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ÁGUA

Iniciadas obras de interligação entre Rio Grande-Alto Tietê

No dia 04 de maio, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) iniciou as obras para a interligação dos Sistemas Rio Grande e Alto Tietê, no município de Rio Grande da Serra. O projeto vai transferir 4 mil l/s de água ao longo de 22 km para garantir o abastecimento na Grande São Paulo. O bombeamento fará com que regiões que hoje recebem água do Sistema Cantareira possam ser atendidas pelo Alto Tietê, ajudando a aliviar o manancial em crise. "Nós estamos iniciando uma obra importantíssima para a segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo para enfrentar o período seco, a estiagem, o período de inverno. A obra será feita pela própria Sabesp, para ganhar tempo. São R$ 130 milhões e o prazo é de quatro meses. Começa aqui em Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e vai até Suzano", disse o Governador Geraldo Alckmin durante o início dos serviços. O Sistema Rio Grande chegou a mais de 97% de armazenamento de água no final de março. Já o Alto Tietê tem grande capacidade de tratamento (15 mil l/s), mas suas represas estão com nível mais baixo. Com o bombeamento, a Sabesp levará a água do Rio Grande até o local onde há maquinário para o tratamento (Sistema Alto Tietê). A obra inclui a instalação de bombas para transportar a água 80 m acima, superando o morro que divide a região do ABC (onde fica o Sistema Rio Grande) de Suzano (no Alto Tietê); duas adutoras paralelas, cada uma com diâmetro de 1,2 mil milímetros. Elas vão levar a água por quase 11 km até o córrego Taiaçupeba-Mirim. Por esse curso d’água o volume avançará mais 11 km, chegando até a represa Taiaçupeba, onde fica a estação de tratamento de água do Sistema Alto Tietê. A previsão é que a obra esteja concluída no final de agosto. Para a transferência da água, a Sabesp instalará 16 geradores, sendo que parte deles ficará como reserva de segurança. Cada gerador tem potência de 1.000 kVA, o que equivale a 1.000 cavalos.

No dia 04 de maio, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) iniciou as obras para a interligação dos Sistemas Rio Grande e Alto Tietê, no município de Rio Grande da Serra. O projeto vai transferir 4 mil l/s de água ao longo de 22 km para garantir o abastecimento na Grande São Paulo. O bombeamento fará com que regiões que hoje recebem água do Sistema Cantareira possam ser atendidas pelo Alto Tietê, ajudando a aliviar o manancial em crise.

"Nós estamos iniciando uma obra importantíssima para a segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo para enfrentar o período seco, a estiagem, o período de inverno. A obra será feita pela própria Sabesp, para ganhar tempo. São R$ 130 milhões e o prazo é de quatro meses. Começa aqui em Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e vai até Suzano", disse o Governador Geraldo Alckmin durante o início dos serviços.

O Sistema Rio Grande chegou a mais de 97% de armazenamento de água no final de março. Já o Alto Tietê tem grande capacidade de tratamento (15 mil l/s), mas suas represas estão com nível mais baixo. Com o bombeamento, a Sabesp levará a água do Rio Grande até o local onde há maquinário para o tratamento (Sistema Alto Tietê).

A obra inclui a instalação de bombas para transportar a água 80 m acima, superando o morro que divide a região do ABC (onde fica o Sistema Rio Grande) de Suzano (no Alto Tietê); duas adutoras paralelas, cada uma com diâmetro de 1,2 mil milímetros. Elas vão levar a água por quase 11 km até o córrego Taiaçupeba-Mirim. Por esse curso d’água o volume avançará mais 11 km, chegando até a represa Taiaçupeba, onde fica a estação de tratamento de água do Sistema Alto Tietê. A previsão é que a obra esteja concluída no final de agosto.

Para a transferência da água, a Sabesp instalará 16 geradores, sendo que parte deles ficará como reserva de segurança. Cada gerador tem potência de 1.000 kVA, o que equivale a 1.000 cavalos.

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SÃO PAULO
Concluída interligação Jaguari-Atibainha

