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EMBALAGENS VAZIAS

Programa de coleta em regiões no RS

A partir da última semana de julho, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos irá percorrer duas regiões gaúchas. Entre os dias 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O programa completa 20 anos em outubro e já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens, o que ajuda a contribuir para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. "Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores", destaca Carlos Sehn, coordenador do programa.

A partir da última semana de julho, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos irá percorrer duas regiões gaúchas. Entre os dias 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). 

O programa completa 20 anos em outubro e já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens, o que ajuda a contribuir para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. 

A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. "Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores", destaca Carlos Sehn, coordenador do programa.

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RECICLAGEM
Destinação de 20 mil filtros de óleo usados

Por meio da área de Aftermarket Solutions, a CNH Industrial se associou à Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos e Industriais (Abrafiltros) para destinação adequada dos filtros de óleo usados. Em menos de um ano de filiação, a companhia já recolheu cerca de 20 mil filtros de óleo de combustível usados nos pontos de coleta, destinados à reciclagem, o equivalente a mais de 13 mil quilos em peças. "Nosso objetivo é contribuir para que este material tenha um novo ciclo de vida em outras cadeias, evitando assim que os resíduos sejam descartados em aterros sanitários que levariam milhares de anos para decomposição e com riscos de contaminação do solo e da água", esclarece Fábio Belasco, gerente de EHS da CNH Industrial para a América do Sul. A Abrafiltros, por meio de cooperativas, realiza periodicamente a coleta e destinação dos filtros nos locais estabelecidos para o descarte. Após a coleta, o material passa por triagem e lavagem dos componentes, para, posteriormente, serem destinados à reciclagem. "O programa Descarte Consciente Abrafiltros veio para atender às legislações ambientais, iniciadas pelo estado de São Paulo. Hoje, contabilizamos a reciclagem de mais de 18 milhões de filtros usados do óleo lubrificante automotivo, cumprindo as metas estabelecidas nos Termos de Compromisso de cada estado onde está implementado. E, a CNH Industrial contribui com esses números, por estar entre as empresas associadas participantes do programa", afirma João Moura, presidente da Abrafiltros.

30 de setembro, 2020
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CATADORES
ABIHPEC ajuda com auxílio financeiro

A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) por meio de seu programa "Dê a Mão para o Futuro" - Reciclagem, Trabalho e Renda (DAMF), em parceria com a ABIMAPI (Associação Brasileira de Biscoitos, Massas Alimentícias e Bolos Industrializados) elaborou um plano de auxílio financeiro para contribuir com cerca de cinco mil catadoras e catadores, distribuídas em 20 estados e o Distrito Federal, no valor R$ 600 por cooperado. O benefício será pago em duas parcelas, totalizando um aporte de R$ 3 milhões, considerando inicialmente os meses de abril e maio. “Em levantamento realizado pelo DAMF com as mais de 150 cooperativas parceiras, os números apontam que 98% estão com suas operações totalmente paralisadas por força de decretos ou recomendações sanitárias, ou ainda, com suas operações comprometidas devido à paralisação de coleta e a dificuldade ou impossibilidade de venda dos materiais, e 88% dessas não contam com qualquer espécie de suporte temporário por parte de governos locais e estaduais", afirma Rose Hernandes, coordenadora do DAMF e diretora de Meio Ambiente da ABIHPEC. Os valores previstos do auxílio financeiro do programa serão calculados por cooperativa ou associação de catadoras e catadores participantes do programa e, em seguida, repassados a cada cooperado. O repasse conta com apoio de 15 instituições capacitadoras que fazem o acompanhamento técnico rotineiro destas cooperativas, mobilizando mais de 70 técnicos para tal operação. O repasse priorizará inicialmente cooperativas com operações fechadas ou sem possibilidade de venda dos materiais, seguido de cooperativas funcionando parcialmente e/ou com venda parcial de materiais, e, por fim, cooperativas parcialmente fechadas com venda normal de materiais. "O setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos segue trabalhando fortemente, por meio de iniciativas que viabilizem auxílio para as cooperativas do DAMF, que são fundamentais para a ABIHPEC e seu programa de logística reversa", afirma João Carlos Basilio, presidente-executivo da ABIHPEC. "Buscaremos colaborar ao máximo com nossos parceiros, além de seguir com ações que beneficiem esse grupo de trabalhadores que realiza um trabalho fundamental para o fomento da reciclagem em nosso país", finaliza.

22 de abril, 2020
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EMBALAGENS VAZIAS
Coleta ajuda produtores de tabaco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) realiza coleta de embalagens em pontos pré-estabelecidos nas regiões produtoras de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em quase duas décadas, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos destinou corretamente mais de 15 milhões de embalagens vazias, utilizadas no tabaco ou em outras culturas. Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o programa atende exclusivamente os produtores de tabaco, mas, como são agricultores diversificados, eles têm a oportunidade de entregar também as embalagens dos agrotóxicos usados nas outras culturas. "O tabaco é o produto agrícola comercial que menos utiliza agrotóxicos, com apenas 1,2 quilo de ingrediente ativo por hectare", lembra Schünke. O programa criado em 2000 beneficia 120 mil produtores, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades. Os produtores que participam do programa e entregam as embalagens tríplices lavadas ganham recibos para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental. Cerca de 90% do material coletado é reciclado e usado na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros. E o restante do material, cerca de 10%, é destinado para incineradoras licenciadas.

