Publicidade
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS

Destinação correta cresce 8,5% no primeiro semestre

O inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) divulgou que o Sistema Campo Limpo destinou de forma ambientalmente correta 24.690 toneladas de embalagens de defensivos agrícolas pós-consumo no primeiro semestre de 2015. Este volume representa um crescimento de 8,5% na comparação com o mesmo período de 2014. No primeiro semestre, os estados de Santa Catarina, Pará e Mato Grosso do Sul registaram um maior crescimento percentual no volume destinado. Os principais embarques saíram do Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Bahia e Minas Gerais- juntos, eles correspondem a 75% do total destinado. Implantado em 2022, o Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos) já destinou até hoje mais de 330 mil toneladas do material. A iniciativa gera resultados positivos para o meio ambiente e sociedade. Ela permitiu, por exemplo, que 447 mil toneladas de CO 2 deixassem de ser emitidas - volume corresponde a um milhão de barris de petróleo que deixaram de ser extraídos.

O inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) divulgou que o Sistema Campo Limpo destinou de forma ambientalmente correta 24.690 toneladas de embalagens de defensivos agrícolas pós-consumo no primeiro semestre de 2015. Este volume representa um crescimento de 8,5% na comparação com o mesmo período de 2014.

No primeiro semestre, os estados de Santa Catarina, Pará e Mato Grosso do Sul registaram um maior crescimento percentual no volume destinado. Os principais embarques saíram do Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Bahia e Minas Gerais- juntos, eles correspondem a 75% do total destinado.

Implantado em 2022, o Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos) já destinou até hoje mais de 330 mil toneladas do material. A iniciativa gera resultados positivos para o meio ambiente e sociedade. Ela permitiu, por exemplo, que 447 mil toneladas de CO2 deixassem de ser emitidas - volume corresponde a um milhão de barris de petróleo que deixaram de ser extraídos.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
EMBALAGENS VAZIAS
Programa de coleta em regiões no RS

A partir da última semana de julho, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos irá percorrer duas regiões gaúchas. Entre os dias 27 de julho a 10 de agosto estará na região Serra Planalto e de 12 de agosto a 28 de outubro no Sul do Rio Grande do Sul. No período serão atendidos 65 municípios pela ação desenvolvida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). O programa completa 20 anos em outubro e já destinou corretamente mais de 16,5 milhões de embalagens, o que ajuda a contribuir para a preservação do meio ambiente e da saúde e segurança do produtor e sua família. Cerca de 2 mil pontos de coleta em localidades rurais dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são visitados anualmente, beneficiando quase 120 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes realizadas pelas centrais locais são apoiadas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. A coleta segue as novas regras de distanciamento social e os produtores são orientados a comparecer aos pontos fazendo uso de máscara facial. "Temos adotado todos os procedimentos de segurança definidos pelas autoridades de saúde, como a sinalização de distanciamento, utilização da máscara e disponibilização de álcool em gel para a higienização das mãos dos produtores", destaca Carlos Sehn, coordenador do programa.

27 de julho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
EMBALAGENS VAZIAS
Coleta ajuda produtores de tabaco

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) realiza coleta de embalagens em pontos pré-estabelecidos nas regiões produtoras de tabaco do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em quase duas décadas, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos destinou corretamente mais de 15 milhões de embalagens vazias, utilizadas no tabaco ou em outras culturas. Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o programa atende exclusivamente os produtores de tabaco, mas, como são agricultores diversificados, eles têm a oportunidade de entregar também as embalagens dos agrotóxicos usados nas outras culturas. "O tabaco é o produto agrícola comercial que menos utiliza agrotóxicos, com apenas 1,2 quilo de ingrediente ativo por hectare", lembra Schünke. O programa criado em 2000 beneficia 120 mil produtores, com comodidade e segurança na devolução dos recipientes em pontos de coleta localizados próximos de suas propriedades. Os produtores que participam do programa e entregam as embalagens tríplices lavadas ganham recibos para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental. Cerca de 90% do material coletado é reciclado e usado na produção de outros produtos, principalmente na construção civil, como rodas e caçambas para carriolas e conduítes corrugados, caixas de descarga para sanitários e tubulações para esgoto sanitário, entre outros. E o restante do material, cerca de 10%, é destinado para incineradoras licenciadas.

