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BRK

Investimentos em esgoto em Sumaré

A BRK iniciará a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Tijuco Preto, que será responsável por tratar o esgoto da bacia de mesmo nome, formada pelas regiões do Matão e Área Cura, em Sumaré (SP). Com investimento previsto de R$ 60 milhões, a nova ETE vai permitir elevar o índice de tratamento de esgoto do município dos atuais 30% para 65%. As obras de terraplenagem já estão concluídas. A Tijuco Preto contará com uma tecnologia inédita na Região Metropolitana de Campinas (RMC). A ETE terá reatores biológicos, uma tecnologia de tratamento holandesa chamada Nereda®, que apresenta vantagens em relação a outros tipos de tratamento. “Essa tecnologia permite uma área reduzida de implantação, tem baixo consumo energético e redução de geração de odores, além de garantir uma elevada eficiência de tratamento, superior aos sistemas convencionais”, explica Rafaella. Além da ETE Tijuco Preto, a BRK vai implantar 12 km de coletores para transportar o efluente até essa estação. A companhia construirá também uma outra unidade de tratamento, a ETE Quilombo, com cerca de 40 km de coletores e interceptores de esgoto, para que Sumaré possa alcançar a universalização em esgotamento sanitário.

A BRK iniciará a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Tijuco Preto, que será responsável por tratar o esgoto da bacia de mesmo nome, formada pelas regiões do Matão e Área Cura, em Sumaré (SP). Com investimento previsto de R$ 60 milhões, a nova ETE vai permitir elevar o índice de tratamento de esgoto do município dos atuais 30% para 65%. As obras de terraplenagem já estão concluídas.

A Tijuco Preto contará com uma tecnologia inédita na Região Metropolitana de Campinas (RMC). A ETE terá reatores biológicos, uma tecnologia de tratamento holandesa chamada Nereda®, que apresenta vantagens em relação a outros tipos de tratamento. “Essa tecnologia permite uma área reduzida de implantação, tem baixo consumo energético e redução de geração de odores, além de garantir uma elevada eficiência de tratamento, superior aos sistemas convencionais”, explica Rafaella. Além da ETE Tijuco Preto, a BRK vai implantar 12 km de coletores para transportar o efluente até essa estação. A companhia construirá também uma outra unidade de tratamento, a ETE Quilombo, com cerca de 40 km de coletores e interceptores de esgoto, para que Sumaré possa alcançar a universalização em esgotamento sanitário.

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ESGOTO
BRK usa tecnologia holandesa em Limeira

A BRK Ambiental iniciou fase de comissionamento do sistema Nereda®, instalado na Estação de Tratamento de Esgoto Tatu, responsável por tratar 80% de todo o esgoto coletado na cidade de Limeira (SP). Esta etapa de testes tem duração de dez meses e é possível realizar a conferência e a avaliação de todos os componentes do sistema que foram instalados, para garantir que eles estejam operando de acordo com o que foi projetado. É na etapa de comissionamento também que a BRK inicia a ambientação do meio biológico, necessária para o tratamento nesse tipo de sistema. “O sistema Nereda® é um método de tratamento holandês patenteado, que através de lodo granular aeróbio tende a ser mais sustentável e eficiente. Ele dispensa a adição de produtos químicos e, do ponto de vista construtivo, ocupa menos da metade da área necessária para infraestruturas tradicionais de tratamento de esgoto”, explica Heitor Mendonça, gerente de engenharia da BRK Ambiental em Limeira. A tecnologia Nereda® é uma inovação pioneira no Brasil, ao utilizar produtos 100% biológicos. A tecnologia contribuirá para reduzir o impacto ambiental nas operações de tratamento de esgoto, pois garante um efluente de maior qualidade, gerando uma água muito mais limpa no final do processo. Isso porque faz a remoção de matéria orgânica (95%), nitrogênio (75%) e fósforo (89%). Outra vantagem é que a tecnologia reduz o tamanho da estação de tratamento de esgoto em comparação aos processos convencionais, como o de lodos ativados, chegando a ser quatro vezes menor. “A tecnologia permite uma área reduzida de implantação, tem baixo consumo energético e redução de geração de odores, além de garantir uma elevada eficiência de tratamento, superior aos sistemas convencionais", complementa Mendonça. Nessa primeira etapa de comissionamento, a vazão média de tratamento é de 660 l/s sendo que a vazão máxima é de 850 l/s. A BRK investiu R$ 120 milhões para a implantação da tecnologia na ETE Tatu, o que permitirá o tratamento do efluente e que o mesmo seja devolvido ao Ribeirão Tatu com alto nível de qualidade, beneficiando não somente o município de Limeira, mas toda a Bacia PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí).