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, inaugurou a obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que amplia o fornecimento de água para 39 milhões de habitantes no estado paulista e no Rio de Janeiro. Ao todo foram investidos R$ 555 milhões, financiados pelo BNDES. O projeto de interligação Jaguari-Atibainha conecta duas bacias hidrográficas, o que permite a transferência da água para a região que esteja mais necessitada. O projeto irá abastecer a Grande São Paulo, a Região Metropolitana de Campinas, o Vale do Paraíba e o Estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital fluminense. Inicialmente, a operação irá bombear água para a represa Atibainha, que integra o Sistema Cantareira, com um volume de até 162 bilhões de litros anuais de água. Com isto, haverá mais água disponível para o abastecimento da capital e da Grande São Paulo. A Região Metropolitana de Campinas também será beneficiada com a medida, já que essas cidades captam a água que é liberada do Cantareira para o rio Atibainha, que avança pela região. No sentido que começa a operar agora, a água bruta captada da represa Jaguari, em Igaratá (Vale do Paraíba), percorre um corredor de quase 20 km de adutoras e túnel até chegar à represa Atibainha, em Nazaré Paulista. Seis bombas vão empurrar a água morro acima, fazendo com que ela possa superar a montanha que separa as duas represas. Serão até 5.130 litros de água por segundo para o Cantareira. Essa vazão passará pela estação de tratamento e será suficiente para abastecer 1,5 milhão de pessoas. O sentido inverso está em fase final de construção e permitirá que a água saia do Atibainha para a represa Jaguari, que pertence à bacia do Paraíba do Sul. A operação inversa beneficiará o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana do Rio de Janeiro com até 12.200 litros de água por segundo. O projeto empregou 5,3 mil funcionários diretos e indiretos. São mais de 6 km de extensão, cinco metros de altura e quatro metros de largura, totalizando uma seção de 20 metros quadrados. Além do túnel, a estrutura conta com mais 13,2 km de adutora subterrânea e seis bombas que consomem energia elétrica que seria suficiente para atender aproximadamente 120 mil pessoas. A interligação Jaguari-Atibainha é uma obra da Sabesp com objetivo de garantir o abastecimento à população, ao lado do novo Sistema Produtor São Lourenço – que está em fase final de construção e já com testes iniciais – e da captação do rio Itapanhaú, cujo contrato de instalação já foi assinado.

19 de março, 2018
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ABASTECIMENTO
Sabesp entra na reta final do Jaguari-Atibainha

A Companha de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) entrou na etapa final da obra de ligação das represas Jaguari e Atibainha, o que representa 80% do cronograma. O projeto ampliará a disponibilidade de água para os moradores da Grande São Paulo e do Vale do Paraíba. Foram escavados os três últimos metros de rocha que separavam duas frentes de trabalho em operação a 50 metros abaixo do nível do solo. A Sabesp concluiu um trecho de 3 km do túnel por onde a água passará entre uma represa e outra. O túnel inteiro tem 6,4 km de extensão, cinco metros de altura e quatro metros de largura, totalizando uma seção de 20 metros quadrados. Além desses 3 km concluídos, outra parte do túnel continua em processo de escavação. A escavação atual acontece no trecho noroeste do túnel, onde está localizada a represa Atibainha, parte do Sistema Cantareira, em Nazaré Paulista. Já o trecho sudeste fica mais próximo da represa Jaguari, parte do Paraíba do Sul, entre os municípios de Igaratá e Santa Isabel. Este outro trecho, com dimensões aproximadamente idênticas ao primeiro, continua sendo escavado e necessita detonação de mais 550 metros de rocha para o encontro das outras duas seções restantes. “Este é mais um grande exemplo da excelência da Sabesp naquilo que faz, vencendo obstáculos aparentemente intransponíveis com muita tecnologia e inovação” disse o presidente da Sabesp, Jerson Kelman. O sistema aplicado nas escavações para interligação dos dois sistemas é um novo método austríaco de tunelamento, denominado (NATM, na sigla em inglês), que emprega sistemas de suporte com concreto projetado associado a outros tipos de apoio como cambotas metálicas e fibras de polipropileno no concreto, entre outras, realizando uma escavação sequencial, de acordo com a capacidade de cada tipo de maciço. Quando estiver concluída interligação terá vazão máxima de 8.500 litros por segundo da represa Jaguari para a Atibainha, e de 12.200 litros por segundo no sentido contrário. A interligação entre os dois sistemas ao lado do novo Sistema Produtor São Lourenço e da captação no rio Itapanhaú são obras que irão garantir o abastecimento da Grande São Paulo e ajudar a prevenir qualquer tipo de percalço contra uma nova estiagem. O investimento de R$ 555 milhões é financiado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). As obras são executadas pelo consórcio BPC, constituído pelas empresas Serveng/Civilsan, Engeform e PB Construções.

