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ENERGIA SOLAR

GE fornece inversores para projetos na Bahia

A Atlas Renewable Energy contratou recentemente a GE Power para fornecer inversores solares LV5 de 1.500 volts para os projetos de Juazeiro e São Pedro, ambos localizados no Estado da Bahia. A tecnologia de ponta do negócio de Power Conversion da GE ajuda a simplificar e tornar mais eficientes as estruturas de plantas solares, reduzindo o investimento em suas construções. Comparada à tecnologia de 1000 volts, o LV5 pode reduzir o custo do sistema em até 3% e economizar 15% dos custos operacionais. "O Custo Nivelado de Energia é um indicador chave para conduzir as decisões de investimento. A solução da GE garante o rendimento de nossas plantas solares, assegurando que os nossos recursos sejam apoiados por uma solução competitiva e confiável de acordo com os nossos padrões de qualidade e de performance a longo prazo", disse Carlos Barrera, CEO da Atlas Renewable Energy. A GE fornecerá os inversores de 4MW ou 2MW para o projeto Juazeiro (120 MW) e São Pedro (54MW). Fabricado em sua planta em Betim, o LV5 da GE obteve credenciamento do BNDES, marcando-a como o primeiro fornecedor de tecnologia de inversores solares de 1.500 volts compatível com os requisitos da Finame. "Na GE, nos esforçamos para trazer a melhor solução para ajudar os clientes a alcançar uma alta produtividade energética com custo reduzido de eletricidade, permitindo um melhor desempenho em seus investimentos", disse Rodrigo Elias, Executivo de Vendas de Power Conversion.

A Atlas Renewable Energy contratou recentemente a GE Power para fornecer inversores solares LV5 de 1.500 volts para os projetos de Juazeiro e São Pedro, ambos localizados no Estado da Bahia. A tecnologia de ponta do negócio de Power Conversion da GE ajuda a simplificar e tornar mais eficientes as estruturas de plantas solares, reduzindo o investimento em suas construções. 
 
Comparada à tecnologia de 1000 volts, o LV5 pode reduzir o custo do sistema em até 3% e economizar 15% dos custos operacionais. "O Custo Nivelado de Energia é um indicador chave para conduzir as decisões de investimento. A solução da GE garante o rendimento de nossas plantas solares, assegurando que os nossos recursos sejam apoiados por uma solução competitiva e confiável de acordo com os nossos padrões de qualidade e de performance a longo prazo", disse Carlos Barrera, CEO da Atlas Renewable Energy.
 
A GE fornecerá os inversores de 4MW ou 2MW para o projeto Juazeiro (120 MW) e São Pedro (54MW). Fabricado em sua planta em Betim, o LV5 da GE obteve credenciamento do BNDES, marcando-a como o primeiro fornecedor de tecnologia de inversores solares de 1.500 volts compatível com os requisitos da Finame. "Na GE, nos esforçamos para trazer a melhor solução para ajudar os clientes a alcançar uma alta produtividade energética com custo reduzido de eletricidade, permitindo um melhor desempenho em seus investimentos", disse Rodrigo Elias, Executivo de Vendas de Power Conversion.

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ENERGIA SOLAR
Brasil atinge 8 GW de potência operacional

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou que o Brasil atingiu a marca histórica de 8 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 240 mil empregos acumulados. O Brasil possui 3,1 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 16 bilhões. Ao somar as capacidades instaladas dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. No segmento de geração distribuída, são 4,9 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 24 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Os consumidores residenciais estão no topo da lista entre os que instalam sistemas de energia solar fotovoltaica, representando 73,6% do total, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (16,6%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,4%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,9% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores dos setores de comércio e serviços (37,8%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Segundo a ABSOLAR, o Brasil possui mais de 411 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade a mais de 514 mil unidades consumidoras. “Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil continua com um mercado solar ainda muito pequeno, sobretudo na geração distribuída. Há mais de 86 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém atualmente apenas 0,6% faz uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. O CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, diz que a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o Brasil atingir as metas de desenvolvimento econômico, sobretudo agora, para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, aponta Sauaia.

