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CONCESSIONÁRIAS

Iguá tem novo presidente

A Iguá anunciou Gustavo Guimarães como novo presidente da companhia. O executivo está na empresa desde agosto, quando foi nomeado pelo Conselho de Administração como vice-presidente. Guimarães substitui Otávio Ferreira da Silveira, diretor-presidente desde dezembro de 2014, que segue para a IG4 Operations, braço da gestora de investimentos IG4 Capital, como consultor no desenho e execução de novos negócios em função da experiência acumulada em processos semelhantes. Ele também integra o Comitê de Análise e Planejamento de Riscos Ambientais e Operacionais da Iguá. Gustavo Guimarães irá priorizar a operação por meio de processos mais eficientes, e o cumprimento dos compromissos assumidos com os municípios onde há concessão. “Queremos otimizar o desempenho para desenvolver uma empresa de mais valor”, afirma. Guimarães contará com Péricles Sócrates Weber, um novo executivo à frente da Diretoria de Operações, com passagem em posições de gestão nas áreas de operação de sistemas de água, esgoto e resíduos sólidos na Companhia de Saneamento do Paraná, a Sanepar. Foi, também, Diretor de Meio Ambiente e Ação Social e integrou o Comitê Técnico do Conselho de Administração da mesma companhia. As mudanças fazem parte da reestruturação societária e financeira da Iguá. A companhia atua em 18 localidades dos estados de Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e São Paulo por meio de concessões e de parcerias público-privadas. A Iguuá prevê investimentos de R$ 2,2 bilhões para os próximos sete anos em ações para melhorias e adequações nos sistemas de tratamento de água e esgoto, o que beneficiará cerca de 6,6 milhões de pessoas.

A Iguá anunciou Gustavo Guimarães como novo presidente da companhia. O executivo está na empresa desde agosto, quando foi nomeado pelo Conselho de Administração como vice-presidente.
 
Guimarães substitui Otávio Ferreira da Silveira, diretor-presidente desde dezembro de 2014, que segue para a IG4 Operations, braço da gestora de investimentos IG4 Capital, como consultor no desenho e execução de novos negócios em função da experiência acumulada em processos semelhantes. Ele também integra o Comitê de Análise e Planejamento de Riscos Ambientais e Operacionais da Iguá.
 
Gustavo Guimarães irá priorizar a operação por meio de processos mais eficientes, e o cumprimento dos compromissos assumidos com os municípios onde há concessão. “Queremos otimizar o desempenho para desenvolver uma empresa de mais valor”, afirma. Guimarães contará com Péricles Sócrates Weber, um novo executivo à frente da Diretoria de Operações, com passagem em posições de gestão nas áreas de operação de sistemas de água, esgoto e resíduos sólidos na Companhia de Saneamento do Paraná, a Sanepar. Foi, também, Diretor de Meio Ambiente e Ação Social e integrou o Comitê Técnico do Conselho de Administração da mesma companhia.
 
As mudanças fazem parte da reestruturação societária e financeira da Iguá. A companhia atua em 18 localidades dos estados de Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e São Paulo por meio de concessões e de parcerias público-privadas. A Iguuá prevê investimentos de R$ 2,2 bilhões para os próximos sete anos em ações para melhorias e adequações nos sistemas de tratamento de água e esgoto, o que beneficiará cerca de 6,6 milhões de pessoas.
 

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IGUÁ SANEAMENTO
Lucro líquido de R$ 10 milhões no trimestre