24 de agosto, 2020
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ESGOTO
BRK evita lançamento de 3,1 bilhões litros

O município de Limeira (SP) deixou de lançar 3,1 bilhões de litros de esgoto sem tratamento nos rios e córregos no primeiro bimestre de 2020. A BRK Ambiental é a responsável pelos serviços de saneamento na cidade, que tem 100% do esgoto coletado e tratado em três Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Nos dois primeiros meses do ano já foi possível evitar que 1.271 piscinas olímpicas de esgoto fossem despejadas nos rios da cidade. “O tratamento de esgoto universalizado é um privilégio do município de Limeira e fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. No total, desde o início da concessão, já foram investidos R$ 275 milhões em obras de esgoto. Para este ano estão previstos aproximadamente mais R$ 28 milhões. Atualmente a BRK trabalha na ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Os trabalhos consistem na modernização da ETE para que o sistema de tratamento do efluente seja terciário, considerado o mais eficiente que existe, onde a tecnologia a ser utilizada será a holandesa Nereda. As obras civis do sistema biológico da estação estão concluídas. Em andamento estão as reformas do tratamento preliminar, do sistema de desaguamento de lodo e da implantação do tratamento físico-químico, também chamado de floculação. As montagens hidromecânicas e de instalação elétrica e de automação também estão em curso e serão as próximas etapas a serem concluídas. Somente nesta obra, os investimentos realizados pela concessionária totalizarão R$ 94 milhões.

31 de março, 2020
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SANEAMENTO
BRK conclui adutora em Sumaré

A BRK Ambiental concluiu a obra de implantação da adutora do Picerno no município de Sumaré (SP), que beneficiará diretamente 35 mil pessoas em treze bairros da cidade. Com investimentos de R$ 3 milhões, a adutora já opera e possui 3,5 km de extensão, sendo responsável por levar água tratada da Estação de Tratamento de Água I, na Vila Menuzzo, para o Centro de Reservação Carlota, na Vila Carlota, e é fundamental para aumentar a disponibilidade e melhorar a qualidade da água. “A conclusão dessa obra é de extrema importância para os moradores da região do Picerno que antes sofriam com os rompimentos da antiga adutora e com alteração na coloração da água”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Sumaré. A adutora anterior era de fibrocimento, material suscetível a rompimentos, e a atual é de PVC em sua maior parte e de ferro em um trecho mais baixo da cidade, onde a pressão de água é mais elevada. “Essa alteração no material, é exatamente para evitar possíveis rompimentos em decorrência da maior pressão da água”. Outra alteração é no diâmetro da adutora. A antiga era de 350 milímetros e a que foi implantada é de 400 milímetros, já prevendo o crescimento da população e da demanda futura de água. “Com isso, haverá maior capacidade de transporte da água que passa dos atuais 80 litros por segundo para 130 litros por segundo, um incremento de 50 litros por segundo, aumentando em 50% a capacidade desse sistema de abastecimento”, ressalta o diretor da BRK. A construção da adutora faz parte de um ciclo atual de investimentos da BRK de R$ 420 milhões, que contempla obras nos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em Sumaré.