2 de maio, 2019
Saneamento Ambiental Logo
AGROTÓXICOS
SP conclui incineração de defensivos

O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, concluiu, no último dia 18 de agosto, a incineração dos defensivos agrícolas de uso proibido remanescentes no estado, inclusive o BHC (hexaclorobenzeno), considerado altamente poluente e nocivo à saúde humana. O trabalho é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) como objetivo de promover a destinação correta dos produtos, prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. “Aqui, a gente tem um excelente exemplo de logística reversa. Em vez de ficar no campo, contaminando o solo, as embalagens são recolhidas, lavadas e recicladas corretamente, com apoio dos agricultores”, declarou Alckmin. O trabalho contou com a participação de 327 agricultores, que declararam a existência de aproximadamente 300 toneladas de produtos ainda armazenados em suas propriedades. O material foi recolhido e transportado por meio de ação do inpEV, com monitoramento dos trabalhos pela Cetesb. A ação é fruto de parceria entre produtores, sindicatos, associações, cooperativas, indústria, comércio e poder público, que se articularam de forma inédita para garantir uma ação ambientalmente sustentável. O uso do BHC está proibido no Brasil desde 1985, pois sua composição é altamente nociva ao ser humano, podendo causar danos irreversíveis ao sistema nervoso central. Muitos produtores mantinham estoques ou embalagens antigas em suas propriedades, por não saber como descartá-los corretamente. Além da incineração, o governador, acompanhado do secretário de Agricultura, Arnaldo Jardim, e do secretário-adjunto, Rubens Rizek Jr., visitou uma das mais modernas fábricas de reciclagem de embalagens de produtos agrícolas do Sistema Campo Limpo, do inpEV, que realiza a logística reversa dos recipientes vazios.

24 de agosto, 2017
Saneamento Ambiental Logo
EMBALAGENS VAZIAS
Campo Limpo já retirou mais de 420 mil t

A cerimônia do Dia Nacional do Sistema Campo Limpo, comemorado no dia 18 de agosto, acontece na cidade de Taubaté (SP) em 2017. O dia marcará o encerramento do projeto de recebimento e destinação ambientalmente adequada de defensivos agrícolas proibidos por lei – como o hexaclorobenzeno (BHC), no estado. O Sistema Campo Limpo já destinou mais de 420 mil toneladas de embalagens corretamente desde 2002 e retirou 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas. Com o tema “Quando cada um cumpre a sua parte, temos muitos motivos para comemorar”, a data reconhece a importância do envolvimento de todos os elos da cadeia agrícola – agricultores, canais de distribuição, fabricantes e poder público – para o sucesso do Sistema, que tem o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) como núcleo de inteligência. “É o momento de disseminar conhecimento sobre conservação ambiental e boas práticas no campo. Sempre em nome da saúde do planeta e das futuras gerações”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV. Entre as atividades, haverá o dia de Portas Abertas, quando as centrais recebem a comunidade para mostrar o funcionamento da operação, além de ações como o DNCL na Escola, concurso onde as escolas do entorno inscrevem ações organizadas por seus professores, com o objetivo de promover a conscientização ambiental junto aos alunos, e concorrem a prêmios; o DNCL Universitário, que promove ações voltadas para estudantes de ensino médio e universitário; o DNCL Ação com Agricultor, evento responsável pela difusão de novas tecnologias e soluções sustentáveis entre agricultores; o DNCL Solenidade, evento para homenagear ou receber autoridades; e a Ação Comunitária, que estimula o envolvimento da comunidade em práticas a favor do meio ambiente.

