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ENERGIA SOLAR

Japoneses desenvolvem carro em universidade

A Trina Solar anunciou que o carro solar desenvolvido pela Universidade Osaka Sangyo (OSU), equipado com células e módulos de contato posterior interdigitado (IBC — Interdigitated Back Contact), o “OSU-Model-S” venceu a “Classe dos Sonhos” (“Dream Class“) do “Campeonato de Carros Elétricos e Novas Energias da FIA de 2017″ (“FIA Electric & New Energy Championship 2017”), realizado no Autódromo Internacional de Suzuka, no início de agosto. O veículo é 100% movido a células solares, desenvolvidas pelo State Key Laboratory of PV Science and Technology, da Trina Solar. A corrida de carros solares tem objetivos significativos: como conseguir um carro mais eficiente e mais leve e como administrar o consumo de energia em um ambiente de constantes mudanças de luz solar pelos pilotos, por 4 ou 5 horas. Além disso, há a procura de jovens que irão criar uma sociedade mais ecológica no futuro, com energia solar sustentável e amigável ao meio ambiente. O vice-presidente da Trina Solar e diretor do State Key Laboratory of Photovoltaic Science & Technology, Dr. Zhiqiang Feng, disse: “Como o nome da corrida foi mudada de “The Alternative Energies CUP” para “FIA Electric & New Energy Championship 2017” neste ano, a energia solar mudou de energia alternativa para o próximo estágio. A Trina Solar conquistou inúmeros recordes mundiais como pioneira no desenvolvimento de tecnologia de geração de energia fotovoltaica (PV). Para as células de IBC usadas em carros solares, conseguimos uma eficiência de conversão de 24,13% em abril deste ano. Dados e informações obtidos através da cooperação com a Equipe de Carros Elétricos da OSU também são utilizados na pesquisa e desenvolvimento. Estamos ansiosos para manter as colaborações com a OSU, jovens talentos japoneses e sociedades para desenvolver o mundo futuro com energia fotovoltaica”.

A Trina Solar anunciou que o carro solar desenvolvido pela Universidade Osaka Sangyo (OSU), equipado com células e módulos de contato posterior interdigitado (IBC — Interdigitated Back Contact), o “OSU-Model-S” venceu a “Classe dos Sonhos” (“Dream Class“) do “Campeonato de Carros Elétricos e Novas Energias da FIA de 2017″ (“FIA Electric & New Energy Championship 2017”), realizado no Autódromo Internacional de Suzuka, no início de agosto. 
 
O veículo é 100% movido a células solares, desenvolvidas pelo State Key Laboratory of PV Science and Technology, da Trina Solar. A corrida de carros solares tem objetivos significativos: como conseguir um carro mais eficiente e mais leve e como administrar o consumo de energia em um ambiente de constantes mudanças de luz solar pelos pilotos, por 4 ou 5 horas. Além disso, há a procura de jovens que irão criar uma sociedade mais ecológica no futuro, com energia solar sustentável e amigável ao meio ambiente.
 
O vice-presidente da Trina Solar e diretor do State Key Laboratory of Photovoltaic Science & Technology, Dr. Zhiqiang Feng, disse: “Como o nome da corrida foi mudada de “The Alternative Energies CUP” para “FIA Electric & New Energy Championship 2017” neste ano, a energia solar mudou de energia alternativa para o próximo estágio. A Trina Solar conquistou inúmeros recordes mundiais como pioneira no desenvolvimento de tecnologia de geração de energia fotovoltaica (PV). Para as células de IBC usadas em carros solares, conseguimos uma eficiência de conversão de 24,13% em abril deste ano. Dados e informações obtidos através da cooperação com a Equipe de Carros Elétricos da OSU também são utilizados na pesquisa e desenvolvimento. Estamos ansiosos para manter as colaborações com a OSU, jovens talentos japoneses e sociedades para desenvolver o mundo futuro com energia fotovoltaica”. 

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ENERGIA SOLAR
Campus da UFPR recebe usina

Financiada pelo Programa de Eficiência Energética (PEE/Aneel) da Copel, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) inaugurou recentemente uma usina solar fotovoltaica do campus Centro Politécnico em Curitiba (PR). A instalação é a maior do Brasil na modalidade estacionamento solar carport. Para o coordenador do Projeto de Eficiência Energética da UFPR, e superintendente da Funpar, professor João da Silva Dias, “ao todo são R$ 21 milhões investidos em PEE e P&D, nessa ação que abrange praticamente todos os prédios da universidade federal”. O superintendente disse ainda que a usina solar fotovoltaica passa a ser um laboratório a céu aberto, com alunos de graduação e pós-graduação e empresas produzindo pesquisa sobre eficiência energética. O projeto de eficiência energética da UFPR vai gerar 1,2 MW de energia, que junto a 56 mil lâmpadas LED que serão instaladas nos prédios da UFPR, irá contribuir para uma economia superior a R$ 2 milhões de reais por ano. “A Copel participou dessa chamada especial em 2016 e abraçou esse projeto de trazer a eficiência energética e os recursos distribuídos para o ensino superior público. A empresa participou dessa chamada prioritária de PEE e estratégica de P&D da Aneel com o maior número de projetos entre todas as concessionárias, uma iniciativa única”, afirmou o superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Shigeaki Omori.

