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EMBALAGENS

Cempre assina acordo setorial para reciclagem

O Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) coordenou a assinatura do acordo setorial para a reciclagem de embalagens que aconteceu dia 25 de novembro, no ministério do Meio Ambiente. O acordo engloba empresas, catadores e Governo e tem como objetivo a promoção da reciclagem de embalagens em geral, com meta de reduzir em 22% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros até 2017. Participaram da solenidade a Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, o Presidente do Cempre, Victor Bicca, representantes dos catadores de materiais recicláveis e 24 associações empresariais signatárias do Acordo.A expectativa é que a assinatura do acordo impulsione investimentos no setor e gere impactos positivos na destinação correta do lixo e na formalização da cadeia produtiva de reciclagem. Entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro de 2015 será apresentado estudo inédito com dados que mostram os avanços alcançados pelo setor durante o XI Recicle Cempre, evento paralelo à 6ª edição da ExpoCatadores, no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo.

O Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) coordenou a assinatura do acordo setorial para a reciclagem de embalagens que aconteceu dia 25 de novembro, no ministério do Meio Ambiente.

O acordo engloba empresas, catadores e Governo e tem como objetivo a promoção da reciclagem de embalagens em geral, com meta de reduzir em 22% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros até 2017. Participaram da solenidade a Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, o Presidente do Cempre, Victor Bicca, representantes dos catadores de materiais recicláveis e 24 associações empresariais signatárias do Acordo.A expectativa é que a assinatura do acordo impulsione investimentos no setor e gere impactos positivos na destinação correta do lixo e na formalização da cadeia produtiva de reciclagem.

Entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro de 2015 será apresentado estudo inédito com dados que mostram os avanços alcançados pelo setor durante o XI Recicle Cempre, evento paralelo à 6ª edição da ExpoCatadores, no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo.

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ALUMÍNIO
MMA assina acordo para reciclagem

O Ministério do meio Ambiente (MMA) assinou Termo de Compromisso de Latas de Alumínio para Bebidas com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas). A ação faz parte do programa Lixão Zero, que traz novos desafios para o setor e reforça o sucesso da reciclagem do alumínio no Brasil, com a inauguração de novo centro de coleta e reciclagem em Brasília (DF). O acordo prevê a criação de uma entidade gestora, com o lançamento, no Brasil, do programa Cada Lata Conta; a modernização, centralização e transparência nas informações sobre o processo de coleta e reciclagem; o fortalecimento das metas de reciclagem no setor em 95%; a facilitação da chegada das latinhas aos centros de coleta e parceiros pelo País; investimentos em educação ambiental e financeira para melhorar renda e condição de vida dos catadores; e o desenvolvimento de ações tecnológicas para aumento da produtividade. O Centro de coleta e reciclagem da Novelis fica em Águas Claras (DF), foi construído este ano e conta ainda com equipamentos para a prensagem de latas de alumínio. O investimento no centro superou R$ 1,5 milhão e deve criar cerca de 200 empregos diretos e indiretos, e processar entre 600 e 700 toneladas de latas de alumínio mensais. Mais R$ 650 milhões serão investidos para a expansão da produção, o que inclui novas linhas de fusão e de reciclagem. O acordo faz parte do programa Lixão Zero, eixo da Agenda Ambiental Urbana, lançada pelo MMA em 2019. O programa visa erradicar os lixões espalhados por todo o Brasil, para contribuir com a destinação ambientalmente correta dos resíduos, além de aquecer o setor da reciclagem pela geração de emprego e renda. O MMA já avançou na logística reversa de baterias automotivas, eletroeletrônicos, medicamentos, óleo lubrificante, entre outros tipos de resíduos. Atualmente, 30 bilhões de latas de alumínio aproximadamente são consumidas por ano. O modelo de economia circular promovido pelo programa Lixão Zero reduz em mais de 70% a emissão de gases de efeito estufa e o consumo de energia no setor. O ciclo da lata envolve cerca de 800 mil pessoas, com geração de renda de mais de R$ 5 bilhões por ano.

