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PARQUES

Ibirapuera ganha eucalipto gigante

O artista plástico Eduardo Srur, a Panamericana Escola de Arte e Design e o Parque Ibirapuera inauguraram neste sábado, 27 de junho, às 11 horas, a instalação #ARVORESCAIDAS na Praça da Paz do Parque Ibirapuera. Projeto criado pela AlmapBBDO para a escola visa mostrar o efeito transformador da arte para despertar atenção e conscientizar pessoas a respeito da queda de árvores. O projeto é do redator Gustavo Neves e do diretor de arte Tiago Padilia, com direção de conteúdo de Chris Mello. Foi criado em janeiro passado, quando São Paulo registrou a queda de 1.700 árvores, cerca de 700 em apenas quatro dias. À época, a queda das árvores interditaram ruas e causaram acidentes principalmente por conta da intensidade de chuvas, vento, a idade avançada das árvores, infestação de pragas e manejo irregular. O projeto #arvorescaidas surgiu então, e busca alertar para o problema que pode acontecer novamente na próxima temporada de chuvas. Convidado pela AlmapBBDO para participar do projeto, o artista Eduardo Srur replantou, na Praça da Paz, ponto central do Ibirapuera, um eucalipto de 20 toneladas que havia caído no Parque em janeiro. Neste caso, o "replantar" é figurativo, pois se trata de uma instalação de arte, fixada no chão, que tem um manequim hiper-realista de cabeça para baixo agarrado ao tronco. A instalação faz uma metáfora sobre a relação invertida do homem com a natureza. O #arvorescaidas também quer que o público ajude a mapear árvores em perigo, fotografando-as e postando com a hashtag #arvorescaidas nas redes sociais.

O artista plástico Eduardo Srur, a Panamericana Escola de Arte e Design e o Parque Ibirapuera inauguraram neste sábado, 27 de junho, às 11 horas, a instalação #ARVORESCAIDAS na Praça da Paz do Parque Ibirapuera. Projeto criado pela AlmapBBDO para a escola visa mostrar o efeito transformador da arte para despertar atenção e conscientizar pessoas a respeito da queda de árvores.

O projeto é do redator Gustavo Neves e do diretor de arte Tiago Padilia, com direção de conteúdo de Chris Mello. Foi criado em janeiro passado, quando São Paulo registrou a queda de 1.700 árvores, cerca de 700 em apenas quatro dias. À época, a queda das árvores interditaram ruas e causaram acidentes principalmente por conta da intensidade de chuvas, vento, a idade avançada das árvores, infestação de pragas e manejo irregular. O projeto #arvorescaidas surgiu então, e busca alertar para o problema que pode acontecer novamente na próxima temporada de chuvas.

Convidado pela AlmapBBDO para participar do projeto, o artista Eduardo Srur replantou, na Praça da Paz, ponto central do Ibirapuera, um eucalipto de 20 toneladas que havia caído no Parque em janeiro. Neste caso, o "replantar" é figurativo, pois se trata de uma instalação de arte, fixada no chão, que tem um manequim hiper-realista de cabeça para baixo agarrado ao tronco. A instalação faz uma metáfora sobre a relação invertida do homem com a natureza. O #arvorescaidas também quer que o público ajude a mapear árvores em perigo, fotografando-as e postando com a hashtag #arvorescaidas nas redes sociais.

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MATA ATLÂNTICA
São Paulo perde 1,2 milhão de árvores

Segundo o dossiê "A Devastação da Mata Atlântica no Município de São Paulo" (2ª Edição, 454 páginas), o município de São Paulo registrou a morte de 1,2 milhão de árvores nos últimos seis anos. Sem a cobertura vegetal nas áreas mais afastadas da Zona Sul, Leste e Norte da capital paulista, nascentes são aterradas, cursos de água e córregos deixam de existir, o que compromete os mananciais de água que abastecem principalmente as Represas da Guarapiranga e Billings, responsáveis pelo fornecimento de água a grande parte da população da Região Metropolitana de São Paulo. O documento foi elaborado pelo vereador Gilberto Natalini (PV-SP) e traz informações sobre 160 áreas desmatadas. Ao todo, 7,2 milhões de m2 de florestas paulistanas já foram ao chão. O dossiê apresenta quase 700 fotografias de satélite mostrando o "antes" e o "depois" da destruição da Mata Atlântica, além de imagens de drone e fotos obtidas nos próprios locais. Natalini pediu a instalação de uma CPI para investigar a devastação sistemática da Mata Atlântica na Cidade, mas não foi atendido. O dossiê traz depoimentos de 52 testemunhas sigilosas – a maioria moradora das regiões devastadas no extremo da Zona Sul. Essas pessoas citaram, direta ou indiretamente, 75 suspeitos de cometer crimes ambientais e outras ilegalidades, como crimes de corrupção. As testemunhas não terão suas identidades reveladas, por segurança. O vereador espera que o Ministério Público conduza as investigações necessárias para acabar de vez com a derrubada de árvores da Mata Atlântica e, assim, interromper a destruição do meio ambiente que está em curso na cidade de São Paulo.

