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PRÊMIO

Odebrecht Ambiental ganha troféu Ouro no PNQS

Concessionário de esgotamento sanitário em Mauá (SP), a Odebrecht Ambiental recebeu o troféu Ouro do Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento (PNQS), promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Pela terceira vez consecutiva a Odebrecht Ambiental consegue um bom resultado. Em 2013, a Odebrecht Ambiental - Mauá conquistou o troféu Bronze (250 pontos), na categoria Nível I e em 2014 conquistou o troféu Prata (500 pontos), na categoria Nível II. A Gerente Operacional da unidade de Mauá, Viviane Cristina de Moraes, e a Gestora da Qualidade, Ana Rita Vincenzi Valentim, receberam o troféu. O presidente da ABES, Roberval Tavares de Souza, lembrou que a Associação existe há 50 anos e que vem buscando a melhoria constante do setor no país. “Há 20 anos, a ABES instituiu o PNQS, focado na gestão, para fazer o saneamento avançar, mas ainda temos 35 milhões de pessoas sem acesso à água potável no país e 125 milhões sem serviço de coleta e tratamento de esgoto. São muitos desafios”, disse.

Concessionário de esgotamento sanitário em Mauá (SP), a Odebrecht Ambiental recebeu o troféu Ouro do Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento (PNQS), promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Pela terceira vez consecutiva a Odebrecht Ambiental consegue um bom resultado. Em 2013, a Odebrecht Ambiental - Mauá conquistou o troféu Bronze (250 pontos), na categoria Nível I e em 2014 conquistou o troféu Prata (500 pontos), na categoria Nível II.

A Gerente Operacional da unidade de Mauá, Viviane Cristina de Moraes, e a Gestora da Qualidade, Ana Rita Vincenzi Valentim, receberam o troféu. O presidente da ABES, Roberval Tavares de Souza, lembrou que a Associação existe há 50 anos e que vem buscando a melhoria constante do setor no país. “Há 20 anos, a ABES instituiu o PNQS, focado na gestão, para fazer o saneamento avançar, mas ainda temos 35 milhões de pessoas sem acesso à água potável no país e 125 milhões sem serviço de coleta e tratamento de esgoto. São muitos desafios”, disse.

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SANEAMENTO
ABES premia empresas da GS Inima

A Ambient - Serviços Ambientais de Ribeirão Preto e a GS Inima SAMAR – Soluções Ambientais de Araçatuba, ambas as empresas pertencentes ao Grupo GS Inima Brasil, foram premiadas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) por estarem entre as 40 cidades com mais de 100 mil habitantes com os melhores índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A pesquisa reúne indicadores de 1.857 municípios, que representam aproximadamente 70% da população brasileira, segundo informações do SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento. Na lista, apenas 98 cidades estão na categoria máxima, que indica “Rumo à Universalização”. As outras categorias são: Compromisso com a universalização, Primeiros Passos para a universalização (onde se enquadra a maioria dos municípios pesquisados, 1.520) e Empenho para a universalização. Ribeirão Preto (SP), com quase 713 milhões de habitantes, ficou em 20º lugar no Ranking ABES da Universalização do Saneamento de 2020, com 496,8 pontos na avaliação. Desde que assumiu, em 2012, os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de Araçatuba, que tem hoje 193 mil habitantes, a GS Inima SAMAR investiu na melhoria dos serviços de saneamento, que levaram o município rumo à universalização. A cidade obteve o 30º lugar no Ranking ABES 2020, com 494,45 pontos. A nota máxima é 500. É a terceira vez que essas cidades figuram no ranking da ABES entre as melhor saneadas do Brasil. Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, afirma que a parceria com os municípios é um dos caminhos para o Brasil atingir a universalização no saneamento. “O reconhecimento da ABES, entidade de profissionais do setor, mostra que estamos no caminho certo,” diz Paulo Roberto. “É um grande estímulo para continuarmos trabalhando, assumindo compromissos e entregando resultados como os alcançados por Ribeirão Preto e Araçatuba.” A novidade no Ranking ABES 2020 foi a inclusão do indicador Taxa de Internação Hospitalar, para correlacionar as variáveis saúde e saneamento, por meio das DRSAI – Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado, definidas em pesquisa financiada pela FUNASA nos anos de 2001 e 2002. Para este estudo são utilizadas as doenças de transmissão feco-oral (diarreias, febres entéricas, hepatite A). Sobre elas, calculou-se a taxa de internações média por 100.000.

