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Lucro líquido cresce 113% no trimestre

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 115,5 milhões no segundo trimestre de 2020, 113,6% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. Já a receita operacional líquida somou R$ 540,4 milhões, aumento de 3,7%, em relação ao segundo trimestre de 2019, enquanto o Ebitda atingiu R$ 312,9 milhões, 13,7% a mais que no mesmo trimestre do último ano e com margem de 57,9%. “Esse resultado reforça nossa estratégia de crescimento de longo prazo e chancela nossa decisão de mantermos como prioridade os investimentos em melhoria da operação, o que tem nos permitido reduzir custos, ganhar eficiência e, ao mesmo tempo, melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, afirmou Yaroslav Memrava, Diretor de Relações com Investidores da Aegea. O EBITDA acumulado até o final do segundo trimestre de 2020 foi de R$1,3 bilhão, um aumento de 31,7% na comparação com o ano anterior e reflete a solidez financeira da empresa. O resultado foi alavancado pelo aumento do volume faturado, ganhos de eficiência de suas concessionárias, evolução dos resultados de Águas de Manaus e das alterações decorrentes do reequilíbrio econômico-financeiro em Águas de Teresina, Água de Guariroba e Prolagos. No segundo trimestre, as receitas de água da Aegea cresceram 4,8% ou R$ 21,2 milhões, e as receitas de esgoto aumentaram 2,2% ou R$ 2,6 milhões. O volume faturado cresceu de 3,0% em relação ao mesmo trimestre de 2019. Do total deste aumento, 65,6% referem-se a Teresina, Guariroba, Nascentes do Xingu e Manaus, e a parcela remanescente é relacionada à expansão da rede de cobertura e ao crescimento vegetativo das demais concessões. O volume faturado de esgoto aumentou 2,2% em função principalmente do crescimento do volume médio por economia da categoria residencial ocorrido em Mirante. Novas estações A Aegea inaugurou no trimestre as primeiras estações de tratamento de esgoto nas cidades de Barcarena (PA) e São Francisco do Sul (SC). A ETE Cabanos, em Barcarena, beneficiará inicialmente 4,4 mil moradores e a ETE Ubatuba, em São Francisco do Sul, irá tratar cerca de 5 milhões de litros de esgoto por dia em baixa temporada e mais de 10 milhões de litros de esgoto por dia durante o verão. As inaugurações destas novas instalações foram realizadas por eventos virtuais, respeitando todos os protocolos de segurança estabelecidos para a pandemia atual. No acumulado de 12 meses até o segundo trimestre de 2020, a Aegea realizou R$ 652,8 milhões em investimentos, com aumento de R$ 8,6 milhões na comparação com o CAPEX realizado no ano anterior. “O novo marco regulatório do saneamento vai aprimorar e modernizar o setor, trazendo a segurança jurídica necessária para atrair mais investimentos e acelerar a universalização da cobertura do serviço”, afirma o diretor-presidente da Aegea, Radamés Casseb. Em relação à pandemia do COVID-19, a Aegea, por meio de um Núcleo de Contingência Operacional, implementou os protocolos para garantir a operação dos serviços essenciais, mantendo as estações de tratamento de água, de esgoto e os Centros de Controle Operacional em pleno funcionamento. Os protocolos de saúde e segurança foram detalhados de forma padronizada, com um amplo cuidado em todos os níveis em todas as unidades dos 57 municípios em que a empresa atua. A companhia realizou doações para hospitais, desinfecção de vias públicas com grande circulação, doação de itens de higiene pessoal, instalação de pias em vias públicas, doação de cestas básicas e de itens de segurança pessoal. Para os clientes, reforçou o atendimento virtual, que supriu a necessidade de ter as lojas físicas abertas, além de implementar facilidades e estimular o uso do aplicativo Águas em todas as concessionárias.

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 115,5 milhões no segundo trimestre de 2020, 113,6% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. Já a receita operacional líquida somou R$ 540,4 milhões, aumento de 3,7%, em relação ao segundo trimestre de 2019, enquanto o Ebitda atingiu R$ 312,9 milhões, 13,7% a mais que no mesmo trimestre do último ano e com margem de 57,9%. “Esse resultado reforça nossa estratégia de crescimento de longo prazo e chancela nossa decisão de mantermos como prioridade os investimentos em melhoria da operação, o que tem nos permitido reduzir custos, ganhar eficiência e, ao mesmo tempo, melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, afirmou Yaroslav Memrava, Diretor de Relações com Investidores da Aegea.

