGIA

Fórum Pacto Global lança estudo

No último dia 16 de maio o Fórum Pacto Global da ONU lançou estudo pioneiro sobre o setor de energia. O estudo Integração dos ODS no Setor Elétrico Brasileiro estabelece um panorama de como os ODS têm influenciado o trabalho das empresas – públicas e privadas – elétricas brasileiras. A pesquisa foi conduzida por professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, e da PUC-SP, e contou com 20 participantes, tanto de geração quanto de distribuição e transmissão de energia. “A energia é o fio comum que conecta o crescimento econômico”. Foi com essa frase de Ban Ki-Moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) entre 2007 e 2016, que a vice-presidente da Rede Brasil do Pacto Global, Márcia Massotti, abriu o painel de Energia no Fórum Pacto Global - 15 Anos da Rede Brasil, realizado no dia 16 de maio, no Masp, em São Paulo. “O Brasil é um dos poucos países do mundo que tem a sua matriz energética predominantemente sustentável. Hoje, somos a 9ª economia do mundo e o 8º país em consumo de energia. Temos alto percentual de geração, mas baixo consumo per capita quando comparado a países desenvolvidos, ocupando a 98º posição. Até 2030, precisamos reduzir em 43% as emissão dos gases de efeito estufa, meta firmada no âmbito do Acordo em Paris, e Energia é um dos setores que mais impactam no alcance do combate à mudança climática (ODS 13). Temos aí um grande desafio pela frente”, destaca a vice-presidente da Rede Brasil do Pacto Global, Márcia Massotti. O levantamento aponta que 50% das companhias ainda não consideram os ODS como referência para estruturação ou revisão da estratégia e gestão de seus negócios, sendo que 30% afirmaram que irão adotar os ODS no próximo planejamento, enquanto 20% disseram que seguem outros indicadores de sustentabilidade. A principal dificuldade mencionada é o alinhamento das metas internas às estipuladas pelos ODS. O Brasil tem como meta reduzir os gases causadores do efeito estufa em 43% até 2030, segundo o que foi firmado no Acordo de Paris. O setor brasileiro de energia tem metas específicas: aumentar para 18% a participação de bioenergia na matriz energética, reduzir 10% do consumo de eletricidade e utilizar fontes renováveis para geração de energia elétrica. Além de barrar o aquecimento global, a energia está relacionada com outros ODS, como trabalho crescente e crescimento econômico (ODS 8), consumo e produção responsáveis (ODS 12), energia limpa e acessível (ODS 7), igualdade de gênero (ODS 5) — visto que o setor é predominantemente masculino — e parcerias (ODS 17). Entre os ODS mais relevantes, apareceram o 7 (Energia Limpa e Acessível), o 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima), o 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), o 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e o 15 (Vida Terrestre). O levantamento completo traz ainda matriz de impactos e oportunidades dos ODS e está disponível para download: https://bit.ly/2wSWdhx

No último dia 16 de maio o Fórum Pacto Global da ONU lançou estudo pioneiro sobre o setor de energia. O estudo Integração dos ODS no Setor Elétrico Brasileiro estabelece um panorama de como os ODS têm influenciado o trabalho das empresas – públicas e privadas – elétricas brasileiras. A pesquisa foi conduzida por professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, e da PUC-SP, e contou com 20 participantes, tanto de geração quanto de distribuição e transmissão de energia.

“A energia é o fio comum que conecta o crescimento econômico”. Foi com essa frase de Ban Ki-Moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) entre 2007 e 2016, que a vice-presidente da Rede Brasil do Pacto Global, Márcia Massotti, abriu o painel de Energia no Fórum Pacto Global - 15 Anos da Rede Brasil, realizado no dia 16 de maio, no Masp, em São Paulo. “O Brasil é um dos poucos países do mundo que tem a sua matriz energética predominantemente sustentável. Hoje, somos a 9ª economia do mundo e o 8º país em consumo de energia. Temos alto percentual de geração, mas baixo consumo per capita quando comparado a países desenvolvidos, ocupando a 98º posição. Até 2030, precisamos reduzir em 43% as emissão dos gases de efeito estufa, meta firmada no âmbito do Acordo em Paris, e Energia é um dos setores que mais impactam no alcance do combate à mudança climática (ODS 13). Temos aí um grande desafio pela frente”, destaca a  vice-presidente da Rede Brasil do Pacto Global, Márcia Massotti.

O levantamento aponta que 50% das companhias ainda não consideram os ODS como referência para estruturação ou revisão da estratégia e gestão de seus negócios, sendo que 30% afirmaram que irão adotar os ODS no próximo  planejamento, enquanto 20% disseram que seguem outros indicadores de sustentabilidade. A principal dificuldade mencionada é o alinhamento das metas internas às estipuladas pelos ODS.

O Brasil tem como meta reduzir os gases causadores do efeito estufa em 43% até 2030, segundo o que foi firmado no Acordo de Paris. O setor brasileiro de energia tem metas específicas: aumentar para 18% a participação de bioenergia na matriz energética, reduzir 10% do consumo de eletricidade e utilizar fontes renováveis para geração de energia elétrica. Além de barrar o aquecimento global, a energia está relacionada com outros ODS, como trabalho crescente e crescimento econômico (ODS 8), consumo e produção responsáveis (ODS 12), energia limpa e acessível (ODS 7), igualdade de gênero (ODS 5) — visto que o setor é predominantemente masculino — e parcerias (ODS 17).

Entre os ODS mais relevantes, apareceram o 7 (Energia Limpa e Acessível), o 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima), o 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), o 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e o 15 (Vida Terrestre). O levantamento completo traz ainda matriz de impactos e oportunidades dos ODS e está disponível para download: https://bit.ly/2wSWdhx

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23 de março, 2020
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16 de novembro, 2017
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6 de junho, 2016
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30 de setembro, 2015