15 de junho, 2020
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SANEAMENTO
Prêmio a iniciativas inovadoras

A iniciativa que visa fomentar a cultura de sustentabilidade nas empresas privadas de saneamento – o Prêmio Sustentabilidade, realizado pelo Sindcon (Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), com o apoio da Abcon (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto), reuniu, em sua terceira edição, 63 pro- jetos inscritos nas três categorias – Institucional, Gestão e Técnica, vindos de todas as regiões do País. O Prêmio foi lançado em 2015 para incentivar as ações das con- cessionárias para melhorar o acesso da população aos serviços de água e esgotamento sanitário, seja através da tecnologia, de inovações de gestão, atendimento e qualidade da água fornecida. Durante a cerimônia de premiação, os presentes puderam acompanhar, também, um debate sobre as mudanças que estão sendo aguardadas para o sanea- mento a partir de um novo marco legal para o setor, mediado pelo diretor Executivo das entidades, Percy Soares Neto, o qual destacou que “o setor passa por um momento de transformação profunda, com viés de alta”. Para Paulo Roberto de Oliveira, CEO da GS Inima Brasil, “o saneamento dessa vez entrou na pauta nacional, o que nos leva a acreditar que novas oportunidades surgirão e que de fato este mercado vai crescer”. E lembrou que o setor privado tem suas expectativas represadas há 12 anos “por entraves e ideologias que impediram seu crescimento”. Hamilton Amadeo, CEO da Aegea Saneamento, disse que o atual modelo precisa ser corrigido – “exis- tem empresas só para pagar salários e as que cum- prem contratos – as concessionárias privadas pagam bons salários e prestam serviços de qualidade. Ainda assim, atendem apenas 6% do mercado brasileiro. Ou seja, há espaço para as empresas que hoje estão ope- rando e para outras tantas novas. E toda essa atenção que se volta para o saneamento no Brasil vai resultar em novas oportunidades profissionais, além de atra- ção de dinheiro para o País”. Veja mais detalhes da premiação em www.sambiental.com.br/revista/193

10 de setembro, 2019
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PNQS
Divulgadas as empresas vencedoras

O Comitê Nacional da Qualidade (CNQA) da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) divulgou os nomes das empresas reconhecidas na Categoria As Melhores em Gestão no Saneamento Ambiental – AMEGSA do Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento – PNQS Ciclo 2018. Também foram mencionados os reconhecidos do Selo da Qualidade do Fornecedor de Serviços de Saneamento Ambiental (SQFSA). O Ciclo 2018 teve participação recorde de 55 unidades candidatas na categoria AMEGSA. Deste total, 30 reconhecidas (que envolvem 11 empresas no total, sendo cinco privadas e seis públicas). A categoria Selo do Fornecedor teve 11 candidatas, com 8 reconhecidas. O PNQS está em sua 22ª edição e é uma das ferramentas que têm mostrado grande eficácia para a melhoria e aperfeiçoamento dos processos de gestão nas empresas de saneamento brasileiras. “Trabalhar com gestão realmente traz ganho porque ajuda a ter visão sistêmica, pensar no futuro, acompanhar seus indicadores, olhar para as partes interessadas, promover a participação e a integração entre as pessoas e buscar resultado, que nem sempre é financeiro, às vezes é socioambiental, de imagem, de ambiente de trabalho bom para as pessoas. Isso tudo é o conjunto do PNQS”, frisa a coordenadora do CNQA, Rosana Dias. O Seminário de Bechmarking do Ciclo PNQS 2018 será realizado de 26 a 28 de novembro, no Riocentro, Rio de Janeiro, e a Cerimônia de Premiação acontecerá dia 28 (maiores informações no site do PNQS http://pnqs.com.br/ ). Este ano, o PNQS ocorre simultaneamente à Rio Water Week – a Semana da Água do Rio, evento internacional que será promovido pela primeira vez no Brasil, com a participação de mais de 100 palestrantes convidados, sendo cerca de 60 internacionais (programação completa e inscrições no site http://riowaterweek.com.br/ ).