O EBITDA acumulado até o final do segundo trimestre de 2020 foi de R$1,3 bilhão, um aumento de 31,7% na comparação com o ano anterior e reflete a solidez financeira da empresa. O resultado foi alavancado pelo aumento do volume faturado, ganhos de eficiência de suas concessionárias, evolução dos resultados de Águas de Manaus e das alterações decorrentes do reequilíbrio econômico-financeiro em Águas de Teresina, Água de Guariroba e Prolagos.

No segundo trimestre, as receitas de água da Aegea cresceram 4,8% ou R$ 21,2 milhões, e as receitas de esgoto aumentaram 2,2% ou R$ 2,6 milhões. O volume faturado cresceu de 3,0% em relação ao mesmo trimestre de 2019. Do total deste aumento, 65,6% referem-se a Teresina, Guariroba, Nascentes do Xingu e Manaus, e a parcela remanescente é relacionada à expansão da rede de cobertura e ao crescimento vegetativo das demais concessões. O volume faturado de esgoto aumentou 2,2% em função principalmente do crescimento do volume médio por economia da categoria residencial ocorrido em Mirante.

Novas estações 

A Aegea inaugurou no trimestre as primeiras estações de tratamento de esgoto nas cidades de Barcarena (PA) e São Francisco do Sul (SC). A ETE Cabanos, em Barcarena, beneficiará inicialmente 4,4 mil moradores e a ETE Ubatuba, em São Francisco do Sul, irá tratar cerca de 5 milhões de litros de esgoto por dia em baixa temporada e mais de 10 milhões de litros de esgoto por dia durante o verão. As inaugurações destas novas instalações foram realizadas por eventos virtuais, respeitando todos os protocolos de segurança estabelecidos para a pandemia atual. No acumulado de 12 meses até o segundo trimestre de 2020, a Aegea realizou R$ 652,8 milhões em investimentos, com aumento de R$ 8,6 milhões na comparação com o CAPEX realizado no ano anterior.

“O novo marco regulatório do saneamento vai aprimorar e modernizar o setor, trazendo a segurança jurídica necessária para atrair mais investimentos e acelerar a universalização da cobertura do serviço”, afirma o diretor-presidente da Aegea, Radamés Casseb. Em relação à pandemia do COVID-19, a Aegea, por meio de um Núcleo de Contingência Operacional, implementou os protocolos para garantir a operação dos serviços essenciais, mantendo as estações de tratamento de água, de esgoto e os Centros de Controle Operacional em pleno funcionamento. 

Os protocolos de saúde e segurança foram detalhados de forma padronizada, com um amplo cuidado em todos os níveis em todas as unidades dos 57 municípios em que a empresa atua. A companhia realizou doações para hospitais, desinfecção de vias públicas com grande circulação, doação de itens de higiene pessoal, instalação de pias em vias públicas, doação de cestas básicas e de itens de segurança pessoal. Para os clientes, reforçou o atendimento virtual, que supriu a necessidade de ter as lojas físicas abertas, além de implementar facilidades e estimular o uso do aplicativo Águas em todas as concessionárias.

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Lucro líquido cresce 70% em 2020

