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GASES

Evento mostrará inventário das emissões

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Fundação Getúlio Vargas apresentará, no dia 15 de agosto, em seu evento anual, os resultados dos inventários de emissões de gases de efeito estufa das organizações participantes do ciclo 2019 do programa brasileiro GHG protocol. Participam do programa 141 empresas, de diversos setores da economia. De acordo com o FGVces, a mensuração das emissões de gases estufa é o primeiro passo para que as empresas possam fazer a redução de suas fontes de emissão. Por meio da análise do inventário, é possível verificar, por exemplo, quais são os pontos críticos e potenciais de redução de emissões, por meio de melhorias na eficiência dos processos produtivos. A iniciativa do centro de estudos da FGV é realizada há mais de 10 anos, e com a maturidade advinda desse tempo já existem alguns cases de sucesso nas ações voltadas para a gestão de emissões. Dessa maneira, AzkoNobel, GPA, Hospital A. Einstein e Natura apresentarão seus caos em um painel de gestão de emissão de gases do efeito estufa. De acordo com Guilherme Lefèvre, gestor do programa, “Cada vez mais, empresas brasileiras estão desenvolvendo de forma voluntária estratégias de mitigação de emissões, demonstrando liderança e proatividade nessa agenda. Este ano, o nosso Evento Anual apresentará alguns exemplos de estratégias de gestão de emissões de empresas membro, justamente para dar visibilidade a esse protagonismo e para estimular outras organizações a avançarem com projetos e ações similares". O evento será no auditório 9 de Julho, da FGV. Os interessados em participar podem se inscrever e conferir a programação pelo link: www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4574&P_IDIOMA=0 .

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Fundação Getúlio Vargas apresentará, no dia 15 de agosto, em seu evento anual, os resultados dos inventários de emissões de gases de efeito estufa das organizações participantes do ciclo 2019 do programa brasileiro GHG protocol. Participam do programa 141 empresas, de diversos setores da economia. 

De acordo com o FGVces, a mensuração das emissões de gases estufa é o primeiro passo para que as empresas possam fazer a redução de suas fontes de emissão. Por meio da análise do inventário, é possível verificar, por exemplo, quais são os pontos críticos e potenciais de redução de emissões, por meio de melhorias na eficiência dos processos produtivos.

A iniciativa do centro de estudos da FGV é realizada há mais de 10 anos, e com a maturidade advinda desse tempo já existem alguns cases de sucesso nas ações voltadas para a gestão de emissões. Dessa maneira, AzkoNobel, GPA, Hospital A. Einstein e Natura apresentarão seus caos em um painel de gestão de emissão de gases do efeito estufa.

De acordo com Guilherme Lefèvre, gestor do programa, “Cada vez mais, empresas brasileiras estão desenvolvendo de forma voluntária estratégias de mitigação de emissões, demonstrando liderança e proatividade nessa agenda. Este ano, o nosso Evento Anual apresentará alguns exemplos de estratégias de gestão de emissões de empresas membro, justamente para dar visibilidade a esse protagonismo e para estimular outras organizações a avançarem com projetos e ações similares". O evento será no auditório 9 de Julho, da FGV. Os interessados em participar podem se inscrever e conferir a programação pelo link: www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4574&P_IDIOMA=0.

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EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020
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AMAZÔNIA LEGAL
Setor privado busca agenda sustentável

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e Instituto Brasileiro de Árvores (Ibá), com o apoio da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e da Rede Brasil do Pacto Global defendem uma agenda do desenvolvimento sustentável e combate ao desmatamento e se reuniram com o procurador-geral da República, Augusto Aras, hoje, 21 de agosto. O movimento está se organizando com lideranças dos três poderes da República e governadores dos Estados da Amazônia Legal para entregar o Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro, lançado em 7 de julho. Na agenda dos encontros estão questões relacionadas ao desmatamento ilegal da Amazônia, implementação do Código Florestal e regularização fundiária. O encontro com Augusto Aras é o quinto da série de reuniões do movimento, que já se reuniu com os ministros Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso, do Superior Tribunal Federal (STF), e com os governadores do Consórcio da Amazônia Legal (Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão). O primeiro encontro foi no dia 10 de julho, quando os executivos se reuniram com o presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, vice-presidente Hamilton Mourão, que se comprometeu a assumir e anunciar metas semestrais contra o desmatamento, queimadas e grilagem. No dia 28 de julho, os executivos tiveram agenda com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com os deputados Rodrigo Agostinho (PSB-SP), presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, e Zé Silva (SD-MG). Na ocasião, Maia anunciou a criação de um grupo de trabalho para elencar e fazer avançar projetos legislativos relacionados à agenda da sustentabilidade. O documento consegue novas adesões com o tempo e já tem um total de 79 assinaturas, sendo 69 de CEOs de companhias e grupos empresariais dos setores industrial, agrícola e de serviços, além de cinco líderes de fundos de investimento e cinco presidentes de instituições. O Comunicado conta ainda com o apoio institucional da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL); Instituto Nacional de Ciência, Tecnoogia e Inovação CO2 Zero e Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil).