6 de novembro, 2018
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SANEAMENTO
Prêmio Sustentabilidade anuncia vencedores

O Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) realizou, no último dia 10 de agosto, a entrega do 2º Prêmio Sustentabilidade no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. A premiação é voltada às concessionárias privadas de saneamento e é dividida em três categorias: Institucional, Gestão e Técnica. Na categoria Institucional o projeto vencedor foi o programa ‘Olhar Ambiental’, da Águas do Brasil, que reúne várias ferramentas para a sistematização e gerenciamento das ações de educação ambiental desenvolvidas pela companhia, detentora de concessões em diversos estados do País. Em segundo lugar ficou a iniciativa ‘Água Solidária’, da Águas Guariroba, de Campo Grande (MS), que também levou o prêmio de terceiro lugar, por seu projeto ‘Integração Empresa Universidade para Inovação no Saneamento.’ Na modalidade Gestão o vencedor foi o programa ‘Reúso de Efluente Sanitário Tratado na Manutenção de Rede Coletora de Esgoto’, da Serra Ambiental, de Serra (ES). O projeto tornou viável a prática do reúso na manutenção da rede coletora de esgoto, atividades de irrigação de grama, processo de tratamento de esgoto e lavagem de pisos, com grande economia de recursos naturais e financeiros. Na segunda colocação ficou o projeto ‘OS Eletrônica’, da Águas de Matão (SP), seguida pela iniciativa ‘Adesão e Recuperação de Receita de Esgoto’, da ‘ Águas de Andradina (SP). Por fim, na categoria Técnica, o primeiro lugar ficou com o programa ‘Reúso Tratado na ETE Mogi Mirim’, da concessionária Sesamm, que opera na cidade do interior paulista. O projeto consiste no reúso do efluente tratado para fins de irrigação e para utilização no processo operacional. No segundo e terceiro lugar, respectivamente, ficaram os projetos ‘Eficiência Energética e Operacional em Sistema de Tratamento de Água’, da Comasa, de Santa Rita do Passa Quatro (SP), e ‘Saneamento Sustentável – A utilização de biossistemas e educação ambiental em comunidades de baixa renda’, da Águas do Imperador, de Petrópolis (RJ). Os três primeiros colocados de cada categoria receberam prêmios de R$ 15 mil, R$ 6 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Ao todo foram inscritos 61 trabalhos no Prêmio Sustentabilidade deste ano, nas três diferentes categorias. O prêmio tem apoio da ABCON (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) e visa reconhecer os melhores projetos e iniciativas promovidas pelas concessionárias privadas de saneamento, que privilegiam ou buscam promover práticas de sustentabilidade.

16 de agosto, 2017
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NEGÓCIOS
Concluída venda da Odebrecht Ambiental

Empresa global em gestão de ativos, a Brookfield Business Partners LP, em conjunto com outros investidores institucionais, adquiriu 70% da Odebrecht Ambiental, que pertenciam a Odebrecht S.A. O valor da operação foi de US$ 908 milhões, o que inclui pagamento de US$ 768 milhões e aproximadamente US$ 140 milhões em injeção de capital para suportar o crescimento futuro da Companhia. O FI-FGTS manteve a sua participação de 30% na empresa. A estrutura técnica está incluída na operação, o que garante a capacidade técnico-operacional e a manutenção dos compromissos com clientes e reguladores. A entrada dos novos acionistas fortalecerá a estrutura econômica e financeira da companhia, ampliando seu acesso a novas tecnologias. Com a nova gestão, a empresa passará a se chamar BRK Ambiental. Em paralelo, a Brookfield implantará prontamente diversas políticas de conformidade adotadas pelo grupo globalmente, observando os mais elevados princípios éticos e em acordo com a legislação e regulamentos aplicáveis nas diversas regiões em que a BRK Ambiental atua. A BRK Ambiental está presente em mais de 180 municípios brasileiros, beneficiando a vida de 15 milhões de pessoas. A empresa opera também plantas de tratamento de resíduos e água para operações industriais. A BRK Ambiental tem ativos em mais de 30 países, nos cinco continentes. Atualmente, o Grupo investe cerca de US$ 250 milhões nos segmentos de energia renovável, Imobiliário, Infraestrutura e Private Equity. Atualmente a Brookfield detém aproximadamente R$ 43 bilhões em ativos sob gestão no Brasil e suas operações geram cerca de 16.000 empregos.

