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REFLORESTAMENTO

GS Inima SAMAR planta 10 mil mudas em Araçatuba

GS Inima SAMAR planta 10 mil mudas em Araçatuba

O estudo aponta que restam apenas 4% da vegetação nativa e 75% das áreas de proteção ambiental (APPs) onde corre o Ribeirão Baguaçu e afluentes estão degradadas.

A GS Inimar SAMAR encomendou à Brava Engenharia e Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) o estudo “Segurança Hídrica no Ribeirão Baguaçu em Araçatuba (SP)” sobre a segurança hídrica da microbacia do Ribeirão Baguaçu, no município. O resultado foi apresentado aos Prefeitos da região – a bacia abrange os municípios de Araçatuba, Bilac, Birigui e Coroados - , sindicato dos produtores rurais, órgãos de regulação e fiscalização, entidades e autoridades municipais. Todos puderam constatar os riscos para o Ribeirão Baguaçu, principal manancial que abastece os moradores da cidade de Araçatuba.

O estudo aponta que restam apenas 4% da vegetação nativa e 75% das áreas de proteção ambiental (APPs) onde corre o Ribeirão Baguaçu e afluentes estão degradadas. As mudanças climáticas também contribuíram para piorar a situação. Em 2020, o volume de chuvas na região diminuiu 28% comparada à média histórica desde 1984. Para recuperar as áreas degradadas da microbacia é necessário o plantio de 3,9 milhões de árvores, sendo que 175 mil mudas no entorno do principal curso de água. “Nossa contribuição marca o início do processo de recuperação do Baguaçu, que só será bem sucedida se engajar o poder municipal, as empresas, entidades e sociedade dos municípios que se servem das águas” comentou Eduardo Caldeira, diretor-técnico da GS Inima SAMAR, que anunciou o plantio de 10 mil mudas de árvores ao longo de dois anos.

O estudo recomenda identificar áreas prioritárias, fazer planejamento de paisagem para recuperar o manancial, organizar estratégia de comunicação para mobilizar a sociedade e abrir um debate com os entes envolvidos. Após a apresentação do estudo, Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da GS Inima Brasil, moderou debate sobre a segurança hídrica na microbacia do Baguaçu, da qual participaram, Vitor Saback, diretor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges, o diretor de Recursos Hídricos do DAEE e secretário executivo do Comitê de Bacias Hidrográficas do Baixo Tietê, Luiz Otávio Manfré, o presidente do SIRAN – Sindicato Rural da Alta Noroeste, Thomas Rocco, o comissário-geral da Agência Reguladora e Fiscalizadora DAEA, Marcio Saito e o diretor-técnico da GS Inima SAMAR, Eduardo Caldeira. Todos se mostraram preocupados com os resultados do estudo e concordaram com a necessidade de uma articulação ampla para não colocar em risco o abastecimento urbano, as atividades do agronegócio e da indústria. Ao final do evento, os prefeitos de Araçatuba, Dilador Borges, de Birigui, Leandro Maffeis, e de Bilac, Vitor Botini assinaram um termo de compromisso de cooperação para preservar a região para as futuras gerações.

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SEGURANÇA HÍDRICA
A importância de recuperar mananciais

