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GEE

MRN recebe selo ouro do GHG Protocol

A Mineração Rio do Norte (MRN) recebe, em julho, o selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, iniciativa criada para estimular a elaboração e publicação de inventários de emissões de gases do efeito estufa (GEE). A obtenção do selo ouro significa que o inventário de GEE da MRN, relativo ao ano de 2015, é completo e que a precisão das informações reportadas foi verificada por uma empresa independente de auditoria, a BSI. Com a publicação do inventário, a MRN passa a fazer parte do Programa Brasileiro GHG Protocol, que é coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 2015, a MRN conseguiu reduzir em 5,5% as emissões de Dióxido de Carbono Equivalente (CO²e) na comparação com o ano anterior, principalmente pela redução no consumo de óleo BPF.

A Mineração Rio do Norte (MRN) recebe, em julho, o selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, iniciativa criada para estimular a elaboração e publicação de inventários de emissões de gases do efeito estufa (GEE). A obtenção do selo ouro significa que o inventário de GEE da MRN, relativo ao ano de 2015, é completo e que a precisão das informações reportadas foi verificada por uma empresa independente de auditoria, a BSI. Com a publicação do inventário, a MRN passa a fazer parte do Programa Brasileiro GHG Protocol, que é coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em 2015, a MRN conseguiu reduzir em 5,5% as emissões de Dióxido de Carbono Equivalente (CO²e) na comparação com o ano anterior, principalmente pela redução no consumo de óleo BPF.

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EMISSÕES
CBA recebe Selo Ouro por inventário

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) recebeu, pela terceira vez consecutiva, o certificado do Programa Brasileiro GHG Protocol, que quantifica as emissões de gases geradores do efeito estufa. A companhia obteve Selo Ouro pela divulgação e verificação do inventário de emissões realizado em todas as suas Unidades. A análise considera as emissões diretas e indiretas relacionadas ao consumo de energia elétrica e a emissão específica para transporte de bauxita. Com o resultado do inventário, a CBA conseguiu calcular no processo de eletrólise - etapa de redução do óxido de alumínio em alumínio primário - que são gerados 2,56 t CO2e (toneladas de dióxido de carbono equivalente) para cada tonelada de alumínio líquido produzida. Segundo dados do International Aluminium Institute (IAI), as emissões deste processo, em âmbito mundial, somam 12 t CO2e. A emissão da CBA também é inferior ao índice de 8 t CO2e/ t alumínio líquido, valor de referência estabelecido pela ASI (Aluminium Stewardship Initiative), organização mundial que define padrões e melhores práticas globais para o desempenho de sustentabilidade na indústria do alumínio. "Manter uma matriz energética renovável e ter uma emissão muito abaixo da média de mercado faz parte do nosso propósito de produzir alumínio que transforma vidas. Significa que estamos entregando, para o mercado, um alumínio mais sustentável, beneficiando também os targets de sustentabilidade de outros fabricantes de diversos setores da economia, além de gerar impactos socioambientais positivos para toda a cadeia”, diz Luís Jorge, diretor do Negócio de Produtos Primários da CBA. A partir de 2020, a companhia deve reduzir ainda mais as suas emissões ao adotar a utilização de 100% de vapor originado de biomassa em sua refinaria. A CBA participa do Programa brasileiro GHG Protocol desde 2018, divulgando de forma voluntária os seus resultados de inventário de emissões no ‘Registro Público de Emissões’, plataforma online onde estão disponíveis os dados das empresas participantes do programa.

23 de outubro, 2020
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EMISSÕES
AES Tietê recebe Selo Ouro

A AES Tietê acaba de receber o Selo Ouro no Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa pela quarta vez consecutiva. O Selo é concebido para empresas que publicam seus inventários no Registro Público de Emissões, utilizando a ferramenta de cálculo da FGV. A companhia é reconhecida pelo Programa Brasileiro do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) pela realização, publicação e verificação externa de seus inventários de redução nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). “Este reconhecimento vem ao encontro da nossa estratégia de crescer, com um portfólio 100% renovável, fortalecendo cada vez mais nossa governança, oferecendo as melhores soluções em energia limpa e contribuindo ativamente para a sustentabilidade do planeta. Por isso, buscamos cada vez mais reduzir as emissões de gases, que são nocivos à atmosfera”, afirma Ítalo Freitas, CEO da AES Tietê. O GHG Protocol é uma ferramenta utilizada para entender, quantificar e gerenciar emissões de GEE. Desenvolvida, em 1998, pelo World Resources Institute (WRI) é, ainda hoje, a metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para a realização de inventários de GEE. Em 2008, o método foi adaptado ao contexto nacional pelo GVces e pelo WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).