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 501 milhões em 2020, um aumento de 70,2% em relação a 2019. No 4º trimestre de 2020, a empresa registrou lucro líquido de R$ 45 milhões e receita operacional líquida de R$ 606,9 milhões, mantendo-se em linha com o valor registrado no último trimestre de 2019. “Essa performance, mesmo diante dos efeitos da pandemia COVID-19, confirma a solidez financeira da Companhia e a consistência de sua estratégia de crescimento orgânico”, diz André Pires, CFO da Aegea. O Ebitda atingiu R$ 1,3 bilhão no último ano, um crescimento de 12,2%, decorrente principalmente da evolução dos resultados operacionais de suas concessões. A margem Ebitda atingiu 57,8% em 2020, um aumento de 4,2% em relação a 2019. Dentre os fatores que colaboraram para a evolução do resultado da Companhia em 2020, destacam-se o aumento de 5,2% no volume faturado total. O volume faturado de água aumentou 5,1% em relação a 2019, e as concessões de Teresina, Águas Guariroba e Manaus foram responsáveis por 60,1% do crescimento total. O volume faturado de esgoto cresceu 5,5%, sendo 60,6% deste crescimento proveniente das concessões Águas Guariroba, Mirante, Ambiental Serra e Águas de Teresina e 21,7% do início das operações da concessionária Ambiental Metrosul. O número de domicílios atendidos com coleta e tratamento de esgoto cresceu 21,4%, atingindo 1,3 milhão. O aumento da base de clientes está associado principalmente ao início das operações da concessionária Ambiental Metrosul, que adicionou 174 mil novas economias e foi responsável por 74,9% do incremento total; e à expansão da rede em Águas Guariroba, Águas de Manaus, Águas de Teresina e Prolagos, responsáveis por 17,6% do incremento. Em 2020 a Aegea atendia uma população com cerca de 8,9 milhões de habitantes. Com o crescimento exponencial da companhia, este número passou para mais de 11,2 milhões de pessoas beneficiadas em 126 cidades, após a assinatura de contrato para mais duas PPPs: uma em dezembro de 2020, com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (CESAN), para universalização de serviços de esgotamento sanitário para 402 mil pessoas no município de Cariacica-ES, e outra em fevereiro de 2021 com a Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul (Sanesul), para universalização de serviços de esgotamento sanitário em 68 municípios no Estado do Mato Grosso do Sul, compreendendo 1,7 milhão de habitantes. A Aegea investiu R$ 522,4 milhões em 2020, uma redução de R$ 116,0 milhões na comparação com o ano anterior. Essa redução está relacionada à postergação temporária de alguns projetos (CAPEX não obrigatório) em decorrência das medidas de preservação de caixa e manutenção da liquidez, necessárias para o enfrentamento da pandemia. Compliance A Aegea Saneamento renovou a certificação da Norma ISO 37001:2017 de Gestão Antissuborno, que engloba uma série de regras internacionalmente reconhecidas, que têm como objetivo colaborar para os programas de compliance das empresas, certificando o correto alinhamento entre as organizações e a Norma Antissuborno. Para obter a nova certificação, a companhia precisou cumprir todos os requisitos da Norma, entre eles identificar não conformidades para implementação de ações corretivas, realizar auditorias e monitoramentos internos frequentes, estabelecer procedimentos para prevenir a oferta, fornecimento ou aceitação de qualquer ação que caracterize suborno, entre outros. “Manter esta importante certificação é motivo de orgulho para a Aegea e demonstra nosso comprometimento com a transparência e integridade em nossas iniciativas. Ser a primeira empresa do setor com esta conquista reforça e justifica a notável expansão da Governança na companhia,” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. A renovação da certificação reforça o compromisso da Aegea com seu Programa de Compliance, que recebeu R$ 10 milhões nos últimos anos na expansão de sua Diretoria de Integridade. Recentemente, a companhia divulgou em seu relatório anual de sustentabilidade que recebeu menção honrosa da Abrasca, Associação Brasileira das Companhias Abertas, iniciativa que reconhece as empresas que melhor produzem seus relatórios anuais, a fim de fomentar a clareza, a transparência e a excelência com que reportam suas informações ao mercado.

8 de março, 2021
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Lucro líquido cresce 67,1% em 2019