8 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 300 mil conexões

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil ultrapassou a marca das 300 mil conexões de geração distribuída solar fotovoltaica. Desde 2012, essa geração já representa 3,6 GW de potência instalada operacional e respondeu por mais de R$ 18,2 bilhões em novos investimentos ao País, além da geração de 108 mil empregos acumulados no período. Os consumidores residenciais respondem por 72,5% do total, seguido pelas empresas dos setores de comércio e serviços (17,7%), consumidores rurais (6,8%), indústrias (2,6%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 39,1% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (38,0%), consumidores rurais (12,7%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Os mais de 300 mil sistemas conectados à rede proporcionam economia financeira e sustentabilidade ambiental a 374,4 mil unidades consumidoras. Agora, a tecnologia solar fotovoltaica já está presente em mais de cinco mil municípios e em todos os estados brasileiros. Os cinco maiores em potência instalada são: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Mato Grosso. Segundo a Absolar, nos últimos doze meses foram adicionados cerca de 162 mil novos sistemas de geração distribuída da fonte solar no Brasil, crescimento de mais de 130% no período. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo neste momento, para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta a vice-presidente de geração distribuída da associação, Bárbara Rubim. O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, diz que o setor solar irá alavancar a recuperação do Brasil. “A solar é parte da solução, tanto para a nossa sociedade, quanto para o meio ambiente”, comenta o executivo.

30 de setembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 6 GW em potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgou que o Brasil ultrapassou a marca de 6GW de potência instalada operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. No total, a fonte já trouxe mais de R$ 31 bilhões em novos investimentos privados no País, tendo gerado cerca de 180 mil empregos acumulados. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 2,9 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos até 2025 referentes aos projetos já contratados em leilões de energia ultrapassam R$ 25,8 bilhões. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 100 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de mais de R$ 15 bilhões. No caso da geração distribuída, são 3,1 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 15 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.

20 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Actis lança plataforma de energia solar

A Actis anunciou US$ 525 milhões para estabelecer a plataforma de energia renovável pan-regional denominada Atlas Renewable Energy. A plataforma pretende chegar a mais de 1.500 MWs de capacidade instalada na América Latina. A Actis completou a aquisição de mais de 1.500 MWs de ativos solares fotovoltaicos da SunEdison na América Latina. A transação inclui um acordo para adquirir ativos incluindo 578 MWs de projetos contratados em operação, em construção, ou em estágio avançado de desenvolvimento, e mais de 1.000 MWs adicionais em projetos em estágio inicial de desenvolvimento. Quando estiverem em plena operação, a expectativa é que os projetos produzam energia limpa capaz de abastecer mais de 350 mil famílias, reduzindo as emissões de CO2 da geração convencional em mais de 1,5 milhão de toneladas. A estratégia de crescimento da Atlas Renewable Energy envolve tanto a parceria em novos projetos como o desenvolvimento de seu próprio pipeline proprietário, com foco em projetos de energia solar fotovoltaica, que incluem mercados-alvo como Brasil, México, Uruguai e Chile. A Atlas é a quinta plataforma de geração de energia da Actis na América Latina, após investimentos recentes no México, no Brasil, no Chile e na América Central. A Atlas contará com uma equipe de gestão experiente com um histórico de sucesso no desenvolvimento e construção de projetos de energia solar fotovoltaicos em toda a região. A empresa terá sede em Santiago (Chile) e escritórios regionais no Brasil e no México. “A criação da Plataforma Atlas representa o compromisso da Actis com a América Latina, reconhecendo o potencial robusto da região para o crescimento das energias renováveis. Este plano de negócios será liderado por uma equipe de gestão forte e testada, com um histórico comprovado na indústria solar. Estamos muito satisfeitos por apoiar esta equipe de gestão para construir e desenvolver a Atlas, e sentimos fortemente que esta transação lança a plataforma para um grande começo”, disse Michael Harrington, sócio do negócio de Energia da Actis.

3 de março, 2017