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LOGÍSTICA REVERSA

Programa evita emissão de 752 mil t de CO2

A Fundação Espaço ECO realizou a mais recente edição do Estudo de Ecoeficiência do Sistema Campo Limpo – programa de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas. O levantamento aponta que desde 2002 – ano de início das atividades do Sistema Campo Limpo – até 2019, o programa conseguiu economizar 33 bilhões de megajoules de energia, o suficiente para abastecer 4,7 milhões de residências durante um ano. O Sistema evitou a emissão de 752 mil toneladas de gás carbônico equivalente, o que equivale às emissões geradas por um caminhão que fizesse 14 mil viagens ao redor do mundo. Caso essas emissões tivessem acontecido, seria necessário o plantio de mais de cinco milhões de árvores. O levantamento aponta que os ganhos ambientais obtidos aconteceram principalmente pela concretização do conceito de economia circular pelo Sistema Campo Limpo, prolongando a vida útil dos materiais por meio da reciclagem. “Quando 95% do material encaminhado para destinação é reciclado, ele volta a ser usado como matéria-prima e reduzimos a extração de recursos naturais. São benefícios que contribuem de forma decisiva para o planeta”, afirma João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), entidade operadora do Sistema Campo Limpo.

A Fundação Espaço ECO realizou a mais recente edição do Estudo de Ecoeficiência do Sistema Campo Limpo – programa de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas. O levantamento aponta que desde 2002 – ano de início das atividades do Sistema Campo Limpo – até 2019, o programa conseguiu economizar 33 bilhões de megajoules de energia, o suficiente para abastecer 4,7 milhões de residências durante um ano.

O Sistema evitou a emissão de 752 mil toneladas de gás carbônico equivalente, o que equivale às emissões geradas por um caminhão que fizesse 14 mil viagens ao redor do mundo. Caso essas emissões tivessem acontecido, seria necessário o plantio de mais de cinco milhões de árvores. 

O levantamento aponta que os ganhos ambientais obtidos aconteceram principalmente pela concretização do conceito de economia circular pelo Sistema Campo Limpo, prolongando a vida útil dos materiais por meio da reciclagem. “Quando 95% do material encaminhado para destinação é reciclado, ele volta a ser usado como matéria-prima e reduzimos a extração de recursos naturais. São benefícios que contribuem de forma decisiva para o planeta”, afirma João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), entidade operadora do Sistema Campo Limpo.

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ALUMÍNIO
Índice de latinhas recicladas é de 97,6%

Divulgado anualmente pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 97,6% em 2019, o que representa uma redução de 70% nas emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida da embalagem. Com o resultado, o Brasil permanece entre os líderes do ranking mundial, posição ocupada há mais de dez anos. O Brasil comercializou 375,7 mil toneladas de latas para bebidas no último ano, das quais 366,8 mil toneladas foram coletadas e reaproveitadas. "Na comparação com 2018, o consumo em 2019 cresceu 13,7%. A reciclagem não só acompanhou essa expansão, como ficou ligeiramente acima dela, com uma alta de 14,7%", diz Milton Rego, presidente-executivo da ABAL. "O resultado é fruto do compromisso do setor com a reciclagem e mostra uma operação de logística reversa madura e consolidada", completou. O Brasil é exemplo mundial no reaproveitamento da latinha e do alumínio em si. Mais da metade do metal consumido no País (56%) vem da reciclagem, o que o coloca bem acima da média mundial (25,9%) - índices de 2018. O alumínio secundário, obtido por meio do processo de reciclagem da sucata, economiza 95% da energia necessária para a produção do alumínio primário, gerado pela transformação da bauxita. Além disso, em razão da matriz energética limpa e renovável, o alumínio brasileiro tem baixa pegada de carbono.

23 de novembro, 2020
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SUSTENTABILIDADE
FEE conclui 30 projetos em 2019

