Artigos Relacionados

As atualizações estão alinhadas com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima) e com o Acordo de Paris, visando acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

A executiva assume o cargo com a missão de apoiar a modernização regulatória, ampliar o acesso dos consumidores ao mercado livre de energia, garantir sustentabilidade no setor fotovoltaico e promover o estímulo às baterias e à mobilidade elétrica.

Novas resoluções criam metas obrigatórias para o setor de gás natural e estabelecem certificação de origem do combustível renovável.

Queda nas licenças de emissão no sistema europeu expõe pressões políticas e econômicas e influencia o debate sobre a estruturação do mercado regulado de carbono no Brasil.

A eletrificação, o uso de biocombustíveis, investimentos em matrizes elétricas limpas, da mobilidade à indústria, foram reiteradas como um caminho inevitável e acelerado.

A boa notícia é a estimativa dos pesquisadores de que “recarbonizar” cerca de um terço da área agrícola do país já seria suficiente para alcançar a Contribuição Nacionalmente Determinada.

Brasil se comprometeu a reduzir entre 59% e 67% de suas emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2035 em relação a 2005.

O ano mais quente da história segue sendo 2024, que registrou uma média 1,55°C acima deste patamar, superando pela primeira vez o limite de segurança de 1,5°C do Acordo de Paris.