4 de maio, 2017
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SANEAMENTO
Odebrecht Ambiental vendida por R$ 2,8 bilhões

A Odebrecht S.A. assinou contrato de alienação da totalidade de suas ações, equivalente a 70% do capital da Odebrecht Ambiental, para a Brookfield Brazil Capital Partners LLC e o Fundo de Investimentos BR Ambiental, ambos administrados pela Brookfield Asset Management. O fundo de investimento FI-FGTS, sócio da Odebrecht Ambiental desde 2009, deverá manter sua participação de 30% no capital da empresa. O valor da operação foi de US$ 878 milhões (cerca de R$ 2,8 bilhões) e acontecerá com pagamento antecipado de US$ 768 milhões e um adicional de US$ 110 milhões durante os próximos três anos. O negócio deve ter seu fechamento concluído no primeiro trimestre de 2017 e está sujeito a uma série de condições habituais em transações que envolvem prestadoras de serviço público, como a obtenção de anuências do poder público, dos financiadores e aprovações regulatórias. Atualmente, a Odebrecht Ambiental atende mais de 17 milhões de pessoas em doze estados brasileiros através de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). A operação inclui também parte dos serviços de tratamento de resíduos e de água industrial. A estrutura técnica da empresa permanece inalterada, assim como o quadro de funcionários. O município paulista de Limeira concedeu os serviços de saneamento em 1995 e hoje em dia é uma das poucas cidades no País a oferecer 100% de atendimento nos serviços de água e esgoto para a população. O primeiro ciclo de investimentos em Limeira possibilitou a universalização do sistema. A concessionária trabalha hoje para ampliar e modernizar da Estação de Tratamento de Água e a ampliação e melhoria da eficiência da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Limeira é destaque também pela eficiência no controle às perdas de água (ocasionados, por exemplo, por vazamentos na rede). Enquanto que, em média, as cidades brasileiras perdem 40% da água produzida, em Limeira esse número é de apenas 16%.

7 de novembro, 2016
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SINDCON
Anunciados vencedores do 1º Prêmio Sustentabilidade

O Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (SINDCON) anunciou, dia 04 de agosto, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, os vencedores do 1º Prêmio Sustentabilidade. No total, foram avaliados 44 projetos/programas, que concorreram à premiação em dinheiro. A Comissão Julgadora foi formada por 18 profissionais de diversas áreas e entidades, como a revista Saneamento Ambiental, através de seu Diretor Sérgio de Oliveira, Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Ethos, Unicef, Finep, UFMG, UFSC, Faculdade de Saúde Pública da USP, Eletrobrás, Abes, BNDES e Caixa Econômica Federal. O Prêmio Sustentabilidade propõe a busca de soluções contra a crise hídrica, e visa incentivar, entre as concessionárias privadas de água e esgoto, as boas ideias para a melhor utilização de recursos naturais, tecnológicos, humanos e financeiros. Entre os 44 projetos/programas, 23 pertencem à categoria “Técnica”, 13, à “Institucional” e oito, de “Gestão”. O presidente do SINDCON, Giuliano Dragone, comemorou o sucesso do Prêmio e garantiu a continuidade do evento para os próximos anos. “O Prêmio Sustentabilidade veio para promover uma justa homenagem aos profissionais que contribuem para o desenvolvimento do saneamento brasileiro”, destacou o Presidente da entidade. O Prêmio Sustentabilidade será realizado a cada biênio, sempre intercalado com a o ENA - Encontro Nacional das Águas, Congresso técnico e científico promovido pelo Sindicato. Na categoria Institucional, o vencedor foi o programa “Frota Ideal”, da Águas de Guará, empresa do Grupo Uniáguas. O projeto tem como líder Luiz Rafael Rizzo e a equipe formada por Elizete Vieira Fazza, Sergio Luis Baraldi e Amanda Adorni Teixeira ; Em segundo lugar ficou o “De Olho no óleo”, da Águas Guariroba, do Grupo Aegea. O líder é Fernando Henrique Garayo Junior e a equipe é constituída por Janaina Cristiane dos Santos, Willian Carvalho e Lucinei Cesario da Cruz Nantes; o terceiro lugar é do projeto “Amigo da Água”, da Águas de Nova Friburgo, empresa do Grupo Águas do Brasil. Christian Esteves Portugal desenvolveu o projeto e contou com Maria Goretti de Rezende Saturnino Braga em sua equipe. O projeto vencedor “Frota Ideal” aproveitou as condições favoráveis de relevo do município paulista de Guará e substituiu o uso de veículos por bicicletas para o deslocamento de colaboradores. Agora, os serviços de micromedição, inspeções em usuários, verificações de leitura, entrega de notificações controle de qualidade da água e esgoto, inspeção em poços e reservatórios, corte por falta de pagamento e demais visitas dispensam ferramentas robustas. Com o projeto constatou-se o aumento das leituras diárias, além de economia de 50% do combustível consumido na unidade do projeto. Houve também redução na utilização de recursos naturais e da emissão de gases poluentes, autonomia para equipes operacionais, agilidade e eficiência na prestação de serviços, melhor relacionamento dos colaboradores com moradores e com a própria concessionária e elevação dos indicadores de saúde dos colaboradores das unidades. Na categoria Gestão, o vencedor foi o projeto “Análise Multicritério para suporte à decisão aplicada em companhias de saneamento”, da Uniáguas (Grupo Latam Water). O projeto foi desenvolvido por Elizete Vieira Fazza e contou com Janaina Correia Fiorentino na equipe. A segunda colocação é do projeto “Sistema de Gestão Ambiental : auditorias ambientais”, das Águas Guariroba, empresa do Grupo Aegea. Fernando Henrique Garayo Junior desenvolveu todo o projeto. Em terceiro, “Supressão da ligação de esgoto”, da Sanessol, pertencente ao Grupo CAB Ambiental. Elizabete Ap. Precioso desenvolveu o projeto, que teve em sua equipe de trabalho, Mariana Gerosa e Luiz Henrique Rodrigues. A Análise Multicritério de Apoio à Decisão (MCDA) tem como objetivo obter “a solução de maior compromisso” com todos os stakeholders envolvidos, compilando além dos fatores de capex e opex, aspectos sociais e ambientais. O método inicia-se a partir da estruturação do problema em questão, por um processo construtivo de entendimento, onde o grupo faz uma representação integrando componentes, definindo dimensões, metas, atributos e pontos de vista. Após aplicação da metodologia é obtido um ranking matemático das soluções e, no final do processo, há uma lista de opções bem como a pontuação de cada uma. A partir daí, as ações são criadas individualmente a partir da avaliação de cada um, com integração posterior, onde é realizada análise da alternativa mais viável, denominada “Modelo Mental Compartilhado”. Este modelo é resultante da MCDA e implica na diminuição do tempo de rtomada de decisão, minimização de conflitos durante o processo, redução da possibilidade de erros, simulação de cenários, além de proporcionar resultados que contemplam pontos de vista de todo o grupo envolvido. O primeiro lugar da categoria Técnica foi do “Programa Água Certa – otimização do uso da água no sistema de abastecimento”, da Águas do Paraíba, do Grupo Águas do Brasil. Desenvolvido por Mário Fazza, o projeto teve a participação de Alexandre Boaretto, Silas de Souza Almeida, Celso Daflon, Munique Tardin e Gabriel Fasola. O segundo lugar ficiu com o “Sistema de reutilização do efluente tratado da ETE Caiçara”, da Ambient, do grupo GS Inima. O projeto foi liderado e conduzido pela dupla Karina Rodrigues Carregari e Ivo Curvelo da Silva. A medalha de bronze coube à “Remoção biológica de fósforo no esgoto da ETE Mogi Mirim”, da SESAMM, do Grupo GS Inima. O projeto foi desenvolvido por Sirlei Cristiana Brignoli. O “Água Certa” tem como meta promover o uso racional da água através da redução de perdas de forma consistente e contínua. A Águas do Paraíba, concessionária de Campos dos Goytacazes (RJ), selecionou as localidades de Goytacazes, São Sebastião e santo Eduardo para realizar o projeto, que recebeu aportes de R$ 18 milhões. O projeto visa combater as perdas de natureza física e aparentes, ações como troca e ampliação do parque de hidrômetros, levantamento de áreas sem rede de abastecimento, fiscalização de fraudes, identificação de vazamentos e melhoria na distribuição de água. Todas essas metas serão colocadas em prática dentro de 18 meses. Iniciado em 2013, o projeto começou a avaliar o Índice de Perda por Ligação (IPL) a partir de setembro de 2014. Goytacazes registrou IPL de 364 (l/ligação ativa/dia) em outubro de 2013, e conseguiu reduzir para 134 em dezembro do ano seguinte. São Sebastião obteve queda no IPL de 1.106 para 254 entre outubro de 2013 e dezembro do ano passado. Com o programa, registrou-se acréscimo de novos clientes e regularização de ligações clandestinas. Em Goytacazes, a economia cresceu 2,77% e com as regularizações, o faturamento aumentou 15,45%. Já em São Sebastião, a economia chegou a 43,62%, enquanto o faturamento teve incremento de 73,87% por causa da regularização das ligações clandestinas.