16 de agosto, 2017
Saneamento Ambiental Logo
EMBALAGENS VAZIAS
Operação Campo Limpo destina corretamente 94%

O Sistema Campo Limpo retirou dos campos brasileiros 44.528 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos em 2016 e, desta forma, atingiu a meta estipulada pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) para o ano. O consumo de defensivos agrícolas caiu no ano passado, especialmente pelas alterações climáticas (excesso de chuvas na Região Sul e seca na região Centro-Oeste e no Matopiba), expansão do plantio da variedade de soja Intacta, que reduz a aplicação de produto, e aumento do contrabando de agrotóxicos. Segundo o inpEV, o resultado gerou menos embalagens e explica o recuo de 2,2 % na quantidade destinada na comparação com 2015. Entretanto, os índices e eficiência do Sistema campo Limpo se mantiveram em 94%. Os estados de Rondônia, Sergipe e Tocantins obtiveram maior crescimento percentual na quantidade destinada. Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás mantiveram os percentuais retirados nos anos anteriores e foram responsáveis pelos maiores volumes em números absolutos. A quantidade de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente correta fez com que o Sistema Campo Limpo superasse a marca de 410 mil toneladas, desde o início das operações, em 2002. “O engajamento dos elos da cadeia produtiva agrícola (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) é um dos principais fatores para explicar o sucesso do Sistema e a manutenção do Brasil como referência mundial na destinação desse material. O ano de 2016 mostra que o Sistema está preparado para atender à demanda da agricultura brasileira”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV.

27 de janeiro, 2017
Saneamento Ambiental Logo
RESÍDUOS
Brasil gera mais, apesar da crise

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) lançou, dia 04 de outubro, a nova edição do ‘Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil’, documento que mostra uma radiografia na gestão dos resíduos no País. O total de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) aumentou 1,7%, de 78,6 milhões de toneladas para 79,9 milhões de toneladas, de 2014 a 2015, período em que a população brasileira cresceu 0,8% e a atividade econômica (PIB) retraiu 3,8%. Entre 2005 e 2015, a geração de resíduos sólidos no Brasil cresceu 26%, entretanto a gestão de materiais descartados ainda apresenta deficiência. Cerca de 76,5 milhões de brasileiros ainda sofrem com a destinação inadequada dos resíduos, onde 30 milhões de toneladas foram depositadas em lixões ou aterros controlados, que do ponto de vista técnico apresentam os mesmos problemas dos lixões, já que não contemplam o conjunto de medidas necessárias para proteção do meio ambiente contra danos e degradações.“O desafio da gestão de resíduos sólidos urbanos continua bastante considerável, uma vez que, apesar de uma melhora percentual, a cada ano um volume maior de resíduos é depositado em locais inadequados, sendo que mais de 3.300 municípios ainda fazem uso de unidades irregulares para destinação do lixo, o que significa graves riscos ao meio ambiente e impactos diretos na saúde da população”, destaca o Diretor-presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho. Os serviços de coleta permaneceram estáveis em relação ao último levantamento, com uma cobertura nacional de mais de 90%. As regiões Norte e Nordeste mantiveram cobertura de cerca de 80%, inferior às outras três regiões onde o índice ultrapassa os 90%. “No momento em que o mundo firma um pacto global em favor do meio ambiente, em que se discutem as bases da economia circular e se estabelecem as metas para um futuro sustentável, a gestão dos resíduos assume um caráter ainda mais prioritário para as sociedades”, afirma Silva Filho. “No entanto, o Brasil continua bastante atrasado no atendimento às determinações da PNRS, aprovada em 2010. No ritmo atual, o País não conseguirá cumprir o compromisso assumido perante a ONU, para implementar as ações definidas como prioridade até 2030”, observa o Diretor- presidente da associação. Segundo o documento, houve aumento paulatino das iniciativas municipais de coleta seletiva, conforme determinado pela PNRS, em todas as regiões do País. Estas iniciativas passaram de 64,8%, em 2014, para cerca de 70% em 2015. O aumento das iniciativas em municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste foi bastante considerável, enquanto nas regiões Sul e Sudeste mais de 85% dos municípios implementaram ações nesse sentido, um índice superior à média nacional. Apesar desta melhora, os índices de reciclagem ficaram estagnados e apresentaram retrocessos em alguns setores em comparação aos índices registrados anteriormente. “O incremento da reciclagem é uma meta buscada não apenas no Brasil mas também em várias partes do mundo, que já contam com medidas concretas de estímulo e desoneração para viabilizar os avanços pretendidos. Ações nesse sentido ainda são incipientes por aqui, e toda a cadeia da reciclagem sofre com a ausência de um sistema de gerenciamento integrado para superação dos gargalos existentes”, afirma Silva Filho. Em relação aos Resíduos de Construção e Demolição (RCD) abandonados em vias públicas e os RSS (Resíduos de Serviços de Saúde) gerados em unidades públicas de Saúde, os municípios brasileiros totalizaram 125 milhões de toneladas em 2015, o que equivale a encher 1.450 estádios do Maracanã. “As obrigações municipais para com a gestão de resíduos sólidos aumentam a cada ano, seja em termos de volume a gerenciar, seja em termos de obrigações a cumprir. Por outro lado, os orçamentos municipais têm seguido em sentido contrário, sofrendo com reduções periódicas. Esse cenário mostra claramente que serviços essenciais como a limpeza urbana não podem mais ficar vinculados ao orçamento geral das cidades, e devem ser custeados individualmente pelos geradores, o que garante a sustentabilidade financeira dos serviços e mais justiça social, com aplicação efetiva do princípio do poluidor-pagador”, finaliza o Diretor-presidente da Abrelpe.