Para garantir segurança hídrica para os grandes centros urbanos brasileiros, a recuperação e conservação de mananciais utilizados na captação de água são ações fundamentais e urgentes, além de uma tarifa que garanta investimentos necessários para tanto. A conclusão faz parte das discussões da 1ᵃ Roda de Conversa com Jornalistas, realizada dia 24 de fevereiro, pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), com o apoio da The Nature Conservancy (TNC). De acordo com João Paulo Capobianco, vice-presidente do IDS, “é essencial e estratégico para o Brasil estruturar um programa de proteção de áreas de mananciais por diversas razões, mas principalmente porque os mananciais são 'matéria-prima' do abastecimento público, essenciais à qualidade de vida e às atividades econômicas". O especialista também defendeu que a cobrança da tarifa de água e esgoto possa viabilizar investimentos para preservação de mananciais e manutenção do sistema, apontando a região metropolitana de São Paulo como um caso exemplar das consequências do atual modelo, considerado insustentável. "Os rios que cortam a cidade - como o Tietê e Pinheiros - estão completamente contaminados, assim como a enorme rede formada por seus afluentes. O mesmo ocorre com a maior parte da maior represa da cidade, a Billings", explicou o vice-presidente do IDS. Para agravar o problema, o Sistema Cantareira e as vastas áreas de mananciais que envolvem toda a metrópole estão sendo drasticamente degradadas pela ocupação desordenada, o que reduz a capacidade natural de produção de água e contamina aquela água produzida que chega aos reservatórios. Representante no Brasil do 2030 Water Resources Group, iniciativa da International Finance Corporation (IFC) - instituição de fomento do Banco Mundial voltada para programas relacionados à água -, Stela Goldenstein disse que o modelo atual não funciona. "Temos vastas áreas e não está claro a quem compete a proteção. Não está claro como valorar a proteção e financiar as ações que são necessárias", afirmou a executiva em sua apresentação, destacando que é preciso ir além da proteção. "Não basta apenas proteger, vamos precisar recuperar também", completou. "De fato, o modelo atual - de degradação dos mananciais - não funciona porque não tem o cuidado antes da captação e ao mesmo tempo no processo final", acrescentou Samuel Barreto, gerente nacional de Água da The Nature Conservancy Brasil (TNC), observando que hoje no Brasil pelo menos 100 milhões de pessoas que não têm acesso à coleta e ao tratamento de esgoto, o que compromete a qualidade e quantidade de água e a saúde das pessoas, além dos cofres públicos, porque temos que pagar por isso. Segundo ele, levantamento da TNC realizado em 4 mil médias e grandes cidades no mundo mostrou que apenas 1% de todo o orçamento investido no setor de saneamento é alocado em soluções baseadas na natureza, que podem ajudar a criar resiliência climática, melhorar as fontes de água e proteger o restante de floresta que temos. "Só o Sistema Cantareira já perdeu 70% de cobertura florestal", afirmou Barreto.

3 de março, 2021
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GS INIMA
ETA Samar recebe três certificações

A Estação de Tratamento de Água Tietê da GS Inima Samar passou por processo de certificação do SGI – Sistema de Gestão Integrada com zero não conformidade nas ISOs 9001, importante norma internacional que trabalha a gestão de qualidade, ISO 14001, de gestão ambiental para o desenvolvimento de práticas sustentáveis e a ISO 45001, norma internacional para o Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional. O trabalho foi realizado pela equipe de QSMS e escritório externo de auditoria Bureau Veritas e coloca a GS Inima Samar como concessão pioneira do grupo a certificar uma estação de tratamento. Para Renato César A. da Silva, Coordenador das áreas de QSMS a unidade conquistou 100% de conformidade e contou com o empenho de toda a equipe no cumprimento de uma série de requisitos, regulamentos, legislações, além de exigência de caráter normativo e aplicáveis ao negócio. A certificação faz parte da estratégia de negócio da GS Inima Samar de reduzir riscos associados ao meio ambiente, saúde e segurança dos trabalhadores e circunvizinhança, além de melhorar desempenho, evitar desperdícios e atender as exigências do mercado cada vez mais sustentável. Com as certificações, a companhia poderá colocar em prática os planos futuros: ampliar o sistema de gestão integrada nas demais unidades da concessão. “Além do ganho interno, que nos habilita a conhecer e controlar nossos processos, métodos e técnicas e com isso ter condições de retroalimentar as informações, tornando-nos muito mais eficientes, o SGI une a preocupação da organização de qualidade dos resultados, somado a saúde e segurança do trabalho, meio e responsabilidade social”, diz Rondinaldo de Lima, Diretor Técnico da GS Inima Samar. O sistema de gestão integrada foi implantado inicialmente no complexo produtor Tietê, a certificação no SGI - sistema de gestão integrado garantiu a certificação nos sistemas de qualidade (ISO 9001), Saúde e Segurança (ISO 45001) e Meio Ambiente (ISO 1400).