A Fundação Espaço ECO (FEE) finalizou 30 projetos em 2019, um número recorde nos 14 da entidade, instituída e mantida pela BASF. Entre eles, estão estudos voltados para mensuração da ecoeficência de produtos e de processos produtivos, preservação e valorização da biodiversidade, apoio para certificações ambientais e construção de diálogos entre as empresas e seus públicos de relacionamento. "Por meio dos projetos que executamos, contribuímos com as empresas traduzindo a ciência para a linguagem prática dos negócios e aliando nosso conhecimento técnico às necessidades dos clientes. É assim que trazemos a sustentabilidade para o dia a dia das organizações", explicou Rodolfo Viana, diretor-presidente da FEE. Todas as informações podem ser conferidas no Relatório de Atividades referente ao ano de 2019, que reúne as principais atividades e resultados da instituição na América do Sul. O documento está disponível no website http://www.espacoeco.org.br . Um dos projetos desenvolvidos foi o estudo ‘O Futuro dos Plásticos’, onde a FEE realizou a análise de percepção do setor, ouviu cerca de 90 especialistas para compreender os temas mais relevantes para a cadeia dos plásticos, seus impactos e as soluções possíveis ou implementadas. Também realizou uma análise de ecoeficiência para entender os impactos ambientais e os custos econômicos para a substituição de copos plásticos em fábricas e escritório e indicando alternativas mais ecoeficientes. Já na gestão de capital natural, o destaque ficou para o mapeamento da biodiversidade da fazenda Água Santa, da Bem Brasil Alimentos (fabricante de batata pré-frita congelada e flocos desidratados de batata), localizada em Perdizes (MG), incluindo um inventário fotográfico e de vídeo. O mapeamento identificou 230 espécies de aves e 150 espécies de flora do Cerrado e a empresa conseguiu ter um novo posicionamento, valorizando suas melhores práticas e dando visibilidade à biodiversidade presente na fazenda, de onde se origina sua principal matéria-prima. Além disso, em 2019, a FEE contribuiu para a sociedade por meio dos estudos de interesse público, dos quais um deles é o SustenBOT ( http://www.espacoeco.org.br/sustenbot ), ferramenta digital gratuita que, por meio de 10 perguntas, identifica o grau de sustentabilidade da empresa em apenas três minutos, gerando um relatório com o seu nível de maturidade da sustentabilidade. O objetivo é permitir o acesso rápido a dados iniciais de sustentabilidade, promovendo assim mais conhecimento sobre o tema e estimulando o desenvolvimento de iniciativas e projetos no setor empresarial. "Em 2020, completamos 15 anos com o objetivo se seguir atuando como um agente transformador da sociedade e sinalizando o caminho para um futuro mais sustentável", afirma Rafael Viñas, Gerente da Fundação Espaço Eco.

25 de maio, 2020
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GASES
Evento mostrará inventário das emissões

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Fundação Getúlio Vargas apresentará, no dia 15 de agosto, em seu evento anual, os resultados dos inventários de emissões de gases de efeito estufa das organizações participantes do ciclo 2019 do programa brasileiro GHG protocol. Participam do programa 141 empresas, de diversos setores da economia. De acordo com o FGVces, a mensuração das emissões de gases estufa é o primeiro passo para que as empresas possam fazer a redução de suas fontes de emissão. Por meio da análise do inventário, é possível verificar, por exemplo, quais são os pontos críticos e potenciais de redução de emissões, por meio de melhorias na eficiência dos processos produtivos. A iniciativa do centro de estudos da FGV é realizada há mais de 10 anos, e com a maturidade advinda desse tempo já existem alguns cases de sucesso nas ações voltadas para a gestão de emissões. Dessa maneira, AzkoNobel, GPA, Hospital A. Einstein e Natura apresentarão seus caos em um painel de gestão de emissão de gases do efeito estufa. De acordo com Guilherme Lefèvre, gestor do programa, “Cada vez mais, empresas brasileiras estão desenvolvendo de forma voluntária estratégias de mitigação de emissões, demonstrando liderança e proatividade nessa agenda. Este ano, o nosso Evento Anual apresentará alguns exemplos de estratégias de gestão de emissões de empresas membro, justamente para dar visibilidade a esse protagonismo e para estimular outras organizações a avançarem com projetos e ações similares". O evento será no auditório 9 de Julho, da FGV. Os interessados em participar podem se inscrever e conferir a programação pelo link: www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4574&P_IDIOMA=0 .

