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MOBILIDADE URBANA

Furnas e COPPE desenvolvem ônibus híbrido

Furnas desenvolveu um ônibus movido a eletricidade e etanol em parceria om a COPPE UFRJ. Esse é o novo projeto que já inclui um veículo movido a eletricidade e hidrogênio e outro 100% a energia elétrica. A apresentação do protótipo de veículo híbrido aconteceu no último dia 9 de maio, em Brasília, durante o seminário internacional de Eletromobilidade Aplicada ao Transporte Público por Ônibus: Desafios, Benefícios e Oportunidades. Na ocasião, o Diretor de Novos Negócios e de Participações de Furnas, Claudio Semprine, comentou sobre as pretensões da companhia. “O maior desafio de Furnas é o desenvolvimento tecnológico. Nascemos para fomentar a tecnologia no país”, afirmou. O projeto teve custo inicial de R$ 1,5 milhão e tem como objetivo ampliar e fortalecer conhecimentos, além de aprimorar a capacidade técnica para compartilhar soluções em eletromobilidade nas cidades. O ônibus híbrido traz como diferencial a condição do sistema de passar da etapa inicial (cabeça de série) para tornar-se um lote pioneiro (pronto para circulação), com produção em escala. “Hoje acreditamos que o veículo híbrido a etanol teria capacidade de quebrar o paradigma e entrar no mercado. Um fator facilitador é que a cadeia produtiva do etanol já existe e está consolidada”, explicou Nelson de Araújo dos Santos, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de Furnas. O ônibus possui 13 metros, piso totalmente baixo, ar-condicionado e três portas para corredor expresso, além de suspensão a ar e autonomia de 400 km para um ciclo urbano. A capacidade de abastecimento de 300 litros de etanol, com conexão bidirecional à rede elétrica, também reforça o conceito do protótipo, que permitirá boas performances com autonomia.

Furnas desenvolveu um ônibus movido a eletricidade e etanol em parceria om a COPPE UFRJ. Esse é o novo projeto que já inclui um veículo movido a eletricidade e hidrogênio e outro 100% a energia elétrica. A apresentação do protótipo de veículo híbrido aconteceu no último dia 9 de maio, em Brasília, durante o seminário internacional de Eletromobilidade Aplicada ao Transporte Público por Ônibus: Desafios, Benefícios e Oportunidades. Na ocasião, o Diretor de Novos Negócios e de Participações de Furnas, Claudio Semprine, comentou sobre as pretensões da companhia. “O maior desafio de Furnas é o desenvolvimento tecnológico. Nascemos para fomentar a tecnologia no país”, afirmou.

O projeto teve custo inicial de R$ 1,5 milhão e tem como objetivo ampliar e fortalecer conhecimentos, além de aprimorar a capacidade técnica para compartilhar soluções em eletromobilidade nas cidades. O ônibus híbrido traz como diferencial a condição do sistema de passar da etapa inicial (cabeça de série) para tornar-se um lote pioneiro (pronto para circulação), com produção em escala. “Hoje acreditamos que o veículo híbrido a etanol teria capacidade de quebrar o paradigma e entrar no mercado. Um fator facilitador é que a cadeia produtiva do etanol já existe e está consolidada”, explicou Nelson de Araújo dos Santos, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de Furnas.

O ônibus possui 13 metros, piso totalmente baixo, ar-condicionado e três portas para corredor expresso, além de suspensão a ar e autonomia de 400 km para um ciclo urbano. A capacidade de abastecimento de 300 litros de etanol, com conexão bidirecional à rede elétrica, também reforça o conceito do protótipo, que permitirá boas performances com autonomia.

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Moura lança bateria de lítio para ônibus

A Moura e a Eletra lançaram no mercado brasileiro a primeira bateria de lítio para ônibus elétricos. O produto irá equipar o Ônibus Elétrico Híbrido Dual Bus 15m, o veículo mais inovador do Brasil para transporte público sustentável. A parceria entre as empresas viabilizou a produção do modelo elétrico-híbrido 100% fabricado no Brasil. O Dual Bus 15m é a soma da tecnologia de tração elétrica Eletra, empresa de transporte público sustentável, com a eficiência dos componentes Moura (através de parceria com a XALT Energy) e WEG – terceiro parceiro na empreitada. O ônibus de tração elétrica é alimentado por duas fontes de energia – banco de baterias e grupo motor-gerador – que podem operar em modo conjunto ou independente. Além disso, a tecnologia Eletra permite a troca do motor-gerador por um novo banco de baterias, possibilitando ao veículo transitar como ônibus elétrico puro. “A eletrificação veicular, principalmente de ônibus e caminhões, é uma realidade e a Moura tem desenvolvido soluções para atender às demandas do mercado e apoiar a aceleração deste processo no Brasil”, afirma o Diretor Geral da Divisão de Lítio e Diretor de Logística e Suprimentos do Grupo Moura, Fernando Castelão. A parceria entre as três empresas marca o início das operações do Grupo Moura no mercado de baterias de lítio. Por meio de intercâmbio tecnológico, a empresa está usando sua expertise de mais de seis décadas para realizar a adaptação dos produtos fabricados fora do Brasil para o mercado sul americano e no futuro viabilizar a produção nacional assim que a demanda interna justificar os investimentos. A Moura ainda vem desenvolvendo soluções de baterias de lítio para outras aplicações como empilhadeiras e outros veículos industriais, telecomunicações, caminhões e armazenamento de energia. Os grandes diferenciais da tecnologia desenvolvida pela Eletra é a padronização do sistema de tração elétrica dos modelos (híbridos e elétricos puro) e a flexibilidade para somar, isolar ou substituir fontes de energia distintas no mesmo ônibus, permitindo que um único ônibus elétrico possa operar e se ajustar às condições disponíveis de matriz energética.