18 de dezembro, 2020
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SANEAMENTO
ABES premia empresas da GS Inima

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a GS Inima SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, ambas as empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) por estarem entre as 40 cidades com mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A pesquisa reúne indicadores de 1.857 municípios, que representam aproximadamente 70% da população brasileira, segundo informações do SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. Na lista, apenas 98 cidades estão na categoria máxima, que indica “Rumo à Universalização”. As outras categorias são: Compromisso com a universalização, Primeiros Passos para a universalização (onde se enquadra a maioria dos municípios pesquisados, 1.520) e Empenho para a universalização. Ribeirão Preto (SP), com quase 713 milhões de habitantes, ficou em 20º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2020, com 496,8 pontos na avaliação. Desde que assumiu, em 2012, os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de Araçatuba, que tem hoje 193 mil habitantes, a GS Inima SAMAR investiu na melhoria dos serviços de saneamento, que levaram o município rumo à universalização. A cidade obteve o 30º lugar no Ranking ABES 2020, com 494,45 pontos. A nota máxima é 500. É a terceira vez que essas cidades figuram no ranking da ABES entre as melhor saneadas do Brasil. Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, afirma que a parceria com os municípios é um dos caminhos para o Brasil atingir a universalização no saneamento. “O reconhecimento da ABES, entidade de profissionais do setor, mostra que estamos no caminho certo,” diz Paulo Roberto. “É um grande estímulo para continuarmos trabalhando, assumindo compromissos e entregando resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba.” A novidade no Ranking ABES 2020 foi a inclusão do indicador Taxa de Internação Hospitalar, para correlacionar as variáveis saúde e saneamento, por meio das DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado, definidas em pesquisa financiada pela FUNASA nos anos de 2001 e 2002. Para este estudo são utilizadas as doenças de transmissão feco-oral (diarreias, febres entéricas, hepatite A). Sobre elas, calculou-se a taxa de internações média por 100.000.

15 de junho, 2020
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GS INIMA BRASIL
Duas empresas premiadas pela ABES

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas por estar entre as 29 cidades de mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. O prêmio é concedido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). A associação realiza pesquisa nacional e contempla os municípios que forneceram as informações para o cálculo de cada um dos cinco indicadores ao SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. A ABES recebeu informações de quase dois mil municípios, dos quais apenas 80 estão na categoria máxima ‘Rumo à universalização’. Dentre os de grande porte - com mais de 100 mil habitantes – somente 29 estão na categoria, sendo todos das regiões Sudeste e Sul. As outras categorias são ‘Compromisso com a universalização’, ‘Primeiros Passos para a universalização’ (onde se enquadra a maioria dos 1.894 municípios pesquisados) e ‘Empenho para a universalização’. Ribeirão Preto, que conta com quase 695 mil habitantes, obteve o 13º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2018, com 497,40 pontos na avaliação. O prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, acompanhado do diretor-técnico do DAERP, Lineu Andrade de Almeida, recebeu o prêmio das mãos do presidente ABES, Roberval Tavares de Souza. O Comissário Geral da Agência Reguladora DAEA, Márcio Saito, representou o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges, e recebeu o prêmio acompanhado pelo diretor-técnico da SAMAR, Rondinaldo Lima, de Sérgio Roberto Bahls, diretor da ABES. Araçatuba conta com 192 mil habitantes e desde a entrada da SAMAR, em 2012, já foram investidos R$ 81 milhões na melhoria dos serviços de saneamento. A cidade obteve o 20º lugar no Ranking ABES, com 495,16 pontos. A nota máxima é 500. “Essas conquistas mostram que estamos no caminho certo. Vamos continuar trabalhando, assumindo compromissos e entregando excelentes resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba”, afirmou Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil.