12 de outubro, 2020
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SELO VERDE
Mina Tucano recebe certificado

O Governo do Amapá concedeu à Mina Tucano o Selo Sustentabilidade, do Programa Tesouro Verde, pelas boas práticas socioambientais e de gestão em seu projeto de ouro, que fica a 200 km da capital Macapá (AP). O selo é entregue a empresas, indústrias e comércios. O programa tem visibilidade internacional, por estar alinhado com a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Acordo de Paris, implantado como uma forma de transformar o Amapá em um símbolo de economia sustentável da Amazônia. “Somos uma empresa ambientalmente responsável, seguindo as melhores práticas em preservação de florestas naturais, emissão de carbono, manutenção da fauna e da flora, gestão de recursos hídricos, entre outras ações. Integrar o Tesouro Verde é uma honra e uma confirmação de que nosso trabalho tem gerado importantes resultados para o meio ambiente e a sociedade como um todo”, diz Fabio Marques, Diretor de Operações da Mina Tucano. Pâmela Pádua, Diretora Institucional da BMV, instituição que faz a gestão do programa Tesouro Verde, afirma que “a Mina Tucano investiu na proteção de florestas nativas públicas e privadas e apoia o desenvolvimento de comunidades no Estado do Amapá, estando em conformidade com as diretrizes internacionais de sustentabilidade e governança socioambiental”. As empresas ainda recebem receita pelos serviços de conservação dos parques, por meio dos Créditos de Floresta de sua titularidade. Cada uma delas adquire estes créditos de áreas privadas para cumprir sua “pegada ambiental”, que leva em consideração critérios como: geração de resíduos, consumo de combustível e de energias. O processo está disponível em plataforma eletrônica online, acessível a todos pelo link www.plataformatesouroverde.com.br , com sistema seguro e transparente de certificação com registro em blockchain. “Esse é um reconhecimento do trabalho que já vínhamos realizando na implantação do projeto, e será o primeiro passo para adquirir outras certificações”, conclui Raimundo Rocha, Coordenador de Meio Ambiente.

3 de agosto, 2020
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RESÍDUOS INDUSTRIAIS
MRN reutiliza quase 99% em Trombetas

A Mineração Rio do Norte (MRN) desenvolve, desde 2010, o Programa Gerenciamento de Resíduos Sólidos, voltado para campanhas educativas de sensibilização ambiental, redução e reaproveitamento de resíduos. Neste período de pandemia, a companhia realiza campanha no distrito de Porto Trombetas, no município de Oriximiná (PA) com o objetivo de promover diálogos de segurança especiais nas áreas operacionais para tratar o tema junto aos empregados e reforçar seu compromisso com a preservação ambiental. Em 2019, a MRN gerou 1.919,53 toneladas de resíduos sólidos industriais em seu processo de produção, dos quais 87,87% foram reaproveitados por meio de técnicas de reciclagem/reutilização; 11,26% foram reaproveitados como combustível energético, com o uso de técnicas de coprocessamento; e apenas 0,87% receberam tratamento de técnicas de incineração. "Com o programa, reforçamos adoção da prática dos 5Rs: reduzir, reutilizar, reciclar, recusar e repensar. Ao reutilizar os resíduos industriais, as áreas repensam suas práticas em relação ao meio ambiente, recusam a aquisição de itens novos, reduzem a geração de novos resíduos, reutilizam e reaproveitam objetos já descartados e utilizam como matéria prima produtos que já haviam sido descartados, para a fabricação de novos objetos", comenta Dayane Moreira, analista ambiental da MRN. No Horto Florestal, a MRN reutilizou tubos de fibra, madeira e correias transportadoras para criação de sementeira para germinação de sementes, um bicicletário e depósito de insumos. Na oficina de manutenção da mina Monte Branco, os resíduos como sucata metálica, plástico PEAD e borrachas foram reaproveitados para criação de caminho seguro, área de vivência e área coberta para lavar botas. Na seção de manutenção da Mina Bela Cruz, há um espaço que, ao mesmo tempo em que reaproveita resíduos industriais, proporciona leveza ao ambiente de trabalho, com a criação de itens decorativos a partir de sucata metálica e borrachas, que se transformam em porta-canetas, lixeiras e esculturas graciosas. "A principal base do reaproveitamento é a consciência ambiental. Outro ponto importante é a própria autoestima da equipe quando tem reconhecido o trabalho feito a partir da ideia dos colaboradores", declara Marcos Paulo Laurido, gerente técnico da seção de manutenção da MRN da mina Bela Cruz.