12 de agosto, 2015
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SANEAMENTO
Aegea, Sanepar e Sanasa recebem premiação

Aconteceu ontem (05/08), nas dependências do Centro Britânico, em São Paulo, a cerimônia de entrega do prêmio “ Empresas do Ano no Saneamento Ambiental ”. Neste ano, as ganhadoras foram: Aegea, na categoria Empresa Privada, Sanepar , na categoria Empresa Estadual e Sanasa , na categoria Empresa Municipal. A novidade desta premiação foi a palestra feita pelo economista Eduardo Gianetti da Fonseca, que falou ao seleto grupo de convidados sobre as perspectivas da economia brasileira. Saudando as vencedoras na ocasião, o diretor Editorial da revista Saneamento Ambiental lembrou que o prêmio foi instituído há 15 anos pela publicação com o intuito de reconhecer as empresas que se destacam numa área bastante crítica no país, que é o saneamento. Para a indicação das empresas concorrentes, o corpo editorial da revista leva em conta critérios como: investimentos realizados em relação à receita operacional líquida anual; índice de tratamento de esgoto; níveis de perda de água; e receita gerada por funcionário próprio, sendo que os itens operacionais têm peso diferenciado. De acordo com o jornalista, o tratamento de esgotos ainda é o “calcanhar de Aquiles do setor de saneamento” e que a média inferior a 50% é incompatível numa nação que figura entre as 10 maiores economias do mundo – “sob esse ponto de vista, ainda somos um país muito pobre. Quase miserável”. Quanto à perda de água, Francisco Alves salientou que o problema adquire maior gravidade neste momento de crise hídrica – “é inadmissível que se gaste esforços e recursos financeiros para captar água, tratá-la e depois deixar que ela se perca sem utilização”. As empresas premiadas em 2015 já foram escolhidas como as melhores pelos leitores da revista Saneamento Ambiental em outras ocasiões: a Sanepar foi eleita pela segunda vez, a Sanasa pela quarta, assim como a Aegea, que já recebeu o prêmio como Grupo por duas vezes e de forma individual através de suas concessões Prolagos e Águas Guariroba. Outro aspecto ressaltado por Alves em seu discurso foi o crescimento da iniciativa privada no setor ao longo dos 15 anos que a premiação ocorre: “no começo, as empresas privadas atendiam a um número muito pequeno de comunidades. Hoje elas estão em 304 municípios, atendendo a uma população de mais de 32 milhões de pessoas. E a tendência é que essa participação aumente ainda mais, tendo em vista o que ainda precisa ser feito e a baixa capacidade de investimento por parte do setor público”. O jornalista encerrou seu discurso dando boas vindas a todos que desejarem investir em saneamento “em concordância com as regras”, como forma de ajudar o setor a sair do atual “quadro de miséria”. A cerimônia de premiação contou com a presença do diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Sanasa, Pedro Cláudio da Silva, que recebeu a placa das mãos de Everton de Oliveira, Conselheiro da revista. Na sequência, Eugenio Singer, também Conselheiro da publicação, entregou a distinção à Sanepar, representada por seu diretor Administrativo, Francisco Cesar Farah. Por fim, o diretor da revista Saneamento Ambiental, Sergio de Oliveira, entregou o prêmio ao diretor Presidente da Aegea, Hamilton Amadeo. Farah disse que apesar de a Sanepar não ter sido construída para ganhar prêmios, esses reconhecimentos são bem-vindos, pois atestam a eficiência do trabalho prestado, lembrando ainda que a companhia trata, no Paraná, 100% do esgoto que coleta, condição determinada por uma lei estadual. Mostrando-se bastante honrado com a premiação, Hamilton Amadeo enalteceu a iniciativa da revista Saneamento Ambiental, “uma referência do setor”, em sua opinião, e reforçou os esforços do Grupo Aegea para estender o saneamento ao maior número possível de pessoas. A palestra apresentada pelo economista Eduardo Gianetti da Fonseca foi sem dúvida o ponto alto do evento. Em sua fala, lembrou do desafio da universalização da cobertura dos serviços de saneamento, “segmento ainda bastante crítico no Brasil”. Quanto às perspectivas para a economia brasileira, Gianetti dividiu sua apresentação em três etapas: “onde estamos, como chegamos aqui e para onde vamos”. Em sua concepção, o Brasil vive um momento de reversão de expectativas – há pouco tempo era a “estrela do mundo emergente” e hoje se encontra no outro extremo do pêndulo, chamado pelo economista de “fundo do poço”. Três aspectos levam a essa definição: o atual cenário de recessão com a expectativa de PIB negativo de -2,5% para 2015 (o quadro deve se manter negativo em 2016, “apesar de menos grave que agora”, aponta o economista); a inflação verificada de 9,5% a 10% em 2015 que é reflexo dos preços “segurados artificialmente” pelo poder público nos últimos anos e somente em 2017 deve voltar a convergir para o centro da meta; e o desequilíbrio externo. Entre as condições que levaram o país a essa situação Gianetti lista a mudança do ambiente externo, aliada a fatores estruturais e conjunturais – “o mundo que trabalhava a favor do Brasil deixou de fazê-lo”, destaca o economista, acrescentando ainda que outros mercados emergentes também sofreram o impacto do ambiente externo, entretanto em menor escala e que já mostram sinais de recuperação. Ele não foi muito otimista sobre as perspectivas para a economia brasileira, tendo em vista o agravamento do atual quadro político e econômico. E disse que dificilmente o País voltará a crescer antes de 2017. Quanto ao saneamento, Gianetti afirmou que a carência em serviços de coleta e tratamento de esgotos é o principal desafio civilizatório brasileiro. “É um desafio hoje, numa visão de sustentabilidade, com a questão da gestão integrada dos recursos hídricos, a saúde pública, o capital humano e o desenvolvimento do País e da própria dignidade das pessoas”, ressaltou o economista.