A Iguá registrou lucro líquido de R$ 10,788 milhões no primeiro trimestre de 2020, um aumento de 148,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. O resultado reflete a evolução do desempenho operacional da empresa, que teve aumento no volume faturado de água e esgoto, elevação no controle de perdas e redução em custos e despesas. “A disseminação do novo coronavírus teve um impacto na rotina das pessoas a partir da segunda quinzena de março. Vínhamos de uma expansão no número de ligações de água e esgoto, especialmente no Mato Grosso, e de ganhos de eficiência. Assim que as restrições de circulação aumentaram, adaptamos as nossas operações para garantir o atendimento à distância, reforçamos o diálogo com os clientes e mantivemos ativas nossas equipes em campo. Essas medidas de gestão, aliadas à importância fundamental do saneamento para a saúde das famílias, vêm tornando a companhia resiliente na crise”, explica Gustavo Guimarães, presidente da Iguá Saneamento. O Ebitda ajustado da companhia atingiu R$ 58,6 milhões entre janeiro e março, um crescimento de 8,9% em relação aos mesmos três meses de 2019. Desconsiderados outros efeitos ocasionados pela aplicação de normas do IFRS e com a consolidação integral das empresas do grupo que possuem acionista minoritário ou controle compartilhado, o Ebitda alcançou R$ 73,5 milhões, uma alta de 15,5% na comparação anual. A receita operacional líquida da Iguá atingiu R$ 205 milhões no período, ante R$ 215,8 milhões verificados nos três primeiros meses de 2019. A receita de saneamento e outros serviços, principal escopo das operações do grupo, cresceu 25% na comparação anual, somando R$ 155,4 milhões. Os investimentos realizados pela companhia no trimestre representaram um montante de R$ 52,0 milhões. Os custos e despesas totais da Iguá totalizaram R$ 15,5 milhões de janeiro a março, uma variação negativa de 9,6% em relação a igual trimestre de 2019. A Iguá manteve seu perfil de endividamento no longo prazo, sendo que 83% das suas dívidas tem vencimento superior a um ano. No primeiro trimestre, a dívida bruta da empresa, em R$ 1,261 bilhão, caiu 5,7% no comparativo anual. Com 18 operações, a companhia atende mais de seis milhões de pessoas no País. O volume total faturado de água aumentou 3,9%, atingindo a marca de 20,7 mil m3, enquanto o volume faturado de esgoto cresceu 13,9%, passando de 8,6 mil m3 entre janeiro e março de 2019 para 9,9 mil m3 no mesmo período deste ano. Além disso, com a implementação de projetos de controle de perdas, o índice de água não faturada recuou para 39,9%. Outro destaque é a queda na inadimplência de 0,4% no comparativo entre os primeiros meses de 2019 e de 2020: passou de 5,4% para 5,0%. “A Iguá tem como meta facilitar, agilizar e proporcionar aos seus clientes formas diferenciadas de quitar suas pendências. Esses percentuais, que merecem total atenção, especialmente neste momento de crise, mostram que estamos no caminho certo, com resultados eficazes”, diz Felipe Fingerl, diretor Financeiro e Relações com Investidores da Iguá.

2 de junho, 2020
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SANEAMENTO
Receita da Iguá cresce 20,6% em 2019

A Iguá Saneamento registrou receita líquida de R$ 898,5 milhões em 2019, 20,6% superior em relação a 2018, quando a companhia obteve R$ 744,9 milhões. Em seu segundo ano de operação sob a gestão da IG4 Capital, a empresa manteve o ritmo de investimentos, totalizando R$ 373,4 milhões, 31% acima do realizado no ano anterior. O Ebitda ajustado alcançou R$ 288,4 milhões em 2019, um crescimento de 12,8% na comparação com o ano anterior e uma margem de 45,4%. O lucro bruto da companha atingiu R$ 318,2 milhões, 6,9% a mais que o registrado em 2018, enquanto o resultado líquido ficou em R$ 44,724 milhões, uma alta de 152,50%. O índice de alavancagem, medido pela relação entre dívida liquida/Ebitda, fechou o ano em 3,7X. Esse desempenho foi reconhecido pelo mercado financeiro ao longo do ano passado, traduzindo-se em novos desembolsos de financiamentos de cerca de R$ 320 milhões e em redução do custo médio da companhia em 20%. O endividamento de longo prazo da Iguá caiu 84% em 2019, o que contribuiu para a solidez da estrutura de capital e flexibilidade financeira da empresa, essenciais para suportar o plano de investimentos da Iguá – que já soma aproximadamente R$ 700 milhões nos últimos dois anos. Em 2019, a Iguá concluiu e entregou cinco Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), duas novas estações de tratamento de água (ETAs), 12 reservatórios e 31 estações elevatórias de esgoto (EEEs), além de executar 93 km de novas redes de água e 300 km de novas redes de esgoto, o que motivou a inclusão de 16 mil novas economias de água e 28 mil novas economias de esgoto. O volume faturado de água registrou aumento de 3,2%, atingindo 81.250 m³ (2018, 78.708 m³). Já o volume faturado de esgoto apresentou crescimento de 9,6%, passando para 48.651 mil m³ (em 2018, esse indicador foi de 44.389 m³). Na área de sustentabilidade a Iguá definiu temas considerados essenciais para a realização das ações socioambientais em todas as suas unidades operacionais. Esses temas foram transformados em quatro eixos de atuação denominados SERR (Segurança Hídrica, Eficiência na Produção e Distribuição de Água, Responsabilidade na Coleta e Tratamento de Esgoto e Respeito às Pessoas).

9 de março, 2020
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SANEAMENTO
Atibaia quer 100% de esgoto até 2021