15 de janeiro, 2020
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BRK AMBIENTAL
Obra de ETA em Sumaré avança

A BRK Ambiental avançou a obra de ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Água II, no Parque Itália, em Sumaré (SP), em 65%. A segunda fase já conta com avanço de 95%, e inclui a modernização de quatro unidades de filtração; modernização dos floculadores e decantadores do Sistema Convencional; modernização dos decantadores do Sistema Manto de Lodo; implantação de um novo sistema de dosagem de polímero e modernização do sistema elétrico da ETA. A expectativa é concluir a obra no segundo semestre de 2020. Com investimentos de R$ 18 milhões, o projeto tem como objetivo ampliar a capacidade de tratamento da ETA, ação que já foi possível com as etapas já realizadas na estação e também na captação de água bruta do rio Atibaia, a última delas no final do mês de julho. “Com a obra vamos garantir o abastecimento regular de água à população e permitir o crescimento sustentável do município ao ampliarmos a capacidade de tratamento da ETA II de 600 l/s para 750 l/s. Teremos mais oferta de água tratada e de qualidade disponível para a população”, destaca o gerente de operações da unidade, Cleber Salvi. A companhia já concluiu a instalação das novas lamelas e toda a reforma dos decantadores do Sistema Manto de Lodo, que garante a adequada operação da unidade de tratamento. Além disso, foram implantadas novas tubulações de drenagem para os decantadores, o que possibilitará um aumento na eficiência operacional e produtividade dos equipamentos. Também foi finalizada a reforma da estrutura civil das galerias de tubulações dos filtros, responsáveis por todas as manobras de operação que permitem que os filtros desempenhem a sua função adequadamente. A terceira fase é prevista para começar em outubro e engloba a implantação de um sistema de geração e dosagem de hipoclorito e modernização e ampliação dos sistemas de dosagens de produtos utilizados no tratamento de água, além de novas instalações elétricas e de automação da estação de tratamento de água.

10 de setembro, 2019
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ESGOTO
BRK investe R$ 60 milhões em ETE

A BRK Ambiental iniciou a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Tijuco Preto, um projeto de R$ 60 milhões e que permitirá aumentar o tratamento de esgoto no município de Sumaré (SP) dos atuais 35% para 60%. A ETE Tijuco Preto terá tratamento terciário e contará com reatores biológicos com o processo de tratamento holandês conhecido como Nereda, que apresenta vantagens em relação a outros tipos de tratamento. “Essa tecnologia permite uma área reduzida de implantação, tem baixo consumo energético e redução de geração de odores, além de garantir uma elevada eficiência de tratamento, superior aos sistemas convencionais”, explica Heitor Mendonça, gerente de obras da BRK Ambiental em Sumaré. A ETE Tijuco Preto ocupará área de 20 mil m² e irá tratar 230 l/s de esgoto. A estação atenderá 52 bairros das regiões do Matão e da área Cura. Aproximadamente 115 mil pessoas serão beneficiadas com a ETE, além do Ribeirão Quilombo, que não receberá mais o esgoto gerado sem tratamento. A obra é dividida em quatro etapas, sendo que a primeira, de terraplanagem, já teve início. Posteriormente serão feitas obras civis e de montagem hidromecânica em que serão construídos os tanques em concreto armado, as edificações e a instalação dos equipamentos e tubulações. Esta fase está prevista para outubro deste ano. A terceira etapa consiste na montagem eletromecânica e a automação, ou seja, nesta etapa será implantada toda infraestrutura elétrica e de comando, assim como os painéis e equipamentos necessários para a operação automatizada da ETE, enquanto a última fase é a de urbanização e comissionamento, em que serão realizados os acabamentos e os testes dos equipamentos, tubulações e estruturas para que seja iniciada a operação. Atualmente, Sumaré tem 30% do esgoto coletado tratado em 19 ETE’s espalhadas em diversas regiões da cidade. Com a construção dessa nova ETE, as ETEs Estâncias, Pavan e Aclimação serão desativadas. “Será possível concentrar em uma única área uma vazão maior de tratamento e, assim, otimizar a eficiência operacional do sistema”, explica Mendonça. Também serão construídos 12 km de coletores para transportar o efluente até a estação para tratamento. A previsão é que todo o trabalho seja concluído em março de 2021. Sumaré receberá mais 40 km de interceptores e coletores de esgoto e os subsistemas Jatobá e Quilombo, que vão permitir a universalização do tratamento de esgoto no município. Com isso, Sumaré terá 100% de esgoto coletado e tratado, o que deve ocorrer em dezembro de 2022.

11 de julho, 2019