23 de novembro, 2020
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LIXO
Coalizão para incentivar descarte correto

Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, a Coalizão Embalagens e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), lançaram hoje, na casa da ONU, em Brasília, o movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’. O objetivo é informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente os resíduos domésticos. A Coalizão visa reduzir em 22% a quantidade de embalagens encaminhadas a aterros sanitários até o próximo ano. Para alcançar esse objetivo, o movimento ressalta a importância da responsabilidade compartilhada, tão disseminada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos com a participação de empresas, prefeituras e da população. Um dos focos é sensibilizar a sociedade sobre a separação do lixo doméstico em orgânico e reciclável e destinar corretamente para catadores do bairro, em pontos de entrega, ou por caminhões de coleta seletiva. Para o presidente do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), entidade que coordena a Coalizão, Victor Bicca, o movimento representa um importante passo para a conscientização da população em relação ao resíduo pós-consumo: “Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas hoje reforçamos a relevância da participação da população em contribuir com o processo da reciclagem. Vamos conscientizar de que é simples reciclar e descartar corretamente o lixo”, afirma. O ‘SEPARE. NÃO PARE’ terá campanha digital desenvolvida pelo Grupo TV1 e com a participação de influenciadores, além do portal www.separenaopare.com.br . Nele, a população pode encontrar conteúdos como: o passo a passo da separação e o descarte corretos de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis ou não, entre outros. O projeto-piloto tem início em São Paulo com determinadas ações, como a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação) para comunicação direta com os condomínios. A campanha mostra ainda a importância dos catadores, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas, em São Paulo, e com papel fundamental na cadeia. Atualmente, cerca de 80 mil pessoas trabalham em cooperativas e associações de catadores. Para Denise Hamú, representante da ONU Meio Ambiente, o ‘SEPARE. NÃO PARE’ vai ajudar a transformar a forma como o brasileiro olha para seu lixo. “Estamos muito entusiasmados com esse movimento. Acreditamos ser um importante passo para um Brasil mais sustentável. Quando as pessoas reparam no lixo que geram, passam a adotar outros valores e hábitos de consumo consciente, e isso é o que muda nossos padrões de produção e consumo para outros mais sustentáveis”. A Coalizão é resultado de um acordo setorial, assinado em 25 de novembro de 2015, que busca alternativas para ampliar a reciclagem no país. Conta a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, com apoio do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

29 de agosto, 2017
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COLETA SELETIVA
Cempre vê avanço tímido desde a PNRS

O Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) divulgou a pesquisa Ciclosoft 2016, onde mostra os avanços da coleta seletiva em cidades brasileiras. O estudo, realizado a cada dois anos, mostra engajamento crescente dos municípios desde a promulgação da Política nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) em 2010. Entretanto, a velocidade de adesão ainda é menor que o desejável. Segundo os números, desde a aprovação da PNRS houve incremento de 138% no número de cidades que desenvolvem programas de coleta seletiva. Apesar do aumento expressivo, o índice representa apenas 18% do total de cidades em todo Brasil. Os programas de coleta seletiva estão concentrados nas regiões Sul e Sudeste, com 81%, o Nordeste tem 10%, seguido pelo Centro-Oeste, com 8% e o Norte, com apenas 1%. No total, estima-se que apenas 31 milhões (o equivalente a 15%) de brasileiros têm acesso aos programas municipais de coleta seletiva, uma pequena elevação ante os 13% do último estudo. “A pesquisa Ciclosoft desde 1994 reúne informações para apresentar os avanços da coleta seletiva em cidades brasileiras. Desde a primeira edição, notamos um crescimento positivo nos programas e iniciativas desenvolvidas no Brasil, que foi intensificado com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Porém, ainda existe um longo espaço para evoluir, que permitam aos brasileiros ter mais acesso ao serviço de coleta seletiva,” comenta Vitor Bicca, Presidente do CEMPRE. Segundo o Ciclosoft 2016, 54% dos municípios ainda realizam a coleta seletiva por meio de pontos de entrega voluntária e Cooperativas, enquanto apenas 51% da coleta seletiva é feita pela própria Prefeitura das cidades pesquisadas. Com relação aos materiais recicláveis mais coletados, o Ciclosoft 2016 mostra que papel e papelão continuam sendo os tipos de materiais recicláveis mais coletados em peso, representando 34% da coleta, seguidos de plástico com 11% e vidro com 6%.

