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SANEPAR

Lucro líquido cresce 10,9% no trimestre

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) registrou lucro líquido de R$ 160 milhões no primeiro trimestre de 2017, 10,9% a mais na comparação com o mesmo trimestre de 2016. Já a receita líquida cresceu 14,9%, para R$ 926,4 milhões no trimestre. Com o aumento da receita, os investimentos também receberam um incremento. Nos três primeiros meses deste ano, foram investidos mais de R$ 153 milhões na expansão dos sistemas. “São investimentos na melhoria da distribuição de água tratada e, principalmente, na expansão das redes de coleta e tratamento de esgoto, foco estratégico da companhia”, afirmou Paulo Dedavid, diretor operacional da Sanepar. A companhia já atingiu a universalização no atendimento com água tratada e trata 100% do esgoto que coleta. Com mais de 2.622.983 ligações ativas, a rede de coleta de esgoto chega a mais de 69% dos imóveis nas cidades onde atua. “A Sanepar cresce a cada balanço divulgado. Isso é resultado de um trabalho árduo para colocar a companhia em um patamar de credibilidade e resultado, assegurando seu desenvolvimento sustentável”, afirmou o presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche.

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) registrou lucro líquido de R$ 160 milhões no primeiro trimestre de 2017, 10,9% a mais na comparação com o mesmo trimestre de 2016. Já a receita líquida cresceu 14,9%, para R$ 926,4 milhões no trimestre. 
 
Com o aumento da receita, os investimentos também receberam um incremento. Nos três primeiros meses deste ano, foram investidos mais de R$ 153 milhões na expansão dos sistemas. “São investimentos na melhoria da distribuição de água tratada e, principalmente, na expansão das redes de coleta e tratamento de esgoto, foco estratégico da companhia”, afirmou Paulo Dedavid, diretor operacional da Sanepar. 
 
A companhia já atingiu a universalização no atendimento com água tratada e trata 100% do esgoto que coleta. Com mais de 2.622.983 ligações ativas, a rede de coleta de esgoto chega a mais de 69% dos imóveis nas cidades onde atua. “A Sanepar cresce a cada balanço divulgado. Isso é resultado de um trabalho árduo para colocar a companhia em um patamar de credibilidade e resultado, assegurando seu desenvolvimento sustentável”, afirmou o presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche.

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Lucro líquido de R$ 10 milhões no trimestre

A Iguá registrou lucro líquido de R$ 10,788 milhões no primeiro trimestre de 2020, um aumento de 148,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. O resultado reflete a evolução do desempenho operacional da empresa, que teve aumento no volume faturado de água e esgoto, elevação no controle de perdas e redução em custos e despesas. “A disseminação do novo coronavírus teve um impacto na rotina das pessoas a partir da segunda quinzena de março. Vínhamos de uma expansão no número de ligações de água e esgoto, especialmente no Mato Grosso, e de ganhos de eficiência. Assim que as restrições de circulação aumentaram, adaptamos as nossas operações para garantir o atendimento à distância, reforçamos o diálogo com os clientes e mantivemos ativas nossas equipes em campo. Essas medidas de gestão, aliadas à importância fundamental do saneamento para a saúde das famílias, vêm tornando a companhia resiliente na crise”, explica Gustavo Guimarães, presidente da Iguá Saneamento. O Ebitda ajustado da companhia atingiu R$ 58,6 milhões entre janeiro e março, um crescimento de 8,9% em relação aos mesmos três meses de 2019. Desconsiderados outros efeitos ocasionados pela aplicação de normas do IFRS e com a consolidação integral das empresas do grupo que possuem acionista minoritário ou controle compartilhado, o Ebitda alcançou R$ 73,5 milhões, uma alta de 15,5% na comparação anual. A receita operacional líquida da Iguá atingiu R$ 205 milhões no período, ante R$ 215,8 milhões verificados nos três primeiros meses de 2019. A receita de saneamento e outros serviços, principal escopo das operações do grupo, cresceu 25% na comparação anual, somando R$ 155,4 milhões. Os investimentos realizados pela companhia no trimestre representaram um montante de R$ 52,0 milhões. Os custos e despesas totais da Iguá totalizaram R$ 15,5 milhões de janeiro a março, uma variação negativa de 9,6% em relação a igual trimestre de 2019. A Iguá manteve seu perfil de endividamento no longo prazo, sendo que 83% das suas dívidas tem vencimento superior a um ano. No primeiro trimestre, a dívida bruta da empresa, em R$ 1,261 bilhão, caiu 5,7% no comparativo anual. Com 18 operações, a companhia atende mais de seis milhões de pessoas no País. O volume total faturado de água aumentou 3,9%, atingindo a marca de 20,7 mil m3, enquanto o volume faturado de esgoto cresceu 13,9%, passando de 8,6 mil m3 entre janeiro e março de 2019 para 9,9 mil m3 no mesmo período deste ano. Além disso, com a implementação de projetos de controle de perdas, o índice de água não faturada recuou para 39,9%. Outro destaque é a queda na inadimplência de 0,4% no comparativo entre os primeiros meses de 2019 e de 2020: passou de 5,4% para 5,0%. “A Iguá tem como meta facilitar, agilizar e proporcionar aos seus clientes formas diferenciadas de quitar suas pendências. Esses percentuais, que merecem total atenção, especialmente neste momento de crise, mostram que estamos no caminho certo, com resultados eficazes”, diz Felipe Fingerl, diretor Financeiro e Relações com Investidores da Iguá.

2 de junho, 2020
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A Aegea Saneamento registrou receita líquida de R$ 282 milhões no primeiro trimestre de 2017, aumento de 11,4% sobre o mesmo período de 2016. Já o Ebitda da companhia cresceu 8%, para R$ 149,2 milhões na comparação entre os mesmos trimestres. Entre os fatores para crescimento da Aegea está o aumento no número de domicílios atendidos com serviços de água, que foi 7,7% maior do que o apresentado no primeiro trimestre de 2016, e a ampliação de 25,5% nos domicílios atendidos com serviços de esgotamento sanitário. Na comparação entre o primeiro trimestre de 2016 e o mesmo período deste ano, a Aegea investiu 15% a mais em 2017. Neste âmbito, destaca-se a linha de pesquisa e desenvolvimento da empresa, que teve incremento de R$ 2,6 milhões, decorrente, dentre outras coisas, da participação em novas licitações e de desenvolvimento de projetos. O dispêndio com energia elétrica aumentou R$ 1,2 milhões, ou 5,1%, no primeiro trimestre de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016. Desse efeito, 5,3%, ou R$ 1,3 milhão, são referentes às operações entrantes, de novos negócios. Outro ponto importante foi a redução do índice de perdas da companhia em 2,5%, atingindo 36,1% no primeiro trimestre de 2017, contra 38,6% em comparação ao trimestre anterior. A Aegea afirma que a redução aconteceu graças às medidas tomadas pela empresa no programa de combate a perdas, por meio de ações como: redução de pressão com ações operacionais em cada unidade, ajustes de set point de controle de sistemas de bombeamento e regulagem de válvulas com Ponto Crítico de Pressão, instalação adicional de instrumentação de sensoriamento de pressão e manutenção de instrumentação e controle danificados. O balanço trimestral mostrou também queda de 0,7% da taxa de inadimplência de 180 dias, fruto de ações comerciais bem-sucedidas.

22 de maio, 2017