A Atibaia Saneamento já recebeu de sua controladora, o grupo Iguá, mais de R$ 60 milhões em ampliação e modernização do Sistema Estoril e ainda prevê a construção de novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s) e a entrega à população de 100% do esgoto tratado até 2021. Em Guaratinguetá, as tratativas seguem positivamente para a assinatura do termo aditivo que contemplará todos os investimentos necessários para evolução do tratamento do esgoto para o município do Vale do Paraíba. “Trabalhamos sempre em busca dos resultados positivos e, com a aprovação do novo marco legal, teremos condições de ampliar os serviços. O avanço das ações em saneamento possibilita o desenvolvimento econômico do País, proporcionando mais saúde e qualidade de vida à população, além de geração de emprego e renda”, destaca Eduardo Caldeira, diretor da Atibaia Saneamento, empresa do Grupo Iguá Saneamento. O presidente da Iguá, Gustavo Guimarães, diz que as mudanças na Lei do Saneamento terão como impacto positivo o aumento dos investimentos no setor. “A maior abertura à participação das empresas privadas cria um modelo capaz de dar mais eficiência e velocidade ao esforço de universalizar esse serviço fundamental. Mais que isso, a modernização do marco legal traz, obrigatoriamente, um desafio significativo para as empresas do setor, sejam elas públicas ou privadas. É preciso que a população passe a ser a prioridade de qualquer operação de saneamento. Isso significa deixar de ver as pessoas como usuárias do serviço e, enfim, alçá-las à condição de clientes”, ressalta.

16 de dezembro, 2019
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SUSTENTABILIDADE
Iguá cria instituto para saneamento

A Iguá Saneamento criou o Instituto Iguá de Sustentabilidade com o objetivo de contribuir para a universalização do saneamento no Brasil por meio da promoção da inovação e da educação para o desenvolvimento sustentável. A companhia pretende desenvolver um modelo de investimento social privado autossustentável e que crie condições para potencializar seus impactos, através da criação de um fundo setorial, inspirado nos conceitos de Venture Philanthropy. Também serão criados programas educacionais inovadores que possibilitem a valorização da água em todo o seu ciclo e criem incentivos para a mudança de comportamento do consumidor. O Instituto Iguá é uma associação sem fins lucrativos, de direito privado, que nasce de forma independente, atuando em sinergia com outras empresas, investidores e organizações da sociedade civil e governamentais O Instituto Iguá possui um Conselho de Administração, composto por acionistas e diretores da Iguá Saneamento e especialistas do setor, tais como Gesner Oliveira, ex-presidente da Sabesp e do Cade, e Ricardo Voltolini, diretor-presidente da consultoria Ideia Sustentável. Renata Ruggiero Moraes, executiva com 19 anos de experiência à frente de institutos e áreas corporativas de sustentabilidade, estará na presidência. “Nossa visão é voltada para a causa e a abordagem é multisetorial. A complexidade e a dimensão dos desafios socioambientais são tão grandes que nenhum ator conseguirá gerar impacto significativo atuando isoladamente”, explica Renata Moraes. A primeira ação do Instituto Iguá de Sustentabilidade é o programa “Aliança Água + Acesso”, iniciativa que integra 14 organizações no País com o objetivo de contribuir para ampliar o acesso à água tratada e ao saneamento em comunidades rurais de forma sustentável. O Instituto participará com apoio financeiro e técnico, além do envolvimento de equipes do Instituto Iguá e da Iguá Saneamento. Além disso, haverá a participação do instituto na Governança do programa, contribuindo com a mobilização para a causa e a atração de novos parceiros.

18 de fevereiro, 2019
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SANEAMENTO
Fundo da Iguá obtém R$ 400 milhões

A gestora brasileira de private equity IG4 Capital e o Albert Investment Management Corporation (AIMCo), um dos principais gestores de investimento institucional do Canadá, assinaram acordo para aporte primário de até R$ 400 milhões no FIP Iguá, controlador da Iguá Saneamento. A operação depende ainda da aprovação de órgãos de defesa da concorrência e demais condições precedentes. A expectativa é que a operação seja concluída dentro de cinquenta dias. O acordo foi assinado exatamente um ano após a IG4 Capital criar o FIP Iguá para assumir o controle da então CAB Ambiental e assumir a gestão da companhia. A IG4 Capital continuará no controle e gestão do FIP Iguá após a capitalização dos recursos do fundo canadense. A Iguá Saneamento detém 18 operações em 25 municípios de cinco estados brasileiros, seja por meio de concessões ou de PPP’s que, somadas, atendem, diretamente ou indiretamente, aproximadamente 6,6 milhões de pessoas. O controlador da companhia é o FIP Iguá (Fundo de Investimento em Participações Multiestratégica), com 84,18% de participação. O BNDES Participações S.A. detém 15,82% da composição acionária da Iguá Saneamento. “Temos muita satisfação de anunciar este aporte no fundo gerido pela IG4 Capital, que controla a Iguá Saneamento. Acreditamos que a companhia está sendo muito bem gerida e confiamos no seu crescimento enquanto plataforma no setor: o Brasil é um país que precisa de empresas modernas, bem geridas e que realizem investimentos em infraestrutura, especialmente em um setor em que há carências, como o de saneamento”, afirma David Perl, diretor do AIMCo. No último ano a Iguá registrou um lucro de R$ 30,2 milhões, revertendo o prejuízo líquido de R$ 83,8 milhões auferido em 2016, que representou uma melhora de 136%. O Ebitda ajustado da companhia passou de R$ 175,4 milhões para R$ 212 milhões, um incremento de 20,9% no mesmo período.

7 de agosto, 2018