21 de dezembro, 2020
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UNICAMP
Energia fotovoltaica no campus

A Unicamp inaugurou, dia 11 de abril, a primeira usina fotovoltaica no campus de Barão Geraldo, em cerimônia no Ginásio Multidisciplinar. Os painéis solares estarão em mais de cinco prédios da instituição. A geração de energia solar é um subprojeto do Campus Sustentável, programa em parceria com a CPFL Energia e com apoio da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e da empresa BYD, que doou parte dos painéis (15% do total instalado). Além da economia no consumo, os painéis passarão a integrar o “laboratório vivo”, onde são desenvolvidas outras ações visando à eficiência energética e, no caso da usina, envolvendo pesquisa, treinamento e formação de técnicos e especialistas em geração de energia fotovoltaica. “As plantas fotovoltaicas instaladas no campus estão em diferentes telhados, com diferentes orientações e inclinações, diferentes tipos de paineis e diferentes tipos de inversores, o que vai trazer uma riqueza imensa de dados para a nossa pesquisa sobre o tema”, explica Luiz Carlos Pereira da Silva, professor da FEEC e coordenador do programa Campus Sustentável. Segundo o professor, a Unicamp colocou sistemas em solo, para que docentes e estudantes tenham contato direto com essas tecnologias em aulas práticas. “Há ainda uma planta educacional no Museu Exploratório de Ciências, que impactará as crianças que visitam aquele espaço e poderão receber informações básicas sobre geração de energia solar fotovoltaica”.

22 de abril, 2019
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FONTES ALTERNATIVAS
Barco movido à energia solar é apresentado

O engenheiro naval Lorenzo Souza, de Santa Catarina, desenvolveu o primeiro barco autônomo movido a energia solar no Brasil, apresentado no último dia 10 de dezembro em Búzios, no Rio de Janeiro, durante o Desafio Solar 2016. A embarcação é composta por dois cascos, com placas fotovoltaicas, GPS, bússola e um sistema que recebe informações via satélite e indica a direção em que ele deve navegar. Não há necessidade de um piloto para guiar o barco. “Depois de alguns anos desenvolvendo projetos com equipes do Desafio, pensei na possibilidade de criar um barco que navegasse sem piloto e que usasse energia solar para alimentar o sistema de navegação”, conta Souza. O projeto foi desenvolvido em parceria com engenheiros da Universidade Federal de Santa Catarina. Com apoio financeiro da Faperj, a ideia saiu do papel e a embarcação foi construída para ser apresentada no campeonato deste ano. “Não tenho registro de nenhuma embarcação como essa no país, talvez no mundo”, comemora o engenheiro. O Desafio Solar Brasil é uma competição de barcos movidos à energia solar. O campeonato é promovido anualmente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), através do NIDES (Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social), em parceria com a Enel, Prefeitura de Búzios e a Secretaria Estadual de Esporte. A edição 2016 contou com a participação de aproximadamente 250 estudantes, de quatro estados brasileiros. As provas aconteceram entre os dias 7 e 11 entre as 19 equipes participantes. As provas são divididas em sete etapas, com circuitos de até 12 km. O vencedor é a equipe que completar os percursos no menor tempo.

16 de dezembro, 2016
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PRÊMIO
Mirai, da Toyota, é eleito o carro mais “verde”

"Assim como o Prius mudou o mundo há quase 20 anos, o Mirai movido a hidrogênio está pronto para fazer história", disse Bill Fay, Vice-presidente da Toyota Division Group. "Com quase 500 km de autonomia por tanque, tempo de abastecimento menor que cinco minutos e emissões apenas de vapor de água, o Mirai está conduzindo o mundo para um futuro mais sustentável”, afirma. O Mirai disputou com outros oito modelos de automóveis. Para sua vitória foram levados em consideração fatores como emissões de poluentes, consumo de combustível e uso de tecnologias avançadas capazes de aumentar a responsabilidade ambiental do veículo. Todos os veículos – concorrentes em todas as categorias do prêmio – foram selecionados e votados por um júri internacional composto por 73 jornalistas automotivos de 23 países ao redor do mundo. O Mirai possui motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula de combustível a hidrogênio, localizada no centro do assoalho do veículo. É aí onde ocorre a reação química para colocar o Mirai em movimento. O veículo capta o oxigênio da atmosfera através da entrada de ar frontal, e o leva até à estação, onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado. Dentro dela, a célula combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. Enquanto isso o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. A partir de então, a energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do Mirai, e a água é expelida pela válvula de escape. O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.