2 de maio, 2019
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AGROTÓXICOS
SP conclui incineração de defensivos

O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, concluiu, no último dia 18 de agosto, a incineração dos defensivos agrícolas de uso proibido remanescentes no estado, inclusive o BHC (hexaclorobenzeno), considerado altamente poluente e nocivo à saúde humana. O trabalho é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) como objetivo de promover a destinação correta dos produtos, prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. “Aqui, a gente tem um excelente exemplo de logística reversa. Em vez de ficar no campo, contaminando o solo, as embalagens são recolhidas, lavadas e recicladas corretamente, com apoio dos agricultores”, declarou Alckmin. O trabalho contou com a participação de 327 agricultores, que declararam a existência de aproximadamente 300 toneladas de produtos ainda armazenados em suas propriedades. O material foi recolhido e transportado por meio de ação do inpEV, com monitoramento dos trabalhos pela Cetesb. A ação é fruto de parceria entre produtores, sindicatos, associações, cooperativas, indústria, comércio e poder público, que se articularam de forma inédita para garantir uma ação ambientalmente sustentável. O uso do BHC está proibido no Brasil desde 1985, pois sua composição é altamente nociva ao ser humano, podendo causar danos irreversíveis ao sistema nervoso central. Muitos produtores mantinham estoques ou embalagens antigas em suas propriedades, por não saber como descartá-los corretamente. Além da incineração, o governador, acompanhado do secretário de Agricultura, Arnaldo Jardim, e do secretário-adjunto, Rubens Rizek Jr., visitou uma das mais modernas fábricas de reciclagem de embalagens de produtos agrícolas do Sistema Campo Limpo, do inpEV, que realiza a logística reversa dos recipientes vazios.

24 de agosto, 2017
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EMBALAGENS VAZIAS
Operação Campo Limpo destina corretamente 94%

O Sistema Campo Limpo retirou dos campos brasileiros 44.528 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos em 2016 e, desta forma, atingiu a meta estipulada pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) para o ano. O consumo de defensivos agrícolas caiu no ano passado, especialmente pelas alterações climáticas (excesso de chuvas na Região Sul e seca na região Centro-Oeste e no Matopiba), expansão do plantio da variedade de soja Intacta, que reduz a aplicação de produto, e aumento do contrabando de agrotóxicos. Segundo o inpEV, o resultado gerou menos embalagens e explica o recuo de 2,2 % na quantidade destinada na comparação com 2015. Entretanto, os índices e eficiência do Sistema campo Limpo se mantiveram em 94%. Os estados de Rondônia, Sergipe e Tocantins obtiveram maior crescimento percentual na quantidade destinada. Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás mantiveram os percentuais retirados nos anos anteriores e foram responsáveis pelos maiores volumes em números absolutos. A quantidade de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente correta fez com que o Sistema Campo Limpo superasse a marca de 410 mil toneladas, desde o início das operações, em 2002. “O engajamento dos elos da cadeia produtiva agrícola (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) é um dos principais fatores para explicar o sucesso do Sistema e a manutenção do Brasil como referência mundial na destinação desse material. O ano de 2016 mostra que o Sistema está preparado para atender à demanda da agricultura brasileira”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV.

27 de janeiro, 2017
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RECICLAGEM
Unilever e Pão de Açúcar comemoram parceria

A Unilever Brasil e o Pão de Açúcar comemoram 15 anos do primeiro programa de parceria entre indústria e varejo no cenário nacional de reciclagem. Desde 2001 em 44 cidades do País e o Distrito Federal, a iniciativa já somou mais de 100 mil toneladas de resíduos coletados e doados para 37 cooperativas de reciclagem parceiras - promovendo a inclusão social e a geração de renda para mais de 2.500 pessoas que são beneficiadas direta e indiretamente. “Temos o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos e os resultados das Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever confirmam que estamos no caminho certo. Consideramos este programa estratégico porque promove a conscientização e fomenta mudanças de hábito na sociedade”, destaca Antonio Calcagnotto, head de assuntos corporativos e sustentabilidade da Unilever. Em 2015, foram mais de 10,6 mil de toneladas de materiais recicláveis. “Observamos lá atrás a oportunidade de inserir o conceito de sustentabilidade de maneira simples, mas concreta no cotidiano das pessoas e hoje a ação é o nosso principal case de sustentabilidade nas lojas da rede Pão de Açúcar”, diz Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA. Em linha com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com o formato de Postos de Entrega Voluntária (PEVs), as estações são localizadas nos estacionamentos das lojas do Pão de Açúcar e recebem papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha usado. Todo material arrecadado é doado para as cooperativas parceiras do programa que comercializam os materiais e geram renda.

18 de novembro, 2016