13 de outubro, 2016
Saneamento Ambiental Logo
RESÍDUOS SÓLIDOS
Abrelpe lança Panorama 2014 e constata poucos avanços

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) lançou, dia 27 de julho, a nona edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, com os dados consolidados de 2014. De acordo com o documento, das 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos geradas no ano passado, 29,6 milhões de toneladas foram despejadas em lixões e aterros controlados, locais considerados inadequados e que oferecem riscos à saúde e ao meio ambiente. Isto significa que 78 milhões de brasileiros ou 38,5% da população não tem acesso a serviços de tratamento e destinação adequada de resíduos. Além disso, mais de 20 milhões não contam com coleta regular de lixo, já que 10% do material gerado nas cidades não são coletados. “Apesar de estar em vigor desde 2010, a PNRS pouco contribui pata mudar o cenário da gestão de resíduos no Brasil. Vencidos, em 2014, os prazos finais determinados pela lei, o Brasil ainda encontra dificuldades para lidar com uma gestão integrada de resíduos sólidos de forma correta”, disse o Diretor-Presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho. O Panorama 2014, segundo a Abrelpe, é o primeiro documento que retrata a real situação da gestão de resíduos no momento de plena vigência da PNRS. O documento mostra avanços lentos e estagnação em alguns pontos. Entre 2003 e 2014, a geração de lixo aumentou 29%, cinco vezes superior à taxa de crescimento populacional do mesmo período, que foi de 6%. A quantidade da destinação final de resíduos ficou praticamente inalterada, passando de 57,6%, em 2010, para 58,4% no ano passado. Segundo a entidade, este resultado é consequência dos 3.334 municípios brasileiros que ainda lançam seus resíduos em lixões e aterros controlados. “Houve um aumento significativo na demanda por serviços, infraestrutura e, é claro, por recursos financeiros para gerenciar os resíduos. Entretanto, os valores efetivamente aplicados não acompanharam esse crescimento” comentou Silva Filho. O valor médio aplicado pelas administrações públicas nos serviços de limpeza pública foi de R$ 9,98/hab/mês em 2014. Este valor era de R$ 9,95/hab/mês em 2010. “A carência por serviços básicos de gestão de resíduos – coleta e destinação adequada - traz muitos prejuízos para a sociedade, a começar com a contaminação do meio ambiente que, além do impacto ambiental e da saúde pública, impõe grande demanda de recursos para futura remediação e culmina com o desperdício de recursos, que poderiam ser investidos em processos de recuperação, reciclagem e tratamento adequados”, afirmou o Diretor da Abrelpe. Na questão da reciclagem, o avanço verificado no Panorama 2014 foi tratado como baixo. Em 2010, um total de 57,6% dos municípios brasileiros tinham alguma iniciativa de coleta seletiva. No ano passado, este índice saltou para 64,8%. Os índices de reciclagem dos principais materiais ficaram praticamente inalterados na comparação dos períodos. Pela primeira vez, o Panorama 2014 da Abrelpe apresenta números relacionados aos sistemas de logística reversa já implementados e em funcionamento, como é o caso dos segmento de embalagens de agrotóxicos, embalagens de óleos lubrificantes e pneus inservíveis.

28 de julho, 2015