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 294,4 milhões em 2019, um crescimento de 67,1% na comparação com o ano anterior. Apenas no 4º trimestre, a companhia obteve lucro líquido de R$ 102,3 milhões, R$ 85,2 milhões a mais que no último trimestre de 2018. A receita líquida atingiu R$ 2,2 bilhões, um incremento de 28,3% sobre 2018. “Esse resultado reforça a consistência da estratégia de crescimento de longo prazo da Aegea e seu modelo de gestão, que prioriza investimentos na melhoria de suas operações, o que tem nos permitido reduzir custos, ganhar eficiência e melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, diz Yaroslav Memrava, Diretor de Relações com Investidores da Aegea. O Ebitda alcançou R$ 1,2 bilhão no ano passado, um crescimento de 47,1% na comparação com 2018 e margem de 48,3%. “São números expressivos que demonstram a solidez financeira da companhia”, diz. Segundo a Aegea, o bom desempenho foi impulsionado pelo resultado operacional positivo de todas as concessionárias, sobretudo Águas de Manaus e Águas de Teresina, além da capacidade da empresa em adaptar, às diversas localidades do País, o seu modelo de gestão. Ao longo de 2019, a Aegea realizou um total de R$ 638,4 milhões em investimentos, mantendo o nível de investimentos executado no ano anterior. A Aegea obteve economia de 2,8 milhões no 4º trimestre de 2019, ou 122,5 mil a mais em relação ao mesmo período de 2018. Em economias ativas de água, a alta foi de 5,4%, ou 90,6 mil novas instalações. Os números são resultado, principalmente, do ‘Programa Vem com a Gente’ adotado pela Águas de Manaus, que contribuiu com 49,3% do crescimento total. A Aegea também expandiu o número de beneficiados pela Tarifa Social na área dessa concessão, ampliando o acesso ao saneamento básico e, consequentemente, à saúde, ao agregar cerca de 40 mil novas economias ativas. No âmbito corporativo, a Aegea continua a amadurecer as práticas de Compliance, Controles Internos e Governança – pilares estratégicos para o crescimento sustentável. A Gerência de Integridade passou a ser uma Diretoria em 2019, com reporte direto ao Conselho de Administração e a certificação internacional de Sistemas de Gestão Antissuborno – a ISO 37001, foi mantida. Adicionalmente, com a independência de todos os membros do Conselho de Administração, a empresa aderiu voluntariamente ao mesmo padrão exigido pelo Novo Mercado da B3. A Aegea venceu, em novembro de 2019, a licitação promovida pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) para realizar obras e serviços em esgotamento sanitário de nove municípios gaúchos - Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Eldorado do Sul, Gravataí, Guaíba, Sapucaia do Sul e Viamão. O contrato marca a entrada da Aegea no Rio Grande do Sul e formaliza o objetivo da companhia em universalizar a cobertura de esgoto para mais 1,5 milhão de habitantes em até 11 anos, contados a partir do início das operações, previsto para ocorrer no 4º trimestre de 2020.

17 de fevereiro, 2020
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Lucro líquido de R$ 120 milhões

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 120,52 milhões no 1º semestre, 15,60% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Já a receita operacional líquida somou R$ 1,04 bilhão, aumento de 41% em relação ao 2º semestre de 2018. “Esse resultado reforça que estamos no caminho certo ao mantermos como prioridade os investimentos em melhora da operação, o que tem nos permitido reduzir custos e ganhar eficiência e, ao mesmo tempo, melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, diz Flávio Crivellari, CFO da Aegea. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 559,05 milhões nos seis primeiros meses do ano, aumento de 61,77%. “São recordes históricos, números que reforçam ainda mais a solidez financeira da empresa”, diz. A margem Ebitda atingiu 53,80%, incremento de 7% em relação ao mesmo período de 2018. A consolidação dos números da concessionária Águas de Manaus, adquirida pela Aegea em junho de 2018, foi o principal responsável pelo crescimento do período em relação ao ano anterior. A aquisição, que hoje já representa 23,10% do faturamento consolidado da Aegea, também permitiu diversificação de fontes de receita da companhia. Nos últimos 12 meses (encerrados no 2º trimestre) a Aegea investiu $ 644,20 milhões, com destaque para a consolidação das operações de Águas de Teresina e Manaus, últimas aquisições feitas pelo Grupo. A Aegea priorizou a ampliação do fornecimento de água nessas cidades, revertendo um cenário de falta d’água e atendimento irregular à população. Outra ação importante foi a expansão do programa Tarifa Social, que subsidia contas de água e esgoto para parcelas carentes da população. Essa também tem sido uma das prioridades para a concessão de Manaus, onde desde que assumiu a concessão local, a Aegea já ampliou em mais 71,56% o número de famílias contempladas pelo programa. Hoje, mais de 5.200 das casas manauaras são atendidas com a tarifa social, número que tende a aumentar devido a uma série de ações com a comunidade que a concessionária vem realizando em alguns bairros da cidade.

23 de agosto, 2019
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Receita líquida soma R$ 384 milhões

A Aegea Saneamento registrou receita líquida de R$ 384,3 milhões no terceiro trimestre de 2017, um crescimento de 57,2% na comparação com o mesmo período de 2016. O desempenho foi impulsionado pela conquista de novas concessões e pela evolução no desempenho operacional das concessões existentes. O Ebitda da companhia atingiu R$ 214,6 milhões, 90,1% a mais que no mesmo trimestre do último ano. No trimestre foram contabilizados 699 mil novos clientes agregados à base atendida pela companhia, que alcançou R$ 2,2 milhões e 40,7% de avanço do volume faturado. Dentre as concessões, destaque para o início das operações da subconcessão plena no município de Teresina, com população estimada em cerca de 850 mil habitantes. Foram investidos até o momento R$ 140 milhões, com intervenções em 31 regiões da capital do Piauí, que já alcançaram cerca de 360 mil cidadãos. A Aegea registrou aumento de 9,6% na margem Ebitda, para 55,8%. Dentre os indicadores que demonstram o ganho de produtividade nas operações, evidenciam-se a queda de 18,5% nos custos por metro cúbico com energia elétrica; a diminuição de 0,5% na taxa de inadimplência; e a redução de 1,9% no índice de perdas na distribuição de água das concessionárias existentes. Em outubro, a companhia estreou no mercado de capitais internacional através da emissão de bonds, no valor total de US$ 400 milhões, e as captações de recursos via debêntures no mercado local por meio das concessionárias Nascentes do Xingu, Águas Guariroba e Prolagos, totalizando R$ 655 milhões.