4 de maio, 2020
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PARQUES
Lançado edital sobre concessão

Foi lançado edital de Concessão do Ibirapuera e de mais cinco parques (Jacintho Alberto, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Lajeado, Jardim Felicidade e Parque dos Eucaliptos). É o primeiro lote do projeto que define obrigações às empresas vencedoras da licitação, como assumir os encargos operacionais dos espaços, além da realização de intervenções obrigatórias. A escolha dos parques levou em consideração o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH); maior vulnerabilidade; facilidade de governança; documentação sem restrições e ausência de vínculo com outros entes da Federação. A concessão é válida por 35 anos e representa investimentos de mais de R$ 100 milhões, com estimativa de R$ 1,9 milhão de outorga mínima e contrato de R$ 1,3 bilhão. O custo deste lote, já excetuado o Ibirapuera, é de 6,8 milhões/ano. Entre as exigências estão planos operacionais de gestão (inclusive integrados aos ambulantes). Na zeladoria, é obrigatória estratégia de limpeza e conservação da infraestrutura, edificações, equipamentos e mobiliário. Na conservação de recursos naturais, a prioridade é dispor de um plano de manejo e conservação dos recursos, da fauna e dos resíduos sólidos. Em relação ao usuário do parque, o projeto deve ter plano de atendimento e experiência, além de plano pedagógico e educacional para os espaços da Escola Municipal de Astrofísica e para o Planetário, além de um plano de comunicação. A concessionária deve ainda disponibilizar planos de vigilância e segurança patrimonial, atendimento ambulatorial e remoção emergencial, conscientização e inclusão e prevenção de incêndios e proteção contra descargas atmosféricas. O Edital deixa o projeto aberto para consulta pública até o dia 30 de março. O edital final de licitação será publicado no dia 7 de abril e o concessionário será conhecido no dia 1º de junho. O contrato terá vigência a partir do dia 27 de julho.

19 de março, 2018
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SÃO PAULO
Mil novas mudas de árvores na Marginal

A Tata Consultancy Services (TCS) iniciou o plantio de 1.000 mudas de setenta espécies diferentes de árvores da Mata Atlântica no canteiro da Ponte Cidade Jardim, na Marginal Pinheiros, um dos locais mais poluídos da capital paulista, com o objetivo de restaurar a fauna e a flora do local. Foi realizada a arqueologia botânica da região através de pesquisas históricas e de campo para descobrir e trazer de volta a vegetação que cobria determinado local antes de o mesmo virar cidade, oferecendo uma série de benefícios para toda a sociedade. Entre os benefícios do plantio estão a biodiversidade da vegetação; espalhar sementes para outros locais, por meio de pássaros e vento, incluindo espécies ameaçadas de extinção na cidade; melhoria da qualidade de vida do entorno; minimizar a poluição sonora; reduzir a temperatura da região, funcionando como um grande ar condicionado natural; ajuda a segurar até 70% da água da chuva, alimentando as nascentes e evitando enchentes, além de atrair inúmeros pássaros diferentes, como o Tucano de Bico Verde - uma espécie simbólica da Mata Atlântica e que desapareceu de São Paulo. A área de plantio engloba 1.000 m² de terreno, com bastante movimentação de pedestres, mas o fluxo maior é de veículos no entorno do canteiro. “Essa região é altamente poluída e a maioria das árvores que hoje faz parte da paisagem é importada. O projeto prevê o plantio de mudas nativas e que já existiram na Marginal Pinheiros, com o objetivo de restaurar a fauna e a flora do local”, explica Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil. “ As mudas têm aproximadamente 1,5 metro de altura, mas já farão diferença na paisagem”, acrescenta Tushar. Hoje, o local só tem grama. A ideia é que no máximo em dois anos as árvores já alcancem seis metros de altura. A medida conhecida como “floresta de bolso” é uma solução ambiental muito eficiente para a realidade brasileira, já que envolve um sistema de plantio que reproduz a dinâmica natural da Mata Atlântica com uma grande diversidade de espécies e densidade, fazendo com que a floresta cresça muito rápido, esclarece Ricardo Cardim, botânico responsável pelo projeto e conhecido como ‘Dr. Árvore’.

26 de abril, 2016