30 de junho, 2016
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CATADORES
Ambev seleciona três ONGs para receber assessoria

A Ambev irá selecionar três organizações de catadores do Brasil para receber assessoria técnica pelo período de um ano e investimentos de até R$ 100 mil em equipamentos e infra-estrutura. O Programa de Excelência em Reciclagem é uma iniciativa da Ambev em parceria com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). As cooperativas interessadas podem se inscrever pelo site http://ambevrecicla2016.com.br/ até o dia 05 de fevereiro de 2016. Um júri formado por membros da Ambev, MNCR e pela consultoria Giral avaliará os modelos de gestão das cooperativas e o sistema de coleta, separação e de valorização de materiais recicláveis de cada um. As cooperativas com maior destaque receberão visitas técnicas para validar as informações fornecidas. O anúncio das organizações selecionadas será feito em maio, em comemoração ao Dia Internacional da Reciclagem. Criado em 2011, o Programa de Excelência em Reciclagem da Ambev faz parte da plataforma Ambev Recicla e está alinhado com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, além de reunir as iniciativas da Companhia voltadas ao descarte correto e à reciclagem de embalagens pós-consumo. Hoje em dia, o programa atende mais de 60 cooperativas em dez estados através de melhorias na gestão e infraestrutura e doação de equipamentos e facilitação ao acesso à indústria recicladora, visando o aumento na geração de renda dos catadores.

27 de janeiro, 2016
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EMISSÕES
Especialistas se reúnem antes da COP-21

Representantes do Brasil e da União Europeia reuniram-se no Rio de Janeiro, no evento “Mudanças Climáticas, Somos Todos Responsáveis”para definir os preparativos finais para a Cúpula das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Especialistas e gestores de diversos países debateram questões relacionadas à redução de emissões de gases de efeito estufa a nível internacional. O encontro antecede a 21ª Conferência das Partes (COP 21), marcada para ocorrer em Paris nas duas primeiras semanas de dezembro próximo. Na Cúpula, representantes dos 193 países signatários da Convenção do Clima das Nações Unidas negociarão um acordo com metas distintas de corte de emissões nos próprios territórios. Juntas, precisam conseguir limitar o aumento da temperatura média global da Terra a até 2°C. O Brasil anunciou em setembro que pretende reduzir 37% das emissões de carbono até 2025 e 43%, até 2030.“O Brasil é o único país que, em 40 anos, vai aumentar a população, crescer, se desenvolver e emitir menos do que emitia antes”, declarou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O novo acordo deve começar a valer em 2020. A negociação dos detalhes do instrumento, no entanto, inclui pontos delicados e promete discussões longas durante a COP-21. “Uma das questões é a diferenciação: alguns países têm que fazer mais e outros têm que fazer muito mais”, explicou Izabella Teixeira. Segundo ela, também é necessário definir como será o período de transição para o chamado novo regime climático. A meta brasileira é considerada robusta por especialistas e se soma a outros compromissos já em andamento. Com os Estados Unidos, o Brasil assinou declaração para renovação da matriz energética e restauração de 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Com a Alemanha, firmou pacto para “descarbonização” das economias. “O debate não é mais sobre o problema, é sobre como trilhar novos caminhos”, ressaltou Izabella. A ministra destacou a necessidade de engajamento de todas as esferas de governo. “É preciso haver o engajamento dos Estados com a agenda ambiental”, afirmou. “Os órgãos estaduais têm de mostrar, com transparência, a capacidade de trabalhar questões como a supressão de vegetação.”

11 de novembro, 2015
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EMISSÕES
Protocolos voluntários serão assinados na COP-21

A Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB) realizou o encontro “Celebração de protocolos setoriais voluntários” com a participação da secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patricia Iglecias. Na ocasião, Patricia falou dos protocolos voluntários para redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE) que devem ser assinados em dezembro, na França, durante a Conferência Mundial do Clima (COP-21). Durante a conferência, as empresas instaladas no Brasil dispostas a participar do projeto voluntário apresentarão propostas e metas. Após a assinatura, as empresas terão até seis meses para enviar os dados relativos aos projetos desenvolvidos para diminuir as emissões de GEE. Na COP-21, haverá também a apresentação de cases dessas empresas e o Governo de São Paulo pretende assinar acordos científicos. Poderão participar do protocolo voluntário indústrias, comércios, municípios, pessoas jurídicas, associações e entidades. Os aderentes serão responsáveis pelas informações transmitidas. Patricia comentou que não há uma meta específica a ser atingida, mas essas têm de ser consistentes, com relevância nos dados e com critérios de progressividade. A secretária ressaltou que o protocolo voluntário é uma medida desvinculada da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Além da área de GEE, o Governo de São Paulo, segundo Patricia Iglecias, atua em outras cinco diretrizes : Conservação Ambiental e Restauração Ecológica; Redução da Pegada Ambiental; Vulnerabilidade Ambiental e Mudanças Climáticas; Conservação da Fauna Silvestre e Licenciamento Ambiental.

24 de setembro, 2015