8 de abril, 2019
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PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Ambev lança projeto para recuperar Bacia do Rio Guandu

A Ambev lançou, dia 05 de julho, a fase Guandu do Projeto Bacias na APA Guandu, em Queimados (RJ). A empresa plantou duas mil mudas em uma área de preservação ambiental, em colaboração com a The Nature Conservancy (TNC), o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e apoio da Secretaria do Meio Ambiente de Queimados. As mudas são de espécies da Mata Atlântica e foram cedidas pelo Programa Replantando Vida, da Cedae, em uma área de preservação ambiental às margens do Rio Guandu, totalizando uma área de 10 mil m2. O Projeto Bacias – Guandu visa fortalecer e dar escala a projetos de conservação e recuperação florestal e pagamentos por serviços ambientais em áreas críticas da bacia do Rio Guandu. A meta é diminuir a exposição dos usuários da bacia aos riscos hídricos. Importante parceiro no Projeto, o CEBDS buscará envolver outras empresas associadas nesta grande ação coletiva para contribuir para a gestão sustentável e duradoura da Região Hidrográfica do Guandu, no Rio de Janeiro. O lançamento faz parte das oito metas ambientais que a Ambev pretende cumprir até 2017, sendo uma delas a de criar iniciativas para proteção de bacias hidrográficas. Esta edição do Projeto Bacias no Guandu se junta a outras já em curso nas cidades de Jaguariúna (SP), Jundiaí (SP) e Sete Lagoas (MG). A Ambev apoia também a Coalizão Cidades pela Água, iniciativa coordenada pela TNC, e que tem como objetivo ampliar a segurança hídrica para mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas, incluindo o Rio de Janeiro. “Acreditamos que o trabalho em rede é a melhor maneira de transformar o mundo em um lugar melhor. Como sabemos, a preservação da água é um grande desafio e, por isso, demanda uma solução colaborativa. Somente trabalhando juntos, unindo parceiros comprometidos com esta causa como nós, conseguiremos ter resultados cada vez maiores e na urgência que o tema exige. O Guandu é só mais um dos inúmeros passos que a companhia tem dado nessa questão”, afirma Simone Veltri, gerente de relações socioambientais da Ambev.

12 de julho, 2016
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MATA CILIAR
Projeto de recuperação em Botucatu

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de Botucatu firmaram parceria para o desenvolvimento de projeto inédito de recuperação das matas ciliares e nascentes de cursos d´água das microbacias do Rio Pardo, Ribeirão Água da Madalena, Córrego da Água Clara e Córrego Panfílio Dias. Todos estes cursos d’água alimentam o reservatório do Mandacaru, responsável pelo abastecimento de 100% da população do município. A área a ser restaurada receberá o plantio de mudas, cercamento e manutenção para consolidação da vegetação, com o objetivo de preservar as áreas de contribuição dos mananciais de água no município. Somente em áreas de nascentes, a estimativa do projeto é proteger 200 hectares, ou 2 milhões de m2. Entre as ações previstas está o desenvolvimento de projetos de apoio técnico para o uso racional da água nas propriedades rurais, com foco na modernização de sistemas de irrigação mediante a utilização de técnicas e equipamentos de maior eficiência, e na implantação de sistemas de coleta, armazenamento e utilização das águas pluviais. A Secretaria de Agricultura atuará ainda com apoio técnico para o monitoramento da preservação, uso e conservação do solo agrícola nas propriedades rurais do município, além da parceria para a inscrição dos proprietários rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e sua adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). Para celebrar a assinatura do termo de cooperação técnica houve o plantio de 300 mudas nativas em 1.800 m² de Área de Preservação Permanente (APP) do rio Pinheirinho.

23 de abril, 2015