24 de agosto, 2020
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COP 21
Mudanças climáticas e impactos na economia

Por Ricardo Zibas* Nas últimas décadas, os avisos da natureza começaram a apontar uma maior necessidade da sociedade em dar atenção a questões relacionadas às mudanças climáticas no planeta. Com este pano de fundo, as Nações Unidas organizam uma reunião anual com as principais autoridades governamentais de diversos países para discutir sobre como devemos lidar com as mudanças climáticas, que apresentam consequências aparentemente cada vez mais drásticas, tais como secas prolongadas, tempestades, derretimento dos polos e aumento do nível dos oceanos. A próxima Conference of the Parties (COP), em sua 21ª edição, marcada para acontecer entre 30 de novembro até o dia 11 de dezembro deste ano, em Paris, será uma das mais importantes já realizadas. As chances de sucesso agora são mais altas, já que todos os países signatários da ‘Convenção – Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima’ (United Nations Framework Convention on Climate Change - UNFCCC) antecipadamente concordaram em assinar um tratado vinculante até 2015, para reduzir suas emissões de gases causadores de efeito estufa. O que favorece essa convicção positiva são os novos posicionamentos do mercado quanto ao tema. Uma delas foi a modificação nos cenários políticos dos dois maiores emissores de gases de efeito estufa no mundo, Estados Unidos e China, os quais flexibilizaram as negociações e no ano passado anunciaram que irão cortar suas emissões de gases até 2025 e 2030, respectivamente. Além disso, houve uma drástica redução nos custos das tecnologias capazes de diminuir tais emissões ao meio ambiente, isso em razão do aumento de projetos de energia renováveis disponíveis e pela maior facilidade em financiar a aquisição desses recursos – como é o caso dos títulos verdes (green bonds) e do financiamento coletivo (crowdfunding). A grande questão, aqui, é de que maneira os novos comprometimentos, com os quais as nações estão dispondo-se no decorrer dos próximos anos, afetarão as empresas e a economia. Há previsão de que as atividades intensivas na emissão de carbono (como, por exemplo, as que geram energia a partir da queima de derivados de petróleo) se tornarão mais caras e as organizações terão de lidar com regulamentações mais rigorosas, preços de carbono menos acessíveis e metas de corte de emissões de gases mais rígidas. Contudo, os efeitos da mudança do clima obrigarão as empresas a estabelecerem um plano de resiliência para lidar e adaptar as atividades em detrimento dos impactos, como escassez de água, clima extremo, migrações populacionais e instabilidade social. Na contramão disso, no entanto, vantagens surgirão, como, obviamente, a de tornar-se uma empresa de emissões reduzidas de poluentes; e oportunidades também estarão em vista, criadas pelo crescimento da economia sustentável embasada em energias renováveis. Apesar de rigorosas consequências que já afetam o meio ambiente, medidas urgentes são necessárias para lidar agora com essa questão, e os governos em todo o mundo, com o auxílio das empresas e da sociedade civil, precisarão trabalhar para dissociar as emissões de gases de efeito estufa do crescimento econômico e direcionar o mundo para uma economia de baixo carbono. Nesse sentido, o caminho para uma atividade perene e sustentável é que as organizações e seus administradores apliquem tempo e experiência para o aprimoramento no desenvolvimento ambiental e social das empresas; isso inclui tornar permanente a mensuração e a redução das emissões de carbono, bem como a preparação e divulgação de informações transparentes e confiáveis sobre tais emissões, apresentando à sociedade e ao mercado a contribuição da empresa na minimização dos efeitos das mudanças climáticas. * Ricardo Zibas é sócio-diretor responsável pela prática de sustentabilidade da KPMG no Brasil e América Latina.