6 de agosto, 2015
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ÁGUA E ESGOTO
Setor privado investe R$ 12 bilhões para ampliar atendimento

A Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) e o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) divulgaram, dia 27 de maio, o documento “Panorama da Participação Privada no Saneamento” (Panorama 2015). O anuário mostra que o setor apresentou avanços significativos em itens como população atendida, número de municípios em que atua e, principalmente, investimentos. A expectativa de recursos para 2013, de R$ 1,2 bilhão, foi superada e somou R$ 1,8 bilhão, dobrando o valor investido em 2012, de R$ 959 milhões. Os recursos previstos em contratos para ser destinados às concessões privadas nos próximos cinco anos passaram de R$ 6,5 bilhões para R$ 12,3 bilhões. De acordo o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), o volume ideal de investimentos no setor seria de R$ 15,2 bilhões por ano, para que fosse possível atingir a universalização dos serviços até 2033. O Mapa das concessões privadas de serviços públicos de saneamento no Brasil passou para 304 municípios, dos quais 76% em municípios com menos de 50 mil habitantes. O setor propôs ao Governo Federal cinco pontos para o setor progredir: 1) Segurança Política, 2) Isonomia Competitiva, 3) Financiamento de Projetos, 4)Parcerias com o Governo Federal e 5) Regulação. O Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse reconhecer que a participação do setor privado no saneamento ainda é tímida e que é necessário estabelecer parcerias com as empresas. Roberto Muniz, Presidente da Abcon, espera que o setor de saneamento seja prioritário em 2015, apesar da dificuldade financeira e do alerta de "apertar cintos" feitos pela equipe econômica.

28 de maio, 2015