22 de junho, 2020
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GASES
Evento mostrará inventário das emissões

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Fundação Getúlio Vargas apresentará, no dia 15 de agosto, em seu evento anual, os resultados dos inventários de emissões de gases de efeito estufa das organizações participantes do ciclo 2019 do programa brasileiro GHG protocol. Participam do programa 141 empresas, de diversos setores da economia. De acordo com o FGVces, a mensuração das emissões de gases estufa é o primeiro passo para que as empresas possam fazer a redução de suas fontes de emissão. Por meio da análise do inventário, é possível verificar, por exemplo, quais são os pontos críticos e potenciais de redução de emissões, por meio de melhorias na eficiência dos processos produtivos. A iniciativa do centro de estudos da FGV é realizada há mais de 10 anos, e com a maturidade advinda desse tempo já existem alguns cases de sucesso nas ações voltadas para a gestão de emissões. Dessa maneira, AzkoNobel, GPA, Hospital A. Einstein e Natura apresentarão seus caos em um painel de gestão de emissão de gases do efeito estufa. De acordo com Guilherme Lefèvre, gestor do programa, “Cada vez mais, empresas brasileiras estão desenvolvendo de forma voluntária estratégias de mitigação de emissões, demonstrando liderança e proatividade nessa agenda. Este ano, o nosso Evento Anual apresentará alguns exemplos de estratégias de gestão de emissões de empresas membro, justamente para dar visibilidade a esse protagonismo e para estimular outras organizações a avançarem com projetos e ações similares". O evento será no auditório 9 de Julho, da FGV. Os interessados em participar podem se inscrever e conferir a programação pelo link: www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4574&P_IDIOMA=0 .

6 de agosto, 2019
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MRN
Territórios Sustentáveis é premiado

O programa Territórios Sustentáveis, que é patrocinado pela Mineração Rio do Norte (MRN), foi o vencedor do 1º Prêmio Estadual de Inovação da Indústria Mineral, iniciativa do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) e da Secretaria de Ciência Tecnologia e Educação Tecnológica do Estado do Pará (Sectet). O projeto foi apresentado durante a XIII FIPA (Feira da Indústria do Estado do Pará), que aconteceu entre os dias 3 e 6 de maio, em Belém (PA). O projeto recebeu o prêmio inovação. Iniciado em 2015 , o programa tem duração prevista de 15 anos e estimula a formação de cadeias produtivas, fortalece a administração pública e contribui para o exercício da cidadania, incentivando a participação da população nos conselhos municipais, apoiando comunidades e fornecendo suporte a associações. A MRN já investiu R$ 4,1 milhões no programa Territórios Sustentáveis. A primeira ação do programa foi a elaboração de diagnóstico que estabeleceu um horizonte de oportunidades e desafios para os três municípios. A equipe de Territórios Sustentáveis coletou dados em secretarias municipais, avaliou 64 associações e 18 conselhos nas três cidades atendidas. O programa também realizou diagnósticos das cadeias produtivas da madeira, castanha, copaíba, agricultura, turismo, pesca e pecuária. Outro avanço registrado no primeiro ano do programa foi um estudo do potencial de arrecadação das secretarias de Meio Ambiente por meio de convênios e adesão a programas governamentais. No ano passado houve treinamento em captação de recursos e elaboração de projetos para 350 lideranças da sociedade civil em Oriximiná, Terra Santa e Faro, além de suporte jurídico e contábil para 45 organizações locais e associações quilombolas para que essas entidades reconquistassem seu poder de representatividade. As revisões do Plano Diretor de Oriximiná e dos Códigos Tributários de Oriximiná e de Terra Santa contam com apoio do Territórios Sustentáveis. Com o auxílio do programa, Terra Santa foi inserido no Programa Municípios Verdes, que garante participação no ICMS Verde, iniciativa que compensa municípios que atingem bom desenvolvimento sustentável e investimento ambiental. Os novos prefeitos assinaram neste ano os termos de repactuação que simboliza o reconhecimento da importância do programa e o compromisso destes gestores com os objetivos do Territórios Sustentáveis. No início de abril, pontos de acesso gratuito a internet foram instalados em oito comunidades quilombolas do Alto Trombetas, em Oriximiná. Dentre as atividades previstas para este ano estão a assessoria para elaboração de planos de saneamento básico e do planejamento estratégico da gestão municipal em Oriximiná, Terra Santa e Faro. O programa Territórios Sustentáveis lançará em 2017 dois programas de estágio, um voltado exclusivamente para jovens de comunidades quilombolas, além de pontos de apoio que serão instalados nos três municípios atendidos. Também serão realizados cursos de celebração de convênios para os servidores das administrações municipais. O programa realizará uma agenda específica de ações de estímulo ao associativismo que inclui oficinas de empreendedorismo social e planejamento estratégico. As ações do Territórios Sustentáveis são realizadas por três Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação reconhecida em questões relacionadas à região amazônica: Agenda Pública, Equipe de Conservação da Amazônica (ECAM) e Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON). Maiores informações sobre o projeto no site www.territoriossustentaveis.org.br.&nbsp ;