9 de novembro, 2015
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EMISSÕES
Protocolos voluntários serão assinados na COP-21

A Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB) realizou o encontro “Celebração de protocolos setoriais voluntários” com a participação da secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patricia Iglecias. Na ocasião, Patricia falou dos protocolos voluntários para redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE) que devem ser assinados em dezembro, na França, durante a Conferência Mundial do Clima (COP-21). Durante a conferência, as empresas instaladas no Brasil dispostas a participar do projeto voluntário apresentarão propostas e metas. Após a assinatura, as empresas terão até seis meses para enviar os dados relativos aos projetos desenvolvidos para diminuir as emissões de GEE. Na COP-21, haverá também a apresentação de cases dessas empresas e o Governo de São Paulo pretende assinar acordos científicos. Poderão participar do protocolo voluntário indústrias, comércios, municípios, pessoas jurídicas, associações e entidades. Os aderentes serão responsáveis pelas informações transmitidas. Patricia comentou que não há uma meta específica a ser atingida, mas essas têm de ser consistentes, com relevância nos dados e com critérios de progressividade. A secretária ressaltou que o protocolo voluntário é uma medida desvinculada da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Além da área de GEE, o Governo de São Paulo, segundo Patricia Iglecias, atua em outras cinco diretrizes : Conservação Ambiental e Restauração Ecológica; Redução da Pegada Ambiental; Vulnerabilidade Ambiental e Mudanças Climáticas; Conservação da Fauna Silvestre e Licenciamento Ambiental.

24 de setembro, 2015
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INDÚSTRIA
Empresas estão mais focadas em ações sustentáveis

Segundo estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), dois terços das empresas brasileiras já adotaram, em algum momento, ações que resultaram em queda das emissões de dióxido de carbono (CO2). Apresentado dia 03 de setembro no Rio de janeiro, o levantamento incluiu cem empresas de médio e grande porte. “A CNI apresentou propostas ao Governo Federal e promove o CNI Sustentabilidade para debater com especialistas de todo o mundo as mudanças climáticas e as expectativas para a COP-21, que será no fim do ano, em Paris”, destaca Mônica Messenberg, Diretora de Relações Institucionais da CNI. “No cenário de mudanças climáticas, há espaço para soluções e novas tecnologias. Temos que criar uma economia mais resiliente, reduzindo e gerenciando os riscos”, acrescenta. A pesquisa revelou que 61% do empresariado já leva em consideração nos negócios o impacto das mudanças climáticas. Na avaliação de seis em cada grupo de 10 entrevistados, o grau de atenção que a indústria brasileira dá aos efeitos das mudanças climáticas é médio ou alto – 36% consideram baixo ou muito baixo. Segundo o levantamento, 75% das empresas brasileiras aumentaram a atenção em relação aos efeitos das mudanças climáticas nos últimos cinco anos, em razão principalmente da maior conscientização (46,7%), da pressão global (18,7%) e de as informações sobre o tema estarem mais disseminadas (17,3%). Seis de cada dez empresas veem como oportunidade de negócios a implantação de práticas sustentáveis. Para 59%, a oportunidade gerada pelo investimento é superior ao aumento de custos. Os números apontam também que três quartos das empresas – 74% – consideram que práticas de sustentabilidade impactam positivamente na competitividade das empresas. No último biênio, 61% das empresas de médio e grande porte aumentaram os investimentos na área ambiental. A expectativa para os próximos dois anos é de aumento no volume de recursos destinados ao setor. Seis em cada grupo de 10 entrevistados asseguraram que a tendência em suas empresas é de aumentar ou aumentar muito os investimentos em sustentabilidade. Para 66% das empresas, o engajamento em ações sustentáveis é alto ou muito alto. As vantagens de desenvolver projetos nesta área são para a reputação/imagem da empresa, melhora de inserção no mercado e sustentabilidade dos negócios. Entre os principais desafios apontados para o investimento em práticas sustentáveis, estão a falta de incentivos governamentais, com 56%, seguido pelo aumento de custos da empresa (39%) e a legislação inadequada no Brasil (25%). A pesquisa aconteceu entre os dias 11 de junho e 06 de julho, com representantes – em sua maioria diretores e gerentes de Meio Ambiente – de 15 setores industriais: automotivo; cal; cimento; construção civil; mineração; papel e celulose; petróleo e gás; químico; têxtil; vidro; alumínio; carvão; energia; siderurgia; e sucroalcooleiro.

10 de setembro, 2015