6 de agosto, 2019
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AGROTÓXICOS
SP conclui incineração de defensivos

O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, concluiu, no último dia 18 de agosto, a incineração dos defensivos agrícolas de uso proibido remanescentes no estado, inclusive o BHC (hexaclorobenzeno), considerado altamente poluente e nocivo à saúde humana. O trabalho é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) como objetivo de promover a destinação correta dos produtos, prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. “Aqui, a gente tem um excelente exemplo de logística reversa. Em vez de ficar no campo, contaminando o solo, as embalagens são recolhidas, lavadas e recicladas corretamente, com apoio dos agricultores”, declarou Alckmin. O trabalho contou com a participação de 327 agricultores, que declararam a existência de aproximadamente 300 toneladas de produtos ainda armazenados em suas propriedades. O material foi recolhido e transportado por meio de ação do inpEV, com monitoramento dos trabalhos pela Cetesb. A ação é fruto de parceria entre produtores, sindicatos, associações, cooperativas, indústria, comércio e poder público, que se articularam de forma inédita para garantir uma ação ambientalmente sustentável. O uso do BHC está proibido no Brasil desde 1985, pois sua composição é altamente nociva ao ser humano, podendo causar danos irreversíveis ao sistema nervoso central. Muitos produtores mantinham estoques ou embalagens antigas em suas propriedades, por não saber como descartá-los corretamente. Além da incineração, o governador, acompanhado do secretário de Agricultura, Arnaldo Jardim, e do secretário-adjunto, Rubens Rizek Jr., visitou uma das mais modernas fábricas de reciclagem de embalagens de produtos agrícolas do Sistema Campo Limpo, do inpEV, que realiza a logística reversa dos recipientes vazios.

24 de agosto, 2017
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EMBALAGENS VAZIAS
Campo Limpo já retirou mais de 420 mil t

A cerimônia do Dia Nacional do Sistema Campo Limpo, comemorado no dia 18 de agosto, acontece na cidade de Taubaté (SP) em 2017. O dia marcará o encerramento do projeto de recebimento e destinação ambientalmente adequada de defensivos agrícolas proibidos por lei – como o hexaclorobenzeno (BHC), no estado. O Sistema Campo Limpo já destinou mais de 420 mil toneladas de embalagens corretamente desde 2002 e retirou 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas. Com o tema “Quando cada um cumpre a sua parte, temos muitos motivos para comemorar”, a data reconhece a importância do envolvimento de todos os elos da cadeia agrícola – agricultores, canais de distribuição, fabricantes e poder público – para o sucesso do Sistema, que tem o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) como núcleo de inteligência. “É o momento de disseminar conhecimento sobre conservação ambiental e boas práticas no campo. Sempre em nome da saúde do planeta e das futuras gerações”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV. Entre as atividades, haverá o dia de Portas Abertas, quando as centrais recebem a comunidade para mostrar o funcionamento da operação, além de ações como o DNCL na Escola, concurso onde as escolas do entorno inscrevem ações organizadas por seus professores, com o objetivo de promover a conscientização ambiental junto aos alunos, e concorrem a prêmios; o DNCL Universitário, que promove ações voltadas para estudantes de ensino médio e universitário; o DNCL Ação com Agricultor, evento responsável pela difusão de novas tecnologias e soluções sustentáveis entre agricultores; o DNCL Solenidade, evento para homenagear ou receber autoridades; e a Ação Comunitária, que estimula o envolvimento da comunidade em práticas a favor do meio ambiente.

16 de agosto, 2017
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EMBALAGENS VAZIAS
Operação Campo Limpo destina corretamente 94%

O Sistema Campo Limpo retirou dos campos brasileiros 44.528 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos em 2016 e, desta forma, atingiu a meta estipulada pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) para o ano. O consumo de defensivos agrícolas caiu no ano passado, especialmente pelas alterações climáticas (excesso de chuvas na Região Sul e seca na região Centro-Oeste e no Matopiba), expansão do plantio da variedade de soja Intacta, que reduz a aplicação de produto, e aumento do contrabando de agrotóxicos. Segundo o inpEV, o resultado gerou menos embalagens e explica o recuo de 2,2 % na quantidade destinada na comparação com 2015. Entretanto, os índices e eficiência do Sistema campo Limpo se mantiveram em 94%. Os estados de Rondônia, Sergipe e Tocantins obtiveram maior crescimento percentual na quantidade destinada. Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás mantiveram os percentuais retirados nos anos anteriores e foram responsáveis pelos maiores volumes em números absolutos. A quantidade de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente correta fez com que o Sistema Campo Limpo superasse a marca de 410 mil toneladas, desde o início das operações, em 2002. “O engajamento dos elos da cadeia produtiva agrícola (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) é um dos principais fatores para explicar o sucesso do Sistema e a manutenção do Brasil como referência mundial na destinação desse material. O ano de 2016 mostra que o Sistema está preparado para atender à demanda da agricultura brasileira”, ressalta João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV.

27 de janeiro, 2017