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SABESP

Receita líquida cresce 8,9%

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) obteve receita operacional líquida de R$ 3.997,9 milhões no 2º trimestre, um crescimento de 8,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2018. Os custos e despesas, que consideram os custos de construção, totalizaram R$ 3.195,0 milhões, um acréscimo de 22,1% quando comparados ao ano anterior. O EBIT ajustado somou R$ 807,1 milhões, queda de 23,5% em relação aos R$ 1.055,6 milhões apresentados no mesmo trimestre de 2018. O EBITDA ajustado atingiu R$ 1.231,6 milhão, 10,9% inferior em relação aos R$ 1.382,6 milhão dos mesmos três meses do último ano. A margem Ebitda ajustada atingiu 30,8% no trimestre, ante 37,7% do 2º trimestre de 2018. Desconsiderando os efeitos da receita e do custo de construção a margem Ebitda ajustada foi de 36,8% entre abril e junho deste ano ante 45,5% do mesmo período de 2018. O lucro líquido da Sabesp atingiu R$ 454,4 milhões, ante um lucro de R$ 181,9 milhões apresentado no mesmo trimestre de 2018.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) obteve receita operacional líquida de R$ 3.997,9 milhões no 2º trimestre, um crescimento de 8,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2018. Os custos e despesas, que consideram os custos de construção, totalizaram R$ 3.195,0 milhões, um acréscimo de 22,1% quando comparados ao ano anterior.
 
O EBIT ajustado somou R$ 807,1 milhões, queda de 23,5% em relação aos R$ 1.055,6 milhões apresentados no mesmo trimestre de 2018.
 
O EBITDA ajustado atingiu R$ 1.231,6 milhão, 10,9% inferior em relação aos R$ 1.382,6 milhão dos mesmos três meses do último ano. A margem Ebitda ajustada atingiu 30,8% no trimestre, ante 37,7% do 2º trimestre de 2018. 
Desconsiderando os efeitos da receita e do custo de construção a margem Ebitda ajustada foi de 36,8% entre abril e junho deste ano ante 45,5% do mesmo período de 2018. O lucro líquido da Sabesp atingiu R$ 454,4 milhões, ante um lucro de R$ 181,9 milhões apresentado no mesmo trimestre de 2018. 

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A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) registrou receita operacional líquida de R$ 17.797 milhões em 2020, uma queda de 1% em relação ao ano anterior. O Ebitda ajustado somou R$ 6.421 milhões no ano, um recuo de 14,5% na comparação com 2019, enquanto o lucro líquido despencou 71,1%, para R$ 973,3 milhões em 2020. A margem EBITDA ajustada atingiu 36,1% em 2020, ante 41,8% em 2019. A instabilidade econômica, agravada pela COVID-19, acarretou redução das receitas com clientes das categorias comercial, industrial e pública, resultando em diminuição da tarifa média efetiva; postergação da aplicação do reajuste tarifário de maio de 2020. A reposição do impacto ocasionado pela postergação foi autorizada pela ARSESP e efetivada em agosto de 2020. A Sabesp tem ainda um saldo estimado de R$ 37,6 milhões sobre a receita operacional, que será recuperado em 2021. Houve também a isenção de pagamento entre os meses de abril e agosto dos clientes das categorias de uso “Residencial Social” e “Residencial Favela”, no montante estimado de R$ 125,0 milhões; além da elevação do nível de inadimplência, com impacto de R$ 444,8 milhões nas despesas com perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa; e volatilidade cambial, gerando uma despesa com variação cambial de R$ 2.180,3 milhões. A Sabesp investiu R$ 4.379,5 milhões em 2020. Para o período de 2021 a 2025, a companhia planeja investir R$ 21,0 bilhões, sendo R$ 8,2 bilhões em água e R$ 12,8 bilhões em coleta e tratamento de esgoto.

29 de março, 2021
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SABESP
Nova Consulta Pública para revisar tarifas

A Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) publicou, dia 12 de agosto, no Diário Oficial do Estado, a abertura da Consulta Pública nº 01/2017, referente à etapa inicial da 2ª Revisão Tarifária Ordinária (2ª RTO) da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A Consulta Pública tem como objetivo garantir a transparência e a participação da sociedade no processo regulatório proporcionando aos usuários dos serviços públicos regulados, agentes econômicos e demais interessados no setor de saneamento básico a oportunidade de manifestarem sua opinião, conferindo, assim, maior grau de confiabilidade, clareza e segurança ao processo de tomada de decisão da Agência. O objeto desta Consulta Pública é a determinação, em caráter provisório, da Tarifa Média Máxima Preliminar (P0 Preliminar) e da taxa de remuneração dos investimentos (Custo Médio Ponderado de Capital - WACC) para a Sabesp, e os estudos produzidos pela Arsesp estão apresentados na Nota Técnica NT.F.003-2017, disponível em http://www.arsesp.sp.gov.br/SitePages/consultas-publicas.aspx.&nbsp ; Na primeira etapa será mantida a metodologia utilizada no processo da 1ª Revisão Tarifária Ordinária da Sabesp, cujos resultados foram apresentados na Nota Técnica Final RTS/004/2014 e publicados na Deliberação ARSESP n. 484/2014, disponíveis do site da Agência – www.arsesp.sp.gov.br . A etapa final está prevista para acontecer em abril de 2018 e compreenderá os demais fatores envolvidos na RTO que não foram contemplados na fase inicial, bem como eventuais ajustes referentes aos resultados obtidos na etapa inicial. Os interessados podem contribuir e se manifestar por escrito e enviadas através do e-mail [email protected] , fax (11) 3293-5107, ou para a sede da Arsesp (Avenida Paulista, 2313 - 4º andar, CEP 01311-300 - São Paulo – SP), até às 18 horas do dia 4 de setembro de 2017, de acordo com o regulamento. O período para envio de contribuições vai de 14/08/2017 a 04/09/2017, sendo que a Diretoria da Arsesp apreciará as contribuições e manifestações recebidas e divulgará o relatório circunstanciado, previamente à sua Deliberação. Resultados pioram No segundo trimestre de 2017, a Sabesp registrou acréscimo de 1,6% em sua receita líquida, que totalizou R$ 3,494 bilhões. Já os custos e despesas aumentaram 5,1%, somando R$ 2,748 bilhões, enquanto o Ebit (resultado operacional) ajustado totalizou R$ 747,4 milhões, um recuo de 4,6% sobre igual período do ano passado. O Ebitda (resultado antes de impostos e taxas) alcançou R$ 1,065 bilhões, com diminuição de 4,6% sobre o segundo trimestre de 2016, quando o valor foi de R$ 1,117 bilhão. A margem Ebitda ajustada foi de 30,5, contra 32,5% no mesmo período de 2016. O lucro, por sua vez, somou R$ 331,8 milhões, bem abaixo dos R$ 797,5 milhões apresentado no segundo trimestre do ano passado.

16 de agosto, 2017