15 de maio, 2017
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MEIO AMBIENTE
ABNT lança Portal da Sustentabilidade

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou recentemente o Portal da Sustentabilidade, que engloba três programas ambientais: Rótulo Ecológico, Gases de Efeito Estufa (GEE) e Pegada de Carbono. O Rótulo Ecológico da ABNT é um certificado voluntário que garante que determinado produto causa menos impactos ao meio ambiente quando comparado a um similar não rotulado. A ABNT é membro do Global Ecolabelling Network (GEN), entidade internacional que promove a rotulagem ambiental em todo o mundo. Além disso, é um dos primeiros Organismos de Verificação e Validação (OVV) de Gases de Efeito Estufa (GEE) na América Latina que oferece serviços de verificação de inventários de GEE e validação de projetos de redução de emissões a custos adequados à realidade da indústria Brasileira. Já a Pegada de Carbono de um produto mostra a quantidade de gases de efeito estufa emitida ao longo do ciclo de vida do produto, incluindo um resumo de quais componentes (materiais de entrada, resíduos, emissões por processo) contribuem mais para o total da pegada. Com todos estes dados, empresas e governos poderão tomar decisões de forma mais eficazes de otimizar processos e, consequentemente, reduzir as emissões. “Para nós, o certificado da ABNT não é só um atestado, ele é uma vantagem competitiva, mas principalmente é valor agregado para os clientes que optam por utilizar o lingote de alumínio com menor pegada de carbono em seus produtos”, diz Mario Fernandez, CEO do Grupo. O portal também disponibiliza documentos e critérios para as empresas que têm interesse de se certificar nesses programas ambientais, além de notícias e eventos relacionados ao assunto. O endereço do portal é www.abntonline.com.br/sustentabilidade .

20 de abril, 2016
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PRÊMIO
SOMAR é bicampeã do troféu Chico Mendes

A SOMAR – Sociedade Mineradora recebeu pelo segundo ano consecutivo o Prêmio e o Selo Verde Chico Mendes de Responsabilidade Socioambiental em cerimônia na cidade de São Paulo. Entre os destaques da SOMAR está a conquista das certificações nacionais e internacionais ISO 14001, selo de comprometimento com o meio ambiente ainda raro na mineração, e a ISO 9001, ambas conferidas pelo INMETRO e pela UKAS (United Kingdom Accreditation Service). “Pelo simbolismo e seriedade, o prêmio é uma homenagem muito importante para nós e para a mineração. O Brasil avançou e precisa avançar muito mais na geração de riquezas com responsabilidade socioambiental. A SOMAR está colhendo os frutos de uma cultura forte focada em pesquisas e programas que geram qualidade em todas as áreas da atividade”, diz Veronica Della Mea, Diretora Executiva, acompanhada no evento pela Engenheira Ambiental da empresa, Fernanda de Souza Silva. A entrega dos troféus foi precedida pelo 3º Fórum Empresarial Chico Mendes de Sustentabilidade, que reuniu empresários, especialistas e representantes de instituições públicas e privadas em torno da discussão sobre o uso racional dos recursos hídricos e de boas práticas socioambientais relacionadas com o tema. O evento teve apoio da Itaipu Binacional, São Cristovão Saúde e Dy Power. A SOMAR recebeu o troféu e Selo Verde ao lado de empresas como o Grupo Visafértil, Instituto Jogue Limpo, Energisa, Lojas Americanas, Minas Arena Gestão de Arenas Esportivas, Minerva Foods, Alumar/Alcooa e Ortox S/A. As empresas são premiadas pelo PROCERT – Programa de Certificação pela Responsabilidade Socioambiental.

8 de dezembro, 2015