31 de julho, 2017
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ABASTECIMENTO
São Paulo ganha mais água em 2017

Os sistemas de abastecimento de água da Grande São Paulo continuam em processo de recuperação com o começo da temporada de chuvas. O nível somado de todas as represas - sem contar com as reservas técnicas - já ultrapassa o da mesma data de 2013, período imediatamente anterior à crise hídrica. O índice global dos reservatórios atingiu 47,23% (62,6% se somadas as duas reservas técnicas) ante os 47,19% em 11 de novembro de 2013. A quantidade de água disponível atualmente chega a 882 bilhões de litros (1,17 trilhão de litros se contadas as reservas técnicas) e a perspectiva é de que a elevação se mantenha com o período das chuvas. No inicio de setembro, o Sistema Cantareira já havia ultrapassado a marca do mesmo período em 2013. Entre as ações contra a crise, foram realizadas cerca de 500 obras de pequeno, médio e grande porte para aumentar o volume de água reservada, ampliar a capacidade de tratamento e interligar áreas de abastecimento. Esta interligação permitiu que bairros que eram atendidos pelo Cantareira antes da crise passassem a ser abastecidos por outros sistemas. No que se refere ao volume de água disponível, as obras mais importantes e já concluídas são a ligação Rio Grande – Alto Tietê, as unidades de membranas nas estações de tratamento de água do Guarapiranga e do Rio Grande e a captação do Guaió. As chuvas em outubro último superaram as médias históricas em todos os sistemas e a afluência média no mês foi de 64,5 m3/s. Em novembro, os índices de precipitação também começaram bem o mês e seguem com perspectiva de superar a média histórica. Além da elevação gradual dos reservatórios com as chuvas de verão e as medidas de recuperação implantadas pela Sabesp, para 2017 duas grandes obras devem trazer um nível ainda maior de segurança hídrica para a RMSP. A primeira é a Interligação Atibainha-Jaguari, que terá capacidade média de bombeamento de 5.100 litros por segundo de água da represa Jaguari, no Vale do Paraíba, para a Atibainha, no Cantareira. A outra é o novo Sistema Produtor São Lourenço, que contribuirá com 6.400 litros por segundo de água tratada para a região e tem início de operação previsto para outubro do próximo ano.

18 de novembro, 2016
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SÃO PAULO
Governo inaugura interligação Rio Grande e Alto-Tietê

O Governo de São Paulo inaugurou, em 30 de setembro, a interligação dos sistemas Rio Grande e Alto Tietê que irá transferir 4 mil litros por segundo de água ao longo de 22 km. Esta é tida como a principal obra de 2015 para garantir o abastecimento da Grande São Paulo. Esse bombeamento será responsável por aumentar ainda mais a capacidade de integração do sistema de abastecimento da Sabesp. "Uma obra extremamente importante que é a ligação do Rio Grande com a represa Taiaçupeba. São duas grandes adutoras com mais de 21 km de extensão. Taiaçupeba tem capacidade de tratar 15 m³ e de distribuir para a Região Metropolitana de São Paulo, o que equivale a cerca de 1,2 milhão de pessoas abastecidas com água nova aqui do Rio Grande", disse o Governador Geraldo Alckmin. O projeto recebeu investimentos de R$ 130 milhões e compreende quatro bombas com capacidade para empurrar a água 80 metros acima, superando o relevo acidentado que divide o ABC, local onde está o sistema Rio Grande, até a sua chegada à estação de tratamento em Suzano, no Alto Tietê. O bombeamento será de 24 horas, dependendo das condições da represa. Haverá ainda um controle automatizado dos níveis dos rios, tanto na captação como na descarga, respeitando padrões mínimos e máximos. Duas adutoras paralelas, de 1.200 milímetros de polietileno de alta densidade (PEAD), foram feitas para transportar a água por 10,5 km, dos quais parte desse trecho subaquático. Este volume chegará até o córrego Taiaçupeba-Mirim. Por esse curso d'água o volume avançará mais 11,5 km, chegando até a represa Taiaçupeba, onde fica a estação de tratamento de água. Para acontecer a interligação, a Sabesp instalou 12 geradores com potência maior do que a de um carro de Fórmula 1. A interligação entre os dois sistemas beneficiará principalmente os bairros da Mooca, Parque da Mooca, Vila Oratório, Quarta Parada, Belenzinho, Tatuapé, Belém, Catumbi, Vila Maria, Chácara Bela Vista, Vila Guilherme, Parque Vila Maria, Parque Novo Mundo, Vila Medeiros, Jardim Japão, Vila Izolina Mazzei, Vila Munhoz e Vila Ede, em São Paulo; todo o município de São Caetano do Sul, além de 70% da cidade de Guarulhos (municípios permissionários). Também pela primeira vez a Sabesp está usando gás natural, em substituição ao diesel, para a geração de energia elétrica que vai alimentar as bombas. Esta é a primeira usina de geração a gás do Brasil e vai alimentar 12 geradores com capacidade de gerar 19,5 MVA de eletricidade. Essa potência fará funcionar as oito bombas.

5 de outubro, 2015