24 de outubro, 2019
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EMBRAPII cria rede de eletropostos

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) criou uma rede de eletropostos com tecnologia 100% nacional. Atualmente, a tecnologia disponível é importada. O projeto é desenvolvido pelo CPqD, unidade credenciada EMBRAPII, em parceria com a empresa PHB Eletrônica e conta com financiamento do BNDES. O objetivo é distribuir os eletropostos pelos centros urbanos e rodovias brasileiras e oferecer condições para que a utilização de veículos elétricos seja ampliada. Ao todo, são três modelos de eletropostos com recarregadores do tipo plug-in em desenvolvimento: normal, que poderá ser instalado em casa, semirrápido e rápido, ambos para instalação em espaços públicos como estacionamentos, shopping centers, postos de combustíveis, entre outros. Nos eletropostos normais, a recarga da bateria levará de 8 a 16 h; no semirrápido, entre 2 a 4 h e, no rápido, em até uma hora, dependendo do modelo do veículo. Todos os equipamentos serão desenvolvidos de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para esses produtos. O sistema identificará o usuário para liberação do uso, bem como irá controlar o nível de recarga e a futura cobrança pela energia consumida. A previsão é que os primeiros protótipos de eletropostos nacionais estejam disponíveis para produção industrial no final de 2020. "As infraestruturas físicas aliadas a seus recursos humanos altamente qualificados, tornam as unidades EMBRAPII potenciais parceiras de empresas que queiram desenvolver projetos inovadores na área de eletromobilidade, ajudando a reduzir os riscos tecnológicos inerentes destes projetos inovadores”, destacou o diretor de Operações, Carlos Eduardo Pereira.

22 de abril, 2019
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Volta Redonda ganha três ônibus

A cidade de Volta Redonda ganhou os primeiros ônibus 100% elétricos do estado do Rio de Janeiro. Três unidades do modelo BYD D9W, com carroceria Caio Millenium estão em funcionamento no município fluminense. Na entrega oficial dos veículos, em 15 de agosto, estiveram presentes o prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva, o Secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Joselito Magalhães, o Presidente da BYD do Brasil, Tyler Li, o Vice-Presidente Sênior de Vendas da BYD, Wilson Pereira, e o Gerente Nacional de Vendas da BYD, Silvestre Souza, dentre outras autoridades. Os veículos estão operando dentro do programa Tarifa Zero e circulam gratuitamente nos quatro principais pontos comerciais de Volta Redonda - Vila Santa Cecilia, Centro, Aterrado e Retiro. O período de testes dos ônibus começou em julho deste ano e teve aprovação de quase 100% dos usuários e também dos comerciantes do Centro. “O projeto é inovador. Mas, mais do que isso, aquece a economia, levando os consumidores aos principais centros comerciais da cidade sem interferir nas linhas convencionais. Além do mais, os veículos não provocam poluição sonora e nem atmosférica. Com tudo isso, vamos melhorar a mobilidade de Volta Redonda”, avalia o prefeito Samuca Silva. Segundo o presidente da BYD do Brasil, Tyler Li, “o ônibus elétrico é uma tecnologia promissora na busca por um transporte público menos poluente e com menor custo de manutenção. Com cada vez mais grandes metrópoles globais realizando testes e implementando esse tipo de veículo em suas vias públicas, o ônibus elétrico vai deixando de ser apenas uma ideia do futuro, firmando-se dia a dia como realidade”.

27 de agosto, 2018
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Governo entrega três ônibus movidos a hidrogênio

O Governo do Estado de São Paulo entregou, dia 15 de junho, três novos ônibus movidos a hidrogênio para transporte urbano no Brasil. Esta é a primeira frota brasileira com essa especificidade. "Vai ajudar muito com a questão da poluição e meio ambiente, além de oferecer conforto, rapidez e contribuir com a saúde da população", declarou o governador Geraldo Alckmim. Os veículos possuem tecnologia de propulsão e dispersam apenas o vapor d’água através dos escapamentos. Não há emissão de poluentes (material particulado e gases do efeito estufa). O projeto é coordenado pela EMTU/SP (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A.). "O grande desafio das metrópoles do mundo inteiro é mobilidade urbana e poluição", acrescentou o governador. A primeira frota vai circular no trecho Diadema/Morumbi no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD). Projetos similares já foram desenvolvidos na Alemanha, Canadá e Estados Unidos. A produção e o abastecimento de hidrogênio serão feitos na Unidade São Bernardo do Campo da EMTU. No local, as moléculas de água são separadas por meio de eletrolisadores (mecanismo que separa os elementos químicos usando eletricidade). O oxigênio da molécula será liberado para atmosfera e o hidrogênio, comprimido e armazenado para abastecer os ônibus. A operação dessa estação ficará a cargo da Petrobras Distribuidora. As carrocerias dos veículos contam com desenhos de pássaros da fauna brasileira. Os três ônibus foram batizados com o nome das espécies Ararajuba, ave da região Amazônica que representará as regiões Norte e Nordeste; Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal e Sabiá Laranjeira, considerada por decreto presidencial como um dos quatro símbolos nacionais.

19 de junho, 2015