16 de novembro, 2017
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Receita líquida cresce 18,1% no trimestre

A Aegea registrou receita líquida de R$ 285,9 milhões no segundo trimestre de 2017, um aumento de 18,1% quando comparado ao mesmo trimestre do último ano. O Ebitda alcançou R$ 149,6 milhões, crescimento de 13,1%. Entre os fatores para o bom desempenho na empresa no trimestre estão o aumento no número de domicílios atendidos com serviços de água e esgotamento sanitário, que foi 8,9% e 27%, respectivamente, maior do que o apresentado no segundo trimestre de 2016. As concessionárias novas representam 69,4% desse crescimento. No âmbito das concessões entrantes da Aegea, este trimestre foi principalmente marcado pelo início das operações da companhia em Vila Velha (ES) e Teresina (PI), iniciadas em julho. O índice de perdas da Aegea caiu 2,4%, para 36,6% no segundo trimestre, contra 38,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a concessionária, a redução aconteceu devido às medidas tomadas pela equipe de gestão de perdas através de ações, como: redução de pressão nas redes de distribuição de água; instalação de sensoriamento e válvulas reguladoras de pressão e outras ações ligadas a controle ativo de vazamentos. O aumento dos investimentos também teve destaque no período apurado. No acumulado de 12 meses, a companhia realizou R$ 404,0 milhões em investimentos, R$ 44,0 milhões mais do que no 2º semestre de 2016. A linha de P&D recebeu um aumento de R$ 5,8 milhões decorrente de novas licitações, elaboração de programas de manifestação de interesses e desenvolvimento de projetos. A Aegea encerrou o trimestre com 2.588 colaboradores ativos, um aumento de 6,5% em relação ao período anterior. Ainda em relação ao trimestre, houve redução de 0,6% da taxa de inadimplência de 180 dias, fruto de ações comerciais bem-sucedidas.

16 de agosto, 2017
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Receita da Aegea cresce 40,5%

A Aegea obteve receita líquida de R$ 242 milhões no segundo trimestre deste ano, um aumento de 40,5% sobre os R$ 172,5 milhões do mesmo período do último ano. No semestre, a receita líquida soma R$ 495,2 milhões, 39,5% superior ao mesmo semestre de 2015. Entre os fatores que proporcionaram este resultado estão o crescimento de 5,1% na base de clientes e de 11,2% no volume total faturado (água e esgoto) na base acumulada do primeiro semestre de 2016. Os números refletem a conquista de novas concessionárias, como Águas de Penha, Águas de Camboriá e Águas de Holambra, que representam 64,2% deste incremento. No segundo trimestre a Aegea conquistou a universalização do acesso à água tratada para 100% da população urbana da cidade de Timon, no Maranhão, após uma série de investimentos por meio de sua concessionária Águas de Timon. A Companhia também se tornou uma das signatárias do Pacto Global da ONU, iniciativa que defende os Direitos Humanos, Direitos do Trabalho, Proteção do Meio Ambiente e Combate à Corrupção em todas as suas formas. Outro ponto positivo foi a redução no número de doenças provenientes da falta de saneamento em Campo Grande. Segundo o IBGE, a taxa de internações por doenças diarréicas no ano passado foi 91% menor quando comparado com o ano de 2003. A mudança está atrelada à ampliação de 80% na rede de esgoto do município. O Ebitda da Aegea cresceu 81% no segundo trimestre e 60,6% no semestre, atingindo R$ 131,7 milhões e R$ 269,9 milhões, respectivamente. A Prolagos S.A. - Concessionária de Serviços Públicos de Água e Esgoto anunciou a reinclusão dos serviços públicos de esgotamento sanitário do município de Arraial do Cabo, já atendido pela Prolagos com os serviços de tratamento e abastecimento de água.

5 de setembro, 2016