29 de março, 2016
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FONTES LIMPAS
Combustíveis fósseis perdem espaço no Japão

Um novo relatório do Instituto de Economia Energética e Análise Financeira (IEEFA), lançado durante a Conferência da Fundação de Energias Renováveis do Japão (JREF), mostrou que os combustíveis fósseis serão os principais perdedores no setor de energia no país asiático. "Com quase US$ 20 bilhões investidos anualmente em novos desenvolvimentos solares que estão trazendo 8 GW ao ano de eletricidade alimentada por energia solar, o Japão é um dos três maiores mercados globais de instalações solares atualmente. O país está fazendo jus ao seu epíteto de Terra do Sol Nascente ", resumiu o autor Tim Buckley, Diretor de Estudos em Finanças e Energia do IEEFA. O Japão fica atrás da China, com 15 GW de instalações. Os Estados Unidos apresentaram 7,5GW de instalações solares. Desta forma, o total de instalações solares japonesas podem ter atingido cerca de 30 GW no final de 2015 e estão a caminho de exceder os 50 GW até 2020. A Associação de Energia Fotovoltaica do Japão publicou, em abril passado, um documento de estratégia que define como o país pode chegar a 100 GW de capacidade de geração fotovoltaica instalada em 2030. Isto implicaria na geração anual de mais de 110TWh de produção de energia solar, o que equivale a 15% da demanda total de eletricidade do Japão. "Como estamos vendo em todo o mundo, o crescimento das energias renováveis, combinado com significativos avanços em eficiência energética, está tendo um impacto tangível sobre os combustíveis fósseis", destacou Buckley. Apesar disso, o Japão ainda conta com 47 usinas de energia movidas a carvão e seus investidores devem ter cautela nestas transformações, para não transformar as unidades em algo antieconômico. O IEEFA observa que se o Japão construir novas usinas movidas a carvão o resultado será a subutilização do parque. Isto já aconteceu com a China, onde a taxa de utilização das usinas a carvão caiu de pouco mais de 60% em 2011 para um recorde de baixa de 49,4% em 2015. Da mesma forma, na Índia o acréscimo anual de 15GW de novas usinas movidas a carvão encontrou uma demanda mais fraca do que o previsto. O resultado: a taxa de utilização do setor de energia a carvão da Índia caiu de 75% em 2011 para uma taxa média estimada de 61% em 2015 (com IEEFA prevendo uma nova queda para um recorde de 57-58% em 2016). "Como vimos na Índia, China, Austrália e Europa, a redução de custos das energias renováveis, catalisada pelo imperativo de reduzir as emissões de carbono, está rapidamente tornando redundante o acréscimo de geração de carvão térmico", explicou Buckley. "Hoje, o Japão tem uma grande oportunidade de se beneficiar desta tendência, investindo ainda mais em eficiência energética, em energia eólica e em solar e evitando o erro de novos investimentos em carvão."

16 de março, 2016
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ENERGIA SOLAR
BYD vai construir placas de geração em Campinas

Fabricante chinesa de ônibus elétricos, a BYD firmou memorando de entendimento com a Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, para a fabricação de painéis fotovoltaicos em unidade a ser construída na cidade paulista de Campinas. Segundo o documento assinado entre as partes, o Grupo chinês investirá R$ 150 milhões no projeto, que irá gerar 200 postos de trabalho. A fábrica deve ser concluída no primeiro trimestre de 2016, com capacidade de 400 MW/ano. “Os projetos da BYD têm sido atendidos com prioridade por nossa equipe, porque a empresa investe não só em tecnologias de baixo impacto ambiental, mas também em inovação por meio de um centro de P&D. O investimento nas placas solares vem complementar ainda mais esse quadro”, explica o Presidente da Agência paulista, Juan Quirós. Para o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, o novo investimento reforça a vocação de polo de tecnologia do município. “A iniciativa da BYD é muito bem-vinda e traz, além de empregos de qualidade para o município, mais uma opção de geração de energia sustentável. Trabalhamos duro para fazer Campinas crescer ainda mais com qualidade de vida”, disse. O Presidente da BYD no Brasil, Tyler Li, citou a importância de Campinas como Centro de Inovação para a empresa se instalar na região. “Somos uma empresa de inovação por isso queremos estar próximos das melhores universidades e centros de pesquisa do Brasil”, afirma. No Brasil, a BYD começou a instalar sua primeira fábrica junto a um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Campinas. A obra está na fase final e demandou aportes de R$ 200 milhões com a geração de 450 empregos diretos. A planta deve ser inaugurada em julho próximo. A unidade será responsável pela montagem de chassis de ônibus elétricos, de baterias de fosfato de ferro (veículos e sistemas de armazenamento de energia). A nova unidade da BYD Energia abrigará a montagem de painéis solares em unidade também em Campinas. O Centro de P&D da empresa no Brasil será focado em estudos e tecnologias para veículos elétricos, baterias, smart grid, energia solar e iluminação pública eficiente (LED).

25 de maio, 2015